Formatinho

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa


Flag of Brazil.svgGnome-globe.svg
Esta página ou seção está redigida sob uma perspectiva principalmente brasileira e pode não representar uma visão mundial do assunto.
Por favor aperfeiçoe este artigo ou discuta este caso na página de discussão.

Formatinho ou Formato Pato[1] (geralmente 13 x 21 cm,[2][3][4] parecido com o A5) é um formato de revistas muito usado em histórias em quadrinhos infanto-juvenis no Brasil, como por exemplo pelas revistas da Disney e Turma da Mônica.[3]

No Brasil, a circulação de revistas em quadrinhos no padrão formatinho começou em 1952, com o lançamento do número 22 da revista O Pato Donald pela Editora Abril, que viria a se tornar um modelo para as publicações brasileiras nas décadas seguintes, até a depreciação em favor do uso dos formatos originais no final da década de 1990[5][6][7] e início dos anos 2000.[2][3][8][9]

Esse tipo de formato — inferior ao utilizado anteriormente pelas histórias em suas publicações originais — foi criticado em relação a erros de publicação, viabilidade, quantidade de histórias, qualidade do papel e das ilustrações, mas também foi visto como adequado às realidade dos leitores brasileiros à época.[nota 1]

Uso[editar | editar código-fonte]

No Brasil[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: História em quadrinhos no Brasil
Cebolinha #1 (1973) da Editora Abril, impressa em formatinho

No Brasil, o formatinho surgiu em 8 de Abril de 1952, quando foi adotado pela Editora Abril na revista O Pato Donald #22[2], publicada pela editora desde julho de 1950 em formato americano, (20 x 26 cm)[2] um tamanho menor, nos moldes da revista italiana Topolino.[3] A Topolino (título do Mickey Mouse), publicada pela editora Mondadori, foi editada inicialmente em 1932 como tabloide e em abril de 1949 adotou o formatinho.[10] O formato da revista Topolino foi uma adaptação do formato da revista Reader's Digest (revista Seleções),[11][12] que também era publicada pela Mondadori.[13]

Em 1975, a Bloch Editores passou a publicar os super-heróis Marvel e, para baratear os custos, trocou o formato original – comic book ou formato americano (17 x 26 cm) – pelo formatinho.[6] Ocorreu o mesmo no número 20 da revista Spektro, da Editora Vecchi,[14] e no número 27 da Kripta[15]. Mesmo a EBAL, editora que introduziu o formato americano no Brasil em 1939 na revista Mírim[16], publicou em formatinho títulos como O Sombra[17], Tarzan[18] e Superboy[19], entre outros[20].

Em 1979, a Editora Abril passa a publicar em formatinho os títulos Capitão América, Terror de Drácula[21] e Heróis da TV. A RGE ainda publicava à época títulos da Marvel, como Homem Aranha, Hulk e X-Men, e ficou com esse títulos até 1983.[22] No ano seguinte, a Abril passou a publicar os super-heróis da DC, que deixaram de ser publicados pela EBAL.[9] Até Mesmo Conan, que teve publicada nos Estados Unidos em formato "magazine" (21,5 x 28 cm, tamanho parecido com o usado na revista Veja),[23] para não sofrer censura do Comics Code Authority[24] teve títulos em formatinho pela Editora Abril[25][26].

O formato americano ficou durante muito tempo restrito a miniséries e graphic novels.[3][27] Mesmo tiras diárias e dominicais, como as de O Fantasma[28] e Hagar,[29] foram adaptadas para o formatinho[30]. Em 1989, foi criada a Abril Jovem, divisão infanto-juvenil da Editora Abril[31]. Em agosto de 2000, a Abril Jovem numa atitude tida como ousada para a época, iniciou a publicação da linha Premium para quadrinhos Marvel e DC Comics, revistas de capa cartonada, papel especial, formato americano, e 160 páginas cada.[8][9] A iniciativa tinha como objetivo tornar a publicação atraente a leitores que percebessem maior valor nas publicações, inclusive como itens colecionáveis. Esta série também introduziu o polêmico conceito de distribuição setorizada nas publicações de super-heróis. Todavia, o preço de R$ 9,90 (bastante caro em relação aos formatinho na época) desagradou aos leitores, cujo contingente diminuiu nesse período.[9] Em 2001, a Mythos Editora, uma editora criada Dorival Lopes e Hélcio de Carvalho, ex-funcionários da Editora Abril[32], publicou títulos de super-heróis em um formato intermediário (15 x 24,5 cm),[33], o formato ficou conhecido como formato "econômico"[34][35].

Em 2002, a Abril Jovem perdeu os títulos da Marvel para a Panini Comics. A editora italiana já distribuía internacionalmente títulos da Marvel desde 1996, [36] para isso a editora firmou contrato com a editora Mythos[37].. Com isso, em maio de 2002, a Abril Jovem criou a linha Planeta DC, que voltava ao formatinho, com o preço de R$ 2,50 cada, apesar da promessa da editora de não mais publicar super-heróis em formatinho[38], a linha Planeta DC publicou a minisérie Mundos em Guerra.[38] Já no final de 2002, os títulos da DC Comics também passaram a ser licenciados pela Panini Comics.[39]

A Panini publicou os títulos da Marvel no formato "millenium" (que recebeu esse nome pela publicação da linha editorial Marvel Millenium, formato usado ainda na Abril Jovem, onde o linha era chamada de "Marvel Século 21")[34][40], um intermediário, entre o formato magazine e o americano (18,5 x 27,5 cm), e, em agosto de 2002, passou usar o formato econômico da Mythos.[6]

Em agosto de 2003, a Panini passou a usar formato americano,[41] com raras exceções, como mangás, o selo Geração Marvel,[42] títulos do selo Johnny DC, como Jovens Titãs e Scooby Doo,[43][44][45] e a Coleção Pocket Panini.[46]. Em dezembro de 2010, foi anunciado que a Editora Abril publicaria em 2011, títulos do selo Johnny DC[47].

A L&PM Editores, que publica livros de bolso desde 1997,[48] costuma lançar compilações de tiras[49], no mesmo formato (10,5 x 17,5 cm) com exceções como a Coleção Peanuts Completo, publicada em formato maior (21 x 17 cm).[50]. A Editora não foi pioneira no formato, antes dela a Editora Abril e a Rio Gráfica Editora já haviam feito o mesmo[51].

Em outros países[editar | editar código-fonte]

Publicações da Bonelli.
Fanzines do Reino Unido.

Na Itália, existe também o formato "bonelli" ou "bonellide" (16 x 21 cm), criado pela Sergio Bonelli Editore. O termo "bonellide" é usado para descrever revistas impressas neste formato e publicadas por outras editoras.[52] Títulos italianos como Tex e Zagor, entre outros, são lançados pela Mythos Editora no Brasil em formatinho (13,5 x 17,6 cm),[7][53][54], lombada quadrada, pouco mais de 100 páginas[4], preto e branco, impressos em papel-jornal,[55] o formato original italiano é usado apenas em edições especiais.[56] Tex foi publicado originalmente no formato talão de cheques, cada página era composta por uma tira, cada arco de história era composto por 32 tiras[57].


Um outro formato usado na Itália é o "diabolik" (12 x 17 cm), baseado no formato de bolso. O formato possui esse nome por ter sido usado pela primeira vez no primeiro número da revista do personagem Diabolik, em Novembro de 1962[58][59].

Na França, os formatinhos são chamados de "petits formats".[60][61] No Reino Unido, o formatinho é usado em fanzines.[62]

O formato é conhecido nos Estados Unidos como "digest size" e foi adotado pelas revistas pulp de ficção científica, após o fim da Segunda Guerra Mundial, quando houve aumento no preço do papel utilizado (a polpa de celulose) nessas revistas. Assim como na Itália, como o próprio nome indica, o "digest size" também teve a revista Reader's Digest como modelo.[11][63] Quando usado para quadrinho, esse formato é chamado de "digest comics".[61][64] A revista TV Guide foi publicada no formato entre 1953 e 2005.


Desde o final dos anos 60, várias editoras americanas de quadrinhos, publicaram no formato "digest", que geralmente medem cerca de 17 cm × 10 cm , Gold Key Comics produziu três títulos que duraram até meados dos anos 70: Golden Comics Digest, Mystery Comics Digest, e Walt Disney Comics Digest. DC Comics produziu vários no início dos anos 80 (incluindo DC Special Blue Ribbon Digest e The Best of DC), Harvey Comics publicou também alguns durante a mesma época (incluindo Richie Rich Digest Magazine). Archie Comics publicou inúmeros títulos nos anos 70, e na década de 2000, a Marvel Comics produziu uma série de "digests", principalmente para as edições encadernadas.

A diferença do formatinho estadunidense é que as revistas são encadernadas em brochura (ou "lombada quadrada")[65], enquanto, no formatinho brasileiro, as lombadas podem ser quadradas[22] ou canoas (quando as folhas são unidas com grampos, como uma revista tradicional)[66].

Por influência dos mangás, os formatinhos voltaram a ser uma opção viável na publicação de quadrinhos nos Estados Unidos.[67][68][69]

Mangás[editar | editar código-fonte]

Mangá em formatinho

No Japão, os mangás são publicados em antologias muito parecidas com listas telefônicas, em papel-jornal, e republicados no formato tankōbon (formato de bolso), usando um papel de melhor qualidade.[7][70][71][72]

No Brasil, as editoras optaram por publicar tankōbons em formatinho[73] e contendo metade das páginas de um tankōbon.[7][74] Editoras como a Escala e a Lancaster Editoral chegaram a publicar antologias com material brasileiro[75][76][77][78].

A única que seguia o formato japonês era a JBC, porém o número de páginas também correspondia à metade de um tankōbon,[79] e nos anos seguinte ela também adotou o formatinho.[53] Em Maio de 2010, a Panini Comics lança a revista Naruto Pocket, uma reedição do mangá Naruto no formato japonês.[80] Em Fevereiro de 2011, a L&PM anunciou o lançamento de dois mangás no formato de bolso: Solanin de Inio Asano, e Boken Shonen, de Mitsuri Adashi[81].

Críticas ao formato[editar | editar código-fonte]

Além da diminuição do formato (que segundo alguns deprecia a arte de determinados artistas),[82] diálogos[83] e páginas inteiras eram cortadas para caberem nas revistas da Editora Abril/Abril Jovem[3][84] ou simplesmente por censura, já que por muito tempo no Brasil histórias em quadrinhos foram considerados apenas produtos infanto-juvenis.[27][84] Personagens que não eram publicados no Brasil foram simplesmente apagados, por exemplo, na primeira publicação da saga Guerras Secretas.[85]

Jumbo Comics #1 (setembro de 1938), Antologia de Quadrinhos

Um formatinho, ao contrário de um comic book tradicional publicado nos EUA (que contem apenas uma história de 22 páginas), costumava ter três ou quatro histórias, totalizando 100 páginas cada[34][35], impressas em papel-jornal,[38] coloridas e sem as tradicionais retículas ou Pontos Ben-Day[35][86][87] (abandonados após a utilização de colorização digital inciada pela Image Comics) [4][35], que tornava os quadrinhos um produto bastante popular no país[35]. Embora abandonadas nos quadrinhos ocidentais[88], as retículas ainda são bastante utilizadas nos mangás[89].

As revistas brasileiras podiam reunir histórias de uma mesma saga[6] ou serem do tipo "mix", com histórias de vários personagens distintos,[90] de revistas originais publicadas em épocas diferentes.[22][34] Segundo o cartunista e editor Ota, a prática de reunir mais de uma história de uma saga surgiu na EBAL, pois o leitor brasileiro não estava habituado com o método "continua no próximo número" (o chamado cliffhanger)[6][91]. Para suprir a demanda por uma quantidade maior de histórias, novos quadrinhos eram produzidas por autores brasileiros[92][93][94][95]. As revistas "mix" são parecidas com as antologias de quadrinhos, Nos Estados Unidos, as revistas Action Comics,[96] The Brave and the Bold[97][98] e Tales of Suspense eram inicialmente antologias.[99]

Exemplo de página dominical.

As antologias (e o próprio formato americano) são derivadas dos chamados suplementos de tiras dominicais publicadas em jornais no formato tabloide e contendo 16 páginas, ao dobrar uma página de um tablóide é possível chegar ao formato americano, consequentemente o número de páginas dobra (32), a primeira antologia no formato americano Famous Funnies da Dell Comics possuía 64 páginas[100]. A diferença dos suplementos dominicais para os comic books em formato americano é que os suplementos são antologia de páginas seriadas, já os comic book, são antologias de histórias (ou seja um conjunto de páginas)[16].

No Brasil, a EBAL publicou histórias do Capitão América e do Homem de Ferro oriundas de Tales of Suspense na revista Capitão Z Apresenta Dois Super-Heróis Shell: Capitão América & Homem de Ferro[101].[99]. Algumas publicações apresentavam erros que poderiam estar relacionados à falta de costura das lombadas.[22][102] Segundo o bibliotecário Waldomiro Vergueiro, os erros não têm relação com o formatinho, mas são de responsabilidade das editoras brasileiras, já que são usados em vários países.[3][7] Muitos leitores que colecionavam formatinho passaram a comprar edições encadernadas (exceto quando os personagens licenciados que não podem ser republicados por não terem suas licenças renovadas, Ex: Fu Manchu[103], Rom, o Cavaleiro do Espaço[104]) em formato americano e capa dura,[34][105] ou versões mais baratas[106][107], como as coleções Essential Marvel e Showcase Presents, (impressos em preto e branco e papel-jornal) e acabam trocando ou vendendo seus formatinhos para sebos , que se encontram saturados dessas revistas.[108]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Ver seção de críticas ao formato.

Referências

  1. «O discurso de Roberto Civita». Abap-RJ (em português). Consultado em 16 de maio de 2010 
  2. a b c d «Brazil: O Pato Donald». Inducks 
  3. a b c d e f g Waldomiro Vergueiro (30 de Junho de 2000). «O formatinho está morto! Longa vida ao formatinho!». Omelete. Consultado em 16 de maio de 2010 
  4. a b c Alexandre Lancaster. «O Gibi, Esse Incompreendido! - Parte 1». Anime Pró 
  5. Equipe HQMc (7 de setembro de 2005). «Entrevista: Rodrigo Fonseca, Hélio Lopes e Tatiana Contreiras». HQManiacs 
  6. a b c d e Heitor Pitombo (junho de 2007). «Marvel - 40 Anos de Brasil». Revista Crash (5). Editora Escala. pp. 15 a 21. ISSN 1980-8739 
  7. a b c d e Cesar Silva. «Crise nas infinitas editoras de super-heróis -O fim ou um novo início?». Scarium 
  8. a b Sidney Gusman. «Marvel- 40 Anos No Brasil». Universo HQ. Consultado em 1 de junho de 2010 
  9. a b c d Alexandre Callari (Setembro/Outubro de 2010). DC 75 Anos - Enquanto isso no Brasil... Revista Mundo dos Super-Heróis #23
  10. Marcus Ramone (13 de abril de 2009). «Disney Itália: revista Topolino completa 60 anos». Universo HQ. Consultado em 21 de maio de 2010 
  11. a b Ashley , Michael (2005). The history of the science-fiction magazine: the story of the science-fiction magazines from 1950 to 1970, Transformations, Volume 2. [S.l.: s.n.] pp. 3 a 5. 9780853237792 
  12. Marcus Ramone (23 de março de 2005). «Charges e tiras de vários países em As melhores piadas de Seleções». Universo HQ 
  13. Mario Morcellini, Alberto Abruzzese, Donatella Scipioni. Carocci, ed. Il Mediaevo: TV e industria culturale nell'Italia del XX secolo Volume 290 de Università (Rome, Italy). 2001. [S.l.: s.n.] 404 páginas 
  14. José Salles (29 de agosto de 2007). «Spektro, A Revista do Terror #20». site Bigorna.net (em português). Consultado em 17 de maio de 2010 
  15. Sidney Gusman (18 de setembro de 2006). «Gibihouse comemora os 30 anos de Kripta». Universo HQ 
  16. a b Gonçalo Júnior. Editora Companhia das Letras, ed. A Guerra dos Gibis - a formação do mercado editorial brasileiro e a censura aos quadrinhos, 1933-1964. 2004. [S.l.: s.n.] ISBN 9788535905823 
  17. «Justiceiro das Sombras» 
  18. Marcelo Naranjo. «Os Especiais de Tarzan». Universo HQ 
  19. Marcelo Naranjo (27 de maio de 2009). «Superboy: um sucesso da Ebal». Universo HQ 
  20. Toni Rodrigues (31 de março de 2005). «Ebal 60 anos: uma celebração». Universo HQ 
  21. Toni Rodrigues. «Heróis da TV # 1 - 2ª série». Universo HQ 
  22. a b c d Hugo Silva (20 de Agosto de 2002). «A saga dos super-heróis na Editora Abril - parte 1». Omelete 
  23. Sérgio Codespoti (8 de maio de 2008). «Quando a nomenclatura faz a diferença». Universo HQ. Consultado em 16 de maio de 2010 
  24. Sérgio Codespoti (15 de julho de 2009). «Dominic Fortune retorna às suas origens». Universo HQ (em português). Consultado em 17 de maio de 2010 
  25. Osvaldo Magalhães. «Conan - O Bárbaro #11 (Mythos Editora)». Universo HQ (em português). Consultado em 17 de maio de 2010 
  26. Ricardo Malta Barbeira. «Superaventuras Marvel #1». Universo HQ. Consultado em 30 de dezembro de 2010 
  27. a b Jotapê Martins (04 de abril de 2002). «Crônicas omeléticas: O Cavaleiro das Trevas e eu». Omelete  Verifique data em: |data= (ajuda)
  28. «Opera Graphica lança segunda edição de Crônicas de O Fantasma». Universo HQ. 22 de maio de 2002. Consultado em 17 de maio de 2010 
  29. Sidney Gusman (7 de junho de 2001). «Opera Graphica vai lançar diversos materiais da King Features». Universo HQ. Consultado em 17 de maio de 2010 
  30. Gonçalo Júnior (2001). «Fantasma e veteranos dos Quadrinhos voltam em nova série». Gazeta Mercantil 
  31. Maria Celeste Mira (2001). O leitor e a banca de revistas: a segmentação da cultura no século XX. [S.l.]: Olho d'Água. 31 páginas. 9788585428358 
  32. Nuno Pereira de Sousa (Julho/Agosto de 2005). «Mythos Editora em Portugal». Portal TexBR  Verifique data em: |data= (ajuda)
  33. Sidney Gusman (27 de abril de 2001). «Mythos Editora faz vários lançamentos e inova no formato de Hellboy». Universo HQ. Consultado em 3 de junho de 2010 
  34. a b c d e Érico "Orph" Assis (16 de Janeiro de 2002). «Parênteses: TPBs brasileiros - uma proposta». Omelete. Consultado em 17 de maio de 2010 
  35. a b c d e Alexander Lancaster. «O Gibi, Esse Incompreendido! - Parte 2». Anime Pró 
  36. Por equipes do Universo HQ e do Omelete. «Marco Lupoi, o homem-forte da Panini, abre o jogo». Universo HQ. Consultado em 20 de abril de 2010 
  37. Érico Borgo (08 de Fevereiro de 2002). «Panini Comics Brasil - Estratégias e objetivos». Omelete  Verifique data em: |data= (ajuda)
  38. a b c Samir Naliato. «O retorno do formatinho à Editora Abril». Universo HQ. Consultado em 20 de abril de 2010 
  39. Samir Naliato (17 de janeiro de 2003). «Adeus, ano velho...». Universo HQ. português. Consultado em 20 de abril de 2010 
  40. Érico Assis (13 de fevereiro de 2002). «REVIEW - Linha Marvel Panini - mês um». Omelete 
  41. Por Sidney Gusman, sobre o press release (25 de julho de 2003). «Panini reduz preços e altera formato de seus títulos». Universo HQ 
  42. Marcelo Naranjo (8 de janeiro de 2007). «Novidades da Panini Comics para 2007». Universo HQ (em português). Consultado em 17 de maio de 2010 
  43. Sidney Gusman (29 de junho de 2004). «Panini lançará HQs infantis da Warner». Universo HQ 
  44. Sérgio Codespoti (10 de agosto de 2005). «MAD ganha filhotes». Universo HQ 
  45. «LANÇAMENTOS DE JANEIRO DE 2006». Universo HQ. Consultado em 17 de maio de 2010 
  46. Marcelo Forlani (02 de novembro de 2005). «Panini em novembro: Supremos de volta, série em formatinho nas bancas». Omelete (em português). Consultado em 16 de maio de 2010  Verifique data em: |data= (ajuda)
  47. Marcus Ramone (15 de dezembro de 2010). «Super-heróis da DC Comics em novos gibis da Editora Abril». Universo HQ 
  48. «O livro de bolso pegou». Revista Veja - Edição 1987. 20 de dezembro de 2006 
  49. Andréa Pereira sobre release (24 de junho de 2008). «Wood & Stock e Snoopy pela L&PM Pocket». HQ Maniacs 
  50. Érico Assis (04 de novembro de 2009). «Peanuts Completo sai esta semana no Brasil - confira a capa». Omelete  Verifique data em: |data= (ajuda)
  51. Marcelo Naranjo (3 de março de 2016). «Quadrinhos de Bolso: o melhor das tirinhas da década de 1970». Universo HQ 
  52. Da Wikipedia, l'enciclopedia libera. «Sergio Bonelli Editore». Sergio Bonelli Editore. Consultado em 23 de maio de 2010 
  53. a b «LANÇAMENTOS DE MAIO DE 2010». Universo HQ. Maio de 2010. Consultado em 1 de junho de 2010 
  54. Yudae Costa. «Zagor Especial 5». Universo HQ. Consultado em 23 de maio de 2010 
  55. Marcelo Naranjo (5 de setembro de 2003). «Detalhes sobre a redução de preços da Mythos Editora». Universo HQ. Consultado em 5 de junho de 2010 
  56. Marcelo Naranjo (10 de fevereiro de 2010). «Almanaque Tex será reeditado em formato italiano». Universo HQ. Consultado em 23 de maio de 2010 
  57. Alessandro Abrahão. «Tex Edição em Cores #1». Universo HQ 
  58. Kenneth D. Nordin, Joseph Ursitti, Understanding the funnies: critical interpretations of comic strips, Procopian Press, 1997
  59. Luca Raffaelli, Il fumetto: un manuale per capire, un saggio per riflettere, Il Saggiatore,1997
  60. Mark McKinney. Univ. Press of Mississippi, ed. History and politics in French language comics and graphic novels. 2008. [S.l.: s.n.] ISBN 9781604730043 
  61. a b John Morrow, Jack Kirby. TwoMorrows Publishing, ed. Collected Jack Kirby Collector. 2004. [S.l.: s.n.] 154 páginas. ISBN 9781893905016 
  62. Terry Hooper (7 de outubro de 2008). «Golden Age Of The British Small Press». Consultado em 3 de junho de 2010 
  63. Stephen King. Dança Macabra. [S.l.]: Editora Objetiva. 36 páginas. 9788573028447 
  64. Everything Books (ed.). The Everything Guide to Writing Graphic Novels: From Superheroes to Manga - All You Need to Create and Sell Your Graphic Works. 2008. [S.l.: s.n.] 172 páginas. ISBN 9781598694512 
  65. Pete Masterson (2005). Book design and production: a guide for authors and publishers. [S.l.]: Aeonix Publishing Group. 31 páginas. 9780966981902 
  66. «PUBLICIDADE TURMA DA MÔNICA». Editora Globo 
  67. Marcus Ramone (09/122015). «Mangás: os novos donos do mundo dos quadrinhos». Universo HQ  Verifique data em: |data= (ajuda)
  68. Sérgio Codespoti (7 de dezembro de 2009). «Espionagem é o tema central de Cold City». Universo HQ 
  69. Jotapê Martins (30 de Junho de 2000). «A Marvel experimenta dois novos formatos». Omelete 
  70. Paul Gravett (23 de abril de 2006). «Manga: An Introduction». Consultado em 1 de junho de 2010 
  71. Brienza, Casey E. (Junnho de 2009). «Books, Not Comics: Publishing Fields, Globalization, and Japanese Manga in the United States». Nova York. Springer New York. 25 (2): 101–117. ISSN 1053-8801  |journal= e |obra= redundantes (ajuda); Verifique data em: |data= (ajuda)
  72. Wilson-Fletcher, Honor (11 de agosto de 2001). «Why Size Matters». The Guardian 
  73. Pedro Hunter (29 de Novembro de 2000). «Exóticos quadrinhos orientais». Omelete. Consultado em 1 de junho de 2010 
  74. Sonia M. Bibe Luyten. Hedra, ed. Cultura pop japonesa. 2005. [S.l.: s.n.] 88 páginas. ISBN 9788587328892 
  75. Eloyr Pacheco (1 de julho de 2005). «Entrevista: Eddie Van Feu». Bigona.net 
  76. Alexandre Nagado (18 de Julho de 2000). «Mangá X de volta às bancas». Omelete 
  77. Marcelo Naranjo (7 de novembro de 2002). «Três opções em quadrinhos nacionais nas bancas, pela Editora Escala». Universo HQ 
  78. Felipe Lima (20 de julho de 2011). «Conheça a Ação Magazine, o novo almanaque de quadrinhos do Brasil». Diário do Nordeste 
  79. Alexandre Nagado (20 de Maio de 2003). «Gunnm - O novo mangá da JBC». Omelete. Consultado em 1 de junho de 2010 
  80. «Naruto Pocket». Panini Comics. 17 de maio de 2010. Consultado em 1 de junho de 2010 
  81. «L&PM publicará mangás de bolso». Made in Japan, Editora JBC 
  82. Eduardo Nasi (Eduardo Nasi). «40 Anos Da Revista Tio Patinhas 01 E 02». Universo HQ (em português). Consultado em 17 de maio de 2010  Verifique data em: |data= (ajuda)
  83. Eduardo Nasi. «Super-Homem - O Homem de Aço». Universo HQ 
  84. a b Pedro Hunter (30 de junho de 2000). «Corte de página, uma tradição da Abril». Omelete (em português). Consultado em 16 de maio de 2010 
  85. José Aguiar (26 de dezembro de 2000). «Lembra desse? Tranqueiras do Guerras Secretas». Omelete (em português). Consultado em 16 de maio de 2010 
  86. Álvaro de Moya. Editora Perspectiva, ed. Shazam! - Volume 26 de Coleção Debates. 1970. [S.l.: s.n.] pp. 36, 265 
  87. Samir Naliato (3 de março de 2001). «Mythos prepara lançamentos». Universo HQ. Consultado em 5 de junho de 2010 
  88. André Diniz (2 de novembro de 2002). «Os quadrinhos nacionais estão doentes». Universo HQ 
  89. Sidney Gusman (2008). «SETON - UM NATURALISTA VIAJANTE # 1 - LOBO, O REI DE CURRUMPAW». Universo HQ 
  90. Gilberto M. M. Santos. «Heróis da TV - 1ª série» 
  91. Danny Fingeroth (2006). The Creation of the X-Men. [S.l.]: The Rosen Publishing Group. 10 páginas. 9781404207622 
  92. Roberto Guedes (19 de maio de 2008). «A Incrível História dos X-Men». HQ Maniacs 
  93. Marcus Ramone. «Zé Carioca: uma aventura editorial no Brasil». Universo HQ 
  94. JJ Marreiro (21 de dezembro de 2005). «Fantasma bem brasileiro». Universo HQ 
  95. Waldomiro Vergueiro (28 de maio de 2003). «Autorias e responsabilidades nos quadrinhos: uma discussão provocativa». Omelete 
  96. Ivy Press, James L. Halperin (Editor) (2004). Heritage Platinum Night #751. [S.l.]: Heritage Capital Corporation. pp. 24 e 25. 9781932899160 
  97. George Perez, Glen Cadigan, Nick Cardy (2005). Titans Companion, Volume 1. [S.l.]: TwoMorrows Publishing. 24 páginas. 1893905500, ISBN 9781893905504 
  98. Sérgio Codespoti (14 de novembro de 2006). «A volta de The Brave and the Bold». Universo HQ 
  99. a b Sérgio Codespoti (30 de abril de 2008). «Homem de Ferro: 45 anos de aventuras». Universo HQ 
  100. Alessandro Abrahão (18 de março de 2009). «A espetacular EC Comics». Universo HQ 
  101. Marcelo Naranjo (11 de setembro de 2007). «Almanaque Marvel 40 Anos traz fac-símile de revista da Ebal». Universo HQ 
  102. Zé Oliboni. «Coleção Pocket Panini 5 - Mulher-Hulk». Universo HQ (em português). Consultado em 17 de maio de 2010 
  103. Sérgio Codespoti (25 de novembro de 2008). «Wolverine e Shang Chi juntos em Wolverine - First Class». Universo HQ 
  104. Marcus Ramone. «Superalmanaque Marvel #1». Universo HQ 
  105. Marcelo Naranjo (22 de julho de 2009). «Super-heróis a peso de ouro». Universo HQ (em português). Consultado em 17 de maio de 2010 
  106. Jamerson Albuquerque Tiossi (3 de novembro de 2004). «Matéria: Encadernações». HQManiacs 
  107. Sérgio Codespoti (15 de junho de 2005). «Marvel corrige e relança oito de seus Essentials». Universo HQ. Consultado em 7 de junho de 2010 
  108. Formatinho ou formato americano: qual o tamanho ideal para um bom gibi de super-herói?

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Zeca Queiroz (2005). Os Construtores Do Amanhã. [S.l.]: Thesaurus Editora. ISBN 8570624948 
  • Instituto Metodista de Ensino Superior (1998). Comunicação e sociedade, Edição 29. São Paulo, Brasil: Cortez & Moraes 
  • Henrique Magalhães (2003). O rebuliço apaixonante dos fanzines. [S.l.]: Marca de Fantasia 
  • Álvaro de Moya (1996). O Mundo de Disney. [S.l.]: Geração Editorial. 9788586028410 


Ligações externas[editar | editar código-fonte]