Fundação Estudar

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Fundação Estudar é uma organização sem fins lucrativos brasileira de incentivo à educação,[1] criada em 1991[2] pelo empresário Jorge Paulo Lemann que custeia bolsas de estudo para graduação e pós-graduação e oferece treinamentos.[3]

De acordo com a instituição, o programa por meio do Programa de Bolsas, seleciona os jovens mais promissores do Brasil, apoia seu estudo nas melhores universidades do Brasil e do mundo, cria oportunidades para seu desenvolvimento de carreira e os estimulamos a realizar transformações em rede.[4]

Países[editar | editar código-fonte]

Os países com cursos e universidades apoiadas são Alemanha, Coreia do Sul, França, Israel, Rússia, Austrália, Dinamarca, Holanda, Japão, Singapura, Bélgica, Espanha, Hong Kong, Noruega, Suécia, Canadá, Estados Unidos, Índia, Nova Zelândia, Suíça, China, Finlândia, Irlanda, Reino Unido e Taiwan.[2]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Financiamento de movimento político-social[editar | editar código-fonte]

Em 2015, de acordo com a rede venezuelana TeleSUR, investigaram o Movimento Vem Pra Rua, e em março do mesmo ano revelaram que a Fundação Estudar financiou e deu apoio operacional ao movimento.[5]

A equipe da BBC Brasil teve acesso ao registro do site vemprarua.org.br, URL oficial usada pelo movimento nas eleições, e revelou que o domínio foi comprado pela Fundação Estudar. Ao final de 2014, o site foi excluído e o Vem Pra Rua mudou de endereço online. Em nota, a Fundação Estudar se disse "apartidária" e atribuiu o caso a uma "iniciativa isolada" de um ex-funcionário.[6]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Fundação Estudar abre inscrições para programa de bolsas». VEJA. 10 de dezembro de 2014. Consultado em 18 de junho de 2016 
  2. a b «Fundação Estudar». Minha pos. Consultado em 18 de junho de 2016 
  3. Guilherme Feliti (10 de janeiro de 2015). «Como Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil, pretende mudar a educação no país». Epoca Negocios. Consultado em 18 de junho de 2016 
  4. «Fundação Estudar». Fundação Estudar. Consultado em 18 de junho de 2016 
  5. Fuchs, Gustavo (13 de março de 2015). «Are the Koch Brothers Behind Brazil's Anti-Dilma March?». TeleSUR. Consultado em 15 de Junho 2015.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  6. Ricardo Senra (13 de março de 2015). «#SalaSocial: Financiamento, remuneração e imagem: a estrutura dos grupos anti-Dilma». BBC. Consultado em 17 de junho de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]