Genealogia Paulistana

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Genealogia Paulistana é uma obra histórico-genealógica escrita por Luís Gonzaga da Silva Leme publicada em nove volumes entre 1903 e 1905. É talvez a maior compilação genealógica brasileira, com mais de duas mil páginas.

Silva Leme aborda as mais relevantes famílias no povoamento de São Paulo e do interior do Brasil, envolvidas nos mais diversos setores da vida nacional, como o econômico (principalmente a agricultura) e o administrativo (todas as famílias contam com membros presentes em importantes postos públicos, sejam burocráticos ou eletivos).

Cada volume divide-se em "Títulos", representando diferentes famílias e sua descendência. Deve-se também consultar a Errata e a Adenda (publicadas no volume 9) para corrigir e completar as informações localizadas nos Títulos.

A Genealogia Paulistana dá as famílias povoadoras de São Paulo e de Piratininga destacando, entre outras: os Leme, Prado, Furquim, Almeida Castanho, Freitas, Cunha Gago, Dias, Arruda Botelho, Afonso Gaya, Rendon, Moraes Antas, Fernandes Povoadores, Pires, Camargos, Bueno da Ribeira, Godoi, Cubas, Quadros, Lara, Penteado, Raposo Góis, Pedroso Barros, Bicudo, Taques Pompeu, Toledo Piza, Siqueira, Borges de Cerqueira, Pais, Costa Cabral e os Alvarenga Monteiro. Dessas famílias saíram os bandeirantes.

Toda a Genealogia Paulistana gira em torno do entrelaçamento destas famílias com o casal João Ramalho e Bartira, como é explicado por Silva Leme na introdução ao livro.

Em 1999, iniciou-se o Projeto Genealogia Paulistana, a partir de esforço e digitação de voluntários, a obra de Silva Leme foi transcrita e finalmente disponibilizada na Internet, em 2003.

Em 2002, a genealogista paulista Marta Maria Amato reeditou a obra, com correções e acréscimos inéditos.

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