Franklin Delano Roosevelt

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Franklin D. Roosevelt
32º presidente dos Estados Unidos Estados Unidos
Período 4 de março de 1933
a 12 de abril de 1945
Vice-presidente John Nance Garner (1933–1941)
Henry A. Wallace (1941–1945)
Harry S. Truman (1945)
Antecessor(a) Herbert Hoover
Sucessor(a) Harry S. Truman
44º governador de Nova Iorque Nova Iorque (estado)
Período 1 de janeiro de 1929
a 31 de dezembro de 1932
Antecessor(a) Al Smith
Sucessor(a) Herbert H. Lehman
Vida
Nome completo Franklin Delano Roosevelt
Nascimento 30 de janeiro de 1882
Hyde Park, Nova Iorque,
 Estados Unidos
Morte 12 de abril de 1945 (63 anos)
Warm Springs, Geórgia,
 Estados Unidos
Dados pessoais
Alma mater Universidade harvard
Universidade Columbia
Cônjuge Eleanor Roosevelt (1905–1945)
Partido Democrata
Religião Episcopal
Profissão Advogado
Assinatura Assinatura de Franklin Delano Roosevelt
Vídeo produzido pelos Estados Unidos sobre o presidente.

Franklin Delano Roosevelt (Hyde Park, 30 de janeiro de 1882Warm Springs, 12 de abril de 1945) foi o 32.° presidente dos Estados Unidos (1933-1945), cumpriu quatro mandatos e morreu durante o último. Do Partido Democrata, foi o primeiro presidente a conseguir mais de dois mandatos e será o único devido à 22.ª emenda. Durante sua estada na Casa Branca, teve de enfrentar o período da Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial. Em 1939, foi o primeiro presidente dos Estados Unidos a aparecer na televisão, mesmo ela tendo sido inventada durante o período de Calvin Coolidge no cargo.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nome de família[editar | editar código-fonte]

O jovem Roosevelt em 1899, navegando com Helen R. Roosevelt e seu pai, James Roosevelt.

Roosevelt é uma forma anglicizada do sobrenome neerlandês 'Van Rosevelt', ou 'Van Rosenvelt', significando 'originário do campo das rosas.[2]

Uma das famílias mais antigas e ricas do estado de Nova Iorque, os Roosevelt se distinguiram em áreas que não a política. Uma prima-irmã de Franklin, Ellen Roosevelt, foi campeã em simples e duplas do Campeonato Nacional de Tênis dos Estados Unidos de 1890 e integra o International Tennis Hall of Fame.

Seu primo em quinto grau, Theodore Roosevelt, também fora presidente dos Estados Unidos.

Sua mãe batizou-o com o nome de seu tio favorito, Franklin Delano.[3] O progenitor da família Delano nas Américas, chegado em 1621, foi Philippe de la Noye, o primeiro huguenote que desembarcou no Novo Mundo, cujo nome de família foi anglicizado para Delano.[4]

Primeiros anos[editar | editar código-fonte]

Franklin Delano Roosevelt nasceu em 30 de janeiro de 1882, no Vale Hudson, cidade de Hyde Park, Nova Iorque. Seu pai, James Roosevelt, e sua mãe, Sara, eram cada um de antigas famílias abastadas de Nova York, de ascendências holandesa e francesa, respectivamente. Franklin era seu filho único. Sua avó paterna, Maria Rebecca Aspinwall, era prima de Elizabeth Monroe, esposa do quinto presidente dos Estados Unidos, James Monroe. Um de seus antepassados foi John Lothropp, também um antepassado de Benedict Arnold e Joseph Smith, Jr. Um de seus parentes distantes do lado materno é a escritora Laura Ingalls Wilder. Seu avô materno, Warren Delano II, um descendente dos passageiros do Mayflower Richard Warren, Isaac Allerton, Degory Priest e Francis Cooke, durante um período de doze anos que passou na China fez fortuna de mais de um milhão de dólares no comércio de chá em Macau, Cantão e Hong Kong, mas ao retornar aos Estados Unidos, perdeu tudo na Crise de 1857. Em 1860, retornou à China e fez fortuna no notório e altamente rentável fornecimento de medicamentos à base de ópio[5] para o Departamento de Guerra dos Estados Unidos durante a Guerra Civil Americana, embora não exclusivamente.[6]

Atuação na Presidência[editar | editar código-fonte]

Franklin Roosevelt com o presidente brasileiro Getúlio Vargas, em 1943.

Franklin Delano Roosevelt foi o responsável pela entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial após o ataque a Pearl Harbor. Foi um grande amigo e parceiro de Sir Winston Churchill, primeiro-ministro britânico. Em 1943, os três maiores governantes do mundo (Stalin, Roosevelt e Churchill) reuniram-se em Teerã, e em 1945 em Yalta para decidirem entre outros, o destino da Alemanha e da Polônia. A grande maioria dos historiadores acadêmicos afirma que Franklin Delano Roosevelt recuperou os Estados Unidos após a crise de 29 (dando condições melhores de trabalho aos americanos, alcançando metas militares e industriais, levando energia elétrica e modernidade às regiões mais pobres do país), traçando o destino dos estadunidenses.

Roosevelt foi o único presidente norte-americano a se eleger para mais de dois mandatos, e era conhecido por suas iniciais FDR. Ganhou a primeira de suas quatro eleições em 1932, quando os Estados Unidos estavam no fundo da Grande Depressão. A combinação do otimismo natural de Roosevelt com políticas econômicas keynesianas são usualmente considerados como sendo os principais responsáveis por se ter evitado que a crise econômica se transformasse numa crise política. FDR conduziu os Estados Unidos através de quase toda a Segunda Guerra Mundial e morreu no cargo, de uma hemorragia cerebral, pouco antes da guerra terminar.

Roosevelt denominou sua política, de combate à situação econômica caótica que herdara, como New Deal; ela consistia tanto em legislação aprovada pelo Congresso americano quanto em Ordens Executivas [Executive orders (United States)]. Dentre as principais Ordens Executivas incluem-se o Emergency Banking Act, declarado assim que tomou posse, legislação criando novas agências governamentais, tais como a Works Progress Administration e a National Recovery Administration, que visava criar novos empregos para os quinze milhões de estadunidenses desempregados que Franklin Roosevelt herdara de Herbert Hoover. Outras leis criaram uma rede de assistência direta para os indivíduos, como a Social Security Act (lei de Seguridade Social), que permanece em vigor até hoje.

Roosevelt dominou o cenário político estadunidense não só durante seus doze anos como presidente, mas também nas décadas seguintes. A coligação de FDR unia elementos tão díspares quanto os brancos do sul e os afro-americanos das cidades do norte dos Estados Unidos.

Críticas

Um livro polêmico, escrito por Thomas DiLorenzo, e intitulado How Capitalism Saved America: The Untold History of Our Country, from the Pilgrims to the Present, se propõe a contestar e, segundo o autor, a "corrigir" as versões acadêmicas da historiografia de Roosevelt e nos apresenta um Franklin Delano Roosevelt que poucos conhecem. Para Thomas DiLorenzo a biografia de Roosevelt teria sido "protegida amiúde, como tem sido feito pelas universidades e pelos historiadores ideologicamente engajados.[carece de fontes?]

Educação e casamento[editar | editar código-fonte]

Obteve sua primeira graduação na Universidade Harvard em 1904 e uma segunda na Escola de Direito de Columbia em 1908 antes de se empregar em uma prestigiada empresa de Wall Street. Em uma sexta-feira, 17 de Março de 1905, Dia de São Patrício, casou-se com Anna Eleanor Roosevelt, sua prima de quinto grau. Tiveram seis filhos:

  1. Anna Roosevelt Halsted, 3 de Maio de 1906 - 1 de Dezembro de 1975. Com descendência;
  2. James Roosevelt, 23 de Dezembro de 1907 - 13 de Agosto de 1991. Com descendência;
  3. O primeiro Franklin Delano Roosevelt Jr., 18 de Março de 1909 - 1 de Novembro de 1909;
  4. Elliot Roosevelt, 23 de Setembro de 1910 - 27 de Outubro de 1990. Com descendência;
  5. O segundo Franklin Delano Roosevelt, Jr., 17 de Agosto de 1914 - 17 de Agosto de 1988. Com descendência;
  6. John Aspinwall Roosevelt, 13 de Março de 191627 de Abril de 1981. Com descendência;

Poliomielite[editar | editar código-fonte]

Uma das raras fotos do presidente Roosevelt usando cadeira de rodas.

Roosevelt contraiu poliomielite em 1921 aos 39 anos, uma doença que o deixou com grande dificuldade de movimento desde então. Frequentemente utilizava cadeira de rodas, mas fez grandes esforços para esconder esta dificuldade do grande público. De facto, só existem duas fotos conhecidas de Roosevelt em cadeira de rodas. Mesmo como Presidente dos Estados Unidos, preferia caminhar com a ajuda de um guarda-costas do Serviço Secreto, do que andar de cadeira de rodas. Entretanto, uma estátua de Roosevelt sentado numa cadeira de rodas foi construída em Washington, DC, em 2001.

Serviço Governamental[editar | editar código-fonte]

Como o primo, Theodore Roosevelt, Franklin Roosevelt tornou-se subsecretário da Marinha de 1912 até 1920. Em 1928, apoiado por Alfred Smith, que tinha como interesse tornar Roosevelt submisso a ele no governo de Nova York, F.D.R. vence as eleições para governador do estado natal. Porém diferentemente do que Al Smith queria, Roosevelt governou sozinho. Apesar de Franklin ganhar muitos votos para o parceiro de partido no estado de Nova York, Al Smith perdeu as eleições presidenciais mas Roosevelt continuou no cargo até 1930 quando foi reeleito com esmagadora vantagem.

Influente e famoso, Roosevelt alcançou votos maiores em 1932 quando foi eleito presidente dos Estados Unidos por estreita margem. Margem essa que aumentou muito na reeleição do presidente em 1936, que se manteve até o fim do segundo mandato apesar das divergências e desacordos com a Suprema Corte dos Estados Unidos.

A posse[editar | editar código-fonte]

Roosevelt tomou posse num período de desespero generalizado, no quarto ano da Grande Depressão, o que levantava sérias dúvidas acerca da possibilidade de sobrevivência econômica do Ocidente. O historiador inglês Arnold Toynbee comentou que “O ano de 1931 se distinguiu dos demais...por uma característica relevante: em 1931, homens e mulheres, em todo o mundo, estavam contemplando seriamente, e discutindo francamente, a possibilidade de que o sistema econômico ocidental poderia se desarticular, e deixar de funcionar”.

No dia em que Roosevelt tomou posse o PIB norte-americano já tinha caído à metade, e mais de quinze milhões de norte-americanos estavam desempregados. Todos os estados haviam fechado os bancos, ou restringido severamente suas operações e, no dia da posse de Roosevelt, o New York Stock Exchange fechou suas portas, suspendendo indefinidamente seus pregões.[7]

Algumas semanas após a posse de Roosevelt o “espírito do país havia mudado. Foi-se o torpor dos anos de Hoover, foi-se também a paralisia politica.” (…) Havia algo no ar que não estava lá antes, e durante o New Deal isso permaneceu o tempo todo,. Não era apenas por um dia ...” No New York Curb Exchange, onde o pregão reabriu em 15 de março, o stock ticker encerrou suas cotações do dia com uma alegre nota: Boa noite...Os dias alegres voltaram”.[7]

Por volta de 1935 os Estados Unidos já tinham conseguido alcançar alguma recuperação econômica. Banqueiros e homens de negócios se voltavam mais e mais contra o New Deal de Roosevelt. Eles temiam seus experimentos econômicos, até então inéditos, e ficaram apavorados quando Roosevelt tirou o país do “padrão ouro”.[8]

Roosevelt reagiu às críticas dos banqueiros com um novo programa de reformas: Seguridade Social, impostos maiores para os mais ricos, maior controle sobre as atividades bancárias e sobre os serviços de utilidade pública, e a criação um imenso programa para diminuir o desemprego da população americana.

Na eleição de 1936 Roosevelt foi reeleito presidente por uma grande margem de votos, sagrando-se vitorioso em todos os estados norte-americanos exceto Vermont e Maine. Sentindo que tinha um forte mandato popular a cumprir, Roosevelt tentou nomear mais juízes para a Corte Suprema, que vinha sistematicamente bloqueando vários programas do New Deal. Roosevelt perdeu sua batalha contra a Suprema Corte, mas provocou uma revolução na interpretação da lei constitucional: a partir de então ficou decidido que o Governo poderia, legal e constitucionalmente, regulamentar a economia norte-americana[9] .

Reeleições[editar | editar código-fonte]

Passados oito anos na Casa Branca, Roosevelt tentou o inimaginável, concorrendo e vencendo as eleições de 1940, para o terceiro mandato, e governando durante a Segunda Guerra Mundial. Efetivamente, as medidas durante a Segunda Guerra Mundial ajudaram Roosevelt a vencer as eleições, então para um quarto mandato, no qual acabou por falecer em 1945, ainda exercendo funções e com os Estados Unidos ainda participando da Guerra.

Legado[editar | editar código-fonte]

Um retrato de Roosevelt feito em 1947.

Roosevelt é considerado por muitos analistas como um dos melhores presidentes que os Estados Unidos já teve. Historiadores normalmente o colocam na segunda ou terceira posição nas classificações históricas dos maiores presidentes, de acordo com várias pesquisas.[10] [11] [12] Roosevelt também apareceu em uma lista como um dos homens mais admirados dos Estados Unidos do século XX, de acordo com o Gallup Poll.[13]

A expansão de programas governamentais que ocorreram durante a presidência de FDR redefiniram o papel do governo dos Estados Unidos e seus projetos sociais e programas de assistência as classes menos favorecidas acabaram por moldar o liberalismo americano para as gerações seguintes. Para muitos analistas, as intervenções governamentais de Roosevelt e seus projetos ajudaram a salvar a economia, tirando o país da Grande Depressão. Houve redução na desigualdade social, o desemprego caiu brutalmente e o PIB voltou a crescer exponencialmente, puxado acima de tudo pela produção industrial e o desenvolvimento tecnológico.[14]

Roosevelt estabeleceu um novo papel de liderança dos Estados Unidos no cenário global, liderando as potências Aliadas a vitória na Segunda Guerra Mundial. Os críticos isolacionistas ao seu governo se calaram e até a oposição republicana apoiou muitas de suas políticas.[15] Após sua morte, sua esposa continuou sendo uma figura proeminente na política estadunidense, participando na criação das Nações Unidas e defendendo causas liberais e de direitos humanos. Muitos membros do seu governo continuaram no cenário político na administração de Truman. Os políticos, e posteriormente presidentes, John Kennedy e Lyndon Johnson, abraçaram o legado político de Roosevelt, apontando o Partido Democrata para uma plataforma cada vez mais liberal, voltado para a social democracia.[16]

Seu biografo, Jean Edward Smith, afirmou, em 2007, a respeito da presidência de Franklin Roosevelt: "ela atravessou os Estados Unidos na Grande Depressão e na Segunda Grande Guerra, levando o país a um futuro próspero". Smith completou dizendo que "ele [Roosevelt] se levantou de uma cadeira de rodas para erguer uma nação que estava de joelhos".[17]

Durante e após o seu governo, várias políticas de Roosevelt foram criticadas, afirmando que a presidência e o governo havia assumido muito poder nas mãos, em um período que ditaduras se erguiam na Ásia e Europa.[18] Alguns programas do New Deal foram suspensos por sucessores do cargo, outros foram expandidos.[19]

O historiador da Universidade de Stanford, David Kennedy, descreveu várias características que, na sua opinião, explicam o sucesso de Roosevelt: ele entendia as coisas com muita rapidez; ele conseguia se ligar às pessoas; ele tinha autoconfiança; ele era dedicado à causa pública; ele desenvolveu um caráter forte; ele tinha uma visão clara da nação norte-americana e de seu papel no mundo; ele tinha as habilidades políticas necessárias para levar seus projetos além das pranchetas; e ele tinha sorte.[20] [21]

Várias estátuas e memoriais a ele foram erguidos. Sua casa em Hyde Park foi feito um local histórico nacional. Nesta mesma cidade sua biblioteca-museu presidencial foi erguida. Em Washington D.C. foi construído dois memoriais ao ex presidente, sendo o maior o Franklin Delano Roosevelt Memorial. A imagem de Roosevelt aparece na moeda de dez centavos (dime) estado-unidense. Muitos parques e escolas, bem como o porta-aviões USS Franklin D. Roosevelt (CV-42), uma estação de metrô de Paris, bem como centenas de ruas e praças através do mundo, levam seu nome.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Busto de FDR na ilha Roosevelt, em Nova Iorque.
  • RIDINGS, William J., Jr. E McIVER, Stuart B. Rating the Presidents: A Ranking of U.S. leaders, from the Great and Honorable to the Dishonest and Incompetent. Secaucus, NJ: Carol Publishing, 1997. ISBN 0-8065-1799-9.;
  • SCHLESINGER, Jr. Arthur M. Ranking the Presidents: From Washington to Clinton, Political Science Quarterly (1997) 112:179-90;
  • SKIDMORE, Max J. Presidential Performance: A Comprehensive Review (2004);
  • SKIDMORE, Max J. Ranking and Evaluating Presidents: The Case of Theodore Roosevelt White House Studies. Volume: 1. Issue: 4. 2001. pp 495+.
  • TARANTO, James e LEO, Leonard, eds. Presidential Leadership: Rating the Best and Worst in the White House. New York: Wall Street Journal Books, 2004. ISBN 0-7432-5433-3, for Federalist Society surveys.

Bibliografia acadêmica de fontes secundárias[editar | editar código-fonte]

  • Alter, Jonathan. The Defining Moment: FDR's Hundred Days and the Triumph of Hope (2006), popular history
  • Beasley, Maurine, et al. eds. The Eleanor Roosevelt Encyclopedia (2001) online
  • Bellush, Bernard; Franklin D. Roosevelt as Governor of New York (1955) online
  • Graham, Otis L. and Meghan Robinson Wander, eds. Franklin D. Roosevelt: His Life and Times. (1985). encyclopedia
  • Kennedy, David M. Freedom From Fear: The American People in Depression and War, 1929–1945. (1999), wide-ranging survey of national affairs
  • Leuchtenburg, William E. Franklin D. Roosevelt and the New Deal, 1932–1940. (1963). A standard interpretive history of era.
  • Leuchtenburg, William E. In the Shadow of FDR: From Harry Truman (2001), his long-term influence
  • Leuchtenburg, William E. "Showdown on the Court." Smithsonian 2005 36(2): 106–113. Issn: 0037-7333 Fulltext: at Ebsco
  • McMahon, Kevin J. Reconsidering Roosevelt on Race: How the Presidency Paved the Road to Brown. U. of Chicago Press, 2004. 298 pp.
  • Miscamble, Wilson D. (2007), From Roosevelt to Truman: Potsdam, Hiroshima, and the Cold War, Cambridge University Press, ISBN 0521862442 
  • Parmet, Herbert S. and Marie B. Hecht; Never Again: A President Runs for a Third Term (1968) on 1940 election
  • Ritchie, Donald A,; Electing FDR: The New Deal Campaign of 1932 U. Press of Kansas, 2007.
  • Rosen, Elliot A. Roosevelt, the Great Depression, and the Economics of Recovery. U. Press of Virginia, 2005. 308 pp.
  • Schlesinger, Arthur M. Jr., The Age of Roosevelt, 3 vols, (1957–1960), the classic narrative history. Strongly supports FDR. Online at vol 2 vol 3
  • Shaw, Stephen K.; Pederson, William D.; and Williams, Frank J., eds. Franklin D. Roosevelt and the Transformation of the Supreme Court. Sharpe, 2004.
  • Sitkoff, Harvard, ed. Fifty Years Later: The New Deal Evaluated (1985)
  • Hakim, Joy. A History of Us: War, Peace and all that Jazz. New York: Oxford University Press, 1995. 100–104 p. ISBN 0-19-509514-6

Referências

  1. Biografias - Franklin Roosevelt - Só História. Visitado em 8 de setembro de 2011
  2. ROOSEVELT - Surname Meaning, Origin for the Surname Roosevelt Genealogy.
  3. Smith, Jean Edward. FDR, p. 17, Random House, 2007 ISBN 978-1-4000-6121-1
  4. Smith, Jean Edward. FDR, p. 10, Random House, 2007 ISBN 978-1-4000-6121-1
  5. Patrick D. Reagan, Designing a New America: The Origins of New Deal Planning, 1890–1943 (2000) p. 29
  6. Smith, Jean Edward FDR, pp. 10-13, Random House, 2007 ISBN 978-1--4000-6121-1
  7. a b LEUCHTENBURG, William E. The FDR Years: On Roosevelt and His Legacy. Conferência sobre Leadership in the Modern Presidency na Woodrow Wilson School da Princeton University em 3 de abril de 1987.
  8. Franklin D. Roosevelt 1933-1945 – Presidents, sítio oficial da Casa Branca
  9. Franklin D. Roosevelt 1933-1945 – Presidents, sítio oficial da Casa Branca
  10. Historian Survey Results Category: Performance Within Context of Times C-SPAN. Visitado em 4 de maio de 2015.
  11. "Presidential Leadership – The Rankings", Dow Jones & Company, 12 de setembro de 2005. Página visitada em 4 de maio de 2015.
  12. New ranking of U.S. presidents puts Lincoln at No. 1, Obama at 18; Kennedy judged most overrated Washington Post (16 de fevereiro de 2015). Visitado em 4 de maio de 2015.
  13. Leuchtenburg, William E. The FDR Years: On Roosevelt and His Legacy. [S.l.]: Columbia University Press, 1997.
  14. Schlesinger, Arthur M. Jr (1962), "Liberalism in America: A Note for Europeans", The Politics of Hope, Riverside Press, http://www.writing.upenn.edu/~afilreis/50s/schleslib.html 
  15. Black, Conrad (2005), Franklin Delano Roosevelt: Champion of Freedom, pp. 1126–27 
  16. Leuchtenburg, William E (2001), In the Shadow of FDR: From Harry Truman to George W. Bush 
  17. Jean Edward Smith, FDR. New York: Random House, 2007 (ISBN 978-1-4000-6121-1).
  18. Black, Franklin Delano Roosevelt: Champion of Freedom (2005) p. 272.
  19. Weir, Margaret; Orloff, Ann Shola; Skocpol, Theda (1988), The Politics of social policy in the United States, p. 112 
  20. KENNEDY, David. The Life of FDR and the Meaning of History," aula proferida na National Conference for History Education, em Los Angeles, 16 de outubro de 2003.
  21. [Franklin Roosevelt as a Leader http://cigarmas.com/browse.php?u=http%3A%2F%2Fwww.gvsu.edu%2Fhauenstein%2Findex.cfm%3Fid%3D5F79D8E9-02B9-0869-58A8E677684F8347&b=4 Gvsu.edu]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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