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Futebol do Chile

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Logo da Federação Chilena de Futebol.
Plantel do Chile para a Copa do Mundo de 1962.

O futebol é o esporte mais praticado no Chile, e sua organização é de responsabilidade da Federação Chilena de Futebol, criada em 1895, filiada à FIFA desde 1913 e uma das fundadoras da CONMEBOL em 1916.​ No futebol masculina, a seleção chilena foi criada em 1910 e a primeira divisão em 1933, enquanto no feminino a seleção surgiu em 1991 e a primeira divisão em 2008. O Estádio Nacional Julio Martínez Prádanos, localizado na capital Santiago, é o principal palco do futebol chileno. Já o clássico nacional é protagonizado por Colo-Colo e Universidad de Chile.[1][2][3]

Os dois clubes, juntamente com a Universidad Católica, são considerados "Los tres grandes del fútbol chileno", sendo os maiores campeões nacionais e possuindo as maiores torcidas do país. O maior vencedor do Campeonato Chileno é o Colo-Colo, com 34 títulos, seguido por Universidad de Chile e Universidad Católica, com 18 e 16 conquistas, respectivamente. Cobreloa e Unión Española são frequentemente apontadas como os principais times chilenos, excluindo os três grandes, sendo os quarto e quinto clubes com mais títulos nacionais, além de já terem chegado à final da Copa Libertadores.[4][5][6]

O país possui 10 títulos internacionais oficiais. A seleção principal conquistou o terceiro lugar na Copa do Mundo de 1962 — a "maior conquista do futebol chileno", quando o país sediou o torneio —, e venceu a Copa América em 2015 e 2016; já a seleção sub-23 conquistou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de 2000. A seleção feminina sub-15 ganhou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos da Juventude de 2010, enquanto a seleção masculina sub-20 conquistou a medalha de ouro nos Jogos Sul-Americanos de 2018. Os clubes chilenos conquistaram uma Copa Libertadores (1991), uma Copa Sul-Americana (2011), uma Recopa Sul-Americana (1992), duas Copas Interamericanas (1992 e 1994) e uma Copa Libertadores Feminina (2012).[7][8][9]

Competições nacionais

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Campeonato Chileno

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Coquimbo Unido, campeão chileno de 2025.

O Campeonato Chileno de Futebol foi criado em 1933 por clubes pertencentes à Asociación de Football de Santiago, que organizava futebol amador na cidade desde 1903, sendo o terceiro torneio profissional mais antigo da América Latina. Durante suas primeiras edições, participavam apenas equipes da cidade de Santiago, sendo somente permitido efetivamente clubes de outras cidades a partir de 1944, quando participaram pela primeira vez duas equipes da Região de Valparaíso (Everton e Santiago Wanderers).[10][11]

Ao longo da história, a competição já teve diversos formatos, sendo inclusive já disputada no sistema de Apertura e Clausura, muito presente na América Latina. No entanto, desde 2018, o Campeonato Chileno adota o sistema de pontos corridos, com dois turnos, sagrando-se campeão o time que somar mais pontos. O torneio cede vagas para as competições internacionais Libertadores e Sul-Americana, além de rebaixar clubes para a Primera B (Segunda Divisão).[12][13]

Divisões

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No Chile, há três divisões profissionais organizadas pela Asociación Nacional de Fútbol Profesional (ANFP), que são: Primera División, Primera B e Segunda División; além de três divisões amadoras que são organizadas pela Asociación Nacional de Fútbol Amateur (ANFA). Anteriormente, clubes tradicionais como Universidad de Chile e Universidad Católica caíram para a segunda divisão, sendo o Colo-Colo o único time que nunca foi rebaixado à Primera B.[14][15]

Copas nacionais

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Copa Chile

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Troféu da Copa Chile.

Criada em 1958, a Copa do Chile é o segundo torneio de futebol mais importante do Chile, embora não tenha a mesma regularidade que o campeonato nacional. O torneio esteve paralisado em diversas oportunidades, sendo retomado em 2008 após ser completamente reestruturado passando a contar com a participação de equipes amadoras que disputam divisões inferiores. Ademais, passou a garantir vaga na Copa Sul-Americana.[16][17]

A partir de então, a competição passou a ser mais valorizada e reconhecida, pois também permitia que clubes tradicionais enfrentassem equipes que representam a sua comunidade local, como a Seleção Pascoense que enfrentou o Colo-Colo na Copa Chile de 2009/10, e a Seleção do Arquipélago Juan Fernández que enfrentou o Santiago Wanderers na Copa Chile de 2024.[17][18]

No entanto, desde 2025, a competição restringe-se a clubes da primeira e segunda divisão, o que prejudica as equipes menores. Entre 2015 e 2025, o campeão do torneio tinha uma vaga garantida nas fases preliminares da Copa Libertadores; porém, com a criação da Copa da Liga Chilena em 2026, o campeão da Copa Chile passou a ter que jogar um play-off com o terceiro colocado do Campeonato Chileno, fato que diminuiu o interesse dos clubes na competição.[16][19]

Outras competições

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Também vale mencionar o Campeonato de Apertura, que refere-se às competições oficiais disputadas entre 1933 e 1950, com o objetivo de preparar as equipes para a primeira divisão, servindo de inspiração para a criação da Copa Chile em 1958. Além da Supercopa do Chile, que foi criada em 2013 sendo disputada até 2025 entre os campeões do Campeonato Chileno e da Copa Chile.[20][21]

Em 2026, foi criada oficialmente a Copa da Liga Chilena, com o objetivo de ajudar a sanar uma dívida da federação com a Warner Bros. Discovery, sendo disputada exclusivamente por clubes da primeira divisão.[22][23]

Competições internacionais

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Em 1948, o Colo-Colo, com o apoio da CONMEBOL, organizou o Campeonato Sul-Americano de Campeões, competição que foi reconhecida como a precursora da Copa Libertadores da América. O torneio, que foi realizado em Santiago e teve o Vasco da Gama como campeão, foi o primeiro que reuniu clubes da maioria dos países sul-americanos, servindo como molde para a criação da Copa Libertadores e da Taça dos Clubes Campeões Europeus (atual Liga dos Campeões da UEFA).[24][25]

A equipe da Universidad de Chile visita o Palácio de La Moneda, após conquistar a Copa Sul-Americana de 2011.

Na principal competição do continente, os clubes chilenos já chegaram à final em seis ocasiões; porém, apenas o Colo-Colo conseguiu levantar o troféu após derrotar o Olimpia na final da Copa Libertadores de 1991. Os clubes que chegaram até a final, mas não conquistaram o título, foram: Colo-Colo (1973), Unión Española (1975), Universidad Católica (1993) e Cobreloa (1981 e 1982), que é o único clube fora da Região Metropolitana de Santiago a chegar até a final.[26][27]

Na Copa Sul-Americana, os clubes chilenos já conquistaram um campeonato com a Universidad de Chile (2011), além de um vice-campeonato com o Colo-Colo (2006). Dentre as outras conquistas internacionais de clubes chilenos constam: a Recopa Sul-Americana e a Copa Interamericana conquistadas pelo Colo-Colo em 1992, além da Copa Interamericana vencida pela Universidad Católica em 1994.[28][29][30][31]

Quantidade de participações de cada clube chileno em competições internacionais oficiais.

Clássicos

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Desde as origens do futebol no Chile, existiram inúmeras rivalidades, muitas das quais já extintas, mas novas rivalidades, modernas e impulsionadas pela mídia, também surgiram, moldando a identidade futebolística do país. Os principais clássicos começaram na região central do país, porém, com o passar dos anos, surgiram grandes rivalidades em praticamente todo o território nacional, conforme a lista abaixo:[32][33]

Principais clássicos

Seleção Chilena

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A Seleção Chilena de Futebol é uma das principais seleções nacionais de futebol da América do Sul. O Chile é conhecido por sua camisa vermelha, com shorts azuis e meias brancas, as três cores da bandeira nacional. Pelo fato de a camisa ser predominantemente vermelha, a Seleção Chilena também é tratada como La Roja. Disputou seu primeiro jogo no dia 27 de maio de 1910 contra a Seleção Argentina, em Buenos Aires.[34][35][36]

Escalação inicial do Chile contra o Uruguai pelas quartas de final da Copa América de 2015. (Geração dourada)

Já participou da Copa do Mundo em 9 edições (1930, 1950, 1962, 1966, 1974, 1982, 1998, 2010 e 2014), sendo sua melhor campanha o terceiro lugar na edição de 1962, quando foi o anfitrião. No âmbito olímpico, La Roja já participou 4 vezes dos Jogos Olímpicos (1928, 1952, 1984 e 2000), sendo sua melhor campanha uma histórica medalha de bronze em Sidney 2000. Conquistou 2 vezes a Copa América (2015 e 2016), além de ter sido vice-campeão da Copa das Confederações de 2017.[7][37][38][39]

Os maiores artilheiros da história da Seleção Chilena são: Alexis Sánchez, Eduardo Vargas, Marcelo Salas e Iván Zamorano; já os jogadores com mais partidas disputadas pela La Roja são: Alexis Sánchez, Gary Medel, Claudio Bravo e Arturo Vidal.[40][41] O principal rival da Seleção Chilena é a Seleção Peruana, com quem disputa o chamado "Clássico do Pacífico", que remete à rivalidade entre os países causada pela Guerra do Pacífico. Além disso, possui rivalidades históricas com a Seleção Boliviana e a Seleção Argentina.[42][43]

Estádios

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Estádio Nacional, o maior estádio do Chile e local da final da Copa do Mundo de 1962.

Devido à elevada popularidade do futebol em todo o território chileno, praticamente todas as cidades, vilas e aldeias do país possuem um estádio ou campo de futebol. O principal complexo esportivo do país é o Estádio Nacional, inaugurado em 1938 e casa da Seleção Chilena de Futebol. O recinto sediou a final da Copa do Mundo FIFA de 1962, bem como recebeu diversas edições das finais da Copa América e da Copa Libertadores.[44][45]

Monumental de Colo-Colo, o maior estádio particular do Chile.

Apenas quatro times profissionais no Chile possuem estádios próprios: Unión Española, Huachipato, Universidad Católica e Colo-Colo. Os principais estádios do país, com capacidade acima de 15 mil lugares, são:[46]

Garra Blanca, barra brava do Colo-Colo.
Los de Abajo, barra brava da Universidad de Chile.

De acordo com pesquisas, cerca de 80% dos chilenos torcem para alguma equipe de futebol, com os três grandes (Colo-Colo, Universidad de Chile e Universidad Católica) representando mais de 70% dos torcedores. O Colo-Colo possui entre 40% a 45%, a Universidad de Chile entre 20% a 25% e a Universidad Católica entre 6% e 10%, dependendo da pesquisa. Dentre os outros clubes, destacam-se a Unión Española e o Cobreloa, que possuem uma grande torcida a nível nacional; além do Santiago Wanderers, que possui uma grande torcida na Região de Valparaíso, a segunda mais populosa do Chile.[47][48]

Assim, como em outros países da América do Sul, o movimento de torcidas mais comum no Chile é a Barra Brava, com praticamente todo clube possuindo uma. As barras mais famosas são a Garra Blanca, Los de Abajo e Los Cruzados, que representam o Colo-Colo, Universidad de Chile e a Universidad Católica, respectivamente. Ambas frequentemente são responsáveis por atos de violência, sendo constantemente proibidas de ingressar nos estádios. Em uma partida válida pela Copa Libertadores de 2025 entre Colo-Colo e Fortaleza, integrantes da Garra Blanca invadiram o campo após a morte de dois torcedores em incidentes fora do estádio antes do início do jogo, resultando na suspensão da partida.[49][50]

Los Cruzados, barra brava da Universidad Católica.

Média de público

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Apesar da grande diferença numérica entre suas torcidas, Colo-Colo e Universidad de Chile costumam ter públicos semelhantes no Campeonato Chileno, na faixa dos 30 mil presentes por jogo, evidenciando a importância de ambos os clubes na cultura popular do país. Bem mais abaixo, a Universidad Católica registra uma média de 10 mil torcedores por partida, projeção que deve se elevar nos próximos anos graças à remodelação e modernização da Claro Arena (anteriormente denominada San Carlos de Apoquindo).[51][52]

Vale destacar clubes como: Deportes Iquique, Coquimbo Unido, Deportes Concepción, Santiago Wanderers, Everton, Deportes Temuco e O'Higgins, que, apesar de não possuírem uma grande torcida a nível nacional, têm um forte vínculo com as suas cidades, apresentando boas médias de público. Também vale salientar a ausência de clubes tradicionais, como Magallanes, Unión San Felipe, Cobresal e Santiago Morning, no ranking das maiores médias de público.[51][52]

Ranking dos 30 clubes chilenos com as maiores médias de público nas três divisões profissionais (1ª divisão, 2ª divisão e 3ª divisão) entre 2019 e 2025, excluindo o período de restrições da pandemia.

Dados retirados dos sites:[51][52][53][54][55][56][57][58]

Futebol feminino

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Equipe do Colo-Colo, campeã da Copa Libertadores de 2012, em visita ao presidente Sebastián Piñera.

O futebol feminino no Chile desenvolveu-se de forma precária e lenta, com a criação do Campeonato Chileno de Futebol Feminino somente em 2008. O maior campeão do torneio é o Colo-Colo, que também é o único clube chileno campeão da Copa Libertadores de Futebol Feminino, fato que ocorreu na edição de 2012, quando o Cacique derrotou o Foz Cataratas.[59][60]

A Seleção Chilena de Futebol Feminino representa o país nas competições internacionais de futebol feminino. Participou da Copa do Mundo apenas 1 vez (2019), além de ter 2 vice-campeonatos de Copa América (1991 e 2018).[61]

Referências

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Ligações externas

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