Flávio Serafini

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Flavio Serafini
Flavio Alves Serafini
Deputado Estadual do Rio de Janeiro
Período 1º de fevereiro de 2014
até a atualidade
Dados pessoais
Nascimento 27 de setembro de 1979 (38 anos)
Niterói, RJ
Partido PSOL (2005-presente)
Profissão Professor
Deputados da bancada do PSOL protocolam pedido de impeachment do governador Luiz Fernando Pezão na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro em 2017.

Flavio Serafini (Niterói, 12 de abril de 1979) é um professor de sociologia e político brasileiro, filiado ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Antes de ser eleito deputado estadual pelo Estado do Rio de Janeiro,­ posto que ocupa atualmente,­ foi professor-pesquisador da Escola Politécnica da Fundação Oswaldo Cruz.[1][2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Sua história com a militância começou cedo, aos 16 anos, em defesa do passe livre e do acesso à cultura. Como estudante da Universidade Federal Fluminense, fez parte do Diretório Central dos Estudantes, afirmando sempre a defesa da Educação Pública, da necessidade de ampliação do acesso à educação e da permanência dos estudantes na Universidade. Além do trabalho como professor da rede estadual e privada desde 2005, após 2007, dedicou­-se à fundação e construção do PSOL em Niterói, sendo presidente do Partido no município por duas gestões (2008/­2010 e 2012/­2014).

Destaca-­se na cidade na luta permanente contra o aumento das barcas e dos ônibus. Serafini também tem sido atuante nas mobilizações em apoio às vítimas das chuvas de 2010, mais conhecida como a Tragédia do Morro do Bumba[3], com sérias consequências em mais de 20 comunidades. Na ocasião, participou da criação do Comitê de Solidariedade aos Desabrigados de Niterói.

Com o propósito de transformar a cidade em um espaço democrático com justiça ambiental e social, foi candidato à prefeitura de Niterói em 2012. O resultado foi a conquista de 18,5% dos votos no pleito, totalizando quase 50.000 votos e conquistando o terceiro lugar nas eleições, sem fazer uma campanha milionária e sem contar com financiamento da especulação imobiliária, das empresas de ônibus e das empreiteiras.

Coerente com sua trajetória, foi eleito parlamentar em 2014[4] com 16.117 (0,20%) votos, assumindo o compromisso de fazer um mandato coletivo, resultado de processos de mobilização e de luta feitos com companheiros nos últimos anos. O mandato assume duas frentes principais: educação e justiça socioambiental. Em sua atuação na Alerj, integra atualmente as Comissões Permanentes de Direitos Humanos, Educação, Meio Ambiente e Saúde e a CPI da Crise Hídrica. Propôs ainda a criação da Comissão Especial da Baía de Guanabara[5] e a Frente Parlamentar em Defesa do Transporte Aquaviário[6]. Nas ruas, o mandato promove encontros com os movimentos sociais e ativistas denominado Circuito de Lutas, atividade que consiste em visitas a territórios com processos de resistência popular de diferentes regiões do Estado do Rio de Janeiro, e Círculos temáticos, que discutem e propõem coletivamente ações parlamentares.

Dentro do PSOL, integra uma corrente interna denominada Insurgência[7].

Em abril de 2015, votou contra a nomeação de Domingos Brazão para o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, nomeação que foi muito criticada na época.[8]

Serafini foi o candidato do PSOL à Prefeitura de Niterói em 2016, tendo como candidata a vice-prefeita a professora e urbanista da UFF Regina Bienestein. Em outubro de 2016, ficou em terceiro lugar, com 47.069 votos, atrás de Felipe Peixoto (PSB) e Rodrigo Neves (PV).[9] Mesmo com um número menor de votos, Serafini conquistou o percentual de 20,62% dos votos válidos, percentual este maior do que os 18,5% de 2012.[carece de fontes?]

No dia 20 de fevereiro de 2017, votou contra privatização da CEDAE.[10][11]

Referências

  1. «EPSJV/Fiocruz». Fiocruz 
  2. O Fluminense (13 de dezembro de 2015). «Deputado Flávio Serafini é pré-candidato à Prefeitura de Niterói». Consultado em 30 de março de 2017 
  3. «Tragédia do Morro do Bumba». iG 
  4. «Eleições 2014». Uol 
  5. «Criação da Comissão Especial da Baía da Guanabara». Alerj 
  6. «Criação da Frente Parlamentar em Defesa do Transporte Aquaviário». Alerj 
  7. Parlamentares, acesso em 09 de abril de 2016.
  8. Pedro Zuazo (29 de abril de 2015). «Conselheiro vapt-vupt: veja quem votou em Brazão para o TCE». Jornal Extra. Consultado em 8 de dezembro de 2016 
  9. «Rodrigo Neves e Felipe Peixoto se enfrentam pela preferência do eleitor». O Fluminense. 2 de outubro de 2016. Consultado em 29 de março de 2017 
  10. Jornal Extra (20 de fevereiro de 2017). «Privatização da CEDAE aprovada na ALERJ». Consultado em 20 de fevereiro de 2017 
  11. G1 (20 de fevereiro de 2017). «Saiba como votou cada deputado sobre a privatização da Cedae e veja opiniões». Consultado em 18 de setembro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]