Galvão Bueno

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Galvão Bueno
Galvão Bueno em 2007
Nome completo Carlos Eduardo dos Santos Galvão Bueno
Nascimento 21 de julho de 1950 (67 anos)
Rio de Janeiro (RJ)
Ocupação Narrador, radialista e apresentador esportivo
Cargo Narrador e apresentador
Cônjuge(s) Lúcia Ferro Costa (1972-não determinado)
Desirée Soares Galvão Bueno (2000-presente)
Filho(s) Carlos Eduardo Santos Galvão Bueno Filho, Paulo Eduardo Ferro Costa Galvão Bueno, Letícia Ferro Costa Galvão Bueno, Luca Soares Galvão Bueno
Nacionalidade brasileiro
Trabalhos notáveis Rede Globo de Televisão

Carlos Eduardo dos Santos Galvão Bueno, mais conhecido como Galvão Bueno (Rio de Janeiro, 21 de julho de 1950[1]), é um empresário, narrador, radialista e apresentador esportivo brasileiro.[2][3] É considerado o narrador esportivo mais famoso do Brasil.[4] Atualmente, trabalha para a Rede Globo.

Galvão é muito conhecido por narrar para brasileiros momentos relevantes do esporte nacional, como o tetracampeonato e o pentacampeonato mundial da Seleção Brasileira de Futebol, os títulos mundiais de Fórmula 1 e o acidente fatal do piloto brasileiro Ayrton Senna em 1994, além de vários Jogos Olímpicos da era moderna.

Ao mesmo tempo em que é considerado por seus admiradores um ícone da locução esportiva brasileira, Galvão Bueno é criticado pela visão ufanista com que narra qualquer esporte em que o Brasil esteja participando. São frequentes as ofensas de torcidas brasileiras de futebol ao locutor em jogos em que está presente. Durante a final de basquetebol dos Jogos Pan-americanos de 2007, entre aplausos para Oscar Schmidt e Hortência, mais uma vez o locutor foi motivo de escárnio dos torcedores.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Início[editar | editar código-fonte]

Começou a carreira na Rádio Gazeta de São Paulo em 1974, depois de trabalhar numa fábrica de materiais plásticos. Logo depois, saiu da Rádio e migrou para a TV Gazeta. Na emissora, participou do programa Mesa Redonda e cobriu a Copa do Mundo de 1974, narrando do Brasil.[5]

Em 1977, Galvão passou rapidamente pela Rede Record, onde ficou apenas dois meses.[5]

No final de 1977, Galvão ingressou na TV Bandeirantes, participando como comentarista da emissora na Copa de 1978 .[5]

Em 1980, quando a TV Bandeirantes comprou os direitos de transmissão da Fórmula 1, Galvão narrou pela primeira vez provas da categoria.[6]

Rede Globo de Televisão[editar | editar código-fonte]

Galvão foi contratado pela Rede Globo em 1981.

Seu primeiro trabalho na Rede Globo foi a narração da partida entre o Clube de Regatas Flamengo e o Club Jorge Wilstermann, da Bolívia, pela Copa Libertadores da América de 1981. Narrou alguns jogos da Copa do Mundo de 1982, mas ele ainda não era o narrador principal da emissora: Luciano do Valle era o titular do posto e narrou os jogos do Brasil naquele mundial.[5]

Logo após o Mundial realizado na Espanha, Luciano do Valle vai para a TV Record.

Assim, o Grande Prêmio da África do Sul de 1982 foi o primeiro GP da categoria narrado por Galvão pela TV Globo. Em 2013, Galvão contou que um erro na narração deste GP quase lhe custou o emprego[7]:

"Eu vou contar o dia em que (risadas) ...que eu achei que tinha perdido o emprego. Estava começando a carreira e terminando no mesmo dia. Estréia na Globo na Fórmula-1, Grande Prêmio da África do Sul de 1982. Naquela época ninguém parava para abastecer e trocar pneus, quem parava para trocar um pneu furado estava fora da corrida. O Prost, que estava em primeiro lugar, entrou nos boxes trocou um pneu e foi embora... e na minha cabeça nunca mais ele iria se recuperar. Quando ele passou o Carlos Reutemann eu disse: "Tá tirando volta de atraso". Estava nada, Prost voltou na mesma volta e estava voltando para a primeira colocação. Narrei vitória de Carlos Reutemann. Fomos para o comercial, quando voltamos preparou-se o pódio e apareceu lá Alain Prost como vencedor. Me deu um desespero, vou pedir ajuda para quem? Para o Reginaldo Leme, que já tinha alguma história na televisão. Olhei para o Reginaldo do lado e fiz assim para ele: "E agora?" Ele olhou para mim e disse: "Não sei". Então nesse momento eu falei: acabou a minha carreira. Foram oito horas e meia de volta para o Rio de Janeiro certo que eu estava demitido. Graças a Deus o Boni, então diretor da TV Globo me deu uma chance, eu continuei e estou aí até hojev[7]
Galvão Bueno, sobre sua primeira narração da Fórmula 1 pela TV Globo.

Em 1983, fez a cobertura para o Globo Esporte da morte do ex-jogador brasileiro Mané Garrincha no Maracanã.

Em 1984, Galvão narrou o final da maratona feminina dos Jogos de Los Angeles, quando a suíça Gabriela Andersen, extenuada, conseguiu completar a prova em 37º lugar, e foi ovacionada pelo público. Ele narrou ao vivo a emocionante volta final da corredora no Coliseu de Los Angeles.

Em 1986, na Copa do Mundo daquele ano, Galvão ainda não era o principal narrador da Globo. Com isso, narrou apenas um jogo do Brasil naquele Mundial, porque Osmar Santos não estava sem sentindo bem. Mas, em compensação, narrou o histórico jogo Argentina 2 x 1 Inglaterra.[5]

Na Copa de 1990, Galvão já era o principal narrador da emissora.[5]

Nesta primeira passagem de Galvão pela Globo, destaca-se, ainda, a narração das conquistas dos dois títulos de Nelson Piquet, em 1983 e 1987, e os três campeonatos de Ayrton Senna, em 1988, 1990 e 1991.

Saída da Globo[editar | editar código-fonte]

Em 1992, Galvão deixou a Rede Globo em nome de um projeto para comandar o departamento de esporte da Rede OM (atual CNT), com sede no estado do Paraná. Galvão acumulava os cargos de narrador, apresentador e diretor de esportes.[8]

Na época, a então recém criada emissora de televisão comprou os direitos de exibição da Copa Libertadores da América, sendo a única emissora do Brasil a transmitir o torneio continental daquele ano, dando a sorte de registrar a histórica campanha do São Paulo de Telê Santana.[8]

A estreia oficial de Galvão como locutor na emissora aconteceu em 1º de abril de 1992, após uma campanha de divulgação em grandes jornais brasileiros. O contratado debutou com a partida em que o São Paulo goleou o Criciúma por 4x0, no Morumbi, válida pela fase de grupos do torneio.[8] A ocasião foi amplamente divulgada pela emissora. Nos principais jornais daquele dia, havia o anúncio da partida com o slogan “O jogão do Galvão!”.

O sucesso do São Paulo na Libertadores colocava a Rede OM à frente de SBT, Manchete, Band e Record. A cada avanço do Tricolor na competição, a audiência da emissora paranaense crescia um pouco mais.

Com o fim da Libertadores, a Rede OM se virava como podia com outros eventos esportivos. Chegou a transmitir, inclusive, o Campeonato Nacional de Rodeios para todo o Brasil. Galvão Bueno participou até da transmissão de um evento de lutas chamado “Os Campeões do Ringue”.

A emissora acabou sendo prejudicada pelo envolvimento do proprietário no escândalo PC Farias, que derrubaria Fernando Collor da presidência do país. As dificuldades financeiras que vieram depois disso provocaram demissões no Jornalismo e denúncias de salários atrasados. Galvão seguia no comando e a área representava 60% do faturamento total da emissora, conforme informou a Folha de S.Paulo em 15 de novembro de 1992.

O avanço das investigações do caso PC Farias fez com que a emissora tivesse que trocar de nome para se desvencilhar dos escândalos e da fama de cheques sem fundos distribuídos a funcionários e diretores.

Com isso, Galvão iniciou suas conversas de retorno à Rede Globo em fevereiro de 1993, acertando seu retorno à Globo no dia 2 de março de 1993, como informou no dia seguinte a Folha de S.Paulo com reportagem de Flávio Gomes.

Retorno à Globo[editar | editar código-fonte]

Desde que retornou à Globo, Galvão narrou as principais conquistas de atletas do país - exceção aos títulos de Gustavo Kuerten em Roland Garros - com destaque para as Copas do mundo de 1994 (e o famoso "é tetra, é tetra") e de 2002 - vencidas pela Seleção Brasileira de Futebol - o acidente fatal de Ayrton Senna, além de vários jogos olímpicos.

Em 1996, quando o Jornal Nacional passou por uma profunda reformulação e William Bonner e Lilian Witte Fibe passaram a assumir o comando do telejornal, Galvão passou a participar na bancada, quase todos os dias, dando notícias do esporte.[9] Sua participação no Jornal, porém, foi bem curta.

Na Copa da França, em 1998, Galvão, além de narrar os jogos do Brasil, coordenou o debate esportivo "Bate-Bola", um quadro do Esporte Espetacular com comentários sobre os jogos do torneio.

De 1999 a 2001, Galvão apresentou o programa Espaço Aberto, na GloboNews.

Na Copa do Mundo da Coréia e Japão, em 2002, o Bate-Bola passou a ser um programa independente, exibido logo após os jogos da seleção. Além do programa, Galvão Bueno, Pedro Bial e Fátima Bernardes apresentaram o Brasil na Copa, exibido nas noites de domingo.

Desde 2003, além da Globo, Galvão apresenta o programa Bem, Amigos, nas noites de segunda, no canal de televisão a cabo SporTV.

Em 2009, ele ganhou um quadro no programa Esporte Espetacular chamado Na Estrada com Galvão Bueno, em que o ele entrevista grandes nomes do futebol.

Em entrevista a Monica Bergamo, Galvão contou um drama que aconteceu na Copa de 2010. “No jogo de Brasil e Holanda, eu travei. A minha voz falhava, parecia carro de embreagem ruim. O Cleber Machado chegou a ficar de prontidão. Me apavorei”. O problema foi um fungo nas cordas vocais, que exigiu um longo tratamento e muitos remédios.[10]

Após a partida final da Copa de 2010, Galvão Bueno anunciou que esta Copa realizada na África do Sul foi a última que ele trabalhou fora do Brasil e que a próxima Copa que foi realizada no Brasil em 2014 seria a sua última,[11] pois se aposentaria após o evento.[12] Galvão, porém, voltou atrás recentemente e confirmou que narrará a Copa de 2018, que será realizada na Rússia, e, provavelmente, será a sua última. Em 2014 renovou seu contrato com a Rede Globo até 2019.[13]

Entre 2 de junho e 13 de julho de 2014, Galvão Bueno trabalhou como âncora do Jornal Nacional ao lado da apresentadora Patrícia Poeta, na cobertura da Copa do Mundo FIFA de 2014.[14]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Galvão Bueno é conhecido por ser muito controverso e por cometer gafes durante a transmissão de diversas modalidades esportivas.

Em 1994, durante a Copa do Mundo de futebol daquele ano, sem saber que estava sendo gravado, o locutor reclamou sobre Pelé, que trabalhou como comentarista naquela competição. Bueno chegou a afirmar que queria "dar com uma marreta na cabeça dele [...]"[15]

Em 2002, novamente durante uma Copa do Mundo FIFA, dessa vez na Coreia do Sul e no Japão, na transmissão do jogo entre Brasil e China, disse que: "Os chineses agora estão todos torcendo contra o Brasil".[16]

Em 2004, na final da Copa do Brasil, realizada no Maracanã entre Flamengo e Santo André, quando este último marcou um gol, Galvão gritou como tendo sido marcado pelo clube rival São Caetano.[16]

Em 2006, pouco antes do GP de Mônaco de Fórmula 1, outra gafe. O tenor espanhol Placido Domingo estava visitando os boxes das equipes e cumprimentando os pilotos, e Galvão se referiu ao tenor como "Placido Iglesias", confundindo-o com outro cantor espanhol famoso, Julio Iglesias.

Em 2009, durante o GP do Bahrein de Fórmula 1, Bueno escalou uma banda musical imaginária com o já falecido tecladista Richard Wright, do Pink Floyd, como baterista. Na verdade, sua intenção foi se referir a Nick Mason, real percussionista da banda britânica, que é fã do esporte e estava no Oriente Médio para acompanhar a prova.[16]

Em 2010, além do incidente "cala a boca, Galvão", no Twitter, o narrador, em uma entrevista para a Folha de S.Paulo, afirmou, após ser perguntado se a Rede Globo manda "na bola no Brasil", que "Isso é uma bobagem. Eu acho até que devia mandar mais. Porque ela paga as contas [referindo-se ao pagamento dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro."[17]

Em 2011, na partida de despedida de Ronaldo da Seleção, diante da Romênia, no Estádio do Pacaembu, o locutor fez referências a um texto de um certo poeta argentino chamado Alberto Briti. Contudo, as palavras ditas eram, na verdade, do consagrado dramaturgo alemão Bertold Brecht.[15]

Em agosto de 2012, durante a transmissão dos Jogos Olímpicos de Londres, Galvão discutiu no ar, pelo canal fechado SporTV, com o comentarista Renato Maurício Prado, após não gostar de uma brincadeira feita pelo seu então colega de emissora.[18] Após o imbróglio, Prado acabou afastado e, em novembro, assinou com a concorrente Fox Sports.[19]

Novamente em 2012, agora em outubro, a Globo, durante a transmissão do UFC 153, entre Anderson Silva e Stephan Bonnar, teve de baixar o som ambiente, pois o público, em coro, não parava de xingar o narrador.[20]

Já em 2013, enquanto cobria a semifinal da Champions League entre Bayern de Munique e Barcelona, o narrador chegou a afirmar que o ator austríaco Arnold Schwarzenegger já foi eleito "Miss Universo", se equivocando com o termo, que serve para designar mulheres, ao contrário do correto, que seria "mister". Além do mais, Bueno se referiu ao atacante blaugrana David Villa como "Vilas".[21]

Em 2014, no amistoso contra a África do Sul, Galvão se distraiu com uma mensagem e não narrou um gol do Brasil marcado por Oscar. Os internautas não perdoaram e usaram as redes sociais para criticar o locutor da Rede Globo.

Em 2016, devido ao fraco desempenho da seleção masculina no início das Olimpíadas 2016, Galvão chega a dizer que falta comprometimento por parte dos jogadores homens e que Marta é melhor que Neymar: "Neymar é nada perto de Marta". [22]

No dia 22 de setembro de 2016, ao mandar um abraço a Rádio Atlântida a pedido do radialista Duda Garbi, Galvão se confundiu e chamou a rádio de "Rádio Atlântica"

Vida Pessoal[editar | editar código-fonte]

Dentre as suas paixões esportivas, destacam-se o basquete e o automobilismo, este último herdado por seus filhos Cacá Bueno e Popó Bueno, ambos pilotos da categoria Stock Car.[23]

A par das atividades esportivas, ele é criador de gados Red Angus no norte do Paraná e é o titular da ABGB - Associação Beneficente Galvão Bueno, dirigida por sua mãe Mildred Galvão Bueno, atual presidente da Provopar - Programa de Voluntariado no Paraná, seção de Londrina. Também é um dos sócios da franqueadora da rede de lanchonetes Burger King no Brasil.[24]

No início de 2004, em uma propriedade que possui em Londrina, Galvão acabou se acidentando quando um cavalo se assustou e empinou, derrubando-o. O caso foi grave, o narrador quebrou o braço esquerdo em quatro lugares e teve de ser operado, afastando-se da televisão por um tempo.[25] Segundo o jornal "Folha de São Paulo", por já estar no hospital, Galvão aproveitou e se submeteu, na surdina, a uma cirurgia plástica.[26]

Atualmente está casado com a empresária do setor de modas, Desirée Soares,[27][28] de Londrina.[29][30][31]

No dia 15 de abril de 2012 confirmou que é torcedor do Flamengo.[32]

Livro[editar | editar código-fonte]

Em abril de 2015, Galvão lança o livro com sua biografia, Fala, Galvão![33]

Referências

  1. Rozenberg, Marcelo. «Que Fim Levou? Galvão Bueno». Terceiro Tempo. Consultado em 26 de maio de 2014 
  2. Ostrovsky, Ingo; Bueno, Galvão (2015). Fala, Galvão!. São Paulo: Globo Livros 
  3. «O narrador Galvão Bueno investe na produção de vinhos | Revista Menu». Consultado em 10 de junho de 2017 
  4. Schinner, Carlos Fernando (2004). Manual dos locutores esportivos. Rio de Janeiro: Panda Books 
  5. a b c d e f tvhistoria.com.br/ 6 diferentes fases da carreira de Galvão Bueno
  6. torcedores.uol.com.br/ NÃO É SÓ GALVÃO. VEJA QUEM JÁ NARROU A F1 PELA TV ABERTA NO BRASIL
  7. a b globoesporte.globo.com/ Galvão relembra erro em sua estreia na F-1: "Pensei que ia ser demitido"
  8. a b c uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/ Rede OM: a TV obscura que tinha Galvão e mostrou sozinha a Libertadores 92
  9. memoriaglobo.globo.com/ Jornal Nacional: Estreia de Galvão Bueno no comentário esportivo (1996)
  10. uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/ 10 coisas que o Galvão Bueno já fez e você não sabe
  11. Galvão Bueno afirma que a Copa da África do Sul foi sua penúltima
  12. De férias na África do Sul, Galvão Bueno apresenta família - Retratos da Vida: Extra Online
  13. Galvão Bueno pede mudança na CBF e diz que narrará Copa do Mundo de 2018
  14. «vem_aí: saiba o que a Globo prepara para a cobertura da Copa do Mundo». 31 de março de 2014. Consultado em 19 de abril de 2014 
  15. a b As maiores polêmicas de Galvão Bueno
  16. a b c Galvão Bueno solta pérola em narração; confira as gafes
  17. POLÊMICA! Galvão Bueno afirma que Globo deveria mandar mais no futebol
  18. Galvão Bueno e Renato Maurício Prado discutem no ar ao vivo
  19. Após briga com Galvão, Renato Maurício Prado acerta com Fox Sports
  20. Vaias, brigas, chacota no Twitter: relembre as polêmicas de Galvão Bueno
  21. Galvão comete gafe e chama Schwarzenegger de "Miss Universo"
  22. «Galvão Bueno detona seleção brasileira e diz que Neymar é "nada" perto da Marta» 
  23. Grande Prêmio - IG. «Foto: Cacá e Popó comemoram com Galvão Bueno resultado em Interlagos». Consultado em 13 de junho de 2010 
  24. «Burger King abre primeiros três restaurantes em shoppings de São Paulo» 
  25. folha.uol.com.br/ Apresentador Galvão Bueno sofre cirurgia após queda de cavalo
  26. folha.uol.com.br/ Vaidades na TV: Galvão Bueno faz plástica; Silvio Santos muda o visual
  27. Galvão Bueno faz barraco durante show de Luan Santana, acessado em 28 de novembro de 2011
  28. Eles podem ter discutido. É normal', diz mãe de Galvão Bueno, acessado em 28 de novembro de 2011
  29. Galvão Bueno perde a cabeça e dá barraco em show de Luan Santana, acessado em 28 de novembro de 2011
  30. Galvão Bueno joga champagne na cara de sua mulher em show, acessado em 28 de novembro de 2011
  31. Galvão Bueno briga com a mulher em show de Luan Santana, diz jornal, acessado em 28 de novembro de 2011
  32. Galvão confirma torcida pelo Flamengo
  33. http://br.blastingnews.com/tv-famosos/2015/04/depois-do-publico-mandar-narrador-calar-a-bola-galvao-bueno-lanca-fala-galvao-00335721.html

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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