Sarin

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Sarin
Alerta sobre risco à saúde[1]
Sarin-skeletal.png Sarin-3D-balls.png
Nome IUPAC 2-(fluoro-metil-fosforil)oxipropano
Outros nomes Metilfosfonofluoridrato de O-isopropila[2]
Identificadores
Número CAS 107-44-8
PubChem 7871
SMILES
InChI 1/C4H10FO2P/c1-4
(2)7-8(3,5)6/h4H,1-3H3
Propriedades
Fórmula molecular C4H10FO2P
Massa molar 140.09 g/mol
Aparência Líquido incolor. Inodoro na forma pura.
Densidade 1.0887 g/cm³ at 25 °C
1.102 g/cm³ at 20 °C
Ponto de fusão

-56 °C, 217 K, -69 °F

Ponto de ebulição

158 °C, 431 K, 316 °F

Solubilidade em água miscível
Riscos associados
Classificação UE Extremely Toxic (T+), Corrosive (C), Liquid form burns skin
NFPA 704
NFPA 704.svg
0
4
2
 
Compostos relacionados
Ésteres do ácido metilfosfonofluorídrico relacionados Soman (metilfosfonofluoridrato de o-pinacolila)
Compostos relacionados Difluoreto de metilfosfonila (CH3POF2)
Exceto onde denotado, os dados referem-se a
materiais sob condições normais de temperatura e pressão

Referências e avisos gerais sobre esta caixa.
Alerta sobre risco à saúde.

Sarin, ou GB, é um composto organofosforado na formulação [(CH3)2CHO]CH3P(O)F. É um líquido sem cor e sem cheiro quando puro,[3]quando impuro é um liquido âmbar com tom de marrom claro para marrom escuro com cheiro similar a vinagre[4], possui um ponto de ebulição de 146 graus Celsius (com decomposição), podendo ser destilado a 56 graus Celsius em 16 milímetros de mercúrio, é um composto solúvel em água em todas proporções e miscível em solventes orgânicos incluindo Clorometano, Acetona e Etanol, Sarin persiste em água por varias horas e dias em temperatura ambiente, Sarin é neutralizado rapidamente por soluções de Hidróxido de sódio, carbonato de sódio em água, a dose letal mediana é de 7 miligramas para matar uma pessoa em 10 minutos sendo que 4 miligramas já pode-se matar 5 pessoas, sua dose letal mediana em ratos é de 0,42 miligramas por quilo de corpo, Sarin é tóxico em todos meios de exposição. É neutralizado em reação com Soluções causticas gerando compostos de baixa toxicidade[5]. usado como arma química devido à sua extrema potência sob o sistema nervoso. O gás sarin foi classificado como arma de destruição em massa na Resolução 687 das Nações Unidas.[6] A produção e o armazenamento de sarin foram proibidas na Convenção sobre Armas Químicas, de 1993, na qual o sarin é classificado como "Substância do Anexo 1".[7][2]

Produção e estrutura[editar | editar código-fonte]

O sarin é uma molécula quiral porque tem quatro substituintes quimicamente diferentes ligados ao centro de fósforo tetraédrico.[8] A forma SP (o (–) isómero ótico) é o enantiômero mais ativo devido à sua maior ligação por afinidade a acetilcolinesterase.[9][10] É geralmente fabricado como mistura racémica - uma mistura em partes iguais de ambas as formas de enantioméricas - da reação de alcoólise do difluoreto de metilfosfonilo com álcool isopropílico á 60 graus °C .

Sarin synth with racemic stereochemistry.png

A Isopropilamina está também incluída na reação para neutralizar o subproduto do fluoreto de hidrogénio. Isopropilamina se torna quando em contato com o fluoreto de hidrogênio o Fluoreto de Isopropilamônio, um sal, filtre este sal da solução contendo o Sarin e quando filtrado obterá o sarin com 97% de pureza. Não é necessario filtra-lo podendo utiliza-lo como arma química binária ou bi-componente, podendo ser gerada in situ por esta mesma reação.

Síntese total[11][12][editar | editar código-fonte]

O fabrico de sarin é diverso, e sua síntese é bastante simples e compreendida[13], seus produtos são na maioria baratos e de fácil acesso, as reações químicas utilizadas são bastante simples e de fácil compreensão geral. O custo de 1Kg fluoreto de sódio está em torno de 46,4 Reais, sendo que será utilizado apenas 126 gramas destes, dando assim em torno de 5,85 Reais (Calculado). O preço de 240 gramas de Cloreto de tionila está por volta de 201 Reais[14](Calculado). O preço de 1 litro de Diclorometano está a partir de 60 Reais[15]. O preço de 1 litro de Tolueno está a partir de 55 Reais[16]. 60,2 mililitros de Isopropanol está por volta de 3 Reais (Calculado), sendo que 500 mililitros de Isopropanol está custando 24,90 Reais[17]. 200 mililitros de Trietil fosfite está com um preço de 137 Reais e sua disponibilidade é restrita[18]. O preço de 115 gramas de Cloreto de cálcio está em torno de 80 centavos (Calculado), sendo que 1 kg custa 7 Reais. A água não será calculada. Utiliza-se água destilada. O custo bruto para a produção de um mol de Sarin (tirando a energia usada, aparelhos, mão de obra, estoque, segurança e etc), está em torno de 462 Reais (Calculado).

Sarin é produzido a partir de seu precursor Trietil fosfite[19][20] em reação com Iodometano perante refluxo, logo que não houver mais refluxo destila-se o subproduto da reação, o iodoetano, a 75 graus Celsius e purifica-se o Dietil metil fosfonato perante destilação a vácuo a 80 graus Celsius em 25 mmHg. Utilizando um mol de Dietil metilfosfonato, este é colocado para ser dissolvido com Diclorometano e depois adiciona-se dois mols Cloreto de tionila e aqueça a mistura em refluxo e agita-se ela até não houver mais a emissão de gases dela, logo se destila o Diclorometano a 40 graus Celsius e depois o Dicloreto de metilfosforila perante vácuo a 80 graus Celsius em 20 mmHg. Pegue um mol de DC e dissolva-o em Tolueno e depois acrescente 3 mols de Fluoreto de sódio e um de Isopropanol, agita-se a solução e esfrie ela a 0 graus Celsius para favorecer a precipitação de cristais no fundo do recipiente. Logo que não houver mais a precipitação de insolúveis, acrescente 108 mililitros água destilada, agita-se o recipiente até formar uma parte superior, Nota: A parte superior é o Tolueno pois ele é o menos denso da solução. Decante-o e depois acrescente 114 gramas de Cloreto de cálcio, agite por 20 minutos e depois filtre os insolúveis. Os produtos devem estar puros e o ambiente deve ser inerte e seguro. A outros meios de se produzir Sarin[21][22][23].

Processo de produão de Sarin GB-7.1.png

Planta para a manufatura de Sarin, localizada em Rocky Mountain Arsenal, no Colorado.

Na medida em que os Aliados invadiam a Alemanha em 1945, descobriam o programa alemão de armas químicas e seus agentes nervosos pela a primeira vez. Tanto os Estados Unidos quanto a União Soviética levaram a tecnologia alemã e suas pesquisas e fizeram isso seu foco principal para agentes de guerra química. Nos Estados Unidos, Sarin (GB) foi o agente neurotóxico mais produzido durante a década de 1950, sendo o Rocky Mountain Arsenal a sua planta de produção. O agente foi colocado em bombas, reservatórios especiais e lançadores. Pesquisas posteriores para encontrar um inseticida substituto para o DDT no ICI Protection Laboratory em 1952, acabou dando origem no VX, quando VX foi testado como inseticida logo foi classificado como muito perigoso e foi então empregado como arma química pelo departamento de Armas bioquímicas de Porton Down. Com o intuito de diminuir a Toxicidade deste agente, o pesquisador e Doutor Ranajit Ghosh estava investigando o potencial de di-ésteres organofosfatos de aminoetanotióis para uso como pesticidas no ICI Protection Laboratory, o descobridor do VX, acabou também descobrindo uma variante muito menos tóxica, mas ainda muito potente, o Amiton ou VG. Tal descoberta do VX deixou Sarin, Tabun, Soman e pesquisas de armas químicas variantes defasados[24]. Logo depois de VX foi feito diversas variantes e então uma série chamada V (Longa persistência). Espiões soviéticos acabaram descobrindo sobre estes agentes e acabaram por sintetizar mais tarde (1991) o VR. Sarin foi produzido em grandes quantidades e seu armazenamento era muito difícil pelo seu átomo labil ser muito reativo, isto gerou muitos problemas com o agente.

Efeitos biológicos[editar | editar código-fonte]

O sarin é especificamente um potente inibidor da enzima acetilcolinesterase,[25] uma proteína que degrada o neurotransmissor acetilcolina depois de liberado na fenda sináptica. Nos vertebrados, a acetilcolina é o neurotransmissor presente na junção neuromuscular, em que os sinais são transmitidos entre os neurônios do sistema nervoso central às fibras musculares. Normalmente, a acetilcolina é libertada do neurônio para estimular o músculo, após degradada pela acetilcolinesterase, permitindo assim o relaxamento do músculo. A acumulação de acetilcolina na fenda sináptica, devido à inibição da colinesterase, significa que o neurotransmissor continua a actuar sobre a fibra muscular, de modo que quaisquer impulsos nervosos são transmitidos continuamente.

O sarin age sobre a colinesterase, formando um ligação covalente com o resíduo particular de serina no sítio ativo. O flúor é o grupo lábil, e o fosfoéster resultante é robusto e biologicamente inativo.[26][27]

Degradação e prazo de validade[editar | editar código-fonte]

Um coelho sendo exposto para verificar vazamentos de sarin na planta de produção, Arsenal de Rocky Mountain (1970)

As reações químicas mais importantes de halogenetos de fosforilo é a hidrólise do vínculo entre o fósforo e o flúor. Esta ligação P - F é facilmente quebrada por agentes nucleófilos, tais como água e hidróxido. A elevados níveis de pH, decompõe-se rapidamente para derivados do ácido fosfônico atóxicos.[28]

O sarin se degrada depois de um período de várias semanas a vários meses. Seu prazo de validade pode ser encurtado por impurezas nos materiais precursores. De acordo com a CIA, alguns tipos de sarin iraquiano tinham uma vida útil de apenas algumas semanas, devido principalmente à impurezas de precursores.[29]

Efeitos e tratamento[editar | editar código-fonte]

O sarin tem alta volatilidade (facilidade com que um líquido pode transformar-se em gás) relativamente semelhantes a outros agentes do sistema nervoso, portanto não só sua inalação pode ser muito perigosa como até concentrações de seu vapor podem penetrar a pele de imediato. As roupas de uma pessoa podem liberar sarin em cerca de 30 minutos depois de ter entrado em contato com o gás o que pode levar à exposição de outras pessoas.[30]

Mesmo em concentrações muito baixas, o sarin pode ser fatal. A morte pode seguir cerca de um minuto após a ingestão direta de uma dose letal a menos que antídotos, tipicamente atropina e pralidoxima, sejam rapidamente administrados.[3] A Atropina , um antagonista a receptor de acetilcolina muscarínicos, é administrado para tratar os sintomas fisiológicos da intoxicação. Uma vez que a resposta à acetilcolina muscular é mediada através dos receptores nicotínicos da acetilcolina, a atropina não contrariará os sintomas musculares. A pralidoxima pode regenerar a colinesterases quando administrado dentro de aproximadamente cinco horas. O Biperideno, um antagonista sintético da acetilcolina, tem sido sugerido como uma alternativa para a atropina, devido à sua melhor penetração barreira sangue-cérebro e maior eficácia.[31]

O sarin é estimada em mais de 500 vezes mais tóxico do que cianeto.[32] O LD50 de sarin injetados subcutaneamente em ratos é de 172 μg/kg.[33] Segundo o Centers for Disease Control and Prevention (Centros para Controle e Prevenção de Doenças) nos Estados Unidos, os sintomas da exposição ao sarin são:[34]

  • coriza
  • olhos lacrimejantes
  • pupilas muito contraídas
  • dor nos olhos
  • visão turva
  • salivação e transpiração excessiva
  • tosse
  • aperto no peito
  • respiração rápida
  • diarreia
  • náusea, vômito e/ou dor abdominal
  • aumento da frequência urinária
  • confusão
  • sonolência
  • fraqueza
  • dor de cabeça
  • frequência cardíaca lenta ou rápida
  • pressão sanguínea baixa ou alta

Os sintomas iniciais após a exposição ao sarin são a coriza, sensação de aperto no peito e constrição das pupilas. Logo depois, a vítima tem dificuldade em respirar e tem náuseas e salivação excessiva. Como a vítima continua a perder o controle de funções corporais, vomita, defeca e urina. Esta fase é seguida por espasmos. Por fim, a vítima entra em coma e sufoca numa série de espasmo s convulsivos. Além disso, mnemônicos comuns para a sintomatologia de intoxicação por organofosforado, incluindo o gás sarin, são o "Bs assassinos", a broncorréia e o broncoespasmo, porque são a principal causa de morte,[35] e SLUDGE - Salivação, lacrimejamento, micção, diarreia, desconforto gastrointestinal e vômito.

Testes de diagnóstico[editar | editar código-fonte]

Estudos controlados em homens saudáveis ​​têm demonstrado que uma dose oral atóxica de 0,43 mg administrada em várias porções durante um intervalo de 3 dias provocou depressões máximas médias de 22 e 30%, respectivamente, no plasma e nos níveis de colinesterase dos eritrócitos. Uma dose única de 0,5 mg causou sintomas leves de intoxicação e uma redução média de 38% em ambas as medidas de atividade da colinesterase. O sarin no sangue é rapidamente degradado in vivo ou in vitro. Os seus metabolitos primários inactivos in vivo têm meia-vida do soro de cerca de 24 horas. O nível de soro não acoplado ao ácido isopropilmetilfosfonico (IMPA), um produto de hidrólise sarin, variou de 2-135 µg/L em sobreviventes de um ataque terrorista, durante as primeiras 4 horas após a exposição. O sarin ou seus metabolitos pode ser determinados no sangue ou na urina por cromatografia gasosa ou líquida, enquanto que a actividade da colinesterase é geralmente medida por métodos enzimáticos.[36]

História[editar | editar código-fonte]

O sarin foi descoberto em 1938 em Wuppertal-Elberfeld na Alemanha por cientistas da IG Farben que tentavam criar pesticidas mais fortes, sendo o sarin o mais tóxico dos agente neurotóxico da Série G feitos pela Alemanha. O composto, que se seguiu à descoberta do agente neurotóxico tabun, foi nomeado em homenagem a seus descobridores: Gerhard Schrader, Otto Ambros, Rüdiger e Van der Linde.[37]

Uso como arma[editar | editar código-fonte]

Ogiva do míssil norte-americano Honest John cortado mostrando bombas contendo sarin (c. 1960)

Em meados de 1939, a fórmula do composto foi passada para o departamento de guerra química do exército alemão, que ordenou que fosse produzido em massa para uso em tempos de guerra. Um certo número de fábricas-piloto foram construídas, e uma instalação de alta produção estava em construção (mas não foi terminada) até o final da Segunda Guerra Mundial. As estimativas para a produção total de sarin pela Alemanha nazista são de cerca de 500kg a 10 toneladas.[38]

  • 1950s (início): a OTAN adotou o sarin como arma química padrão. Tanto a União Soviética quanto os Estados Unidos produziram sarin para fins militares.
  • 1953: Ronald Maddison, um engenheiro da Força Aérea de Consett, Condado de Durham, morreu em testes humanos com sarin na estação de testes com armas químicas Porton Down em Wiltshire. Dez dias depois de sua morte um inquérito foi realizado em segredo, o que retornou um veredicto de "infortúnio". Em 2004, o inquérito foi reaberto e, depois de uma audiência de 64 dias, o júri decidiu que Maddison tinha sido ilegalmente morto pela "aplicação de um agente neurotóxico em um experimento não terapêutico."[39]
  • Março 1988: Durante o período de dois dias em março, a cidade curda de Halabja no norte do Iraque (70.000 habitantes), foi bombardeada com bombas químicas e de cluster, que incluiam o sarin, no Massacre de Halabja. Estima-se que 5000 pessoas morreram e mais de 7000 ficaram feridos.[40]
  • Abril 1988: O sarin foi usado quatro vezes contra soldados iranianos em abril de 1988, no final da Guerra Irã-Iraque, ajudando as forças iraquianas a retomar o controle da Península de al-Faw durante a Segunda Batalha de al-Faw. Usando imagens de satélite, os Estados Unidos ajudaram as forças iraquianas a localizar a posição das tropas iranianas durante esses ataques.[41]
  • 1993: A Convenção sobre Armas Químicas das Nações Unidas foi assinada por 162 países membros, o tratado proíbe a produção e o armazenamento de várias armas químicas inclusive o sarin. O acordo entrou em vigor em 29 de Abril de 1997, e pediu a destruição completa de todos os arsenais das armas químicas especificadas até Abril de 2007.[42]
  • 1994: A seita religiosa japonesa Aum Shinrikyo lançou uma forma impura de sarin em Matsumoto, Nagano, matando oito pessoas e ferindo mais de 200.
  • 1995: Novamente, a seita religiosa japonesa Aum Shinrikyo liberou sarin no metrô de Tóquio. Trinta pessoas morreram.
  • 1998: Nos EUA, a Time Magazine e a CNN publicaram notícias não confirmadas de relatos alegando que, em 1970, a unidade da Força aérea norte-americana A-1E Skyraiders envolveu-se em uma operação secreta chamada Operação Tailwind, em que deliberadamente deixaram cair as armas contendo sarin sob tropas americanas que desertaram no Laos. A CNN e a Time Magazine depois se retratou sobre as histórias e demitiu os produtores responsáveis​​.[43] Os produtores, Oliver e Smith foram punidos, mas defenderam sua posição, reunindo um documento de 77 páginas suportando a história com depoimentos de militares que confirmam a utilização de sarin.
  • 2004: insurgentes iraquianos detonaram cápsulas 155mm contendo precursores bi-componentes para sarin perto de um comboio dos EUA no Iraque. A cápsula foi desenhada para misturar os produtos químicos ao girar durante o voo. A cápsula detonada libera apenas uma pequena quantidade de gás sarin para a explosão não misturar os agentes corretamente ou porque os produtos químicos dentro do reservatório tinha se degradado com a idade. Dois soldados Estados Unidos foram tratados após a exibição dos primeiros sintomas de exposição ao sarin.[44]
  • 21 agosto de 2013: Mortes causadas por Sarin ocorreram em 21 agosto de 2013, em Ghouta região do Rif Dimashq Governatorato da Síria durante a Guerra Civil Síria. Fontes[45] estimam de 322[46] a 1,729 mortes e que nenhuma das vítimas apresentavam ferimentos aparentes.[47]
  • 04 abril de 2017 - Um ataque à cidade síria de Khan Cheikhoun foi supostamente feito por gás. A Turquia, após realizar autópsia em vítima, afirmou que há indícios de que foi usado gás sarin. O regime de Bashar Al-Assad, por sua vez, nega que tenha usado armas químicas. Esse ataque matou, segundo a União das Organizações de Cuidados Médicos, pelo menos 100 pessoas e feriu mais de 400 . Há dezenas de crianças entre as vítimas do bombardeamento. Em retaliação, os Estados Unidos lançaram 59 mísseis Tomahawk contra uma base aérea na Síria .[1][2]

Referências

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  2. a b Relação de Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro - site oficial
  3. a b Sarin (GB). Emergency Response Safety and Health Database. National Institute for Occupational Safety and Health. Accessed April 20, 2009.
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  6. Nações Unidas, Resolução 687 (1991),
  7. Nações Unidas,Convenção sobre a Proibição do Desenvolvimento, Produção, Armazenagem e Utilização de Armas Químicas e sua Destruição
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  10. Benschop, H. P.; De Jong, L. P. A. (1988). «Nerve agent stereoisomers: analysis, isolation and toxicology». Acc. Chem. Res. 21 (10): 368–374. doi:10.1021/ar00154a003 
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