Freddy vs. Jason

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Freddy vs. Jason
Freddy Contra Jason (PT)
Freddy x Jason (BR)
Freddy vs Jason movie.jpg
 Estados Unidos
2003 •  cor •  97 min 
Direção Ronny Yu
Produção Robert Shaye
Wes Craven
Roteiro Wes Craven
Victor Miller
Elenco Ken Kirzinger
Robert Englund
Monica Keena
Jason Ritter
Kelly Rowland
Katharine Isabelle
Género Suspense
Terror
Comédia
Música Graeme Revell
Cinematografia Fred Murphy
Edição Mark Stevens
Companhia(s) produtora(s) New Line Cinema
PlayArte
Distribuição New Line Cinema
Lançamento Brasil 31 de outubro de 2003
Estados Unidos 15 de Agosto de 2003
Idioma Inglês
Orçamento US$ 30 milhões
Receita US$ 114 milhões (mundialmente)
Cronologia
Jason Voorhees:
Jason X
(2001)

Freddy Krueger:
Wes Craven's New Nightmare
(1994)

Jason Voorhees:
Sexta-Feira 13
(2009)

Freddy Krueger:
A Nightmare on Elm Street
(2010)

Página no IMDb (em inglês)

Freddy vs. Jason (Freddy x Jason[1] BRA ou Freddy Contra Jason POR) é um filme slasher americano lançado em 2003, que traz um crossover entre Freddy Krueger e Jason Voorhees, dois dos maiores ícones do cinema de horror da década de 1980. É dirigido por Ronny Yu e é considerado como a décima-primeira sequência da franquia Sexta-Feira 13 e a oitava de A Hora do Pesadelo. O filme também foi o último de ambas as franquias antes de elas serem reiniciadas em 2009 e 2010, respectivamente.

No filme, Freddy tornou-se incapaz de assombrar os sonhos das pessoas à medida que os cidadãos de Springwood, Ohio, se esqueceram dele após sua morte e subsequente prisão no Inferno por seus pecados. Para recuperar seu poder e liberdade, Freddy ressuscita Jason e o manipula a ir para Springwood para causar pânico e medo, levando a rumores de que Freddy retornou. No entanto, à medida que Jason consegue causar medo suficiente para que Freddy possa assombrar a cidade novamente, ele acaba irritando Freddy, ao privá-lo de potenciais vítimas. Isso acaba levando os dois monstros mortos-vivos a um conflito violento.

Freddy vs. Jason teve um orçamento de 30 milhões de dólares e foi lançado nos Estados Unidos em 15 de agosto de 2003, arrecadando 114 milhões de dólares. Tornou-se o filme de maior bilheteria na série Sexta-Feira 13 e o segundo filme de maior bilheteria na série A Hora do pesadelo, porém, o longa acabou recebendo críticas negativas. O filme é até o momento a última aparição de Robert Englund como Freddy Krueger.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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Freddy Krueger está impotente no Inferno porque a população da cidade de Springwood conseguiu fazer com que os jovens se esquecessem dele. Para recuperar a força, Freddy disfarça-se como Pamela Voorhees e manipula Jason Voorhees, fazendo-o voltar à vida e começar a matar adolescentes de Springwood. Na cidade, Lori Campbell mora com seu pai viúvo e tem a companhia de seus amigos Kia, Gibb, Trey e Blake. Naquela noite, Jason mata Trey, e a polícia suspeita de Freddy, temendo seu retorno. Após um pesadelo em que Freddy tenta matar Blake, mas falha por não ser poderoso o suficiente, Blake acorda e encontra seu pai decapitado antes de Jason matá-lo também. No dia seguinte, a polícia afirma que foi um assassinato-suicídio, na esperança de conter Freddy.

O ex-namorado de Lori, Will Rollins, e o amigo Mark Davis são pacientes do Westin Hills Psychiatric Hospital. Eles tomam Hypnocil para reprimir seus sonhos, uma vez que eles já tiveram contato com Freddy. Uma reportagem sobre os assassinatos motiva Mark e Will a fugir e retornar a Springwood para avisar Lori sobre Freddy. Naquela noite, Lori e os outros participam de uma rave em um milharal. Freddy tenta matar Gibb em um pesadelo, mas Jason a mata no mundo real junto com vários outros participantes da festa, o que faz com que Freddy perceba que o tumulto de Jason irá negá-lo às vítimas.

Linderman e Freeburg escapam da rave junto com Will, Lori e Kia. Mais tarde, Will explica a Lori que a razão pela qual ele foi enviado para Westin Hills foi porque ele viu o pai dela assassinar a mãe dela, antes de ir para a casa de Mark. No entanto, eles descobrem Freddy matando Mark e declarando seu retorno em uma mensagem deixada no corpo da vítima. O deputado Stubbs se aproxima de Lori e suas amigas, que percebem o plano de Freddy e o convencem da verdade. Aprendendo sobre Hypnocil, eles tentam roubá-lo de Westin Hills e observam muitos adolescentes em estado de coma devido ao prolongado uso de Hypnocil, mas Freddy possui Freeburg, que descarta o remédio. Após segui-los, Jason eletrocuta Stubbs até a morte, mas é tranquilizado por um Freeburg possuído, que Jason mata antes de adormecer.

Levando o corpo de Jason com eles, os adolescentes planejam uma maneira de trazer Freddy do mundo dos sonhos para a realidade e forçá-lo a lutar com Jason. Eles levam o inconsciente Jason até o agora abandonado acampamento Crystal Lake. Enquanto isso, Freddy luta contra Jason no mundo dos sonhos, onde Freddy tem a vantagem de seus poderes oníricos. Freddy descobre que Jason tem medo de água (um dispositivo de enredo que contradiz os filmes de Sexta-Feira 13) e usa esse medo para tornar Jason impotente. Enquanto isso, Lori vai dormir e tenta salvar Jason. Freddy a ataca e se revela como o assassino de sua mãe, tendo possuído seu pai para fazê-lo.

Jason acorda em no acampamento Crystal Lake e persegue os adolescentes dentro de uma cabana. Linderman é morto depois de tentar lutar contra Jason e a cabana se incendeia. Lori está acordada e consegue trazer Freddy para o mundo real, onde ele é confrontado por Jason. Quando os dois começam a lutar, os adolescentes restantes escapam da cabana.

Freddy escapa de Jason e vai atrás dos adolescentes, mas ele é distraído por Kia, até Jason matá-la de repente. Os dois assassinos retomam sua batalha: Freddy usa sua velocidade e intelecto, enquanto Jason confia em sua força e tolerância à dor. Em uma doca no lago, Freddy esfaqueia os olhos de Jason, e Jason arranca o braço de Freddy. Lori e Will tentam matar os dois derramando gasolina na doca e incendiando-a. Alguns tanques de propano nas proximidades explodem, jogando Jason e Freddy no lago. Freddy sai e tenta matar Lori e Will, mas é empalado por Jason com seu próprio braço com garras. Lori decapita Freddy, vingando as mortes de seus amigos e sua mãe. O corpo de Freddy cai no lago e afunda até o fundo. Lori e Will deixam o acampamento Crystal Lake como os dois últimos sobreviventes.

No dia seguinte, Jason sai da água, segurando o machete e a cabeça decepada de Freddy. No entanto, Freddy pisca para o público antes de rir fora da tela.

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Elenco[editar | editar código-fonte]

Kelly Rowland interpretou Kia, uma das protagonistas do filme.

Zack Ward faz uma participação como Bobby Davis, o irmão mais velho de Mark.[2][3] A então desconhecida Evangeline Lilly aparece brevemente no papel de uma estudante de ensino médio,[4][5] e o lutador profissional Óscar Gutiérrez, mais conhecido por seu ring name Rey Mysterio, serviu brevemente como dublê de Englund em algumas sequências no icônico covil das caldeiras de Freddy Krueger.[6] O chefe de estúdio da New Line Cinema Robert Shaye,[7] que serviu como produtor em todos os filmes anteriores da franquia A Nightmare on Elm Street, aparece como o diretor da escola, creditado como L.E. Moko.

Produção[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Influenciadas pelo desejo dos fãs de um crossover que mostrasse uma batalha entre os dois ícones, a New Line e a Paramount tentaram produzir um filme de Freddy vs. Jason em 1987. Entretanto, os dois estúdios não conseguiram chegar a um acordo quanto à história. Quando Jason Takes Manhattan não obteve sucesso nas bilheterias, Sean Cunningham decidiu que queria readquirir os direitos os direitos da série Friday the 13th e começar a trabalhar com a New Line Cinema em Freddy vs. Jason, uma vez que a New Line detinha os direitos da franquia Nightmare on Elm Street. O conceito de uma luta entre Freddy e Jason não era novo; A Paramount havia abordado a New Line sobre a filmagem de um crossover anos antes de a última ter obtido os direitos de licenciamento de Sexta-Feira 13. Naquela época, ambas as empresas queriam a licença para o personagem da outra, para que pudessem controlar a produção do filme. Negociações sobre o projeto nunca foram finalizadas, o que levou a Paramount a fazer The New Blood. Após o lançamento de Jason Takes Manhattan em 1989, os direitos foram revertidos Scuderi, Minasian e Barsamianto, que os venderam à New Line. Antes que Cunningham começasse o projeto de Freddy vs. Jason, Wes Craven retornou à New Line para produzir New Nightmare. Isso efetivamente colocou Freddy vs. Jason em espera, mas permitiu a Cunningham a chance de trazer Jason de volta aos holofotes com Jason Goes to Hell: The Final Friday.[8] A nona sequência "rendeu um lucro saudável", embora tenha sido planejada apenas para abrir as portas para o cruzamento com Freddy Krueger, ao invés de iniciar uma nova série para a New Line.[9]

A "frustração" de Cunningham com o atraso no desenvolvimento do projeto de Freddy vs. Jason o forçou a produzir outra sequência intitulada Jason X, num esforço de manter a série nas mentes do público. Inspirado no conceito de Jason Takes Manhattan de tirar Jason de Crystal Lake, o décimo capítulo colocaria o personagem-título no espaço.[10] O filme sofreu com a perda de seu maior defensor, o presidente de produção Michael De Luca, quando ele renunciou ao cargo. A falta de apoio forçou o filme finalizado a ficar engavetado por dois anos até ser finalmente lançado em 26 de abril de 2002; ele se tornaria o filme de menor bilheteria da série nas bilheterias domésticas; também detinha a distinção de ter o maior orçamento de qualquer um dos filmes anteriores da época.[11]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

De acordo com os roteiristas Mark Swift e Damian Shannon, vários finais foram considerados para o filme. Um dos finais não utilizados envolvia Pinhead da franquia Hellraiser; no entanto, a New Line estava descontente em garantir os direitos do personagem.[12] A New Line acreditava que Freddy vs. Jason precisava de um novo começo e escolheu um novo ator para Jason. Cunningham discordou dessa decisão, acreditando que Kane Hodder era a melhor escolha para o personagem.[13] Hodder recebeu o roteiro de Freddy vs. Jason e teve uma reunão com o diretor Ronny Yu e os executivos da New Line, mas Matthew Barry e Yu acharam que o papel deveria ser reformulado para se encaixar na imagem de Jason de Yu.[13] De acordo com Hodder, a New Line não forneceu uma razão para a reformulação, mas Yu explicou que queria um Jason mais lento e mais deliberado, e menos dos movimentos agressivos que Hodder usou nos filmes anteriores.[14] O papel finalmente foi dado a Ken Kirzinger, um dublê canadense que trabalhou em Jason Takes Manhattan. Há relatos conflitantes sobre a razão pela qual Kirzinger foi escalado. Segundo Yu, Kirzinger foi contratado porque era mais alto que Robert Englund, o ator que interpreta Freddy Krueger. Kirzinger tem 1,96 m, em comparação aos 1,91 m de Kane Hodder. Yu queria um ator muito maior para se erguer sobre o Englund de 1,75 m. Kirzinger acredita que sua experiência na Parte VIII o ajudou a conseguir o papel, já que Kirzinger substituiu Hodder em duas cenas do filme,[13] mas também acredita que ele foi simplesmente avaliado e entegou o trabalho.[14] Embora ele tenha sido contratado pela equipe, a New Line não oficialmente escalou Kirzinger antes de vê-lo no filme. A primeira cena de Kirzinger foi Jason andando pela rua Elm. A New Line queria um movimento específico na caminhada de Jason; Kirzinger atendeu às expectativas e assinou um contrato com o estúdio.[13]

Douglas Tait interpretou Jason em um final diferente.[15] Em uma entrevista, Tait explicou o motivo da regravação, dizendo: "Infelizmente para mim, foi a única cena que fui contratado para fazer. As audiências de teste estavam confusas quanto ao final original, eles achavam que o personagem de Jason Ritter estava se tornando Jason [sic]. Você pode ver isso nas cenas deletadas, por isso eles decidiram refazer o final. Originalmente eu estava sendo considerado para interpretar o papel de Jason em todo o filme. Foi realmente entre mim e Ken. Quando eles levaram o filme para o Canadá, eu estava sem sorte. Não tinha como eles bancarem meu voo e hotel enquanto Ken era um local. Além disso, Ken é mais velho que eu e ele estava bem mais estabelecido no negócio do que eu naquela época."[15] Descrevendo a cena, Tait disse: "Eu estava no filme havia uns dois dias. A sequência da água exigiu muita preparação. Eles perceberam que quando eu estava molhado, parecia muito magro nas roupas, então eles tinham que me vestir com almofadas e roupas extras para parecer que eu ainda era grande. Estar com todo esse peso extra, um olho coberto, um facão em uma mão, a cabeça de Freddy na outra mão, e estar totalmente submerso na água, tornou a cena muito difícil. Além disso, Ronny Yu queria que eu caminhasse como se eu estivesse andando em terra. Ele queria que parecesse que eu poderia andar através da água sem me fazer subir à superfície. Para fazer esse efeito, eles tinham uma corda amarrada sob a água que eu segurava com a mão esquerda (com a cabeça decepada de Freddy também), e eu me segurei no chão para que eu pudesse me puxar e andar para frente."[15]

Música[editar | editar código-fonte]

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Freddy vs. Jason
Trilha sonora de Vários artistas
Lançamento 12 de agosto de 2003
Gênero(s)
Duração 77:59
Editora(s) Roadrunner Records
Produção Michelle Van Arendonk (produtora executiva)
Cronologia de Vários artistas
Jason X
(2002)
Freddy vs. Jason (partitura)
(2003)
Singles de Freddy vs. Jason
  1. "How Can I Live"
    Lançamento: 22 de julho de 2003

O álbum com a trilha sonora oficial do filme foi lançado em 12 de agosto de 2003 pela Roadrunner Records,[16] e apresentou como tema principal a música "How Can I Live", da banda Ill Niño.[17] O álbum contém 20 canções, das quais 14 eram inéditas na época, o que tornou a trilha sonora mais notável.[18]

Lista das faixas[editar | editar código-fonte]

N.º TítuloIntérprete(s) Duração
1. "How Can I Live"  Ill Niño 3:18
2. "When Darkness Falls"  Killswitch Engage 4:02
3. "The Beginning of the End"  Spineshank 3:32
4. "Sun Doesn't Rise"  Mushroomhead 3:13
5. "Condemned Until Rebirth"  Hatebreed 2:07
6. "Snap"  Slipknot 2:42
7. "Army of Me"  Chimaira 4:21
8. "The After Dinner Payback"  From Autumn to Ashes 2:50
9. "Leech"  Sevendust 4:30
10. "Bombshell"  Powerman 5000 3:14
11. "Welcome to the Strange"  Murderdolls 4:19
12. "Out of My Way"  Seether 3:51
13. "Inside the Cynic"  Stone Sour 3:23
14. "Swinging the Dead"  DevilDriver 3:38
15. "The Waste"  Sepultura feat. Mike Patton 3:39
16. "Middle of Nowhere"  The Blank Theory 4:05
17. "Ether"  Nothingface 3:43
18. "Trigger"  In Flames 4:56
19. "11th Hour"  Lamb of God 3:44
20. "(We Were) Electrocute"  Type O Negative 6:49
Duração total:
77:59

Outras músicas usadas no filme[editar | editar código-fonte]

  • "Clap Your Hands Pt. 1" – IMx
  • "First Time" – IMx
  • "Nightmares" – Junkie XL
  • "Forward" – Smitty
  • "Guru" – Smitty
  • "Running" – Smitty
  • "Slavery" - Spineshank

Embora não esteja presente no filme, "Come Back" do Foo Fighters é tocada durante o final alternativo. No entanto, isto é apresentado apenas na versão em Blu-ray e não no DVD.

Trilha incidental[editar | editar código-fonte]

A trilha com a partitura original do filme foi lançado em 19 de agosto de 2003 por Varèse Sarabande. O álbum foi composto por Graeme Revell e tocado pela Orquestra Filarmônica de Praga, com exceção de duas faixas, tocadas por Machine Head.[19]

Distribuição[editar | editar código-fonte]

Home media[editar | editar código-fonte]

O filme foi lançado em VHS[20] e DVD como parte da Platinum Series da New Line em 13 de janeiro de 2004. O lançamento em DVD apresentava um segundo disco de conteúdo bônus que incluía: comentários em áudio de Ronny Yu, Ken Kirzinger e Robert Englund, cenas deletadas e alternativas com comentários, o videoclipe de Ill Niño para a canção "How Can I Live", trailers e anúncios de TV, trilha sonora promocional e curiosidades dos bastidores.[21]

O filme foi lançado em UMD em 4 de outubro de 2005 e em Blu-ray em 8 de setembro de 2009. O Blu-ray apresentava as mesmas características do DVD original da Platinum Edition.[22] O filme também foi lançado como parte de um pacote de nove discos com todos os 12 filmes da série Sexta-Feira 13 em Blu-ray e em um pacote Blu-ray Triple Feature juntamente com as refilmagens de Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo.[23]

No Brasil, Freddy vs. Jason foi lançado em vídeo VHS e DVD pela PlayArte Home Video em 2004, com áudio em português e legendas em português e inglês.[24][25] Como extras, esta edição apresentou comentários do diretor Ronny Yu e dos produtores.[25]

Romantização[editar | editar código-fonte]

A editora Black Flame lançou uma romantização do filme em 29 de julho de 2003.[26] Foi escrita por Stephen Hand, que também escreveu a romantização de The Texas Chainsaw Massacre para a New Line Cinema no ano seguinte. O livro, como muitos outros romances que a Black Flame publicou para a New Line, segue de perto o enredo do filme com algumas alterações. Por exemplo, a romantização usa o final original, no qual Will se transforma em Freddy quando ele está prestes a fazer sexo com Lori.

Recepção[editar | editar código-fonte]

Bilheteria[editar | editar código-fonte]

A bilheteria doméstica do filme foi de US$ 82.622.655 (79,3% da bilheteria), e a bilheteria mundial é de US$ 32.286.175 (28,1% da bilheteria).

Resposta da crítica[editar | editar código-fonte]

No Rotten Tomatoes, o filme tem uma taxa de aprovação de 41% com base em 153 críticas e um classificação média de 4.8/10. O consenso crítico do site diz: "Fãs das duas franquias de horror vão aproveitar este confronto. No entanto, para todos os outros, é o velho terror de sempre".[27] No Metacritic, que atribui uma classificação normalizada com base nas críticas de críticos mainstream, o filme tem uma pontuação média de 37/100 com base em 29 críticas, indicando "críticas geralmente desfavoráveis".[28] Os públicos pesquisados pelo site de pesquisa de mercado CinemaScore deram ao filme uma nota média de "B+" numa escala que vai de A+ a F.[29]

Reconhecimento[editar | editar código-fonte]

Doug Chapman e Melvin Martinez foram nomeados ao prêmio de Melhor Manobra de Fogo no Taurus World Stunt Awards de 2004 pela dupla queima de corpo inteiro e dublê suspenso por cabos. Doug Chapman foi dublê de Robert Englund como Freddy e Glenn Ennis foi dublê de Ken Kirzinger como Jason na manobra.[30]

Referências

  1. «Freddy x Jason». www.interfilmes.com 
  2. «Exclusive Interview: Zack Ward | Friday the 13th: The Website» (em inglês). fridaythe13thfilms.com. Consultado em 12 de agosto de 2018.. Cópia arquivada em 14 de junho de 2018 
  3. «Zack Ward biography and filmography | Zack Ward movies». Tribute.ca (em inglês). Consultado em 12 de agosto de 2018. 
  4. «Before They Were Stars: Evangeline Lilly» (em inglês). About.com Entertainment. Consultado em 12 de agosto de 2018. 
  5. «Before They Were Stars: Evangeline Lilly as an Extra in "Freddy vs. Jason"» (em inglês). The Back Row. 11 de abril de 2012. Consultado em 12 de agosto de 2018.. Cópia arquivada em 14 de junho de 2018 
  6. «30 Surprising WWE Facts You Probably Didn't Know» (em inglês). WhatCulture.com. 5 de maio de 2016. Consultado em 13 de agosto de 2018.. Cópia arquivada em 14 de agosto de 2018 
  7. Konda, Kelly (30 de maio de 2014). «13 Things You May Not Know About Freddy Vs. Jason» (em inglês). We Minored in Film. Consultado em 12 de agosto de 2018.. Cópia arquivada em 14 de junho de 2018 
  8. Bracke, Peter, pp.218–219
  9. Bracke, Peter, pg. 238
  10. Bracke, Peter, pp.242–243
  11. Bracke, Peter, pp.263–264
  12. Thurman, Trace (13 de maio de 2016). «Hockey Masks, Machetes and Razor Fingers: The Writers Behind 'Freddy Vs. Jason' Tell All!» (em inglês). Bloody Disgusting. Consultado em 11 de agosto de 2018.. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2017 
  13. a b c d Bracke, Peter, pp. 280–286
  14. a b Grove, David, p. 217
  15. a b c Interview: Douglas Tait (Jason Voorhees, ‘Freddy vs Jason’) Arquivado em 2010-10-16 no Wayback Machine. fridaythe13thfilms.com October 14, 2010. Retrieved April 5, 2011.
  16. Loftus, Johnny. «Freddy vs. Jason [Original Soundtrack]» (em inglês). Allmusic. Consultado em 13 de agosto de 2018. 
  17. Dangelo, Joe (30 de junho de 2003). «'Freddy Vs. Jason' Soundtrack Features Cuts From Slipknot, Sepultura, Others» (em inglês). MTV. Consultado em 13 de agosto de 2018.. Cópia arquivada em 13 de junho de 2018 
  18. «Classic Soundtracks: Freddy vs Jason» (em inglês). audioecletica. 14 de junho de 2018. Consultado em 13 de agosto de 2018. 
  19. «Freddy Vs. Jason [ Original Motion Picture Score]». Allmusic 
  20. «Freddy vs. Jason» (em inglês). VHSCollector.com. Consultado em 13 de agosto de 2018. 
  21. Gonzales, Ed (6 de janeiro de 2004). «Freddy vs. Jason DVD Review». Slant Magazine (em inglês). Consultado em 12 de agosto de 2018.. Cópia arquivada em 14 de dezembro de 2014 
  22. Calonge, Juan (13 de maio de 2009). «Warner Announces Ten Catalog Titles for September» (em inglês). Blu-ray.com. Consultado em 10 de dezembro de 2012.. Cópia arquivada em 18 de janeiro de 2013 
  23. «Friday the 13th / Nightmare on Elm St / Freddy Vs Triple-Feature» (em inglês). Amazon.com. Consultado em 12 de agosto de 2018. 
  24. «Freddy vs. Jason». Livraria Cultura. Consultado em 12 de agosto de 2018.. Cópia arquivada em 12 de agosto de 2018 
  25. a b «DVD Lançamentos da semana». IstoÉ Gente. Terra. 16 de fevereiro de 2004. Consultado em 12 de agosto de 2018.. Cópia arquivada em 4 de setembro de 2017 
  26. «Freddy vs. Jason novelization» (em inglês). Amazon.com. Consultado em 12 de agosto de 2018. 
  27. «Freddy vs. Jason Movie Reviews» (em inglês). Rotten Tomatoes. Consultado em 12 de agosto de 2018. 
  28. «Freddy vs. Jason Reviews». Metacritic (em inglês). CNET Networks. Consultado em 12 de agosto de 2018. 
  29. «CinemaScore» (em inglês). cinemascore.com 
  30. «Taurus Award Archive» (em inglês). Arquivado do original em 11 de abril de 2008 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]