Fonte Luminosa (Lisboa)
| Tipo | |
|---|---|
| Fundação | |
| Arquiteto | |
| Criadores |
Jorge Barradas (baixo-relevo) Maximiano Alves (cariátide) Diogo de Macedo (escultura) Carles Buïgas (en) (hidráulica) |
| Abertura |
, (conservação e restauro) |
| Estatuto patrimonial |
Em estudo (d) |
| Localização |
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| Coordenadas |
|---|
A Fonte Monumental na Alameda Dom Afonso Henriques, conhecida por Fonte Luminosa situa-se em Lisboa.
História
[editar | editar código]A fonte foi construída para celebrar os 300 anos da restauração da independência e o abastecimento regular de água à zona oriental da cidade. Concebida originalmente em 1938, foi inaugurada em 28 de Maio de 1948 com a presença dos então presidente da republica, marechal Óscar Carmona, e presidente do conselho, Oliveira Salazar, tendo a mesma sido entregue à CML na cerimonia de inauguração, na pessoa do seu presidente, o tenente-coronel Álvaro Salvação Barreto.[1]
O projecto é dos irmãos Carlos Rebello de Andrade e Guilherme Rebello de Andrade e enquadra-se no estilo conservador, frequentemente apelidado Português Suave, dominante na década de 1940[2]; as esculturas são da autoria de Maximiano Alves (Cariátides) e de Diogo de Macedo (Tejo e Tágides); os baixos-relevos (painéis laterais) de Jorge Barradas[3].
Referências
- ↑ «Requerimento inicial do procedimento de classificação de bens imóveis» (PDF). IGESPAR. 28 de novembro de 2022
- ↑ Fernandes, José Manuel – Português Suave: Arquiteturas do Estado Novo. Lisboa: IPPAR, 2003, p. 94. ISBN 972-8736-26-6
- ↑ «Câmara de Lisboa recupera Fonte Luminosa». Arquivado do original em 16 de dezembro de 2013

