Francisco Rego Chaves

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Esta página ou secção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo, comprometendo a sua verificabilidade (desde junho de 2014).
Por favor, adicione mais referências inserindo-as no texto. Material sem fontes poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Francisco Rego Chaves
Francisco Rego Chaves
Nome completo Francisco da Cunha Rêgo Chaves[1]
Nascimento 19 de setembro de 1881
Lisboa
Morte 6 de fevereiro de 1941 (59 anos)
Lisboa
Nacionalidade português
Ocupação Militar, político e alto funcionário ultramarino
Filiação Partido Democrático;
Partido Reconstituinte
Serviço militar
Patente Coronel[1]

Francisco da Cunha Rego Chaves[2] OSE (Lisboa, 19 de Setembro de 1881 - Lisboa, 6 de Fevereiro de 1941) foi militar, político português e alto funcionário ultramarino

Biografia[editar | editar código-fonte]

Francisco da Cunha Rego Chaves era filho do General de Brigada António Augusto Chaves e de sua mulher Mariana Angélica Correia da Cunha Rego.

Carreira militar[editar | editar código-fonte]

Alistou-se no exército em 1897, seguindo a arma de Engenharia. É promovido a alferes em 1905; tenente em 1906; capitão em 1911; major em 1919; tenente-coronel em 1921 e coronel, em 1927, tendo passado à reforma, em 1933.

Carreira política[editar | editar código-fonte]

Foi, interinamente, chefe de gabinete do ministro da Guerra, no governo anterior ao de Pimenta de Castro. Participa activamente na revolta de 14 de Maio de 1915, apostada em derrubar a ditadura general Pimenta de Castro.

Exerceu dois mandatos como deputado - de 1919 a 1921, por Aljustrel, e de 1922 a 1925, por Lisboa. Candidatou-se ao Senado em 1922, por Aveiro.

Filiado no Partido Democrático, de cujo Directório fez parte, em 1920, aderiu ao Partido Reconstituinte, tendo feito parte do governo de Sá Cardoso, como ministro das Finanças, de 29 de Junho de 1919 a 3 de Janeiro de 1920. Voltaria a participar no governo de Cunha Leal, como ministro das Colónias, de 16 de Dezembro de 1921 a 6 de Fevereiro de 1922, tendo solucionado a grave situação económica em que se encontrava Cabo Verde.

Carreira profissional[editar | editar código-fonte]

Exerceu cargos de administrador da Companhia do Niassa, administrador do Porto de Lisboa e director da Companhia Mineira Cabo Mondego. Exerceu a docência na Escola de Guerra e no Liceu Camões, sendo esta a única actividade que manteve depois do 28 de Maio de 1926, exterior à vida militar. Em 1925, é nomeado alto-comissário em Angola, onde resolve a situação monetária que sufocava a actividade comercial e industrial da província. Foi eleito deputado em 1919, pelo círculo de Aljustrel e, em 1922, por Lisboa. Candidatou-se ao Senado pelo círculo de Aveiro, no mesmo ano.

Condecorações[editar | editar código-fonte]

Foi agraciado com a Medalha Militar de Ouro da Classe de Comportamento Exemplar, em 1929 e com o grau de Comendador da Ordem Militar de Aviz.[carece de fontes?]

A 28 de Junho de 1919 foi feito Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.[1]

Referências

  1. a b c «Cidadãos Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Francisco Rego Chaves". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 9 de junho de 2014 
  2. (PDF). Ministério das Finanças http://213.58.158.155/NR/rdonlyres/9AF52295-B6B6-4960-BF99-8D59A7F218DF/3076/FranciscodaCunhaRegoChaves.pdf [ligação inativa]  Em falta ou vazio |título= (ajuda)

Ver também[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Antero Tavares de Carvalho
Alto Comissário de Angola
19251926
Sucedido por
Artur de Sales Henriques