Ir para o conteúdo

Foro de São Paulo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Foro de São Paulo
(FSP)
TipoOrganização internacional
Fundaçãojulho de 1990 (35 anos)
Estado legalAtivo
PropósitoSegundo o próprio grupo: aprofundar o debate e procurar avançar com propostas de unidade de ação consensuais na luta anti-imperialista e popular, promover intercâmbios especializados em torno dos problemas econômicos, políticos, sociais e culturais que a esquerda continental enfrenta.
SedeNão possui sede oficial
Membros111 partidos políticos e organizações de esquerda de toda a América Latina[1]
Línguas oficiaisEspanhol, português e inglês
Websitewww.forodesaopaulo.org

O Foro de São Paulo (FSP) é uma organização que reúne partidos políticos e organizações de esquerda, criada em 1990, a partir de um seminário internacional promovido pelo Partido dos Trabalhadores (PT), do Brasil,[2][3] que convidou outros partidos e organizações da América Latina e do Caribe para promover alternativas às políticas dominantes na região durante a década de 1990, chamadas de "neoliberais",[4][5] e para promover a integração latino-americana no âmbito econômico, político e cultural a partir da estratégia democrática.[6]

Segundo a organização, atualmente mais de 100 partidos e organizações políticas de diversos países participam dos encontros.[1] As posições políticas variam dentro de um largo espectro, que inclui partidos, organizações comunitárias, sindicatos, movimentos sociais, esquerda cristã, grupos étnicos e ambientalistas.

História

[editar | editar código]

O primeiro encontro foi numa reunião ocorrida de 1º a 4 de julho de 1990, no extinto Hotel Danúbio, na cidade de São Paulo, Brasil,[7] e conseguiu reunir 48 partidos e organizações de 14 países latino-americanos e caribenhos, atendendo ao convite do Partido dos Trabalhadores (PT).[8] Essas organizações reuniram-se visando debater a nova conjuntura internacional pós-queda do Muro de Berlim, em 1989, e elaborar estratégias para fazer face ao embargo dos Estados Unidos a Cuba. O encontro chamou-se "Encontro de Partidos e Organizações de Esquerda da América Latina e do Caribe".

No encontro seguinte, realizado na Cidade do México, em 1991, com a participação de 68 organizações e partidos políticos de 22 países, examinou-se a situação e a perspectiva da América Latina e do Caribe frente à reestruturação hegemônica internacional. Na ocasião, consagrou-se o nome "Foro de São Paulo". Dois anos depois, em Havana (Cuba), contava com a participação de 30 países e um aumento no número de participantes.[9]

Se a primeira reunião do Foro foi realizada em São Paulo em 1990, desde então ele tem acontecido, a cada um ou dois anos, em diferentes países da América Latina. Entre 1990 e 2024, foram realizados 27 encontros no total.[10] Os encontros ocorreram em: México (1991), Manágua, Nicarágua (1992); Havana, Cuba (1993); Montevidéu, Uruguai (1995); San Salvador, El Salvador (1996); Porto Alegre, Brasil (1997); Cidade do México, México (1998); Niquinohomo, Nicarágua (2000); Havana (2001), Antígua, Antígua e Barbuda (2002); Quito, Equador (2003); São Paulo (2005); San Salvador (2007); Montevidéu (2008); Cidade do México (2009), Buenos Aires, Argentina (2010); Manágua (2011); Caracas, Venezuela (2012); São Paulo (2013), La Paz, Bolívia (2014), Cidade do México (2015), San Salvador (2016), Nicarágua (2017), Havana, Cuba (2018), Caracas, Venezuela (2019), Brasília, Brasil (2023) e Tegucigalpa, Honduras (2024).[11][12]

O encontro de 2023 em Brasília marcou o retorno dos encontros presenciais após o período da pandemia de COVID-19, contando com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.[13]

O Grupo de Puebla, criado no México em 12 de Julho de 2019,[14] é um grupo que utiliza a experiência do Foro de São Paulo para criar uma estratégia internacional semelhante, ancorada no progressismo.[15]

Posicionamentos

[editar | editar código]
18º encontro do Foro de São Paulo, em Caracas, Venezuela.

Os objetivos iniciais do Foro de São Paulo estão expressos na "Declaração de São Paulo", documento que foi aprovado no final do primeiro encontro, na cidade de São Paulo, em 1990. O texto deste documento ressalta que o objetivo do foro é aprofundar o debate e procurar avançar com propostas de unidade de ação consensuais na luta anti-imperialista e popular, promover intercâmbios especializados em torno dos problemas econômicos, políticos, sociais e culturais que a esquerda continental enfrenta após a queda do muro de Berlim. O documento afirmou que o encontro foi inédito por sua amplitude política e pela participação das mais diversas correntes ideológicas da esquerda.[3]

Por fim, a Declaração diz encontrar "a verdadeira face do Império" nas renovadas agressões a Cuba e também à Revolução Sandinista na Nicarágua, no aberto intervencionismo e apoio ao militarismo em El Salvador, na invasão e ocupação militar norte-americana do Panamá, nos projetos e passos dados no sentido de militarizar zonas andinas da América do Sul sob o pretexto de lutar contra o "narcoterrorismo". Assim, eles reafirmam sua solidariedade em relação à revolução cubana e à Revolução Sandinista, e também seu apoio em relação às tentativas de desmilitarização e de solução política da guerra civil de El Salvador, além de se solidarizarem com o povo panamenho e com os povos andinos que "enfrentam a pressão militarista do imperialismo".[3]

Um dos temas centrais previstos para o encontro do Foro de São Paulo em Montevidéu (dias 22 a 25 de maio de 2008) foi a reivindicação de renegociação do tratado de criação da Usina Hidrelétrica de Itaipu Binacional. O presidente do Paraguai, Fernando Lugo de esquerda, é membro do Foro de São Paulo e deseja aumentar a receita paraguaia proveniente da Usina de Itaipu, fixada no tratado de constituição da hidroeléctrica, de 1973.

Em Janeiro de 2010, o Partido da Esquerda Europeia - uma coalizão ampla de partidos de esquerda na Comunidade Económica Europeia - expressou na abertura de seu terceiro congresso seu interesse em estreitar os laços com o Foro de São Paulo.

Em resposta aos protestos em Cuba em 2021, iniciados em 11 de Julho, partidos integrantes do FSP declararam apoio ao povo cubano e sua revolução.[16]

Em 2024, o Foro de São Paulo emitiu declarações de solidariedade ao povo palestino no contexto do conflito em Gaza, reafirmando posições históricas da organização em apoio às causas anti-imperialistas.[17]

O Foro foi alvo de teorias da conspiração por mais de um político brasileiro. Em 2018, candidatos como Cabo Daciolo, então no Patriota, afirmou que a organização tinha a intenção de criar a "União da República Socialista Latino-Americana" (URSAL).[18] No mesmo ano, o programa de governo do então candidato Jair Bolsonaro menciona o Foro como responsável, entre outras coisas, por disseminar drogas no Brasil.[19]

Organização

[editar | editar código]
Mapa mostrando membros do FSP (2025):
  no governo
  fora do governo

O Foro funcionou sem um grupo executivo apenas na sua primeira edição. No segundo encontro, realizado na Cidade do México, em 1991, foi criado o chamado "Grupo de Trabalho", encarregado de "consultar e promover estudos e ações unitárias em torno dos acordos do Foro". Já na reunião realizada em Montevidéu (1995), foi criado o Secretariado Permanente do FSP.

Essas instâncias têm sua composição decidida a cada encontro e já foram integradas por organizações como: Partido dos Trabalhadores (Brasil); Izquierda Unida (Peru); Partido Comunista de Cuba; Partido da Revolução Democrática (México); Movimiento Bolivia Libre (Bolívia), entre diversos outros.

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) foram excluídas do Foro a partir de 2002, após abandonarem as negociações para um acordo de paz na Colômbia e enveredarem pelo caminho dos sequestros, como da senadora Ingrid Betancourt, e do narcotráfico para financiar sua causa.[20] O grupo tentou participar de duas reuniões subsequentes (em 2004 e 2008), porém não obteve sucesso. No ano de 2008 sua presença foi barrada pelo PT, que ocupava a secretaria-executiva da entidade.[21]

Secretariado Executivo

[editar | editar código]

A direção executiva do Foro de São Paulo é exercida pelo Secretariado Executivo, cuja composição é definida nos encontros da organização. Desde pelo menos 2020, a Secretária Executiva do Foro é Mónica Valente, dirigente do Partido Comunista Português.[22]

O Secretariado Executivo é responsável por coordenar as atividades do Foro entre os encontros anuais, manter comunicação com os partidos membros e organizar as reuniões do Grupo de Trabalho, que normalmente se reúne três vezes por ano.[23]

Organizações membros

[editar | editar código]

Lista de alguns partidos membros do Foro de São Paulo, ordenados por país e com respectiva posição ao governo vigente:[1]

País Organização membro Relação com o governo
 Argentina Frente Grande na oposição
Frente Transversal Nacional e Popular na oposição
Movimento Evita na oposição
Movimento Livre do Sul na oposição
Partido Comunista da Argentina na oposição
Partido Comunista da Argentina (Congresso Extraordinário) na oposição
Partido Humanista na oposição
Partido Intransigente na oposição
Partido Operário Revolucionário-Posadista na oposição
Partido Socialista na oposição
Partido da Solidariedade na oposição
União de Militantes pelo Socialismo na oposição
 Barbados Partido do Empoderamento do Povo sem representação
 Bolívia Partido Comunista da Bolívia na oposição
Movimento para o Socialismo na oposição
 Brasil Partido Democrático Trabalhista (PDT)[nota 1] no governo
Partido Comunista Brasileiro (PCB) sem representação
Partido Comunista do Brasil (PCdoB) no governo
Partido dos Trabalhadores (PT) no governo
 Chile Esquerda Cidadã

Movimento Amplo Social Partido Comunista do Chile Partido Humanista Chile Partido Socialista do Chile

no governo
 Colômbia Polo Democrático Alternativo

Partido Comunista Colombiano Marcha Patriotica Presentes por el Socialismo Comuns

no governo
Costa Rica Frente Ampla na oposição
 Cuba Partido Comunista de Cuba no governo
Dominica Partido Trabalhista da Dominica no governo
República Dominicana Partido da Libertação Dominicana na oposição
Equador Alianza País na oposição
El Salvador Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional no governo
 Guatemala Unidade Revolucionária Nacional Guatemalteca na oposição
Guiana Aliança do Povo Trabalhador na oposição
Honduras Partido Liberdade e Refundação

Partido Unificação Democrática

no governo
 Martinique Partido Comunista para a Independência e o Socialismo

Conselho Nacional de Comitês Populares

sem representação
 México Movimento Regeneração Nacional (Morena) no governo
Partido da Revolução Democrática na oposição
Partido do Trabalho apoia o governo
Nicarágua Frente Sandinista de Libertação Nacional no governo
 Paraguai Partido Comunista Paraguaio

Partido País Solidário

na oposição
 Peru Peru Livre na oposição
Partido Socialista na oposição
Partido Nacionalista Peruano sem representação
Partido Comunista Peruano na oposição
 Porto Rico Partido Nacionalista de Porto Rico

Frente Socialista Movimento Independentista Nacional Hostosiano

sem representação
Uruguai Frente Ampla no governo
 Venezuela Partido Socialista Unido da Venezuela no governo
Pátria para Todos apoia o governo
Partido Comunista da Venezuela na oposição
 Panamá Partido Revolucionário Democrático apoia o governo

Partidos membros que chegaram ao poder

[editar | editar código]

A partir do final da década de 1990, diversos partidos membros do Foro de São Paulo conseguiram chegar ao poder em seus respectivos países, fenômeno que ficou conhecido como "guinada à esquerda" ou "onda rosa" latino-americana.[25] Este processo representou uma mudança significativa no cenário político da região, com a eleição de governos de centro-esquerda e esquerda em diversos países latino-americanos.

A tabela abaixo apresenta os principais presidentes eleitos por partidos membros do Foro de São Paulo desde 1999:

País Presidente Partido Período
 Venezuela Hugo Chávez Movimento Quinta República 1999-2013
 Brasil Luiz Inácio Lula da Silva Partido dos Trabalhadores 2003-2010
Uruguai Tabaré Vázquez Frente Ampla 2005-2010
 Bolívia Evo Morales Movimento para o Socialismo 2006-2019
 Chile Michelle Bachelet Partido Socialista do Chile 2006-2010
Equador Rafael Correa Alianza País 2007-2017
Nicarágua Daniel Ortega Frente Sandinista de Libertação Nacional 2007-presente
 Paraguai Fernando Lugo Aliança Patriótica para a Mudança 2008-2012
El Salvador Mauricio Funes Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional 2009-2014
Uruguai José Mujica Frente Ampla 2010-2015
 Chile Michelle Bachelet Partido Socialista do Chile 2014-2018
 Brasil Dilma Rousseff Partido dos Trabalhadores 2011-2016
 Peru Ollanta Humala Partido Nacionalista Peruano 2011-2016
 Venezuela Nicolás Maduro Partido Socialista Unido da Venezuela 2013-presente
El Salvador Salvador Sánchez Cerén Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional 2014-2019
Honduras Xiomara Castro Partido Liberdade e Refundação 2022-presente
 Brasil Luiz Inácio Lula da Silva Partido dos Trabalhadores 2023-presente
 Chile Gabriel Boric Convergência Social 2022-presente
 Colômbia Gustavo Petro Pacto Histórico 2022-presente
Uruguai Yamandú Orsi Frente Ampla 2025-presente

Além dos presidentes listados, Cuba mantém o Partido Comunista de Cuba no poder desde 1959, tendo passado por Raúl Castro (2008-2018) e atualmente sob Miguel Díaz-Canel (2018-presente).[26]

O Foro também manifestou apoio a líderes que, embora não fossem de partidos membros, sofreram golpes de Estado ou enfrentaram crises institucionais, como Manuel Zelaya de Honduras, deposto em 2009.[27]

Reuniões e organização

[editar | editar código]

As reuniões foram realizadas em São Paulo (1990), Cidade do México (1991), Manágua (1992), Havana (1993), Montevidéu (1995), San Salvador (1996), Porto Alegre (1997), Cidade do México (1998), Manágua (2000), Havana (2001), Antigua Guatemala (2002), Quito (2003), São Paulo (2005), San Salvador (2007), Montevidéu (2008), Cidade do México (2009), Buenos Aires (2010), Manágua (2011), Caracas (2012), São Paulo (2013), La Paz (2014), Cidade do México (2015), San Salvador (2016), Manágua (2017), Havana (2018), Caracas (2019), Brasília (2023) e Tegucigalpa (2024).[23][28]

A principal autoridade no órgão são as próprias reuniões que acontecem anualmente. Entre as reuniões, o Foro é representado por um Grupo Executivo (Grupo de Trabalho) composto por uma amostra do seu conjunto, que normalmente se reúne três vezes por ano, bem como por um grupo de assessores do Secretariado Executivo.[23][29][30]

Ver também

[editar | editar código]

Aliança Bolivariana para as Américas (ALBA) Guinada à esquerda Socialismo do século XXI

Notas

  1. O PDT não participa das reuniões e nem envia representantes aos encontros há anos, porém, seu nome continua listado no site da organização.[24]

Referências

[editar | editar código]
  1. a b c «Miembros del Foro de São Paulo ordenados por países:». Consultado em 17 de novembro de 2024 
  2. Valter Pomar (13 de junho de 2013). «Declaração Final dos Encontros do Foro de São Paulo (1990-2012)». Website do Foro de São Paulo. Consultado em 17 de janeiro de 2026 
  3. a b c PARTIDO DOS TRABALHADORES, Secretaria de Relações Internacionais (2013). Declaração Final dos Encontros do Foro de São Paulo (1990-2012) (PDF). [S.l.: s.n.] 180 páginas. Consultado em 17 de janeiro de 2026 
  4. Silva Amaral, Marisa. «Neoliberalismo na América Latina e a nova fase da Dependência» (PDF). unicamp 
  5. Oliveira, A. Marques, T. Carvalho, F. «"Redes partidárias transnacionais" na América Latina? Coerência ideológica entre partidos e candidaturas presidenciais (2000-2015)». Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Mural Internacional (13): e66621. Consultado em 17 de janeiro de 2026 
  6. Franco, Yuri Soares (12 de abril de 2021). «A influência do foro de São Paulo nas estratégias políticas das esquerdas latino-americanas (1990-2019)». Consultado em 17 de junho de 2025 
  7. «Sete verdades sobre o Foro de São Paulo - Revista Fórum». Revista Fórum. 13 de julho de 2015. Consultado em 17 de setembro de 2024. Arquivado do original em 21 de junho de 2018 
  8. «Foro de São Paulo Histórico do Foro de São Paulo». forodesaopaulo.org. Consultado em 17 de outubro de 2024 
  9. SALGUEIRO, Graça (2017). O Foro de São Paulo. [S.l.]: Observatório Latino. 210 páginas. ISBN 9780692803882 
  10. «DECLARACIONES FINALES DE LOS ENCUENTROS». Consultado em 17 de julho de 2024 
  11. «Foro de São Paulo se reúne pela primeira vez com Lula presidente». CNN Brasil. 29 de junho de 2023. Consultado em 17 de janeiro de 2026 
  12. «Foro de São Paulo se reúne em Honduras após ausência de Lula gerar polêmica». G1. 27 de junho de 2024. Consultado em 17 de janeiro de 2026 
  13. «Foro de São Paulo se reúne em Brasília pela primeira vez com Lula presidente». Brasil de Fato. 29 de junho de 2023. Consultado em 17 de janeiro de 2026 
  14. «Grupo de Puebla en Buenos Aires». CLACSO (Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales) (em castelhano). 9 de novembro de 2019. Consultado em 17 de janeiro de 2025 
  15. Helen Mendes e Isabella Mayer de Moura (7 de novembro de 2019). «O que é o Grupo de Puebla, aliança de líderes de esquerda que se reunirá na Argentina». Gazeta do Povo. Consultado em 17 de janeiro de 2025 
  16. «Partidos del FSP en solidaridad a la Revolución Cubana». forodesaopaulo.org (em castelhano) e (em português). 13 de julho de 2021. Consultado em 17 de julho de 2024 
  17. «Foro de São Paulo expressa solidariedade ao povo palestino». Carta Maior. 28 de junho de 2024. Consultado em 17 de janeiro de 2026 
  18. «Foro de São Paulo: mitos e verdades sobre o evento de esquerda, que começa nesta quinta-feira | Exame». exame.com. Consultado em 17 de setembro de 2024 
  19. Schargel, Sergio (7 de julho de 2024). «O Bolsonarismo conforme idealizado pelo Messias: análise de conteúdo sobre o Projeto Fênix». Boletim Historiar (01). ISSN 2357-9145. Consultado em 17 de setembro de 2024 
  20. Rodrigo Rangel (30 de maio de 2008). Revista Época, ed. «De: Raúl Reyes Para: Lula». Época. Consultado em 17 de dezembro de 2024 
  21. Folha de S. Paulo, ed. (31 de maio de 2008). «PT barrou as Farc em foro da esquerda em São Paulo». Consultado em 17 de dezembro de 2024 
  22. «Foro de São Paulo terá reunião de coordenação em Buenos Aires». Correio do Povo. 12 de março de 2020. Consultado em 17 de janeiro de 2026 
  23. a b c Rondon, Marcelo. «Atas foro sao paulo». Consultado em 17 de agosto de 2024 
  24. «Gleisi Hoffmann quer PSB de volta ao Foro de São Paulo». Congresso em Foco. 2 de setembro de 2019. Consultado em 17 de abril de 2024 
  25. «Foro de São Paulo El Foro de São Paulo desafía a la derecha continental». web.archive.org. 14 de outubro de 2019. Consultado em 17 de novembro de 2024 
  26. Xavier, Cézar (16 de maio de 2024). «Em longa entrevista, presidente Díaz-Canel analisa os principais dilemas de Cuba». Vermelho. Consultado em 17 de junho de 2025 
  27. «Resolución de condena del golpe de estado en Honduras y solidaridad con el y los partidos progresistas y de izquierda». Foro de SP. 23 de agosto de 2009. Consultado em 17 de novembro de 2024 
  28. Abreu de Melo, Ricardo. «O Foro de São Paulo» (PDF). Consultado em 17 de agosto de 2024 
  29. «Breve histórico e fundamentos». Foro de SP (em espanhol). 12 de outubro de 2020. Consultado em 17 de agosto de 2024 
  30. «Estructura». Foro de SP (em espanhol). Consultado em 17 de agosto de 2024 

Ligações externas

[editar | editar código]

«Página oficial do Foro de São Paulo» (em espanhol)