Furacão Hanna (2008)

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Furacão Hanna
Categoria 1 (EFSS)
Hanna sobre o sudeste das Bahamas perto de seu pico de intensidade
Formação 28 de Agosto de 2008
Dissipação 7 de Setembro de 2008
Vento mais forte (1 min) 75 nós (139 km/h, 86 mph)
Pressão mais baixa 977 hPa (mbar) ou 733 mmHg
Danos 160 milhões de dólares (valores em 2008)
Fatalidades 532 diretas, 5 indiretas
Áreas afetadas República Dominicana, Haiti, Turks e Caicos, Bahamas, costa leste dos Estados Unidos e províncias do Atlântico do Canadá
Parte da
Temporada de furacões no Atlântico de 2008

O furacão Hanna foi o oitavo ciclone tropical dotado de nome e o quarto furacão da temporada de furacões no Atlântico de 2008. Hanna formou-se a leste-nordeste das ilhas de Sotavento das Pequenas Antilhas em 28 de agosto. O sistema seguiu para oeste-noroeste e, em 1º de setembro, começou a seguir erraticamente sobre as ilhas Turks e Caicos, onde atingiu seu pico de intensidade, com ventos máximos sustentados de 130 km/h. A partir de 3 de setembro, Hanna começou a seguir para norte e para noroeste, seguindo paralelamente as Bahamas. Em 6 de setembro, Hanna, já como uma enfraquecida tempestade tropical, atingiu a costa leste dos Estados Unidos, perto da divisa dos estados da Carolina do Sul e da Carolina do Norte. A partir de então, Hanna começou a seguir para norte-nordeste e, no dia seguinte, começou a perder as suas características tropicais, se tornando um ciclone extratropical sobre a região da Nova Inglaterra. Devido às intensas chuvas causadas pelo furacão, severas enchentes foram relatadas no Haiti, que causaram a morte de 537 pessoas. Com isso, Hanna é o furacão mais mortífero desde o furacão Stan, em temporada de furacões no Atlântico de 2005.[1] Nos Estados Unidos, Hanna causou 160 milhões de dólares (valores em 2008) em prejuízos. No entanto, os danos provocados pelo sistema tropical no Haiti ainda são desconhecidos.

História meteorológica[editar | editar código-fonte]

O caminho de Hanna

Uma onda tropical deixou a costa ocidental da África em 19 de agosto e seguiu para oeste sobre o Atlântico norte tropical. Áreas de temporais e trovoadas começaram a se formar gradualmente em associação à onda e, em 26 de agosto, a onda tropical formou uma área de baixa pressão a cerca de 880 km a leste-nordeste das ilhas de Sotavento das Pequenas Antilhas.[2] A área de baixa pressão começou a mostrar sinais de organização e o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC) classificou o sistema para a sétima depressão tropical da temporada às 00:00 (UTC) de 28 de agosto; naquele momento, o centro ciclônico de baixos níveis da depressão localizava-se a cerca de 510 km a leste-nordeste das ilhas de Sotavento das Pequenas Antilhas.[3]

A depressão continuou a se intensificar e se tornou a tempestade tropical Hanna apenas 12 horas depois da formação da depressão. No entanto, a aparência da tempestade tropical em imagens de satélite começou a se degradar mais tarde naquele dia; as principais áreas de convecção profunda estavam localizadas a oeste do centro ciclônico de baixos níveis, indicando a presença de cisalhamento do vento moderado.[4] O aumento do cisalhamento do vento foi provocado pela passagem de uma área de baixa pressão de altos níveis localizada a noroeste de Hanna. Mesmo com a presença de cisalhamento moderado do vento, Hanna continuou a se intensificar lentamente assim que seguia para oeste-noroeste, sob a influência de uma alta subtropical ao seu norte.[5] Em 30 de agosto, a aparência de Hanna em imagens de satélite estava bastante degradada, assemelhando-se à aparência de um ciclone subtropical, assim que a área de baixa pressão de altos níveis realizou a sua aproximação máxima da tempestade tropical.[6] A área de alta pressão seguiu para o sul e se dissipou, diminuindo o cisalhamento do vento associado e favorecendo as condições meteorológicas para a intensificação de Hanna. Com isso, novas áreas de convecção profunda começaram a se formar em associação à tempestade a partir da madrugada de 1 de setembro. Durante aquele dia, Hanna sofreu um período de rápida intensificação.[7] [8] Com o afastamento do furacão Gustav, que seguia sobre os Estados Unidos naquele momento, a alta subtropical se fortaleceu, forçando Hanna a se deslocar mais lentamente e a seguir para sul-sudoeste e para sul. Durante o começo da noite de 1 de setembro, um avião caçador de furacões sobrevoou Hanna e constatou que a tempestade tropical tinha se tornado um furacão de categoria 1 na escala de furacões de Saffir-Simpson a apenas alguns quilômetros ao norte de Caicos, Turks e Caicos.[9] Mais tarde naquele dia, o avião caçador de furacões verificou que a pressão central mínima tinha caído para 978,9 mbar, e observações meteorológicas de superfície feitas em Pine Cay, em Caicos, indicaram que os ventos máximos sustentados tinham aumentado para 140 km/h enquanto o furacão seguia sobre a ilha de Providenciales, Turks e Caicos. Imagens de satélite no canal infravermelho mostraram que Hanna tinha um olho, ainda que obscurecido por nuvens cirrus.

No entanto, logo depois, Hanna começou a se enfraquecer rapidamente assim que o cisalhamento do vento em associação à alta subtropical, que se fortalecia ao seu norte, aumentou. Com isso, Hanna enfraqueceu-se para uma tempestade tropical por volta das 12:00 (UTC) de 2 de setembro.[10] Durante à rápida tendência de enfraquecimento de Hanna, o sistema tropical começou a seguir para oeste-sudoeste e para sudoeste, passando muito perto de Grande Inagua, no sudeste das Bahamas. Seguindo para sudoeste, o centro de Hanna passou a apenas 55 km/h da costa do Haiti durante a madrugada de 3 de setembro. Mais tarde naquele dia, Hanna começou a interagir com outra área de baixa pressão de altos níveis, localizada sobre as Bahamas, e novamente começou a se degradar quanto à sua aparência em imagens de satélite, assemelhando-se novamente com um ciclone subtropical.[2] A partir de então, Hanna começou a seguir para norte e começou a se intensificar gradualmente e seguiu sobre Middle Caicos, Turks e Caicos, por volta das 18:00 (UTC) daquele dia.[2] Continuando a seguir para norte, a trajetória de Hanna executou um loop ciclônico e, a partir de então, começou a seguir para noroeste assim que Hanna começou a se interagir com a periferia da alta subtropical sobre o Atlântico.[2] Em 4 de setembro, a intensidade de Hanna se estabilizou em 100/110 km/h e seguiu paralelamente e a leste das regiões central e noroeste das Bahamas. Assim que Hanna alcançou o extremo oeste da alta subtropical e se separou da área de baixa pressão de altos níveis, começou a seguir novamente para norte, passando a cerca de 275 km/h da costa da Flórida, Estados Unidos.[2] Continuando a seguir para norte, Hanna fez landfall na costa leste dos Estados Unidos, perto da divisa dos estados da Carolina do Norte e da Carolina do Sul, com ventos de até 110 km/h, por volta das 07:20 (UTC) de 6 de setembro.[11] Sobre terra, Hanna começou a se enfraquecer enquanto cruzava a região de Mid-Atlantic, nos Estados Unidos. Hanna começou a seguir para nordeste e seu centro passou próximo a cidade de Nova Iorque pouco depois da meia-noite de 7 de setembro.

Pouco depois, Hanna começou a sofrer transição extratropical assim que seguia velozmente sobre a região da Nova Inglaterra, ainda nos Estados Unidos. O sistema extratropical remanescente de Hanna continuou a seguir para leste-nordeste assim que se fundiu com uma frente fria, e seguiu em direção às províncias atlânticas do Canadá. O centro do ciclone passou sobre Nova Escócia, Canadá, ainda naquela tarde, antes de seguir para leste-nordeste e passar sobre o sul da ilha de Terra Nova. Logo após, o ciclone extratropical remanescente de Hanna ficou menos definido logo a leste-sudeste de St. John's, Terra Nova e Labrador, assim que se fundiu com um segundo sistema frontal. Um outro ciclone extratropical que tinha se formado naquela região absorveu o sistema remanescente de Hanna[2] e se tornou um forte sistema extratropical sobre o Atlântico norte.[12]

Preparativos[editar | editar código-fonte]

Caribe[editar | editar código-fonte]

Em 30 de agosto, o governo das Bahamas emitiu um alerta de tempestade tropical para Turks e Caicos e para o sudeste das Bahamas.[2] Durante a tarde de 31 de agosto, o alerta foi aumentado para um aviso de tempestade tropical para Turks e Caicos.[2] O governo local ordenou a limpeza de ruas para evitar o possível arremesso de detritos pelos ventos fortes. Também fechou o fechamento de escolas e de aeroportos. O transporte naval entre as ilhas do arquipélago também foi suspenso enquanto perdurava a ameaça de Hanna à navegação. Nos dias seguintes, os alertas e avisos de tempestade tropical e de furacão foram se alternando nas regiões sudeste, central e noroeste das Bahamas; finalmente, em 4 de setembro, todos os alertas e avisos sobre Hanna nas Bahamas foram descontinuados. No mesmo dia, também foram descontinuados os avisos e alertas para Turks e Caicos. Com a aproximação de Hanna da costa norte da ilha de São Domingos, os governos do Haiti e da República Dominicana também começaram a emitir avisos e alertas sobre Hanna em 2 de setembro, que foram descontinuados dois dias mais tarde.[2]

Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

Alertas de tempestade tropical começaram a ser emitidos para a costa leste dos Estados Unidos em 4 de setembro. A partir de então, vários alertas e avisos de tempestade tropical e de furacão foram emitidos, modificados e descontinuados, afetando as costas da Geórgia até a costa de Rhode Island. O último aviso de tempestade tropical foi descontinuado em 7 de setembro na porção sul da costa de Rhode Island.[2]

A NASA anunciou que o deslocamento do ônibus espacial Atlantis, que iria na missão STS-125, para o Centro Espacial John F. Kennedy, poderia ser adiado em um dia devido à ameaça de Hanna.[13] A Amtrak também cancelou algumas rotas de trem no sudeste dos Estados Unidos.[14]

Na Carolina do Norte e na Virgínia, várias universidades, entre elas a Universidade da Carolina do Norte em Wilmington, em Wilmington, Carolina do Norte, a Christopher Newport University em Newport, Virgínia, o The College of William & Mary, em Williamsburg, Virgínia, o Old Dominion University, em Norfolk, a Universidade Estadual de Norfolk, também em Norfolk, o Virginia Wesleyan College e a Regent University, ambos em Virginia Beach, fecharam em 5 de setembro, voltando a ter aulas normais em 8 de setembro.[15] [16] [17] [18]

Ainda em 5 de setembro, a NASCAR anunciou que poderiam adiar a Nationwide Series de Emerson Radio 250 (programada para acontecer durante aquela noite), além da Sprint Cup Series de Chevy Rock and Roll 400 para 7 de setembro, já depois da passagem de Hanna pela Virgínia. Ambas as corridas aconteceram Richmond International Raceway, no condado de Henrico. Com o atraso da chegada de Hanna em 6 de setembro, o US Open de tênis começou normalmente, mas foi suspenso assim que os ventos e as chuvas fortes associadas à Hanna chegaram. Perto dali, no estádio de Shea, o jogo de beisebol entre o New York Mets e o Philadelphia Phillies foi adiado para 7 de setembro com a chegada da tempestade. Em 5 de setembro, as associações rurais de água ao longo da costa leste e também dos estados vizinhos disseram que iriam se preparar para responder com prontidão às possíveis emergências.[19] As associações ativaram as suas redes mútuas de ajuda, preparando-se para a chegada de Hanna e o furacão Ike, as associações ainda estavam provendo ajuda em áreas atingidas pelo furacão Gustav. Ainda naquele dia, a Organização de Medidas de Emergência da província canadense de Nova Brunswick declarou um aviso de "chuvas significativas" e de "enchentes localizadas" em 7 e 8 de setembro.[20]

Em Long Island, as empresas de energia elétrica estavam se preparando para a chegada de um furacão mínimo; as empresas queriam testar a plena capacidade de sua infraestrutura resistir a uma forte tempestade. No condado de Nassau, telefonemas foram feitos para tentar recrutar voluntários para o corpo de bombeiros no caso de impactos que poderiam ser causados pela passagem de Hanna na região. No entanto, uma falha causada pelo congestionamento telefônico deixou a tentativa de recrutamento de voluntários praticamente impossível de ser realizada. Cerca de 800 trabalhadores ficaram em estado de alerta para efetuar possíveis reparos nas redes de eletricidade e de telefonia.[21]

Impactos[editar | editar código-fonte]

Fatalidades por país
Haiti 529
República Dominicana 1
Estados Unidos 7
Total 537

Turks e Caicos[editar | editar código-fonte]

Em 1 de setembro, foram relatadas chuvas fortes nas Bahamas e em Turks e Caicos devido à passagem de Hanna. No entanto, não foi relatado nenhum grande impacto ou fatalidades nas regiões antes daquele dia.[22] O movimento lento e errático de Hanna trouxe Hanna novamente a Turks e Caicos. Novamente ocorreram chuvas fortes nas ilhas. Foram relatadas enchentes em áreas baixas do arquipélago. O destino popular de Providenciales teve várias construções danificadas pelas enchentes. As comunidades de Kew Town, Five Cays e Blue Hills também foram afetadas pelas enchentes. Uma clínica médica em Grand Turk foi destelhada parcialmente.[23]

Ilha de São Domingos[editar | editar código-fonte]

O Haiti, que já tinha sofrido com as passagens da tempestade tropical Fay e do furacão Gustav, foi duramente atingido por Hanna, que trouxe chuvas torrenciais por vários dias na região. Com isso, ocorreram severas enchentes, deslizamentos de terra e avalanches de lama na região, particularmente na cidade de Gonaïves, que já tinha sofrido danos catastróficos em 2004 durante a passagem do furacão Jeanne. Quase toda a cidade foi inundada com águas que passaram 2 metros de altura; alguns residentes tiveram que ser resgatados do telhado de suas casas.[24] Em Les Cayes, um hospital teve que ser evacuado assim que a enchente começou a invadir o estabelecimento. Pelo menos 5.000 pessoas tiveram que recorrer a abrigos públicos também devido às enchentes.[25] As Nações Unidas ordenou a formação e o deslocamento de equipes de ajuda para as regiões mais castigadas pelas enchentes; as equipes tiveram que usar barcos para efetuar o resgate das vítimas.[26] Em 4 de setembro, o Governo do Haiti disse que o número de mortes causadas por Hanna tinha aumentado para 529, com a maior parte dos mortos vindos da completamente alagada cidade de Gonaïves, onde a destruição foi descrita como "catastrófica".[27] [28] Após a passagem de Hanna pela região, pelo menos 48.000 pessoas, somente de Gonaïves, tiveram que recorrer a abrigos temporários. Algumas pessoas dormiram em seus próprios telhados devido à ameaça de saqueadores. Os desabrigados também estavam necessitados de alimentos e de água. Outros subiram as montanhas para se assegurarem da chegada de outras tempestades.[29] A ajuda internacional demorou a chegar nas regiões mais atingidas devido às péssimas condições de estradas e rodovias danificadas pela tempestade; pontes ao sul e ao norte de Gonaïves foram destruídas.[29]

Depois de quase uma semana após a passagem de Hanna pela ilha de São Domingos, o corpo de um pescador foi encontrado na costa norte da República Dominicana.[30]

Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

Enchentes causadas pelo furacão Hanna no Parque Estadual de Eno River, Carolina do Norte

Enquanto Hanna ainda estava no Atlântico, ao largo das Bahamas, fortes ondas e correntes de retorno começaram a afetar a costa sudeste dos Estados Unidos. Um garoto de 14 anos afogou-se na praia, no Parque Estadual John U. Lloyd Beach, perto de Hollywood, Flórida, devido às correntes de retorno.[31] Foram relatadas outras duas mortes ao largo da costa de Fort Lauderdale, também na Flórida, devido às fortes ondas.[13] Devido à ameaça que Hanna representava aos Estados Unidos, os governos da Flórida,[26] da Virgínia, da Carolina do Norte,[32] e de Maryland[33] declaram estado de emergência no seus estados. Washington, D.C., juntamente com outros condados e estados americanos, ativou seus centros de operações de emergência como medida precautiva para a chegada de Hanna.[34] [35] [36] Tornados foram formados pela passagem de Hanna pelos Estados Unidos. Greenville, Carolina do Norte, e Allentown, Pensilvânia, relataram tornados.[37] Mesmo seguindo sobre terra, Hanna se enfraqueceu apenas de forma lenta; ainda apresentava rajadas de vento de até 95 km/h quando passava sobre Long Island, Nova Iorque. No entanto, os danos foram mínimos e mais limitados às chuvas fortes. Correntes de retorno também afetaram a costa de Nova Jérsei; um homem de 38 anos se afogou nas praias do estado assim que Hanna começou a produzir correntes de retorno enquanto se aproximava.[38] Em Long Island, 32.000 pessoas ficaram sem o fornecimento de eletricidade durante a passagem de Hanna.[21]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Referências

  1. KMBC-TV Kansas City (2008). "Haiti's Hanna Death Toll Jumps; US On Alert.". KMBC-TV Kansas City (em inglês). Consult. 2008-09-05. 
  2. a b c d e f g h i j Brown, Daniel P. e Kimberlain, Todd (17/12/2008). "Tropical Cyclone Report Hurricane Hanna" (PDF). Centro Nacional de Furacões (em inglês). Consult. 01/01/09. 
  3. Avila (2008). "Tropical Depression Eight Discussion Number 1". Centro Nacional de Furacões (em inglês). Consult. 2008-08-28. 
  4. Rhome (2008). "Tropical Storm Hanna Discussion Number 2". Centro Nacional de Furacões (em inglês). Consult. 2008-08-28. 
  5. Stewart & Beven (2008). "Tropical Storm Hanna Discussion Number 4". Centro Nacional de Furacões (em inglês). Consult. 2008-08-30. 
  6. Avila (2008). "Tropical Storm Hanna Discussion Number 5". Centro Nacional de Furacões (em inglês). Consult. 2008-08-30. 
  7. Stewart (2008). "Tropical Storm Hanna Discussion Number 17". Centro Nacional de Furacões (em inglês). Consult. 2008-09-03. 
  8. Rhome/Avila (2008). "Tropical Storm Hanna Discussion Number 18". Centro Nacional de Furacões (em inglês). Consult. 2008-09-03. 
  9. Rhome/Avila (2008). "Hurricane Hanna Discussion Number 19". Centro Nacional de Furacões (em inglês). Consult. 2008-09-03. 
  10. Rhome/Knabb (2008). "Tropical Storm Hanna Discussion Number 23". Centro Nacional de Furacões (em inglês). Consult. 2008-09-03. 
  11. Knabb. "Tropical Storm Hanna Public Advisory Number 37". Centro Nacional de Furacões (em inglês). 
  12. Ocean Prediction Center. Fourteen Day Unified Surface Analysis Loop. Acessado em 15/09/2008.
  13. a b "Hurricane Hanna Hits Bahamas, Threatens US". WCPO (em inglês). 2008. Consult. 2008-09-02. 
  14. "Region Prepares For Hanna's Rain". NBC4 (WRC-TV) (em inglês). 2008-09-05. Consult. 2008-09-06. 
  15. "News at Old Dominion University". Odu.edu (em inglês). Consult. 2008-09-08. 
  16. "Norfolk State University - NSUalert.com". Nsualert.com (em inglês). Consult. 2008-09-08. 
  17. "Regent University closed for Tropical Storm Hanna". Regent University (em inglês). 2008-09-04. Consult. 2008-09-06. 
  18. "Sep 5, 2008: Saturday Classes Cancelled". Virginia Wesleyan College (em inglês). 2008-09-05. Consult. 2008-09-06. 
  19. "More relief moves into Louisiana as other states brace for more storms". National Rural Water Association (em inglês). 2008. Consult. 2008-09-05. 
  20. "Weather advisory issued (08/09/05)". gnb.ca (em inglês). Consult. 2008-09-05. 
  21. a b http://www.newsday.com/services/newspaper/printedition/monday/longisland/ny-lihann085834125sep08,0,742443.story
  22. "Hurricane Hanna batters Turks and Caicos". Bradenton Herald (em inglês). 2008. Consult. 2008-09-02. 
  23. Trenton Daniel & Francis Robels (2008). "Cuba, Haiti, the Dominican Republic and Turks and Caicos deal with destruction and death from Tropical Storm Hanna and Hurricane Gustav". Miami Herald (em inglês). Consult. 2008-09-04. 
  24. Australian Broadcasting Corporation (2008-09-02). "Tropical storm Hanna kills 10 in Haiti". ReliefWeb (em inglês). Consult. 2008-09-03. 
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  26. a b "Hanna kills 14 in islands, threatens US East Coast". Fort Worth Star-Telegram (em inglês). 2008. Consult. 2008-09-02. 
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  29. a b Charles, Jacqueline (2008). "Horrible scene in Haiti after Hanna". Miami Herald (em inglês). Consult. 2008-09-05. 
  30. Jonathan Katz (2008-09-07). "Ike's floods kill 10 in Haiti". The Detroit News (em inglês). Consult. 2008-09-07. 
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  38. http://abclocal.go.com/wabc/story?section=news/local&id=6376866
Ciclones tropicais da Temporada de furacões no Atlântico de 2008
H
Escala de Furacões de Saffir-Simpson
DT TS TT 1 2 3 4 5