Genocídio branco (teoria da conspiração)

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Manifestantes anti-imigração em Calais, na França, segurando uma bandeira na qual se lê "Diversidade é uma palavra de código para o genocídio branco", em 8 de novembro de 2015.

A teoria da conspiração do genocídio branco é uma teoria neonazista, alt-right, nacionalista branca e supremacista branca,[1] segundo a qual imigração em massa, a integração racial, a miscigenação, as baixas taxas de fertilidade, o aborto, a violência organizada e o eliminacionismo estão sendo promovidos em países de maioria branca. Isso visaria transformá-los em países de minoria branca e assim causar a extinção das pessoas brancas através de assimilação forçada.[2]

A frase "Anti-racista é uma palavra de código para anti-branco", cunhada pelo líder nacionalista branco Robert Whitaker, é associada comumente com o tema do genocídio branco.[3][4] Ela já apareceu em outdoors nos Estados Unidos, perto de Birmingham, Alabama[5] e em Harrison, Arkansas.[6] Essa teoria da conspiração já havia sido divulgada na Alemanha Nazista em um panfleto escrito para o "Departamento de Pesquisa para a questão Judaica" do "Instituto Reich" de Walter Frank com o título "As nações brancas estão morrendo? O futuro das nações brancas e de cor, à luz das estatísticas biológicas Estatísticas".[7]

Uma das variações da teoria é divulgada por Tucker Carlson, um colunista da Fox News que alega estar acontecendo um genocídio de fazendeiros brancos na África do Sul, onde realmente há uma alta taxa de mortes violentas mas nenhuma evidência de que os fazendeiros brancos sejam vítimas preferenciais.[8]

Veja também[editar | editar código-fonte]

Referências

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