GNR (banda)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
GNR
Informação geral
Origem Porto
País  Portugal
Gênero(s) Rock, New Wave, Pop Rock
Período em atividade 1981 - actualmente
Gravadora(s) EMI Music Portugal
Capitol Records
Integrantes Rui Reininho
Jorge Romão
Tóli César Machado
Ex-integrantes Alexandre Soares
Vitor Rua
Mano Zé
Miguel Megre
Manuel Ribeiro
Zezé Garcia
Página oficial www.osgnr.com

Os GNR (sigla de Grupo Novo Rock) são uma banda de pop rock português formada no Porto, no início de 1981, aquando do chamado Boom do Rock Português, por Alexandre Soares (voz e guitarra), Vitor Rua (guitarra) e Tóli César Machado (bateria).

Actualmente a banda é formada por Toli César Machado (guitarra e teclas), Jorge Romão (baixo) e Rui Reininho (voz).[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Década de 1980[editar | editar código-fonte]

Os GNR começaram por ensaiar, em 1980, numa pequena garagem, em Francos, na Rua Airosa. Os elementos iniciais do grupo eram Isabel Quina (vocalista) (que pouco tempo esteve na banda), Alexandre Soares (voz e guitarra), Vitor Rua (guitarra) e Toli César Machado (bateria). Pouco tempo depois entra Mano Zé (baixo) que já tinha tocado com Rui Veloso.[2] Formam-se oficialmente no início de 1981.

Em Março de 1981 lançam o single "Portugal na CEE", [3] tornando-se um grande sucesso com vendas superiores a 15.000 exemplares. Mano Zé deixa a banda sendo substituído por Miguel Megre (baixo) e lançam, em Outubro, o segundo single "Sê Um GNR" [4] alcançando também um bom nível de vendas. Em Setembro de 1981 convidam Rui Reininho para entrar para a banda como vocalista, ficando Alexandre Soares apenas como guitarrista.[5] A banda começa a experimentar outros estilos musicais, deixando de praticar o som rock dos anteriores registos discográficos.

Em 1982 editam o álbum "Independança" [6] que não teve sucesso de vendas. É extraído o single "Hardcore (1º Escalão)". A banda passa por alguns problemas internos e Miguel Megre sai. Em Agosto deste ano actuam no Festival de Vilar de Mouros. Pouco depois Vitor Rua deixa o grupo e entra Jorge Romão (baixo).

Em Junho de 1983 lançam o máxi-single "Twistarte" que também inclui os temas "Tv Mural" e "General Eléctrico". [7] Entra Manuel Ribeiro para as teclas.

Em Outubro de 1984 editam o segundo álbum, "Defeitos Especiais", que os leva a uma digressão por Espanha e França. É extraído "I Don´t Feel Funky (Anymore)" no formato máxi single. [8]

O álbum "Os Homens Não Se Querem Bonitos" é editado em Julho de 1985, obtendo sucesso imediato com os temas "Dunas" e "Sete Naves". Tornam a deslocar-se a Espanha e França.

Em Setembro de 1986 lançam o álbum "Psicopátria" [9] que atinge o galardão Disco de Prata graças a temas como "Efectivamente", "Pós Modernos" e "Bellevue". Dá-se a consagração definitiva da banda, elevando-a um nível de popularidade bastante considerável. [10] Em plena crise de identidade do rock português, os GNR superaram as melhores expectativas dando novo alento à cena musical portuguesa. Alexandre Soares deixa a banda entrando para o seu lugar Zézé Garcia (guitarra).[11]

Em Janeiro de 1988 lançam o máxi-single "Vídeo Maria", que causou alguma polémica social devido ao tema principal. os outros temas do disco são "Homens Temporariamente Sós" e "USA". [12]

Em 1989 lançam o álbum "Valsa dos Detectives", produzido por Remy Walter, que confirmou a popularidade do grupo com os êxitos "Impressões Digitais" e "Morte ao Sol". [13] O livro "Afectivamente GNR" de Luís Maio é editado em Setembro de 1989.

Década de 1990[editar | editar código-fonte]

Nos dias 30 de Abril e 1 de Maio de 1990 esgotam o Coliseu de Lisboa na gravação do seu primeiro disco ao vivo. "In Vivo" é envolvido em polémica devido à querela jurídica com Vítor Rua que obrigou à retirada da primeira edição do disco, para ser reeditado já sem os temas da sua autoria. [14] Atingiu o galardão Disco de Platina. [15]

O ano de 1992 marcou o auge da banda em termos comerciais com o lançamento do álbum "Rock In Rio Douro". [16] Os duetos com Javier Andreu e Isabel Silvestre em "Sangue Oculto" e "Pronúncia do Norte", respetivamente, contribuíram para o enorme sucesso do álbum e para os memoráveis concertos no Estádio José Alvalade. Pela primeira vez uma banda portuguesa consegue encher um estádio de futebol com 40 000 espectadores. O disco vendeu 94 mil cópias e esteve 38 semanas no top nacional, atingindo o galardão de 4 Discos de Platina. [17] Verifica-se neste álbum um regresso à sonoridade rock. Os GNR tinham atingido o seu apogeu comercial. [18]

Em 1994 são convidados a participar na compilação Filhos da Madrugada de homenagem a José Afonso, com uma versão de "Coro dos Tribunais". A 30 de Junho participam também no concerto realizado no Estádio José Alvalade com a participação das bandas presentes nesta compilação.[19] Ainda nesse ano lançam o álbum "Sob Escuta" em que o tema mais marcante foi o single "+ Vale Nunca". O guitarrista de flamenco Vicente Amigo é convidado a participar em "Lovenita". [20] Zézé Garcia sai do grupo e entra Alexandre Manaia (guitarra).

Em 1996 celebram 15 anos de carreira e editam a sua primeira colectânea em duplo CD "Tudo O Que Você Queria Ouvir - O Melhor Dos GNR" que incluiu os inéditos "Julieta Su & Sida" e "Pena de Morte". Uma segunda edição inclui o tema "Corpos" originalmente gravado na compilação "A Cantar Con Xabarín" da TV Galiza. [21]

Regressam aos discos originais, em 1998, com o álbum "Mosquito", obtendo novos êxitos como "Tirana", "Saliva" e "Mosquito". [22]

A 1 de Março de 1999 tocam ao vivo através da Internet, numa iniciativa inédita. Ainda neste ano são nomeados, na categoria de Banda do Ano, para a edição de 1999 dos Globos de Ouro da estação televisiva SIC. [23] Neste ano são ainda convidados para o álbum XX Anos XX Bandas de tributo aos Xutos & Pontapés com a versão "Quando Eu Morrer". O álbum de 1985 "Os Homens Não Se Querem Bonitos" é finalmente reeditado em CD.

Década de 2000[editar | editar código-fonte]

Em 2000 editam o álbum "Popless" cujos temas mais mediático são "Asas (Eléctricas)", da banda sonora do tele-filme da SIC Amo-te Teresa e "Popless" com um videoclip que foi alvo de censurado por apresentar marcas comerciais. [24] Saíram ainda os singles "Bem Vindo ao Passado" e "Digital Gaia". [25]

Uma segunda colectânea, "Câmara Lenta - 16 Slows Do Melhor GNR - Vol.2", é lançada em Fevereiro de 2002, [26] reunindo as baladas mais emblemáticas da carreira da banda. Inclui dois inéditos: "Vocês" e "Nunca Mais Digas Adeus". Este álbum obtém grande sucesso chegando a nº 1 do top nacional de vendas. No final de 2002 chega às lojas o álbum "Do Lado Dos Cisnes", registando-se apenas um êxito relativo "Sexta-Feira (um seu Criado)". [27] O single extraído é "Morrer em Português". [28]

Em 2003 gravam em single uma versão acústica de "Canadádá", tema do álbum "Do Lado dos Cisnes", agora com a participação de Paulinho Moska. [29]

Em 2006 comemoram 25 de carreira e em Março é lançado o álbum de tributo "Revistados 25-06" com temas que já fazem parte da nossa memória colectiva interpretados por nomes do hip hop, reggae e R&B nacional: NBC, Virgul (Da Weasel), Expensive Soul, Melo D, Guardiões do Subsolo, entre outros. [30] A banda lança também a colectânea "O Melhor dos GNR - ContinuAcção - Vol.3", em duplo CD, contendo o inédito "Continuação" e uma versão de "Quero Que Vá Tudo Pró Inferno" original de Roberto Carlos. [31] A banda portuense teve um ano em cheio actuando no Rock in Rio Lisboa e nos coliseus do Porto e de Lisboa.

Em 2007 é reeditado em duplo CD o álbum "Independança" de 1982, celebrando os 25 anos do lançamento, com sete temas extra (temas dos dois primeiros singles e do Maxi "Twistarte"). [32]

Em 18 de Abril de 2008 sobem ao palco do Pavilhão Atlântico com a Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicanarealizando um concerto memorável sob a direcção do Tenente Coronel Jacinto Montezo.[33]

"Companhia Das Índias", lançado em Dezembro de 2008, é o nome do primeiro álbum a solo de Rui Reininho.

Década de 2010[editar | editar código-fonte]

O décimo primeiro álbum de originais "Retropolitana" é lançado em Junho de 2010. [34] O single extraído é "Reis do Roque". [35]

Em 2011 comemoram 30 anos de atividade. [36] É marcado por várias edições discográficas:

"Defeitos Especiais", LP de 1984, é reeditado pela primeira vez em CD. [37]

"BD Pop Rock Português - GNR" composto por Livro+CD é editado pela EMI e a Tugaland. Trata-se da história das melhores bandas do pop rock português desenhadas pelos mais prestigiados ilustradores portugueses, acompanhado por uma colectânea dos temas mais marcantes. [38]

"GNR ‎– Bandas Míticas" colectânea editada pela EMI e Levoir. Edição limitada do jornal Correio da Manhã que disponibiliza aos seus leitores uma colecção inédita, com direcção editorial de David Ferreira, sobre 20 bandas que marcaram os últimos 50 anos da história da música portuguesa. [39]

"Voos Domésticos" é um novo disco com músicas já conhecidas mas com novas roupagens. O disco celebra os 30 anos de atividade dos GNR. [40] [41] O single extraído é "Cais".

"GNR - Colecção 1981-2011" mais uma colectânea da EMI. [42]

"30 Anos GNR - Manobras 1981-2011" trata-se do primeiro DVD editado pela banda que inclui imagens de concertos, entrevistas aos membros do grupo e telediscos dos temas mais conhecidos. Faziam parte da "Colecção GNR - 30 anos do melhor Rock" composta por 12 CDs e um DVD, com edição limitada do Diário de Notícias e Jornal de Notícias. [43]

[44] 

Em 2012 lançam uma nova colectânea "Concentrado - O Melhor dos GNR" [45]

Em 2014, no dia 10 de Novembro, estrearam o seu novo single "Cadeira Eléctrica", na Rádio Comercial. A 6 de Março de 2015 divulgam o nome e as músicas do seu novo álbum, Caixa Negra, do qual faz parte o single anterior. O disco é lançado pela Indiefada a editora criada pelo grupo. O disco é também editado em vinil, pela Rastilho no dia 18 de Abril de 2015, sendo um lançamento oficial Record Store Day.[46]

Em Agosto de 2015 lançam através da revista Blitz o CD "Theatro, Circo & GNR Afectivamente Ao Vivo" gravado em Braga.

Em Outubro de 2015 convidaram Rita Redshoes para os concertos "Caixa Negra" nos coliseus de Lisboa e no Porto [47]. A experiência foi tão positiva, sobretudo no dueto do tema "Dançar Sós", que a convidaram para a regravação do mesmo. O lançamento do single foi já em 2016. Nesse ano é editado pela Porto Editora a Biografia oficial do grupo "Onde Nem A Beladona Cresce" com toda a história da banda e que inclui um pequeno CD com uma tema inédito ("O Arranca-Coração").

No início de 2017 é editado o CD+DVD "Os primeiros 35 anos - Ao vivo" com a gravação de um concerto ao vivo.

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Discografia de GNR

Álbuns de originais[editar | editar código-fonte]

Colaborações[editar | editar código-fonte]

Bandas sonoras[editar | editar código-fonte]

Membros[editar | editar código-fonte]

Actuais[editar | editar código-fonte]

  • Rui Reininho - Voz (1981-presente)
  • Jorge Romão - Baixo (1983-presente)
  • Toli César Machado - Acordeão, guitarra (1980-presente)
  • Samuel Palitos - Bateria (2015-presente)
  • Tiago Maia - Guitarra (2015-presente)
  • Paulo Borges - Teclas (2015-presente)

Antigos[editar | editar código-fonte]

  • Alexandre Soares - Guitarra (1980-1987)
  • Vítor Rua - Guitarra e Baixo (1980-1983)
  • Zezé Garcia - Guitarra (1987-1994)
  • Alexandre Manaia - Guitarra (1994-1998)
  • António Mão de Ferro - Guitarra (1998-2007)
  • Andrew "Andy" Torrence - Guitarra (2007-2015)
  • Mano Zé - Baixo (1980-1981)
  • Miguel Megre - Teclas (1981-1982)
  • Manuel Ribeiro - Teclas (1985-1989)
  • Telmo Marques - Teclas (1989-1997)
  • Hugo Novo - Teclas (2006-2015)
  • Ruka (Rui Lacerda) - Bateria (2006-2015)

Referências

  1. Mário Mesquita Borges. «GNR-Biografia». M80 Rádio. Consultado em 19 de abril de 2014 
  2. «GNR». Palco Principal / Last FM. 15 de agosto de 2013. Consultado em 18 de abril de 2014 
  3. «GNR-Portugal na CEE». Discogs. Consultado em 21 de abril de 2014 
  4. «GNR-Sê um GNR». Discogs. Consultado em 21 de abril de 2014 
  5. «GNR-Biografia». Música Portuguesa Anos 80. Consultado em 18 de abril de 2014 
  6. «GNR-Independança». Discogs. Consultado em 21 de abril de 2014 
  7. «GNR-Twistarte». Discogs. Consultado em 21 de abril de 2014 
  8. «GNR-Defeitos Especiais». Discogs. Consultado em 21 de abril de 2014 
  9. «GNR-Psicopátria». Discogs. Consultado em 21 de abril de 2014 
  10. «GNR-Os Homens Não Se Querem Bonitos». Discogs. Consultado em 21 de abril de 2014 
  11. Mário Mesquita Borges. «GNR-Biografia». M80 Rádio. Consultado em 18 de abril de 2014 
  12. «GNR-Vídeo Maria». Discogs. Consultado em 21 de abril de 2014 
  13. «GNR-Valsa dos Detectives». Discogs. Consultado em 21 de abril de 2014 
  14. «GNR-In Vivo». Discogs. Consultado em 21 de abril de 2014 
  15. «Grupo Novo Rock-Tópico Oficial dos GNR». Eurogamer. 28 de agosto de 2011. Consultado em 30 de abril de 2014 
  16. «GNR-Rock In Rio Douro». Discogs. Consultado em 23 de abril de 2014 
  17. «Grupo Novo Rock-Tópico Oficial dos GNR». Eurogamer. 28 de agosto de 2011. Consultado em 1 de maio de 2014 
  18. «Infopédia-GNR». Porto Editora. Consultado em 23 de abril de 2014 
  19. «Various ‎– Filhos Da Madrugada». LostTickets. 30 de junho de 1994. Consultado em 23 de abril de 2014 
  20. «GNR-Sob Escuta». Discogs. Consultado em 23 de abril de 2014 
  21. «Tudo O Que Você Queria Ouvir-O Melhor Dos GNR». Discogs. Consultado em 23 de abril de 2014 
  22. «GNR-Mosquito». Discogs. Consultado em 23 de abril de 2014 
  23. «Infopédia-GNR». Porto Editora. Consultado em 23 de abril de 2014 
  24. Mário Mesquita Borges. «GNR-Biografia». M80 Rádio. Consultado em 23 de abril de 2014 
  25. «GNR-Popless». Discogs. Consultado em 23 de abril de 2014 
  26. «GNR-Câmara Lenta». Discogs. Consultado em 23 de abril de 2014 
  27. «GNR-Do Lado dos Cisnes». Discogs. Consultado em 23 de abril de 2014 
  28. «Morrer em Português (Single)». Spirit of Rock. Consultado em 25 de abril de 2014 
  29. «GNR,de Portugal,regrava Roberto Carlos». Coluna Extra. Consultado em 23 de abril de 2014 
  30. «Disco de versões dos GNR chega em Março». M80 Rádio. 27 de fevereiro de 2006. Consultado em 1 de maio de 2014 
  31. «O Melhor dos GNR-ContinuAcção Vol.3». Discogs. Consultado em 23 de abril de 2014 
  32. «Independança (2CD)». Discogs. Consultado em 30 de abril de 2014 
  33. «Grupo Novo Rock-Tópico Oficial dos GNR». Eurogamer. 28 de agosto de 2011. Consultado em 28 de abril de 2014 
  34. «GNR-Retropolitana». Discogs. Consultado em 25 de abril de 2014 
  35. MRV (22 de abril de 2010). «GNR reis e senhores do retro». Blitz. Consultado em 25 de abril de 2014 
  36. «Especial GNR-30 anos». RTP-Antena 1. Consultado em 7 de maio de 2014 
  37. «Defeitos Especiais (CD)». Discogs. Consultado em 30 de abril de 2014 
  38. «BD Pop Rock Português-GNR». Loja do Jornal. Consultado em 25 de abril de 2014 
  39. Miguel Azevedo (25 de junho de 2011). «Colecção Inédita:Bandas Míticas». Correio Manhã-Vidas. Consultado em 25 de abril de 2014 
  40. «GNR-Voos Domésticos». Discogs. Consultado em 25 de abril de 2014 
  41. «GNR-Voos Domésticos». Blitz. 22 de julho de 2011. Consultado em 25 de abril de 2014 
  42. «GNR-Colecção 1981-2011». Discogs. Consultado em 30 de abril de 2014 
  43. «Coleccione os álbuns dos GNR e um DVD». Diário de Notícias-Artes. Consultado em 30 de abril de 2014 
  44. «GNR-Manobras 1981-2011 (DVD)». Discogs. Consultado em 30 de abril de 2014 
  45. «Concentrdo: O Melhor dos GNR». Fnac. 19 de novembro de 2012. Consultado em 30 de abril de 2014 
  46. https://www.rastilhorecords.com/pt/noticias/-/gnr-caixa-negra-novo-album-21/
  47. http://curlymess.pt/tim-e-rita-red-shoes-juntam-se-ao-concerto-dos-gnr-no-coliseu-do-porto/
  48. Ana Isabel Soares (17 de fevereiro de 2013). «GNR-Coliseu Porto-Afectivamente». Noite e Música Magazine. Consultado em 1 de maio de 2014 
  49. «Grupo Novo Rock-Tópico Oficial dos GNR». Eurogamer. 28 de agosto de 2011. Consultado em 1 de maio de 2014 
  50. «CD da Banda Sonora Original "Lua Vermelha"». Sapo PT. 2 de dezembro de 2011. Consultado em 7 de maio de 2014 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Flag of Portugal.svgGuitarra masc.png Este artigo sobre uma banda ou grupo musical de Portugal, é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.