Ganhar a Vida

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Ganhar a Vida
Ganhar a Vida
Ganhar a Vida (PT)
 Portugal
2001 •  cor •  115 min 
Direção João Canijo
Produção Paulo Branco
Roteiro João Canijo
Pierre Hodgson
Celine Pouillon
Baseado em Pierre Hodgson
Gênero drama
Música Alexandre Soares
Direção de arte Mayanna von Ledebur
Figurino Ann Dunsford
Cinematografia Mário Castanheira
Edição João Braz
Companhia(s) produtora(s) Madragoa Filmes
RTP
Gemini Films
ICAM
La Sept-Arte
Distribuição Portugal Atalanta Filmes
França Gemini Films
Lançamento Portugal 21 maio 2001
Idioma Português[1]
Site oficial
Página no IMDb (em inglês)

Ganhar a Vida (2001) é um filme português de João Canijo.

Três anos depois do êxito de "Sapatos Pretos", João Canijo regressa com um novo filme, "Ganhar a Vida", onde volta a trabalhar com Rita Blanco, que com ele iniciou a sua carreira de actriz há quinze anos, e que aqui tem indiscutivelmente o grande papel da sua carreira, dando corpo a uma mulher a quem um dia a tragédia vem mudar completamente a vida. A seu lado, dois grandes actores que têm sido presença regular no cinema de João Canijo, Adriano Luz e Teresa Madruga, e duas revelações, Alda Gomes e Olivier Leite.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Cidália tem 36 anos, é portuguesa, e vive com a família, marido, irmã e dois filhos, num bairro dos arredores de Paris.

A sua vida resume-se a trabalhar muito, para juntar dinheiro, numa comunidade fechada sobre si própria e que não gosta de dar nas vistas.

Mas uma noite o seu filho mais velho é morto pela polícia, e a sua vida irá mudar para sempre.

Porque não quer aceitar as explicações oficiais, a passividade e a vergonha da sua comunidade, e o sem sentido que descobre na sua vida.

Esta é a história de uma personagem que a vida fará maior que a vida, ao descobrir na tragédia que a trespassa, e na morte que se instala na sua própria família, que o que tem a ganhar é precisamente uma nova vida.

Situada nos arredores de Paris, entre a comunidade portuguesa emigrada em França, esta é a história de Cidália, uma mulher de trinta e poucos anos, que como muitas outras não vive senão para o trabalho, para a família e para juntar dinheiro para um dia voltar a Portugal.

Mas numa madrugada do frio Inverno parisiense, em que tudo parecia correr como habitualmente, a polícia mata o seu filho mais velho, e a partir desse trágico incidente toda a sua vida irá ser posta em causa.

Porque Cidália não se quer resignar com as explicações oficiais, e com a passividade da comunidade portuguesa e a da sua própria família.

E porque, revoltando-se contra tudo e contra todos, e não tendo já nada a perder, Cidália vai afinal acabar por descobrir uma outra vida.

E ganhar, verdadeiramente, a vida.

Ficha artística[editar | editar código-fonte]

Prémios e nomeações[editar | editar código-fonte]

Prémios[editar | editar código-fonte]

Nomeações[editar | editar código-fonte]

  • Festival de Cannes, França (2001) – Selecção Oficial Un Certain Regard
  • Festival de Toronto, Canadá (2001) – Contemporary World Cinema
  • Festival de Montreal, Canadá (2001) – Nouveau Cinéma, Nouveaux Media
  • Festival de Senef, Coreia do Sul (2002) – Grande Prémio Senef

Outros festivais em que participou[editar | editar código-fonte]

  • St. Paul Trois Château, França (2001)
  • Nice, França (2001) – Festival de Cinema Português
  • Bordéus, França (2001)
  • Frankfurt, Alemanha (2003)
  • Cinemateca de Bolonha, Itália (2003)

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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