Fridays for Future

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Número máximo de participantes por país:
  <1000
  1000-10.000
  10.000-100.000
  100.000-1.000.000
  1.000.000+
Greve pelo clima em Berlim em 25 de janeiro de 2019
Start of the FridaysForFuture Demonstration 25-01-2019 Berlin 12.jpg
Make the Earth Greta again, Berlin, 08.02.2019 (cropped).jpg

Greve das escolas pelo clima é uma iniciativa estudantil em favor da defesa do clima (ou seja, contra o Aquecimento global ).[1]

A primeira destas greves estudantis foi iniciada por Greta Thunberg perante a Riksdagshuset em agosto 2018, portando um cartaz no qual escreveu "Skolstrejk för klimatet" (ou "Greve escolar pelo Clima").[2][3]

A ausência deliberada às aulas deve chamar a atenção para a negligência do aspecto social da política climática. A falta de compromisso dos políticos em relação à luta contra o aquecimento global leva a geração estudantil a ter um futuro inatingível, o que torna a expectativa dos alunos para o futuro contraditória.[4]

História[editar | editar código-fonte]

Pano de fundo[editar | editar código-fonte]

O movimento organiza a cada sexta-feira greves escolares, com o intuito de demonstrar a necessidade e a urgência da proteção do clima. O objetivo é consciencializar os políticos para o desastre climático que se avizinha e com isto procurando que estes tomem, mais rapidamente e de modo concreto, medidas para a proteção do clima e do ambiente.[1]

Movimento internacional[editar | editar código-fonte]

A 20 de Agosto 2018 Greta Thunberg, que estava no nono ano, iniciou uma greve, na qual, durante o horário escolar, sentava-se em frente do Riksdagshuset com um cartaz no qual estava escrito „ Skolstrejk för klimate „.[5] E assim continuou até as Eleições legislativas suecas de 2018 que decorreram a 9 de setembro do mesmo ano. Depois continuou a greve unicamente às sextas-feiras, com a qual recebeu progressivamente uma atenção mundial. Com esta iniciativa, Greta incitou os estudantes de todo o mundo a participarem nas greves estudantis em defesa do clima.[6]

2018[editar | editar código-fonte]

Inspiradas por Greta Thunberg, greves escolares foram organizadas às sexta-feiras na Austrália, por milhares de estudantes escolares, os quais ignoraram os comentários do primeiro-ministro Scott Morrison: "more learning in schools and less activism" (ou seja, "aprender mais na escola e menos ativismo" ).[7] Em dezembro a greve dos estudantes continuou em pelo menos 270 cidades[6] em países incluindo Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá[8], Holanda, Alemanha,[9] Finlândia, Dinamarca, Japão, Suíça,[10][11] Grã-Bretanha e Estados Unidos.[6][12]

2019[editar | editar código-fonte]

Em 2019 são organizadas greves novamente nos países acima listados e organizadas pela primeira vez em outros países, nomeadamente na Colômbia, Nova Zelândia e Uganda.[13]

A maior participação nas greves, até o mês de janeiro de 2019, aconteceram entre 17 e 18 de janeiro, quando 45.000 estudantes protestaram, na Alemanha e Suíça, contra a insuficiência dos programas para limitar o aquecimento global.[14][15][16]

Foram planeadas greves mundiais na sexta-feira 15 de fevereiro de 2019, na sexta-feira 15 de março de 2019 e na sexta-feira 24 de maio de 2019.[17]

O ministro belga do ambiente da Flandres, Joke Schauvliege, apresentou a sua demissão no dia 5 de fevereiro de 2019, após alegar falsamente que a agência de segurança do Estado tinha provas de que as greves nas escolas belgas eram um "set-up"[18].

No início de fevereiro de 2019, 350 cientistas holandeses assinaram uma carta aberta em apoio às greves escolares na Holanda. A carta diz: "Com base nos fatos fornecidos pela ciência climática, os ativistas estão certos. É por isso que nós, como cientistas, os apoiamos.[19]

Na Inglaterra, no dia 13 de fevereiro, 224 acadêmicos assinaram uma carta aberta dando seu "total apoio aos estudantes" que participaram na greve de 15 de Fevereiro de 2019 pelo clima.[20][21]

Greve climática global para o futuro, greve da terra[editar | editar código-fonte]

Os principais membros da Fridays for Future apoiam a participação na Global Climate Strike For Future, uma greve estudantil mundial para salvar o planeta, que ocorreu em 15 de março de 2019. Ao todo, segundo os órgãos de comunicação social houve aproximadamente 1.700 encontros e manifestações em mais de 100 países.

Greve de 15 de março de 2019[editar | editar código-fonte]

A 15 de março de 2019, as greves escolares, exigindo que os adultos assumissem a responsabilidade e interrompessem as mudanças climáticas, decorreram em mais de 2000 cidades por todo o mundo. Com exceção da Antártica, que não tem escolas[22], um número estimado de 1,4 milhão de alunos de todo o mundo participaram nos eventos programados[23][24][25]. Na Antártida, pelo menos sete cientistas realizaram uma manifestação de apoio na Estação Neumayer III do Instituto Alfred Wegener[26].

No dia 1 de março de 2019, 150 estudantes do grupo de coordenação global da greve climática de 15 de março, incluindo Greta Thunberg, publicaram uma carta aberta no The Guardian, dizendo[27]:

“Nós, os jovens, estamos profundamente preocupados com o nosso futuro. […] Nós somos o futuro sem voz da humanidade. Nós não aceitaremos mais essa injustiça. […] Finalmente, precisamos de tratar a crise climática como uma crise. É a maior ameaça da história da humanidade e não aceitaremos a inação dos tomadores de decisão do mundo, que ameaça toda a nossa civilização. […] A mudança climática já está a acontecer. As pessoas morreram, estão a morrer e vão morrer por causa disso, mas podemos e vamos parar com essa loucura. […] Unidos vamos subir até vermos a justiça climática. Exigimos que os tomadores de decisão do mundo assumam responsabilidade e resolvam essa crise. Falharam no passado. Se continuarem a ignorar o nosso futuro, nós, os jovens, faremos a mudança acontecer por nós mesmos. A juventude deste mundo começou a mover-se e não vamos descansar novamente."

Nos dias antecedendo a greve, o site FridaysForFuture.org listou 1659 eventos planejados em 106 países[28][29]

Na manhã de 15 de março, num editorial do jornal The Guardian, intitulado "Pensamos que deveríamos estar na escola? A greve climática de hoje é a maior lição de todas", grevistas escolares pelo clima e Greta Thunberg, reiteraram suas razões para a greve [30].

Na Escócia, as câmaras municipais de Glasgow, Edimburgo, Highland e Fife deram permissão para os estudantes participarem da greve[31]. Na Finlândia, cartas de consentimento dos pais foram enviadas às escolas[32].

Mais de um milhão de pessoas manifestaram em cerca de 2.200 locais em todo o mundo[24][33]. Segundo os organizadores, as manifestações decorreram em cerca de 125 países[24]. Na Alemanha, mais de 300.000 alunos manifestaram em cerca de 230 cidades, com, em Berlim, mais de 25.000 participantes[34][35]. Na Itália, mais de 200.000 estudantes manifestaram, só em Milão foram 100.000 participantes, de acordo com os organizadores. Em Montreal, mais de 150.000 participaram, Estocolmo 15.000 a 20.000, Melbourne 30.000, Bruxelas 30.000 e Munique 8.000. Também houve manifestações em Paris, Londres, Washington, Reykjavík, Oslo, Helsinque, Copenhague e Tóquio.[24]


No Brasil, o movimento contou com participações em Recife [36], Brasília [37], Belo Horizonte e Rio de Janeiro [38]. Em Brasília, os manifestantes reuniram-se em frente a Praça dos Três Poderes e exibiam cartazes que faziam referência ao feminismo e invocavam palavras contra a colonização, e contra a emissão de gases do Efeito estufa. [37].

Greve de 24 de Maio de 2019[editar | editar código-fonte]

Em 24 de maio de 2019 houveram manifestações em 1.664 cidades em pelo menos 125 países.[39]

Greve de 27 de setembro de 2019[editar | editar código-fonte]

Para o dia 27 de setembro de 2019 foi planejada uma greve geral em todo o mundo (Earth Strike).[40][41]

Artigo principal: Greve climática de setembro de 2019.

Greve de 29 de Novembro de 2019 e Receção à Greta Thunberg em Lisboa[editar | editar código-fonte]

No dia 29 de Novembro de 2019 houveram greves climáticas estudantis por todo o mundo. [42] Em Portugal, a Greve Climática Estudantil foi organizada pelo Fridays For Future Portugal, Greve Climática Estudantil Porto, Greve Climática Estudantil, Parents For Future Portugal, #AlgarveFazPeloClima. [43] Os protestos em Portugal fizeram reinvidicações contra, dentre outros, a construção do Aeroporto de Montijo e as dragagens no Rio Sado. Em entrevista para o jornal português Público, Alice Gato, uma das organizadoras da manifestação, afirmou que a luta promovida pelo protesto é a "mais nobre das causas". [44].


Os protestos de 29 de Novembro aconteceram em cerca de mais 2300 cidades em 153 países no mundo, e foi marcado alguns dias antes da chegada da ativista Greta Thunberg em Lisboa [44][45]. Como em outras greves, um dos principais gritos de ordem foi "There's no Planet B" [46] e as referências à Amazônia foram muitas em meio aos cartazes do protesto [47].

No dia 03 de Dezembro de 2019, Greta Thunberg chegou em Lisboa, depois de atravessar o Atlântico Norte em um Catamarã vindo dos Estados Unidos[48]. A ativista sueca foi recebida no Porto de Santo Amaro por centenas de ativistas e jornalistas. Greta foi recebida por Fernando Medina, presidente da câmara de Lisboa, José Maria Cardoso, deputado do Bloco de Esquerda e lider da comissão parlamentar do Ambiente e Matilde Alvim, uma das líderes da Greve Climática Portugal [49]. Após as boas vindas, Fernando Medina inciou a lista de discursos agradecendo a vinda da ativista Sueca, a seguir, Matilde Alvim declarou que "nossa casa está a arder", uma célebre frase do movimento. A ativista portuguesa ainda exigiu neutralidade carbônica até 2030 e gritou palavras de ordem contra a construção do Aeroporto de Montijo[49][50]. Em seguida, Abel Rodrigues, estudante brasileiro e ativista amazónico, alertou para a desflorestação da Amazónia e acusou estar a acontecer um Ecocídio e um Genocídio dos povos indígenas na Amazónia, terminou seu discurso declarando que "o mundo precisa saber que a Amazónia está sendo assassinada" [49][50][51][52][53].

O Grupo Alvito também fez referências à Amazónia, uma das integrantes, Silvana Ferreira, disse ao jornal brasileiro Sputnik Brasil: "pedimos um posicionamento claro do governo português em relação a essa questão. A gente precisa muito da pressão externa, que eles fiquem de olho no que está acontecendo lá", enquanto pediam assinaturas online para serem entregues à Assembleia da República de Portugal [51].

Protesto de 12 de Janeiro de 2020 na Cerimónia "Lisboa Capital Verde da Europa"[editar | editar código-fonte]

No dia 12 de Janeiro de 2020, ativistas da Greve Climática Estudantil em Portugal protestaram na cerimónia "Lisboa Capital Verde da Europa", que contava com a presença do Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, do Primeiro-Ministro de Portugal, António Costa e do Presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina. O protesto, silencioso, começou quando o Secretário-Geral respondeu a perguntas sobre o desempenho da COP25. Os manifestantes levantaram cartazes, com dizeres como “Expansão da Portela não é verde”, “Porto para cruzeiros não é verde”, “Gás natural nos autocarros não é verde”, “Rio Tejo poluído não é verde” e “Dizer ‘verde’ não é verde” [54].



Scientists for Future[editar | editar código-fonte]

O movimento Fridays-for-Future também é apoiado por mais de 23.000 cientistas da Suíça, Áustria e Alemanha, que tomaram a iniciativa de apoiar as manifestações com uma declaração sob o título "As preocupações em manifestar dos jovens são justificadas"[55]. Os cientistas, que se uniram sob o nome de Scientists for Future (S4F), disseram que as preocupações são justificadas e bem fundamentadas. Do ponto de vista científico, as medidas atuais sobre clima, proteção de espécies, florestas, marinhos e solo estão longe de ser suficientes. Entre os signatários estão vários diretores de vários institutos de pesquisa[56][57][58].

Iniciativas similares existem nos cientistas holandeses e belgas[59]. O professor de sistemas de energia regenerativa do Berlim Volker Quaschning disse: "Nós somos os profissionais e dizemos: A geração jovem está certa"[60][61], o pesquisador do clima Reto Knutti (Zurique) escreve: "O compromisso dos jovens convoca-nos a agir. Como indivíduo privado e como cientista, acredito que se deve levar a sério a luta contra as alterações climáticas[62]. "

O físico e Manager Peter Grassmann escreveu o comentário sobre seu livro "Domar a economia! Sem interferência burguesa, não vamos parar a ganância" (Zähmt die Wirtschaft! Ohne bürgerliche Einmischung werden wir die Gier nicht stoppen) publicado em março de 2019 com: "Esses jovens manifestantes climáticos são tudo o que temos" [63].

Reações[editar | editar código-fonte]

No dia 21 de fevereiro de 2019, o presidente da Comissão Européia, Jean-Claude Juncker, declarou sua intenção de gastar centenas de bilhões de euros na mitigação da mudança climática, totalizando um quarto do orçamento da UE. Anunciou isso num discurso ao lado de Greta Thunberg, e a comunicação social associou o movimento de greve estudantil como a causa do anúncio[64].

A 14 de março de 2019, o Clube de Roma emitiu uma declaração oficial em apoio a Greta Thunberg e às greves, exortando os governos de todo o mundo a responder a essa chamada de atenção e a reduzir as emissões globais de carbono [65].

A 15 de março de 2019, o Secretário Geral da ONU, António Guterres, abraçou os grevistas, admitindo que "a minha geração não respondeu adequadamente ao dramático desafio das alterações climáticas. Isto é profundamente sentido pelos jovens. Não é de admirar que estejam zangados". Guterres já convidou líderes mundiais para uma cúpula da ONU em setembro de 2019 para se comprometer mais fortemente com as políticas estabelecidas no Acordo de Paris[66].

Por países (Incompleto)[editar | editar código-fonte]

Lista de Greves de estudantes escolares pelo clima
País Cidade Data Participantes Comentário
Suécia Estocolmo 20.8.2018 Desconhecido Diariamente até 9 de setembro 2018. então às sextas, iniciada por Greta Thunberg
Holanda Den Haag 4.9.2018 Desconhecido Diariamente até 21.09.2018, à frente da Segunda Câmara (Países Baixos)
Austrália Canberra 28.11.2018 Centenas[67][68] O Senado da Austrália aprovou um pedido para o apoio da ação estudantil[67]
Austrália 30 locais 30.11.2018 15.000[7][68] nomeada „Strike for Climate Action“[69]
Inglaterra Londres 7.12.2018 Desconhecido[70]
Canadá Vancouver 7.12.2018 Desconhecido[8]
Alemanha Berlin, Göttingen, Hamburg, Kiel, Colônia 14.12.2018 Desconhecido[9][71] Nomeada: "Fridays for Future: Greve pelo clima"
Suíça Zurique 14.12.2018 500[72]
Suíça Basel, Bern, St.Gallen, Zurique 21.12.2018 4.000[11][72] Nomeada: „Klimastreik“ em alemao e „grève du climat“ em francês
Inglaterra Corsham 21.12.2018 4[73]
Bélgica Cidade de Bruxelas 10.01.2019 3.000[74] O movimento Belga „Youth for Climate“ organiza greves às quinta-feiras
Finlândia Helsinquia 11.01.2019 Centenas[75] Nomeada „Ilmastolakko / Klimatstrejk“
Canadá Waterloo (Ontário) 11.01.2019 30[76]
Escócia Fort William ( Highland ) 11.01.2019 1[77]
Bélgica Cidade de Bruxelas 17.01.2019 12.500[78][79][80] No mesmo dia, em Antuérpia[79], 250 participantes
Suíça 15 locais 18.01.2019 22.000[14][15][81][82] Jacques Dubochet, um dos premiados com o Nobel de Química em 2017, participou da demonstração em Lausana[15] e o parlamento do Cantao de Vaud deu ao movimento total apoio.
Alemanha 50 locais 18.01.2019 25.000[16]
Bélgica Cidade de Bruxelas 24.01.2019 35.000[83][84] Os ativistas se reúnem ao redor do Espace Léopold (Parlamento Europeu)[84]
Suíça Davos 25.01.2019 30[85][86] Com Greta Thunberg, a qual foi convidada para o Fórum Econômico Mundial[85][86]
Alemanha Berlin 25.01.2019 5.000[87][88]
Bélgica Lüttich, Cidade de Bruxelas, Lovaina, Charleroi, Chimay e Tournai 31.01.2019 33.000[89] A cidade Lüttich apoiou e aceitou a ausência de estudantes neste dia[89]
Suíça 13 locais 02.02.2019 40.000[90][91] Demonstraçoes no sábado, organizadas pelo movimento de greves pelo clima
Holanda Den Haag, Groninga 07.02.2019 10.000[92][93]
Bélgica Lovaina, Cidade de Bruxelas, Arlon, Antuérpia, Courtrai, Hasselt, Herve, Mons, Liège 07.02.2019 20.000[94]
Itália Bolzano 15.02.2019 4000[95]
Holanda Amsterdao 14.03.2019 6.000[96][97]
15.03.2019 Protesto global 15.03.2019 Protesto global Protesto global
Alemanha 230 cidades em todo o território nacional 15.03.2019 300.000 Primeiro dia de protesto global[98]
Africa do Sul Cidade do Cabo 15.03.2019 2.000[99]
Antardida Neumayer-Station III 15.03.2019 1 Alfred-Wegener-Institut
Argentina Buenos Aires 15.03.2019 Centenas[100]
Austrália Em todo o território nacional 15.03.2019 150.000 Estimativa de 20.000 alunos em Sydney[101]
Áustria Innsbruck 15.03.2019 4.000[102]
Áustria Linz 15.03.2019 3.000[102]
Áustria Viena 15.03.2019 10.500[102]
Bélgica Cidade de Bruxelas e em todo o território nacional 15.03.2019 50.000[103] Estimativa de 30.000 alunos na cidade de Bruxelas
Canadá Montreal, Kelowna, Quebec City, Vancouver, Toronto e em outras cidades 15.03.2019 150.000 Milhares de estudantes saíram da escola para protestar contra a inação de seu governo contra as mudanças climáticas. Estimados 150.000 alunos somente em Montreal[104]
Chile Santiago 15.03.2019 Mais de 2.000 http://www.t13.cl/noticia/nacional/video-mas-2-mil-estudiantes-marcha-cambio-climatico-calles-santiago/
China Hong Kong 15.03.2019 Cerca de 1.000 Estudantes marcharam para os escritórios do governo central [105]
Chipre Nicósia 15.03.2019 Centenas[106]
Colômbia Bogota 15.03.2019 2.500[107]
Coréia do Sul Seul 15.03.2019 Mais de 100[108][109]
Croácia Zagreb 15.03.2019 1.000[110]
Croácia Split 15.03.2019 1.000[110]
Croácia Pula 15.03.2019 Desconhecido Marcha da escola para o anfiteatro[111]
Dinamarca Aarhus 15.03.2019 60[112]
Dinamarca Copenhague 15.03.2019 Milhares[113]
Eslováquia Bratislava 15.03.2019 1.000[114]
Eslovênia Ljubljana e em mais 6 locais 15.03.2019 11.000 9.000 em Ljubljana[115][116]
Estónia Tartu 15.03.2019 200[117]
EUA Madison (Wisconsin) 15.03.2019 1.000[118]
EUA Washington, D.C., Portland, Oregon, Albany, New York, Cleveland, Ohio, e muitos outros locais 15.03.2019 Milhares Milhares de estudantes marcharam pelas ruas de Portland[119].
Finlândia Helsínquia 15.03.2019 3.000[120]
França Em todo o território nacional 15.03.2019 168.000 Estimado entre 29.000 e 40000 estudantes em Paris (Estimativa da polícia: 29.000 vs. estimativa dos organizadores: 40000.)[121]
Grécia Principalmente em Atenas e Salónica 15.03.2019 Pelo menos 500[122]
Holanda Amsterdao 15.03.2019 5.000-6.000[123][124]
India Hyderabad (Telangana), Delhi, Gurgaon 15.03.2019 Mais de 300 Greve no Parque Nacional Kasu Brahmananda Reddy[125], 500 em Deli and 400 em Gurgaon[126][127]
Irlanda Em todo o território nacional, 37 locais 15.03.2019 16.000 Estimativa de 11000 em Dublin e 5000 em Cork.[128][129][130]
Islandia Reykjavik 15.03.2019
Itália Em todo o território nacional, 235 locais. 15.03.2019 mais de 200.000 Estimativa 100.000 estudantes em Milão[131], 50000 em Nápoles[131], 30000 em Roma[131], 20000 em Turim[131], 10000 em Florença e Gênova[131], 3000 em Bérgamo e Bolonha[131], em centenas outras cidades[131]
Japão Tokio 15.03.2019 100[132]
Letonia Riga 15.03.2019 Centenas[133][134][135]
Luxemburgo Luxemburgo (cidade) 15.03.2019 15.000[136][137]
Macedônia do Norte Escópia 15.03.2019 30-40
Malta Floriana, Valeta 15.03.2019 Centenas[138][139]
Marrocos Rabat 15.03.2019 Cerca de 50
México Cidade do México 15.03.2019 800[140]
Nova Zelândia Auckland, Wellington, Christchurch, Dunedin, e outras cidades.[141] 15.03.2019 Milhares, incluindo 2.000 no Parlamento da Nova Zelândia[142] O comício em Christchurch, na Praça da Catedral, terminou cedo devido aos tiroteios na mesquita de Christchurch nas proximidades.[143][144]
Polônia Varsóvia 15.03.2019 75.000 Mais de 25.000 participantes em Varsóvia, em frente ao Ministério da Energia e cerca de 50.000 em mais de 30 cidades da Polônia. Organizado por Młodzieżowy Strajk Klimatyczny
Portugal Lisboa 15.03.2019 Milhares[145] Estimativa de 10.000 em Lisboa.
Reino unido Leicester 15.03.2019 Desconhecido[146]
Reino unido Londres, Bristol, Brighton e outras cidades 15.03.2019 Mais de 10.000 Estimativa de 10.000 em Londres e milhares mais em outras cidades[147]
República Checa Praga, Bruno, Liberec 15.03.2019 Mais de 1.000[148] Primeira greve climática na República Checa[149]
Suécia Estocolmo 15.03.2019 7.000[150][151]
Suíça Em todo o território nacional, 20 locais 15.03.2019 65.000 Estima-se em 65.000 participantes na Suíça (estimativa do Organizador)[152]
Tailândia Banguecoque 15.03.2019 20 Liderada por Lily de 11 anos[153]
Tunísia Tunes 15.03.2019 Centenas Eventos nas escolas secundárias e na Avenida Habib Bourguiba. Muitas ações de limpeza da cidade foram realizadas pelos estudantes.
Turquia Bebek 15.03.2019 Desconhecido http://bianet.org/bianet/ekoloji/206477-bebek-parkinda-okul-grevi-yapan-ogrenciler-baska-gezegenimiz-yok
Ucrânia Em todo o território nacional 15.03.2019 [154][155][156]
Uruguai Montevídeu 15.03.2019 Centenas No Palácio Legislativo[157]
França Paris 16.03.2019 Mais de 100.000[127] 350.000[127] "Saturdays for Future", marcha do século[127][158]
Bélgica Liège, Wavre, Saint-Georges-sur-Meuse, Cidade de Bruxelas e Antuerpia 21.03.2019 3.400 1000 em Liège[159], 1000 em Wavre[160], 700 em Saint-Georges-sur-Meuse[161], 500 em Bruxelas[160][162] e 200 em Antuérpia[160][162].
Noruega Oslo, Trondheim e mais de 50 outras cidades 22.03.2019 40.000[163] Incluindo 15,000 fora do parlamento em Oslo.[164][165]
Bélgica Cidade de Bruxelas 24.03.2019 400 Organizado pelo Greenpeace Bélgica, pela Klimaatcoalitie e pelo movimento Youth for Climate, que também organiza as greves climáticas na Bélgica[166][167][168].
Greve Mundial Protesto Global 24.05.2019 Protesto Global Protesto Global
Alemanha Em todo o território nacional 24.05.2019 Cerca de 320.000 Estimativa de 20.000 estudantes em Hamburgo.[169]
Áustria Em todo o território nacional 24.05.2019 Milhares Estimativa de 1.500 estudantes em Viena.[170]
Austrália Sydney e Melbourne 24.05.2019 Milhares Estimativa de 1.000 estudantes numa "simulação de morte" em Melbourne. Greves em Sydney.[171]
Bélgica Cidade de Bruxelas 24.05.2019 7.500 Cerca de 7.500 estudantes em Bruxelas e (supostamente) última greve na Bélgica.[172]
França Em todo o território nacional 24.05.2019 21.400+ Estimativa de 15.000 estudantes em Paris.[173]
Grécia Em todo o território nacional 24.05.2019 2.000+ Principal manifestação em Atenas.[174]
Portugal Em todo o território nacional (51 cidades) 24.05.2019 Milhares Estimativa de 10.000 estudantes em Lisboa.[175]
Suécia Estocolmo 24.05.2019 Milhares Estimativa de 6.000 em Estocolmo.[176]
Greve Mundial Greve Mundial 27.09

de 2019

Ler Artigo principal: Greve climática de setembro de 2019 Greve Mundial planeada[40] Artigo principal: Greve climática de setembro de 2019.

Marketing[editar | editar código-fonte]

O nome Fridays for Future não é protegido por lei. Por exemplo, a Amazon vende camisetas com as palavras "Fridays-for-Future" cujo lucro vai para as respectivas empresas.[177]

Notas[editar | editar código-fonte]

Este artigo é baseado em traduções, em grande parte, das Wikipédias EN e DE, porém contêm, também, algumas outras Wikipédias. No entanto, tem sido adaptado e enriquecido em Português.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b https://fridaysforfuture.de/about/
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