Geografia de São Carlos (São Paulo)

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O Município de São Carlos, localiza-se próximo ao centro geométrico do estado de São Paulo. Conta com clima ameno, com temperatura média anual de 19,6 °C, e altitudes médias entre 800 e mil metros, além de inúmeras cachoeiras, curiosas formações geológicas e paisagens que representam atrativos e fomentam o turismo regional.

O cerrado foi a vegetação original predominante, ocorrendo nos terrenos arenosos do planalto. Sobre as manchas de solos férteis existia uma exuberante vegetação da Mata Atlântica. Hoje, ainda há áreas de cerrado e fragmentos de mata preservada, incluindo vários exemplares de araucária de grande porte, árvore-símbolo da cidade.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localizado próximo ao centro geográfico (Obelisco). Há 70km á Leste (Região Centro-Leste) do estado de São Paulo, São Carlos situa-se em uma região relativamente desenvolvida e procurada para aplicação de capitais e com capacidade de absorção de investimentos, também beneficiada por diversas rodovias, ferrovias a hidrovias com fácil acesso aos principais portos e países do Mercosul.

O município, juntamente com Araraquara e outras 24 cidades, integra a Região Administrativa Central do estado, compreendendo uma população de cerca de um milhão de habitantes.[1]

Localização[editar | editar código-fonte]

  • Rumo: 37º NW
  • Latitude: 22° 01' Sul
  • Longitude: 47° 54' Oeste

Área[editar | editar código-fonte]

  • Urbana - 33,25 km² - ocupada
  • Urbana - 67,25 km² - 6% da área total
  • Rural - 1.073,75 km²
  • Total - 1.141 km²

Altitude[editar | editar código-fonte]

  • Máxima - 1.112 metros
  • Média - 856 metros
  • Mínima - 520 metros

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima é tropical de altitude com inverno seco (Köppen: Aw), com temperatura média mínima de 15,3° e máxima de 27,0°.

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), desde 1961 a menor temperatura registrada em São Carlos (estação convencional) foi de -1 °C em 17 de julho de 2000, seguido por -0,1 °C em 18 de julho de 1975,[2] e a maior atingiu 37,9 °C em 18 de outubro de 2014.[3] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 143,1 mm em 13 de fevereiro de 1980. Outros grandes acumulados foram 127,9 mm em 23 de fevereiro de 1965, 118,9 mm em 3 de fevereiro de 1996, 118 mm em 13 de janeiro de 2013, 113,4 mm em 16 de dezembro de 2002, 112,7 mm em 26 de fevereiro de 2004, 102,9 mm em 24 de fevereiro de 1993 e 100 mm em 12 de janeiro de 2011.[4] O menor índice de umidade relativa do ar foi de 14%, registrado em agosto de 2003, nos dias 20 e 22 do referido mês.[5]

  • Temperaturas
    • Média anual: 21,5 °C
    • Mês mais quente fevereiro: 23,8 °C
    • Mês mais frio julho: 15,2 °C
    • Máxima absoluta: 38,2 °C
    • Mínima absoluta: -4,6 °C
  • Tipo de clima
    • Tropical de altitude: verão chuvoso e inverno seco
    • Classificação: Cwa
    • Precipitação: 1512 mm
  • Umidade relativa do ar:
    • Verão: 76%
    • Inverno: 54%

Vegetação[editar | editar código-fonte]

Sobre a vegetação original e os remanescentes de vegetação de São Carlos, ver [1] e [2].

Demografia[editar | editar código-fonte]

  • Densidade demográfica: 191.7 hab/km² (IBGE / 2006)
  • Área total: 1.143,9 km²
  • Urbana: 67,25 km² - 6% da área total
  • Urbana ocupada: 33 km²
  • Área construída em perímetro urbano: 60%
  • Área vazia: 40%
  • Crescimento: Média anual 2,61%
  • População área urbana: 95,1%
  • Construção urbana 1998: 55.000
  • Prédios cadastrados: 56.500
  • Número de eleitores: 149.000 (TRE / 2006)
  • População universitária flutuante: 16.400
  • Renda per capita: 3.750,00 reais (IBGE / 2003)

Limites geográficos[editar | editar código-fonte]

    • Norte: Rincão 58 km, Luís Antônio 90 km, Santa Lúcia 52 km.
    • Noroeste: Ibaté 15 km, Araraquara 45 km, Américo Brasiliense 52 km
    • Sul: Itirapina 27 km.
    • Sudeste: Analândia 41 km.
    • Sudoeste: Brotas 60 km,
    • Leste: Descalvado 35 km,
    • Oeste: Ribeirão Bonito 30 km,

O município possui dois distritos: Água Vermelha ao norte, Santa Eudóxia ao nordeste, e os sub-distritos: Ana Prado ao oeste e Vila Nery a leste.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Hidrografia de São Carlos

Sub-bacia hidrográfica[editar | editar código-fonte]

Bacia hidrográfica[editar | editar código-fonte]

Meio ambiente[editar | editar código-fonte]

Para assegurar a preservação adequada da ecologia enatureza como parte da história de São Carlos, conhecida como "Cidade do Clima", a Secretária Municipal de Agricultura Abastecimento e Meio Ambiente, Associação de Proteção Ambiental de São Carlos (APA), Coordenadoria Especial para o Meio Ambiente (CEMA) e Departamento Estadual de Proteção dos Recursos Naturais (DEPRN) sede São Carlos, mantém a conservação de praças, rios, nascentes e áreas verdes da cidade, mesmo diante da paisagem urbana e ao concreto que aparecem a cada dia, assegurando a população muito ar puro, formando hábitos e atitudes em harmonia com a natureza, e uma boa qualidade de vida, por meio de uma programação diversificada, descentralizada a participativa na Educação Ambiental.

Fundação Ambiental Ernesto Pereira Lopes[editar | editar código-fonte]

  • Inaugurada em 17 de abril de 1998 dentro de uma área de 250 alqueires, tem por objetivo ensinar e conscientizar ecologicamente o homem do futuro, através de programas educativos voltados para pessoas, especialmente crianças, de todo Brasil, que terá que respeitar a amar a natureza. Possui museu, lago, ilha, bosques, cachoeiras, viveiros, animais,aves, etc.

Núcleo de Educação Ambiental (NEA)[editar | editar código-fonte]

  • Realiza trabalho[educativo junto às escolas através de palestras, visitas monitoradas com professores e oferecendo apoio aos alunos no fortalecimento de aulas de ciência e biologia.

Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada[editar | editar código-fonte]

O Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA - SHS - EESC - USP) é reconhecido como centro de excelência no estudo dos aspectos quantitativos e qualitativos dos recursos ambientais (hídricos, hidrologia, irrigação e drenagem, transporte de sedimentos, tratamento de esgotos e águas residuárias, tratamento de água, redes de água e esgoto, qualidade do meio ambiente, resíduos sólidos, meteorologia do Estado etc).Localizado numa área de 84 hectares às margens da Represa do Broa, dispõe de um complexo de instalações e laboratórios que serve de suporte aos estudante de graduação, pós-graduação e doutoramento para importantes teses e pesquisas na área de proteção aos recursos ambientais. Centenas de pesquisas são realizadas pelo centro, com destaque para um método de análise que foi adotado por técnico da ONU e empregado na recuperação dos canais de Veneza.

Estação de tratamento de efluentes[editar | editar código-fonte]

Está sendo construída uma (ETE) Estação de Tratamenteo de Efluentes, que será entregue à população em novembro de 2007, semelhante à Piçarrão de Campinas, o projeto são-carlense foi concebido pelo Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP). Acompanhando o crescimento demográfico da cidade pelo período de 50 anos, esta estação está sendo construída no antigo sítio Santa Adelaide situado na estrada municipal Cônego Washington José Pêra.

A localização faz fronteira ao norte pelo rio Monjolinho, ao sul pela estrada Cônego Pêra e a leste com a antiga ferrovia. O sítio tem treze alqueires, ocupados por pasto, sem a existência de plantações temporárias ou permanentes, cuja declividade média é de 9% na direção leste-oeste e altitude em relação ao nível do mar. O terreno também apresenta espaço adequado para prováveis adaptações.

A primeira etapa tratará 100% do esgoto gerado no município, com uma vazão de 600 litros por segundo. Atualmente, são despejados no rio Monjolinho cerca de 500 L/s. A segunda etapa deverá ser implantada em 2015, prevendo-se o tratamento de 1.000 L/s. Estimando-se uma população de 500 mil habitantes, a terceira etapa deverá ser implementada a partir de 2055, com capacidade de tratar 1.270 L/s. "A principal vantagem deste sistema é o seu caráter modelar, em que a construção de novas unidades dependerá do aumento populacional da cidade ao longo dos anos, reduzindo significativamente o custo da obra".

Acessos[editar | editar código-fonte]

Mapa com as rodovias do estado de São Paulo. Em destaque (em vermelho), Rodovia Washington Luís
Rodoviário
Aéreo

Referências

  1. Secretaria de Economia e Planejamento (novembro de 2007). «Região Administrativa Central» (PDF). Governo do Estado de São Paulo. Consultado em 28 de julho de 2008 
  2. a b «Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Mínima (ºC) - São Carlos». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 17 de junho de 2015 
  3. a b «Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Máxima (ºC) - São Carlos». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 17 de junho de 2015 
  4. «BDMEP - Série Histórica - Dados Diários - Precipitação (mm) - São Carlos». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 17 de junho de 2015 
  5. «BDMEP - Série Histórica - Dados Horários - Umidade Relativa (%) - São Carlos». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 17 de junho de 2015 
  6. «Temperatura Média Compensada (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 17 de junho de 2015. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  7. «Temperatura Máxima (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 17 de junho de 2015. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  8. «Temperatura Mínima (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 17 de junho de 2015. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  9. «Precipitação Acumulada Mensal e Anual (mm)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 17 de junho de 2015. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  10. «Número de Dias com Precipitação Maior ou Igual a 1 mm (dias)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 17 de junho de 2015. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  11. «Insolação Total (horas)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 17 de junho de 2015. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  12. «Umidade Relativa do Ar Média Compensada (%)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 17 de junho de 2015. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Geral[editar | editar código-fonte]

  • BRASIL. Ministério das Minas e Energia. Departamento Nacional de Produção Mineral. Projeto Radambrasil: Levantamento de recursos naturais: Volume 32: Folhas SF.23/24 Rio de Janeiro/Vitória: Geologia, geomorfologia, pedologia, vegetação, uso potencial da terra. Rio de Janeiro, 1983. link.
  • FAPEMIG. DataViva: São Carlos. s.d. link.
  • IBGE. São Carlos. In: Enciclopédia Dos Municípios Brasileiros: Volume 30: Municípios do Estado de São Paulo. Rio de Janeiro: IBGE, 1958. pp. 163-170. link.
  • IBGE. Brasil em Síntese: São Carlos. 2017. link.
  • IMAFLORA; GEOLAB/ESALQ. Atlas da agropecuária brasileira. 2017. link.
  • SÃO CARLOS (Prefeitura Municipal de São Carlos - PMSC). Guia bibliográfico de São Carlos. EdUFSCar: São Carlos, 2009. 220 p., link.
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Geografia física[editar | editar código-fonte]

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  • CDCC/USP. Roteiro de Visita: Bacia Hidrográfica do Rio Itaqueri. São Carlos: CDCC, 2007. link.
  • CDCC/USP. Roteiro Visita: Sub-Bacia Hidrográfica do Córrego do Gregório. São Carlos: CDCC, 2008. link.
  • CDCC/USP. Roteiro de Visita: Trilha da Natureza da UFSCar: Sub-bacia Hidrográfica do Córrego do Fazzari. São Carlos: CDCC, 2009. link.
  • GONÇALVES, A.R.L. Geologia ambiental da área de São Carlos. São Paulo, 1986. 138 p. Tese (Doutorado em Geologia Geral e de Aplicação) – Instituto de Geociências, Universidade de São Paulo. link.
  • INSTITUTO FLORESTAL/SP. Mapa florestal dos municípios do estado de São Paulo: São Carlos. s.d. link.
  • RAMPAZZO, Camila Riboli. Clima e produção do espaço urbano: contribuição ao estudo da Geografia do Clima no contexto das cidades de São Carlos e Marília. 2015. xxi, 2v. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia, 2015. link.
  • SCHALCH, V.; MONTAÑO, M.; CASTRO, M.C.A.A. (coord). Estudo de impacto ambiental para implantação do novo aterro sanitário no município de São Carlos (SP). São Carlos: Fundação para o Incremento da Pesquisa e do Aperfeiçoamento Industrial, 2009. link.
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História[editar | editar código-fonte]

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  • ALMANÁQUE de São Carlos: 1905. São Carlos do Pinhal: ed. Joaquim Augusto, Typographia Aldina, 1904.
  • ALMANACH de São Carlos: 1915. São Carlos: ed. Sebastião de Camargo, Typographia Joaquim Augusto, 1915.
  • ALMANACH-ALBUM de São Carlos: 1916-1917. São Carlos: ed. Franklin de Castro, Typographia Artística, 1916. link.
  • ALMANACK de S. Carlos: 1927. São Carlos: ed. Antônio Dias de Mello, 1927
  • ALMANACK Annuario de S. Carlos: 1928. São Carlos: ed. José Ferraz de Camargo, Typographia Camargo, 1927.
  • ALMEIDA, R. C. Memórias do rio do Monjolinho: o processo de urbanização e os impactos sobre os recursos hídricos. Dissertação (Mestrado em Ciências da Engenharia Ambiental) - Escola de Engenharia de São Carlos, University of São Paulo, São Carlos, 2001. link.
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  • CECHINATO, Mons. Luiz (org). Os 140 anos da Paróquia São Carlos Borromeu. São Carlos, [1998].
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  • SCHIAVETTO, S. N. O. Arqueologia regional e educação: propostas de estudos sobre um "passado excluído" de Araraquara/SP. Tese (Doutorado) Universidade Estadual de Campinas – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas, 2007.
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Arquitetura[editar | editar código-fonte]

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Sociologia, Antropologia e Economia[editar | editar código-fonte]

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Cultura[editar | editar código-fonte]

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Saúde[editar | editar código-fonte]

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Turismo[editar | editar código-fonte]

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