Flávio Serafini

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Flavio Serafini
Serafini em 2014.
Deputado Estadual do Rio de Janeiro
Período 1º de fevereiro de 2015
até a atualidade
Dados pessoais
Nome completo Flavio Serafini
Nascimento 27 de setembro de 1979 (38 anos)
Niterói, RJ
Nacionalidade brasileiro
Alma mater Universidade Federal Fluminense
Partido PSOL
Profissão Professor

Flavio Serafini (Niterói, 27 de setembro de 1979) é um professor de sociologia e político brasileiro, filiado ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Antes de ser eleito deputado estadual pelo Estado do Rio de Janeiro,­ posto que ocupa atualmente,­ foi professor-pesquisador da Escola Politécnica da Fundação Oswaldo Cruz.[1][2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Sua história com a militância começou cedo, aos 16 anos, em defesa do passe livre e do acesso à cultura. Como estudante da Universidade Federal Fluminense, fez parte do Diretório Central dos Estudantes. Além do trabalho como professor da rede estadual e privada desde 2005, após 2007, dedicou­-se à fundação e construção do PSOL em Niterói, sendo presidente do Partido no município por duas gestões (2008/­2010 e 2012/­2014).

Participou da criação do Comitê de Solidariedade aos Desabrigados de Niterói.

Foi candidato à prefeitura de Niterói em 2012. O resultado foi a conquista de 18,5% dos votos no pleito, totalizando quase 50.000 votos e conquistando o terceiro lugar nas eleições, sem fazer uma campanha milionária e sem contar com financiamento da especulação imobiliária, das empresas de ônibus e das empreiteiras.

Coerente com sua trajetória, foi eleito parlamentar em 2014[3] com 16.117 (0,20%) votos, assumindo o compromisso de fazer um mandato coletivo, resultado de processos de mobilização e de luta feitos com companheiros nos últimos anos. O mandato assume duas frentes principais: educação e justiça socioambiental. Em sua atuação na Alerj, integra atualmente as Comissões Permanentes de Direitos Humanos, Educação, Meio Ambiente e Saúde e a CPI da Crise Hídrica. Propôs ainda a criação da Comissão Especial da Baía de Guanabara[4] e a Frente Parlamentar em Defesa do Transporte Aquaviário[5]. Nas ruas, o mandato promove encontros com os movimentos sociais e ativistas denominado Circuito de Lutas, atividade que consiste em visitas a territórios com processos de resistência popular de diferentes regiões do Estado do Rio de Janeiro, e Círculos temáticos, que discutem e propõem coletivamente ações parlamentares.

Dentro do PSOL, integra uma corrente interna denominada Subverta.

Em abril de 2015, votou contra a nomeação de Domingos Brazão para o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, nomeação que foi muito criticada na época.[6]

Serafini foi o candidato do PSOL à Prefeitura de Niterói em 2016, tendo como candidata a vice-prefeita a professora e urbanista da UFF Regina Bienestein. Em outubro de 2016, ficou em terceiro lugar, com 47.069 votos, atrás de Felipe Peixoto (PSB) e Rodrigo Neves (PV).[7] Mesmo com um número menor de votos, Serafini conquistou o percentual de 20,62% dos votos válidos, percentual este maior do que os 18,5% de 2012.[carece de fontes?]

No dia 20 de fevereiro de 2017, votou contra privatização da CEDAE.[8][9]

Referências

  1. «EPSJV/Fiocruz». Fiocruz 
  2. O Fluminense (13 de dezembro de 2015). «Deputado Flávio Serafini é pré-candidato à Prefeitura de Niterói». Consultado em 30 de março de 2017 
  3. «Eleições 2014». Uol 
  4. «Criação da Comissão Especial da Baía da Guanabara». Alerj 
  5. «Criação da Frente Parlamentar em Defesa do Transporte Aquaviário». Alerj 
  6. Pedro Zuazo (29 de abril de 2015). «Conselheiro vapt-vupt: veja quem votou em Brazão para o TCE». Jornal Extra. Consultado em 8 de dezembro de 2016 
  7. «Rodrigo Neves e Felipe Peixoto se enfrentam pela preferência do eleitor». O Fluminense. 2 de outubro de 2016. Consultado em 29 de março de 2017 
  8. Jornal Extra (20 de fevereiro de 2017). «Privatização da CEDAE aprovada na ALERJ». Consultado em 20 de fevereiro de 2017 
  9. G1 (20 de fevereiro de 2017). «Saiba como votou cada deputado sobre a privatização da Cedae e veja opiniões». Consultado em 18 de setembro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]