Paraíso do Tuiuti

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Paraíso do Tuiuti
Bandeira do GRES Paraíso do Tuiuti.png
Fundação 5 de abril de 1952 (66 anos)[1][nota 1]
Escola-madrinha Mangueira[2]
Cores

Azul-pavão

Amarelo-ouro

Símbolo Uma coroa, com uma lira na ponta de cima, ladeada por ramos de louro.[3][4]
Bairro São Cristóvão[5][6]
Presidente Renato Thor
Carnavalesco Jack Vasconcelos
Intérprete oficial Celsinho Mody
Grazzi Brasil[7]
Diretor de carnaval André Gonçalves
Rodrigo Soares
Júnior Cabeça[8]
Diretor de harmonia André Gonçalves
Rodrigo Soares
Júnior Cabeça
Diretor de bateria Mestre Ricardinho
Rainha da bateria Caroline Marins
Mestre-sala e porta-bandeira Marlon Flores e Danielle Nascimento[9]
Desfile de 2019
Enredo O Salvador da Pátria
Site oficial
http://gresparaisodotuiuti.com.br/

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Paraíso do Tuiuti é uma escola de samba sediada no município do Rio de Janeiro, no Brasil.[10]

Teve origem no Morro do Tuiuti, situada no bairro de São Cristóvão. Estava sediada, até 2010, no mesmo bairro, próximo ao Campo de São Cristóvão, mas perdeu sua quadra nesse ano, para dar lugar a uma unidade da Rio Luz.[11]

Lugar de origem[editar | editar código-fonte]

A Paraíso do Tuiuti teve origem no Morro do Tuiuti, no bairro de São Cristóvão, na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Durante o Primeiro Reinado, o Tuiuti abrigava um reservatório de água, no alto do morro, o qual estudiosos acreditam que servira de fonte de abastecimento para a Quinta da Boa Vista, que, na época, funcionava como Residência Real.[12] A ocupação do Morro remonta às primeiras décadas do Século XX. Após as reformas urbanísticas promovidas pelo então prefeito do Rio, Pereira Passos, em que cortiços do centro da cidade foram derrubados, seus moradores, formados majoritariamente por ex-escravos e migrantes de outras partes do país, buscaram abrigo em morros desabitados como o Tuiuti, iniciando seu processo de ocupação.[13]

O Morro do Tuiuti tem uma longa tradição de atividades carnavalescas. Em 1933, foi fundada a primeira escola de samba do morro, a Unidos do Tuiuti. Entre seus fundadores estavam Sizeno, Sete Coroas, João Estácio, Murilo Aragão, Orlando, Carlindoca, João Hilário, Augusto Badoca, Dona Sebastiana, Amélia Russa, Mãe Aragões e Zeba. A agremiação foi fundada com as cores azul e rosa, logo depois alteradas para azul e branco. A escola conquistou sua melhor colocação em 1939, quando se classificou no 3.º lugar, atrás apenas de Portela e Mangueira. A partir da década de 1940, a escola entrou em decadência. Deixou de desfilar em 1943. Seus dissidentes fundaram o Bloco dos Brotinhos. Em 1954 realizou seu último desfile, sendo extinta definitivamente após o carnaval. Em 1940 foi fundada a escola de samba Paraíso das Baianas, de cores amarelo e branco. Dentre seus fundadores estavam Pedro Feneno, Duca, João Hilário, Manezinho Sal, João Birão, Zequinha, Neu, Álvaro, Albino e Dona Umba.[6][14][5]

Fundação[editar | editar código-fonte]

As primeiras negociações para a criação da Paraíso do Tuiuti datam de 1952. Porém, a fundação da escola foi concretizada apenas em 1954, após a extinção da Unidos do Tuiuti. À época, a Paraíso da Baianas também enfrentava um declínio. Os moradores do morro, sem condições financeira para acompanhar o carnaval das escolas de samba, preferiam participar de blocos carnavalescos, como o Bloco dos Brotinhos, também do Tuiuti. Foi então quando um grupo de sambistas se reuniu, entre eles, Nélson Forró e Júlio Matos, e resolveu terminar com o bloco e também com a Paraíso das Baianas e criar uma nova escola de samba. O Grêmio Recreativo Escola de Samba Paraíso do Tuiuti foi fundado em 05 de abril de 1954, por Augusto Pirulito, Joaquim, Araquem, Armando, Murilo Aragão, Zeba, Orlando, José Orelhinha, Alcides Fornalha, Pedro Feneno, Duca, Zequinha, Álvaro, Conceição e Felícia.[6][14][5]

Controvérsia

Os registros históricos e fontes de pesquisa apontam para a fundação da escola em 1954.[6][14][5] Porém, a própria agremiação adota como data de fundação o dia 05 de abril de 1952.[1]

Nome, cores, símbolo e escola-madrinha[editar | editar código-fonte]

Nome

O nome "Paraíso do Tuiuti" deriva da junção de "Paraíso das Baianas" com "Unidos do Tuiuti", as duas primeiras escolas do morro.

Cores

A escola tem como cores o azul-pavão e o amarelo-ouro. As cores, assim como o nome, também fazem referência às duas primeiras escolas de samba da comunidade. O azul foi herdado da Unidos do Tuiuti; e o amarelo, da Paraíso das Baianas.[6][5]

Símbolo

A escola tem como símbolo uma coroa, com uma lira na ponta de cima, ladeada por ramos de louro desde sua base.[4] A coroa é presença constante nos desfiles da Tuiuti, seja na forma convencional ou de forma estilizada. Geralmente é apresentada em posição de destaque no carro abre-alas do desfile. Uma das mais lembradas é a coroa do desfile de 2003, confeccionada pelo carnavalesco Paulo Barros, utilizando 7.500 latas de tinta.[3]

Escola-madrinha

A Estação Primeira de Mangueira é a escola-madrinha da Paraíso do Tuiuti. As escolas têm ligação por serem de morros vizinhos.[2]

Bandeira[editar | editar código-fonte]

A bandeira da escola é formada por um retângulo, com dezesseis raios, dispostos em cores alternadas (oito amarelos e oito azuis), partindo do centro em direção às extremidades do pavilhão. No centro da bandeira, há um círculo azul com duas circunferências concêntricas. Na circunferência maior, localiza-se a inscrição do nome da agremiação, em letras maiúsculas: "G.R.E.S." (Grêmio Recreativo Escola de Samba) na parte superior, e "Paraíso do Tuiuti" na parte inferior. Dentro da circunferência maior há uma outra, onde se localizam os símbolos da agremiação, uma coroa, com uma lira na ponta de cima, ladeada por ramos de louro desde sua base. Abaixo da circunferência, próximo à borda inferior da bandeira, encontra-se a inscrição do ano de confecção da mesma.

História[editar | editar código-fonte]

A atuação da Paraíso, de início, foi discreta, mas em 1968, com o enredo de Júlio Matos homenageando o bairro de São Cristóvão, tira o primeiro lugar no Grupo 3 e vai para o Grupo 2. No ano seguinte consegue o terceiro lugar no Grupo 2, com um ponto atrás da Unidos do Jacarezinho, vice-campeã.

De fato, até o início da década de 1980 quase ninguém ouviu falar da escola, mas a partir de então, a escola viveu um momento de grande euforia, graças ao empenho da carnavalesca Maria Augusta Rodrigues, que deu o título do Grupo A para a escola que não tinha patrono, fenômeno típico das grandes escolas, que conferem fama e prestígio a quem delas se aproxima. A Paraíso do Tuiuti não pôde contar senão com a pequena subvenção oficial para fazer frente aos altos gastos que o Carnaval, com as características que tomou nos nossos dias, exige.

No final da década dos anos 1990, a escola não cessou de crescer e fortalecer-se, até que, convidada a participar do Grupo A em 2000, apresentou o enredo sobre Dom Pedro II e se sagrou vice-campeã, no desempate com a escola Em Cima da Hora, adquirindo o direito de desfilar em 2001 no Grupo Especial.

No Grupo Especial, a escola contou a história de um mouro que saiu da Espanha, em direção à Meca e acabou no Brasil, guerreando no Quilombo dos Palmares. Considerada como zebra do grupo de acesso A em 2000, a escola a adotou como mascote, e as trouxe no África Livre. A escola teve muitos problemas com seus carros alegóricos.

Em 2002, de volta ao Grupo de Acesso, a Tuiuti encerrou o desfile com o dia amanhecendo, numa trégua da chuva e poucas pessoas nas arquibancadas. O enredo era uma homenagem ao carnavalesco Arlindo Rodrigues, célebre por antigos carnavais no Salgueiro e Imperatriz.

Em 2003, a Tuiuti se destacou no grupo de acesso. Com o enredo em homenagem ao centenário do pintor Cândido Portinari, apresentou um criativo desfile desenvolvido pelo carnavalesco Paulo Barros. A comissão de frente entrou com saias de pincéis giratórios, vestida de paleta de tinta em uma aquarela. No abre-alas,a grande coroa, símbolo da escola, feita com 7 500 latas de tinta, inclusive com tampas revestindo o piso, gerando um belo efeito visual. O carro com esculturas de negros carregando sacos de café, sem figuras vivas e com canhões de luz de baixo para cima, também causava impacto, assim como a alegoria que trazia espantalhos de campos de milho que coreografavam para assustar os corvos. Apesar do terceiro lugar, o desfile foi tão surpreendente que a Unidos da Tijuca convidou Paulo Barros para desenvolver o enredo da escola do Borel em 2004 no Grupo Especial, escrevendo nova história do carnaval carioca.

Em 2004, mais uma vez fechando os desfiles do grupo de acesso, a Tuiuti reverenciou poeta Vinícius de Moraes, desenvolvido pelo carnavalesco Jaime Cezário, mas não se destacou. No ano seguinte fez mais uma homenagem, desta vez ao jornalista Ricardo Cravo Albim, mas acabou rebaixada pro Grupo de Acesso B.

Nos anos seguintes, tentou subir de grupo, mas somente em 2008, com um enredo falando sobre o sambista Cartola, conseguiu o vice-campeonato e novamente retornou para o Grupo de acesso A em 2009.

Em 2009, o Tuiuti trouxe roletas, dados e cartas cheios de cores e brilhos para reviver a época de luxo e riqueza que marcou o imponente Cassino da Urca.

Para o carnaval 2010, a escola trouxe como enredo o mesmo enredo de 1990, uma homenagem a escritora Eneida de Moraes. No entanto, não foi uma reedição, mas sim uma releitura, onde foram acrescentadas novas ideias, como uma menção ao Carnaval virtual. A escola acabou, em 2010, na 12ª posição sendo rebaixada para o ano de 2011 ao Grupo B, juntamente com a Unidos de Padre Miguel. Após o rebaixamento a escola precisou deixar sua quadra, devido a uma liminar imposta pelo DER-RJ.

Na sua volta ao Grupo B, a escola de São Cristóvão trouxe como enredo O Mais Doce Bárbaro - Caetano Veloso sobre o cantor Caetano Veloso, do carnavalesco Eduardo Gonçalves. Fez um desfile candidato a ganhar, inclusive com o homenageado desfilando. Daniel Silva foi o intérprete e Gracyanne, rainha de bateria.[15] Última escola a desfilar na terça-feira, na Sapucaí, com esse desfile, obteve o título do Grupo de acesso B.[16]

Para 2012, a escola contratou o carnavalesco Jack Vasconcelos, que estava na Viradouro, e o Mestre Celinho (ex-Unidos da Tijuca), que estava afastado do carnaval há alguns anos. Intitulado "A tal mineira", o enredo seria sobre Clara Nunes.[17] Terminou na última colocação, mas, devido a uma manobra que cassou os direitos da LESGA, permaneceu no grupo de acesso A. Em 2013, seguiu na mesma linha de homenagens, desta vez ao humorista Chico Anysio.[18]

Em agosto de 2013, Renato Thor, abdicou de ser presidente da agremiação, para se dedicar à vice-presidência da LIERJ, deixando em seu lugar seu pai, Jorge Honorato.[19] Este trouxe o experiente carnavalesco Severo Luzardo, para reeditar o clássico samba-enredo Kizomba - A festa da Raça, com o qual a Vila Isabel sagrou-se campeã do Grupo Especial em 1988.[20][21] A poucos meses do desfile, a escola chegou a cogitar dispensar Claudinho Tuiuti do comando da bateria,[22] o que acabou não ocorrendo. Bastante elogiada em seu desfile, a escola se manteve no mesmo grupo para o ano seguinte.

Em 2015 a escola apostou no retorno de Jack Vasconcelos, como carnavalesco, que surpreendeu com um enredo de temática indígena, "Curumim chama Cunhantã que eu vou contar...", que foi baseado em um livro do escritor Hans Staden. Com um desfile surpreendente, tendo como destaque a sua comissão de frente, a escola acabou ficando com a 5º colocação.

Para 2016, a escola manteve Jack Vasconcellos, apesar deste também assinar o carnaval da União da Ilha. Daniel Silva continuou a frente do carro de som da escola e, a princípio, faria dupla com Ciganerey (que chegou a gravar o CD da Série A) porém, este foi chamado para assumir o microfone principal da Mangueira devido ao falecimento do interprete Luizito. Porém, Daniel ganhou a companhia de Leandro Santos, que havia saído da Estácio de Sá. A bateria, continuou o premiado Mestre Ricardinho, visando trazer os 120 pontos para a escola no quesito, já que em 2014 e 2015 a bateria Super Som garantiu a nota máxima (40 pontos) para a agremiação. Com o enredo "A Farra do Boi" a escola fez um desfile empolgante e conquistou a Série A perdendo apenas 0,1 dos 270 pontos possíveis, garantindo assim seu retorno ao Grupo Especial depois de 15 anos.

Para o carnaval de 2017, a escola se reforçou com o experiente casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira Marquinhos e Giovanna, vindos da Viradouro e com o intérprete Wantuir, vindo da Portela. A princípio, Wantuir faria dupla com Daniel Silva, mas este deixou a escola. O enredo foi "Carnavaleidoscópio Tropifágico" sobre os 50 anos do movimento Tropicália. A escola fez uma apresentação bonita, mas sem muito destaque. Na apuração, terminou em décimo segundo lugar, mas por conta dos inúmeros acidentes ocorridos nos dois dias de desfile das Escolas de Samba (um deles envolvendo a própria Tuiuti, com a última alegoria prensando algumas pessoas na grade do Setor 1, ferindo cerca de vinte - entre os feridos, a radialista Liza Carioca, que falecera dois meses depois) a LIESA decidiu vetar o rebaixamento para a Série A no ano de 2017. Sendo assim, a Paraíso do Tuiuti permanece no Grupo Especial para o carnaval de 2018, fazendo sua melhor participação na elite do samba carioca - dois anos consecutivos.

Para o carnaval de 2018 o enredo da escola foi sobre os 130 anos da Lei Áurea ,cujo título foi "Meu Deus! Meu Deus! Está extinta a escravidão?". Diferente dos anos anteriores, a Tuiuti optou por encomendar seu samba-enredo à compositores da escola, e contará com o reforço do intérprete Nino do Milênio (ex-Inocentes de Belford Roxo) e do casal de mestre-sala e porta-bandeira Marlon Flores e Danielle Nascimento. Com este enredo, a escola surpreendeu porque, depois de no ano anterior estar na última posição, acabou com o segundo lugar em 2018, por alguns momentos brigando pela liderança, sendo este seu melhor resultado na história da agremiação.[23]

Segmentos[editar | editar código-fonte]

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Período Nome Referências
1998–2002 Amarildo [24]
2004–agosto de 2013 Renato Ribeiro Marins "Thor" [24]
agosto de 2013–abril de 2016 Jorge Honorato [19]
abril de 2016–presente Renato Ribeiro Marins "Thor" [25]

Presidentes de honra[editar | editar código-fonte]

Período Nome Referências
Agosto de 2013–abril de 2016 Renato Ribeiro Marins "Thor" [24]
Abril de 2016–presente Vago [26]

Intérpretes[editar | editar código-fonte]

Carnavais Intérprete oficial Referências
1973 Noca da Portela [27][28]
1974 Sirley [29]
1977 Mauro Rosas [30]
1982 Aldir [31]
1983 Paulo César Peçanha [32]
1988 Rodolfo da Bacia [33]
1989 Jair [34]
1990 Bidubi [35]
1991 Pedrinho da Flor [36]
1999–2002 Ciganerey [37]
2003 Clóvis Pê [38]
2004–2005 Ciganerey [37]
2006 Serginho Gama [39][40]
2007 Alex Tuiuti [41][42]
2008–2009 Ciganerey [37]
2010 Anderson Paz [43][44]
2011–2015 Daniel Silva [45][46]
2016 Daniel Silva e Leandro Santos [45][47][48]
2017 Wantuir [49]
2018 Nino do Milênio, Celsinho Mody e Grazzi Brasil
2019–presente Celsinho Mody e Grazzi Brasil

Diretores[editar | editar código-fonte]

Período Diretor de Carnaval Diretor geral de harmonia Mestre de bateria Referências
2012 Celinho
2013 André Rambo e Asprilla Claudinho Tuiuti [50]
2014 Leandro Azevedo André Rambo Ricardinho
2015–2017 Leandro Azevedo Luiz Carlos Amancio Ricardinho [51][52]
2018 Leandro Azevedo Comissão de Harmonia Ricardinho
2019–presente André Gonçalves, Rodrigo Soares, Júnior Cabeça André Gonçalves, Rodrigo Soares, Júnior Cabeça Ricardinho

Comissão de frente[editar | editar código-fonte]

Período Coreógrafo(a) Referências
2000–2001 Angela Salles [53][54]
2002 Dill Costa [55][56]
2003 Alexandre Alves [57][58]
2006 Renata Monnier [39][40]
2007 Odmar Rufino [41][59]
2008 Fábio Batista [60][61]
2009 João Paulo Machado [62][63]
2010 João Paulo Machado e Renata Monnier [43][64]
2011–2013 Fábio Batista [65][66]
2014 João Suassuna e Narielli Nunes [67][68]
2015–2016 Junior Scapin [69][70]
2017 Jaime Arôxa [69][71]
2018 Patrick Carvalho [69][72]

Mestre-sala e Porta-bandeira[editar | editar código-fonte]

Período Casal Referências
1999 Marquinhos Sorriso e Marluce [73]
2000–2001 Marquinhos Sorriso e Cristiane Caldas [53][54]
2002 Marquinhos Sorriso e Priscila Domingues [55][56]
2003 Marcinho Simpatia e Marluce [57][58]
2004 Paulo César e Simone Pereira [74]
2005 Paulo César e Jacqueline Gomes [75]
2006 Paulo César e Simone Pereira [39][40]
2007 Roberto Vinícius e Manuela Cardoso [41][76]
2008–2009 Feliciano Júnior e Cristiane Caldas [60][62]
2010 Zé Roberto e Lívia [43][77]
2011 Zé Roberto e Thaís Romi [65][78]
2012 Zé Roberto e Mara Rosa [79][80]
2013 Hugo César e Amanda Poblete [66][81]
2014–2016 Vinícius Pessanha e Jackeline Pessanha [82][83]
2017 Marquinhos e Giovanna Justo [83]
2018–presente Marlon Flores e Danielle Nascimento

Corte de bateria[editar | editar código-fonte]

Período Rainha Madrinha Referências
1995–2003 Dill Costa
2004–2005 Juliane Almeida [84][85]
2007 Valquíria Ribeiro [86]
2008 Renata Frisson [87]
2009 Ellen Cardoso [88]
2010 Juliana Clara [89]
2011 Gracyanne Barbosa [90]
2012 Roberta Appratti Scheila Carvalho [91][92]
2013 Maíra Cardi Scheila Carvalho [92][93][94]
2014–2015 Pâmela Santos [95][21]
2016–presente Caroline Marins [96]

Carnavais[editar | editar código-fonte]

Paraíso do Tuiuti
Ano Colocação Divisão Enredo Carnavalesco Ref.
1955 10.º Lugar Grupo 1 "Apoteose a Edgar Roquete Pinto" [97]
1956 12.º Lugar Grupo 1 "O circo, a grande parada" [97]
1957 17.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo 1 "Meus sonhos de criança"
Ala dos Compositores
[97]
1958 3.º Lugar Grupo 2 "Homenagem ás forças armadas" [97]
1959 15.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo 1 "Batalha do Tuiuti" Júlio Mattos [97]
1960 11.º Lugar Grupo 2 "Do Terço Velho ao Sampaio da FEB" Júlio Mattos [97]
1961 14.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo 2 "Exaltação à Pedro Américo, Castro Alves e Rui Barbosa" Júlio Mattos [97]
1962 A escola não desfilou [97]
1963 18.º Lugar Grupo 3 "Glória a Villa-Lobos" Júlio Mattos [97]
1964 3.º Lugar Grupo 3 "Uma formatura nas Agulhas Negras" Júlio Mattos [97]
1965 8.º Lugar Grupo 2 "Rio, 4 séculos de glória" Júlio Mattos [97]
1966 15.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo 2 "Sonho de uma noite de carnaval" Júlio Mattos [97]
1967 A escola não desfilou [97]
1968 Campeã Grupo 3 "São Cristóvão, bairro imperial" Júlio Mattos [97]
1969 3.º Lugar Grupo 2 "O mundo da poesia de Olavo Bilac" Júlio Mattos [97]
1970 7.º Lugar Grupo 2 "Alencar, Patriarca da Literatura Brasileira" Júlio Mattos [97]
1971 6.º Lugar Grupo 2 "Rio, carnaval e batucada"
Compositores: Noca da Portela e Poliba
Júlio Mattos [97]
1972 3.º Lugar Grupo 2 "Sempre Brasil"
Compositores: Sirley, Savi e Marçal
[97]
1973 5.º Lugar Grupo 2 "Os imortais da música brasileira"
Compositores: Noca da Portela e Poliba.
[97]
1974 12.º Lugar Grupo 2 "Olimpíadas festa de um povo"
Compositores: Sirley, Savi e Marçal
[97]
1975 7.º Lugar Grupo 2 "Obra e vida de Cecilia Meirelles"
Compositores: Noca da Portela e Poliba
Júlio Mattos [97]
1976 8.º Lugar Grupo 2 "Cobra Norato" [97]
1977 17.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo 2 "Brasil caboclo"
Compositores: Mauro Rosas, Otolino Lopes e Carlos Martins
[97]
1978 6.º Lugar Grupo 3 "Carnaval de ontem e de hoje" [97]
1979 6.º Lugar Grupo 2B "Orlando Silva" [97]
1980 Campeã Grupo 2B "É a sorte" Maria Augusta [97]
1981 9.º Lugar Grupo 2A "Exaltação a Vinícius de Moraes" Maria Augusta [97]
1982 Vice-campeã Grupo 2A "Alegria" Maria Augusta [97]
1983 8.º Lugar Grupo 1B "Vamos falar de amor"
Compositores: Beto Xangô e Dentinho
Maria Augusta [97]
1984 11.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo 1B "1984, um ano de otimismo"
Compositor: Vicente Arides
Billy Acioli [97]
1985 3.º Lugar Grupo 2A Axé raça negra Billy Acioli [97]
1986 4.º Lugar Grupo 2A "A neta da Chiquita Bacana"
Compositores: Jorge Cabeleira, Oliba, Geraldo Martins e Madeira
Billy Acioli [97]
1987 Campeã Grupo 3 "Força viva do samba, pagode" Júlio Mattos [97]
1988 6.º Lugar Grupo 2 "Filho de branco é menino, filho de negro é moleque; Moleque taí? Vem cá moleque, vem cá apanhar"
Compositores: Zé Lobo, Cocada, Bidubi do Tuiuti, Jorge Neguinho e Rodolfo da Bacia
Júlio Mattos [98]
1989 6.º Lugar Grupo 2 "Folclore, tradição popular"
Compositores: Poliba, Jorge Cabeleira, Toninho 70 e Fernando M
Júlio Mattos [97]
1990 9.º Lugar Grupo A "Eneida, o pierrot está de volta"
Compositores: Aldir, Parim, Jorge Neguinho e Fernando J
Júlio Mattos [97]
1991 11.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo A "Asa Branca"
Compositores: Valéria, Fernanda e Carmen
Beto Maia e Lu Ferreira [97]
1992 10.º Lugar Grupo B "Será que vai dar praia?" Máslova Valença e Fernanda Junqueira [97]
1993 11.º Lugar Grupo B "Os anjos" Guilherme Santos [97]
1994 10.º Lugar Grupo B "Nas asas do Tuiuti" Billy Acioli [97]
1995 5.º Lugar Grupo B "Recicla Brasil" Sérgio Marimba [97]
1996 3.º Lugar Grupo C "A raça em movimento" Sérgio Marimba [97]
1997 Campeã Grupo C "Um príncipe negro nas ruas do Rio" Sérgio Marimba [97]
1998 4.º Lugar Grupo B "Oui, oui, a França esteve aqui"
Compositores: Sirley, Jurandir, Alceu, Binho e Moreno
Soller Divino [97]
1999 3.º Lugar Grupo B "Uma delícia glacial no país do Carnaval"
Compositores: Rafael, Humberto e Shabba do Pandeiro
Paulo Menezes [99]
2000 Vice-campeã Grupo A "Um monarca na fuzarca"
Compositores: Meia Noite, Jurandir, Gil Azeitona, Mestre Arerê, Tunico do Pandeiro, Serginho da Ilha e César Som Livre
Paulo Menezes [100]
2001 14.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo

Especial

"Um mouro no quilombo: Isto a história registra"
Compositores: César Som Livre, Kleber Rodrigues, David Lima e Cláudio Martins
Paulo Menezes [101]
2002 4.º Lugar Grupo A "Arlindo, arlequins e querubins: Um carnaval no Paraíso"
Compositores: Waltinho Fontoura, Bahia, Luiz Pinheiro e Catimba do Tuiuti
Paulo Menezes [102]
2003 4.º Lugar Grupo A "Tuiuti desfila o Brasil em telas de Portinari"
Compositores: Fernando de Lima, Silvão, Doutor e Eli Penteado
Paulo Barros [103]
2004 8.º Lugar Grupo A "Olha que coisa mais linda, o poeta está no paraíso"
Compositores: Eric e Zezé
Jaime Cezário [104]
2005 9.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo A "Cravo de Ouro, eu também sou da lira e não quero negar"
Compositores: Ceí, Reza, Pelé, Jurandir e Wanderlei
Rodrigo Siqueira [105]
2006 2.º Lugar Grupo B "O Imperador morava ali, do outro lado do Tuiuti"
Compositores: Du Pagode, Fabio Malafaia, J. Junior e Marcelo Pagodeiro
Marcos Januário e Marcelo Andrade [106]
2007 3.º Lugar Grupo B "Vamos falar de amor"
(Reedição do enredo de 1983)
Compositor: Beto Xangô
Marcelo Andrade [107]
2008 Vice-campeã Grupo B "Cartola, teu cenário é uma beleza"
Compositores: Betinho do Cavaco, Cássia Novelli, Silvão, Aníbal e Jeronimo GG
Eduardo Silva [108]
2009 7.º Lugar Grupo A "O Cassino da Urca"
Compositores: Aníbal, Gilmar Silva, Jurandir, Jerônimo GG, Fábio Malafaia e Jurandir Terra
Eduardo Gonçalves [109]
2010 12.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo A "Eneida, o pierrot está de volta"
Compositores: Aníbal, Jr. Fionda, Luis Caxias, Marcio de Campos Novos, Reza e Ceí
Eduardo Gonçalves [110]
2011 Campeã Grupo B "O mais doce bárbaro - Caetano Veloso"
Compositores: Eric Souza, Elton Divino, Rodrigo Monteiro, Zezé e Gê Tuiuti
Eduardo Gonçalves [111]
2012 9.º Lugar Grupo A "Clara Nunes - A tal mineira"
Compositores: Jurandir, Anibal, Adauto Alves, Reza e Pelé
Jack Vasconcelos [112][113][17]
2013 13.º Lugar Série A "Ao mestre do riso com carinho: As caras do Brasil"
Compositores: André Kaballa, Leandro Kfé, Thiago Meiners, Júnior Santana e Bolão Bombeiro
Cid Carvalho [114][115]
2014 8.º Lugar Série A "Kizomba, a festa da raça"
(Reedição do enredo de 1988 da Unidos de Vila Isabel)
Compositores: Rodolpho, Jonas e Luiz Carlos da Vila
Severo Luzardo [21]
2015 5.º Lugar Série A "Curumim chama cunhantã que eu vou contar…"
Compositores: Anderson Benson, Leandro Rc, Minueto, Flazil Câmara e Flavinho Segal
Jack Vasconcelos [69][116]
2016 Campeã Série A "A farra do boi"
Compositores: Rafael Júnior, Jorge Maia, W Correia, Dilson Marimba e Cláudio Russo
Jack Vasconcelos [117]
2017 12.º Lugar Grupo

Especial

"Carnavaleidoscópio tropifágico"
Compositores: Carlinhos Chirrinha, Rafael Bernini, Luis Caxias, Wellington Onirê, Fernandão, Alexandre Cabeça, Felipe Cardoso e Caramujo
Jack Vasconcelos [118]
2018 Vice-campeã Grupo Especial "Meu Deus! Meu Deus! Está extinta a escravidão?"
Compositores: Moacyr Luz, Cláudio Russo, Dona Zezé, Aníbal e Jurandir
Jack Vasconcelos [119][120]
2019 Grupo Especial "O Salvador da Pátria"
Compositores: Moacyr Luz, Cláudio Russo, Dona Zezé, Aníbal e Jurandir
Jack Vasconcelos

Títulos[editar | editar código-fonte]

Títulos do GRES Paraíso do Tuiuti
Divisão Títulos Carnavais
Trophy (transp. Simón Bolívar Cup).png Série A (LIERJ) 1 2016
Trophy (transp. Simón Bolívar Cup).png Série B 3 1968, 1987 e 2011
Trophy (transp. Simón Bolívar Cup).png Série C 2 1980 e 1997

Premiações[editar | editar código-fonte]

Prêmios recebidos pelo GRES Paraíso do Tuiuti.

Ano Prêmio Categoria / premiados Divisão Ref.
1958 Cidadão Samba João Paiva dos Santos Grupo 2 [121]
1959 Grupo 1
1961 Grupo 2
1962 Não desfilou
1999 S@mba-Net Melhor desfile Grupo B [122]
Samba-enredo
("Uma delícia glacial no país do carnaval" - Compositores: Rafael, Humberto e Shabba do Pandeiro)
Enredo ("Uma delícia glacial no país do carnaval")
2000 S@mba-Net Comissão de frente (Coreógrafa responsável: Angela Salles) Grupo A [123]
Intérprete (Ciganerey)
Passista masculino (Leandro)
2001 Estandarte de Ouro Revelação (Porta-bandeira Cristiane Caldas) Grupo Especial [124]
2002 S@mba-Net Ala ("Lavagem do Bonfim") Grupo A [125]
Conjunto de fantasias
2003 S@mba-Net Enredo ("Tuiuti desfila o Brasil em telas de Portinari") Grupo A [126]
Comissão de frente (Coreógrafo responsável: Alexandre Alves)
Alegoria (Carro dos espantalhos)
2004 Troféu Jorge Lafond Ala das baianas Grupo A [127]
2005 S@mba-Net Intérprete (Ciganerey) Grupo A [128]
Troféu Jorge Lafond Intérprete (Ciganerey) [129]
Porta-bandeira (Jacqueline Gomes)
2006 S@mba-Net Enredo ("O Imperador morava ali, do outro lado do Tuiuti") Grupo B [130]
Bateria (Diretor responsável: Mestre Ricardinho)
Comissão de frente (Coreógrafa responsável: Renata Monnier)
2007 Troféu Jorge Lafond Samba-enredo ("Vamos falar de amor" - Compositores: Beto Xangô e Dentinho) Grupo B [131]
Ala mirim
S@mba-Net Ala mirim [132]
Troféu Parangolé Carnavalesco Marcelo Andrade (Pelo figurino da comissão de frente,

pela visualidade da fantasia da bandeira do Brasil e pela opção das fantasias simples)

[133]
2008 S@mba-Net Enredo ("Cartola, teu cenário é uma beleza") Grupo B [134]
Bateria (Diretor responsável: Mestre Claudinho)
Troféu Rádio Manchete Samba-enredo ("Cartola, teu cenário é uma beleza" - Compositores: Betinho do Cavaco, Cássia Novelli, Silvão, Aníbal e Jeronimo GG) [135]
Troféu Jorge Lafond Samba-enredo ("Cartola, teu cenário é uma beleza" - Compositores: Betinho do Cavaco, Cássia Novelli, Silvão, Aníbal e Jeronimo GG) [136]
Casal de Mestre-sala e Porta-bandeira (Feliciano Júnior e Cristiane Caldas)
2009 S@mba-Net Ala mirim Grupo A [137]
Troféu Jorge Lafond Bateria (Direção: Mestre Ricardinho) [138]
Harmonia (Direção: Adelson Moura)
2010 S@mba-Net Velha guarda Grupo A [139]
2011 S@mba-Net Melhor desfile Grupo B [140]
Desfile mais empolgante
Intérprete (Daniel Silva)
Casal de Mestre-sala e Porta-bandeira (Zé Roberto e Thais Romi)
Troféu Jorge Lafond Melhor escola [141]
Intérprete (Daniel Silva)
Carnavalesco (Eduardo Gonçalves)
Plumas & Paetês Figurinista (Eduardo Gonçalves) [142]
Diretor de bateria (Mestre Jeferson)
Costureiro (Ricardo Bocão)
2012 S@mba-Net Velha guarda Grupo A [143]
2013 Plumas & Paetês Gestor de ateliê (Leandro Santos e Leonardo Leonel) Série A [144]
2014 Troféu Apoteose Harmonia (Diretor responsável: André Rambo) Série A [145]
Troféu Jorge Lafond Bateria (Direção: Mestre Ricardinho) [146]
2015 Estrela do Carnaval Comissão de frente (Coreógrafo responsável: Junior Scapin) Série A [147]
Conjunto de alegorias e fantasias
Troféu Jorge Lafond Intérprete (Daniel Silva) [148]
Comissão de frente (Coreógrafo responsável: Junior Scapin)
Gato de Prata Comissão de frente (Coreógrafo responsável: Junior Scapin) [149]
S@mba-Net Comissão de frente (Coreógrafo responsável: Junior Scapin) [150][151]
Conjunto de fantasias
Plumas & Paetês Coreógrafo (Junior Scapin) [152]
Desenhista (Jack Vasconcelos)
Gestor de ateliê (Ateliê Aquarela Carioca)
Iluminador (Paulinho da Luz)
Pesquisador (Jack Vasconcelos)
Pintor artístico (Eduardo Alves)
2016 Troféu Sambista Melhor desfile Série A [153][154]
Estrela do Carnaval Melhor desfile [155]
Bateria (Direção: Mestre Ricardinho)
Casal de Mestre-sala e Porta-bandeira (Vinícius Pessanha e Jackeline Pessanha)
S@mba-Net Casal de Mestre-sala e Porta-bandeira (Vinícius Pessanha e Jackeline Pessanha) [156][157]
Conjunto alegórico
Ala de passistas
Gato de Prata Ala de passistas [158][159]
Passista Samba no Pé Ala de passistas [160]
Prêmio Machine Ala de passistas [161][162]
Troféu Jorge Lafond Ala de passistas [163]
Bateria (Direção: Mestre Ricardinho)
Plumas & Paetês Aderecista (Léo Morais) [164]
Desenhista (Jack Vasconcelos)
Figurinista (Jack Vasconcelos)
Maquiadora artística (Ivete Dibó)
Pesquisador (Jack Vasconcelos)
2017 S@mba-Net Enredo (Jack Vasconcelos)
2018 Estandarte de Ouro Comissão de Frente Grupo Especial [165]
Destaque do público
Estrela do Carnaval Comissão de Frente [166]
Carnavalesco (Jack Vasconcelos)
Samba-Enredo ("Meu Deus! Meu Deus! Está extinta a escravidão?" Compositores: Moacyr Luz, Cláudio Russo, Dona Zezé, Aníbal e Jurandir)
Revelação do carnaval (Celsinho Moddy e Grazzi Brasil)
Tamborim de Ouro Escola de Ouro [167]
Comissão Sensação
Samba do Ano
SRZD-Carnaval Carnavalesco (Jack Vasconcelos)
Comissão de Frente
Passista Samba no Pé Passista Revelação Feminino - Andryelle Sampaio [168][169]

Notas

  1. Os registros históricos e fontes de pesquisa apontam para a fundação da escola em 05 de abril de 1954. Porém, a própria agremiação adota como ano de fundação, 1952.

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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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  • Cabral, Sérgio (2011). Escolas de Samba do Rio de Janeiro 1.ª ed. São Paulo: Lazuli; Companhia Editora Nacional. 495 páginas. ISBN 978-85-7865-039-1 
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  • Diniz, André (2012). Almanaque do Samba - A história do samba, o que ouvir, o que ler, onde curtir 1.ª ed. Rio de Janeiro: Zahar. ISBN 978-85-37808-73-3 
  • Diniz, André; Cunha, Diogo (2014). Na Passarela do Samba - O Esplendor das Escolas em 30 anos de desfiles de carnaval no Sambódromo 1.ª ed. Rio de Janeiro: Casa da Palavra. ISBN 978-85-7734-445-1 
  • Fernandes, Nélson da Nóbrega (2001). Escolas de Samba: Sujeitos Celebrantes e Objetos Celebrados (PDF). Col: Memória Carioca. vol. 3; 1.ª ed. Rio de Janeiro: Prefeitura do Rio de Janeiro. 153 páginas 
  • Gomyde Brasil, Pérsio (2015). Da Candelária à Apoteose - Quatro décadas de paixão 3.ª ed. Rio de Janeiro: Multifoco. ISBN 978-85-7961-102-5 

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