Francisco Matarazzo Sobrinho

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Francisco Matarazzo Sobrinho
Nascimento 20 de fevereiro de 1898
Morte 16 de abril de 1977 (79 anos)
Cidadania Brasil
Ocupação empresário

Francisco Antônio Paulo Matarazzo Sobrinho, mais conhecido como Ciccillo Matarazzo (São Paulo, 20 de fevereiro de 1898São Paulo, 16 de abril de 1977), foi um industrial, mecenas e político ítalo-brasileiro. Filho de Andrea Matarazzo e sobrinho do conde Francesco Matarazzo.

Casou-se em 1943, no México[carece de fontes?], com Yolanda Penteado, desquitada de Jaime da Silva Teles.

Foi diretor de empresas de diversos ramos em São Paulo e foi grande incentivador das artes plásticas. Fundou, em 1948 o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), sendo inaugurado no dia 8 de março de 1949, e em 1951 a Bienal Internacional de Arte de São Paulo, entidade que presidiu até a data de sua morte. Foi também também um dos fundadores do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e dos estúdios da Companhia Cinematográfica Vera Cruz.

Foi prefeito de Ubatuba de 1964 a 1969, eleito pelo Partido Social Progressista (PSP). Passou por dois processos de cassação. O primeiro deu-se por sua saída do país sem autorização da Câmara Municipal. Como era presidente da Bienal de São Paulo, eram constantes suas viagens para o exterior, onde representava o país. Denúncias de irregularidades moveram o segundo processo de cassação, ambos sem êxito mantendo Cicillo a frente da prefeitura. Após esse desgaste político, em 1967, Cicillo solicitou afastamento, mas seu vice se recusou a assumir, passando então a ocupar o cargo de prefeito o presidente da Câmara, Fiovo Fredianni.

Representação na Cultura[editar | editar código-fonte]

Na minissérie Um Só Coração, de 2004, foi representado pelo ator Edson Celulari.

Ver também[editar | editar código-fonte]