Flora Ilustrada Catarinense

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A Flora Ilustrada Catarinense é um trabalho botânico que visa registrar e tratar taxonomicamente todas as espécies botânicas (nativas e exóticas) presentes no estado de Santa Catarina, Sul do Brasil.

A obra como um todo é dividida em cinco partes. A primeira parte (denominada de “As plantas”) lida com as espécies ocorrentes no Estado, que são publicadas como fascículos separados de acordo com a família botânica à qual pertencem. Cada fascículo trás os tratamentos taxonômicos de uma família botânica inteira ou de parte dela (a família Myrtaceae, por exemplo, foi publicada em dez fascículos). A segunda (“As zonas fitogeográficas”), terceira (“As associações vegetais”) e quarta (“História: Herbário Barbosa Rodrigues. Galeria dos Botânicos Colaboradores) partes da obra ainda não foram publicadas. A quinta parte (“Mapa Fitogeográfico”) traz um mapa com as subdivisões fitogeográficas do estado de Santa Catarina.

O trabalho para a Flora Ilustrada Catarinense iniciou-se em 1951 quando o padre e botânico Raulino Reitz (1919-1990), que foi o primeiro editor do trabalho, realizou uma expedição na região de Laguna, Santa Catarina, para coletas botânicas. Raulino Reitz foi editor da Flora Ilustrada Catarinense de 1965 até 1989 e, com a sua morte, Ademir Reis tornou-se o novo editor (a partir de 1996). Desde o seu início, a Flora Ilustrada Catarinense vem sendo publicada pelo Herbário Barbosa Rodrigues (HBR), localizado em Itajaí, Santa Catarina, que é a mesma instituição responsável pela publicação da Revista científica Sellowia.

Até 2005 haviam sido publicados 183 fascículos tratando 158 famílias, 910 gêneros e 3.840 espécies (entre nativas e exóticas presentes no Estado).

Publicados (até 2005)

I Parte - As plantas

Acantáceas

Acatocarpáceas

Aizoáceas

Amarantáceas

Anacardiáceas

Apocináceas (parte 1, 2)

Aquifoliáceas

Araucariáceas (parte 1, 2)

Aristoloquiáceas

Aspidiáceas

Aspleniáceas

Balanoforáceas

Balsamiáceas

Baseláceas

Begoniáceas

Berberidáceas

Bignoniáceas

Bixáceas

Blecnáceas

Bombacáceas

Boragináceas

Bromeliáceas

Burseráceas

Buxáceas

Cactáceas

Caliceráceas

Campanuláceas

Canáceas

Canabáceas

Caneláceas

Caricáceas

Casuarináceas

Caprifoliáceas

Ciatáceas

Cicadáceas

Ciclantáceas

Cistáceas

Cletráceas

Clorantáceas

Combretáceas

Compostas (parte 1, 2, 3, 4, 5)

Conaráceas

Cornáceas

Crisobalanáceas

Cupressáceas

Cunoniáceas

Davaliáceas

Dileniáceas

Dioscoiáceas

Droseráceas

Ebenáceas

Eleocarpáceas

Equisetáceas

Ericáceas

Eriocauláceas

Eritroxiláceas

Escrofulariáceas

Esquiseáceas

Esterculiáceas

Estiracáceas

Euforbiáceas

Fagáceas

Fitolacáceas

Flacourtiáceas

Gencianáceas

Ginkgoáceas

Gleiqueniáceas

Goodeniáceas

Gramíneas (parte 1, 2, 3, 4)

Guneráceas

Haloragáceas

Heliconiáceas

Hidrofiláceas

Himenofiláceas

Hipericáceas

Hipocrateáceas

Humiriáceas

Isoetáceas

Juglandáceas

Labiadas (parte 1)

Lauráceas (parte 1, 2)

Lecitidáceas

Leguminosas (parte 1: Mimosóideas)

Lentibulariáceas

Limnocaritáceas

Lináceas

Litráceas

Loasáceas

Loganiáceas

Lorantáceas

Magnoliáceas

Maiacáceas

Maratiáceas

Martiniáceas

Marcgraviáceas

Marsiliáceas

Meliáceas

Meniantáceas

Menispermáceas

Miristicáceas

Mirtáceas (parte 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10)

Molugináceas

Monimiáceas

Nictagináceas

Ofioglossáceas

Olacáceas

Onagráceas

Osmundáceas

Oxalidáceas

Palmeiras

Pandanáceas

Parkeriáceas

Passifloráceas

Pináceas

Piperáceas (parte 1, 2, 3)

Plagiogiriáceas

Plantagináceas

Platanáceas

Plumbagináceas

Podostemáceas

Poligaláceas Polipodiáceas

Pontederiáceas

Portulacáceas

Primuláceas

Psilotáceas

Pteridáceas

Punicáceas

Quiináceas

Raflesiáceas

Ramnáceas

Ranunculáceas

Rizoforáceas

Rosáceas

Rubiáceas (parte 1, 2)

Rutáceas

Salicáceas

Salviniáceas

Santaláceas

Sapindáceas

Sapotáceas

Saxifragáceas

Scheuzeriáceas

Simarubáceas

Solanáceas

Taxodiáceas

Tamaricáceas

Tifáceas

Timeleáceas

Trigoniáceas

Triuridáceas

Tropeoláceas

Turneráceas

Umbelíferas

Vitariáceas

Voquisiáceas

Winteráceas

Xiridáceas

Chave para as famílias espermatofíticas do Brasil

Chave para as famílias de pteridófitas da Região Sul do Brasil

IV Parte - História: Plano de Coleção

V Parte - Mapa Fitogeográfico

Ainda não publicadas (até 2005):

I Parte – As plantas

Em 2005 faltavam 63 famílias para serem publicadas na Parte I da Flora Ilustrada Catarinense.

II Parte – As zonas fitogeográficas

III Parte – As associações vegetais

IV Parte – História: “Herbário Barbosa Rodrigues”. Galeria dos Botânicos Colaboradores