Gente Feliz com Lágrimas

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Gente Feliz com Lágrimas
Autor(es) João de Melo
Idioma língua portuguesa
País Portugal Portugal
Género Romance
Editora Dom Quixote
Lançamento 1988
Páginas 486
Livro Gente Feliz com lágrimas.jpg

Gente Feliz com Lágrimas é um romance do escritor português João de Melo.

Terceiro romance do autor, foi publicado em 1988, recebendo logo em 1989 o Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores e ainda, mais tarde, quatro outros: Prémio Fernando Namora, Prémio Cidade de Lisboa/ Eça de Queiroz, Prémio Cristóbal Colón das Cidades Capitais Ibero-americanas e Prémio Livro do Ano da Antena 1. O romance foi traduzido em Espanha, Holanda, França, Roménia, Itália, Bulgária, Estados Unidos, entre outros. Foi, ainda, adaptado ao teatro pelo grupo O Bando e a uma série de televisão (cinco episódios) e a telefilme pelo realizador açoriano José Medeiros.

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Sinopse[editar | editar código-fonte]

Gente Feliz com Lágrimas conta a história de Nuno Miguel, um açoriano que foi viver para o continente para ingressar num seminário e, assim, fugir do inferno que era viver em casa. Neste romance começamos por conhecer a visão da infância de Nuno Miguel e de dois outros dos seus irmãos, Maria Amélia e Luís Miguel. É através destes capítulos que descobrimos a violência da infância de Nuno Miguel e os irmãos; obrigados pelos pais a fazer trabalhos pesados, batidos pelos pais, comendo pouco e mal, crianças que se tornaram adultas cedo demais e que ficaram traumatizadas para sempre. Descobrimos também a ida de Nuno Miguel para o seminário e ida de Maria Amélia para o convento e depois para a escola de enfermagem. Os dois são humilhados e submetidos a uma vida de contenção tanto no seminário como no convento que os dois acabam por abandonar (Nuno Miguel sendo expulso). É-nos depois contada a saída de Nuno Miguel do seminário, a ida para Lisboa, começando aí a sua transformação. Nuno Miguel começa a interessar-se por política; estamos na época da ditadura do Estado Novo e Nuno Miguel junta-se à oposição - o seu desejo é ser um preso político. Começa também a revelar-se a personalidade literária e filosófica de Nuno Miguel.

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