Geovani Silva

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Geovani
Informações pessoais
Nome completo Geovani Faria da Silva
Data de nasc. 6 de abril de 1964 (51 anos)
Local de nasc. Vitória,  Espírito Santo,  Brasil
Altura 1,88 m
Apelido O Pequeno Príncipe
Informações profissionais
Clube atual Aposentado
Posição Meio-campista
Clubes de juventude
1978–1981 Espírito Santo (estado) Desportiva
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
1981–1983
1983–1989
1989–1991
1991
1992–1993
1993–1994
1995–1996
1996
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2001–2002
Espírito Santo (estado) Desportiva
Rio de Janeiro Vasco da Gama
Itália Bologna
Alemanha Karlsruher SC
Rio de Janeiro Vasco da Gama
México Tigres
Rio de Janeiro Vasco da Gama
São Paulo XV de Jaú
Rio Grande do Norte ABC
Brasil Rio Branco
Espírito Santo (estado) Desportiva
Espírito Santo (estado) Serra
Espírito Santo (estado) Rio Branco
Espírito Santo (estado) Tupy
Espírito Santo (estado) Vilavelhense
9 (0)
94 (12)
27 (2)
17 (3)
23 (2)
26 (1)
10 (0)






Seleção nacional
1985–1991
1988
Brasil Brasil
Brasil Brasil Olímpico
23 (5)
5 (1)
Medalhas
Jogos Olímpicos
Prata Seul 1988 Futebol

Geovani Faria da Silva (Vitória, 6 de abril de 1964) é um ex-futebolista e político brasileiro.

Iniciou sua carreira aos 16 anos pela Desportiva. Em 1983 foi transferido para o Vasco da Gama, onde ficou famoso, jogando ao lado de craques como Romário e Roberto Dinamite. Jogou pelos clubes europeus Bologna e Karlsruher SC, além do mexicano Tigres. De volta ao Brasil, defendeu ainda o ABC, Serra, Rio Branco, Tupy e Vilavelhense, e foi convocado 23 vezes para a Seleção Brasileira de Futebol, marcando 5 gols. Encerrou sua carreira em 2002. Foi eleito em 2006 deputado estadual do estado do Espírito Santo.[1]

Homenagens a Geovani[editar | editar código-fonte]

Reportagem especial[editar | editar código-fonte]

No dia 17 de fevereiro de 2008 o programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, transmitiu uma reportagem especial em homenagem a Geovani,[2] entrevistando-o em Vitória, sua cidade natal, mostrando momentos marcantes de sua carreira, como sua chegada ao Vasco da Gama, seus títulos conquistados dentro do clube e suas convocações para a Seleção Brasileira, da qual foi o capitão nas Olimpíadas de 1988. Também mostrou a sua condição atual: Geovani estava debilitado por uma doença rara chamada Polineuropatia, e se locomovia com a ajuda de uma bengala. Porém, Geovani estava se recuperando bem da enfermidade e disse que não seria vencido por ela.

No decorrer da entrevista Geovani apresentou seus filhos Geovani Filho, Andrey e mencionou o caçula Gabriel. Depois foram apresentadas gravações de alguns amigos do jogador com declarações sobre o mesmo. Os amigos eram Romário e Zé do Carmo, seus companheiros de equipe no Vasco, e também Edmundo. Todos revelaram estar torcendo para a recuperação total de Geovani. Edmundo disse que Geovani foi um dos que mais o ajudaram dentro do Vasco, Romário disse ser um amigo com quem Geovani sempre podia contar e Zé do Carmo disse estar orando e torcendo em favor do amigo.

E no fim da entrevista foi mostrado ao vivo que Geovani estava em sua casa assistindo à sua homenagem e ainda teve a visita surpresa de seu grande amigo Roberto Dinamite, que também fez sua homenagem a Geovani.

Visita a São Januário[editar | editar código-fonte]

No dia 8 de março de 2008 Geovani voltou a São Januário,[3] estádio do Vasco da Gama, com a companhia dos seus filhos Geovani Filho e Andrey, que pretendem seguir os passos do pai dentro do clube que o consagrou. Foi homenageado em pleno estádio antes de começar o jogo entre Vasco e Duque de Caxias.

Pontapé inicial[editar | editar código-fonte]

Geovani, ainda apoiando-se com uma bengala, deu o pontapé inicial do jogo entre Flamengo e Vasco no dia 13 de julho de 2008, pelo primeiro turno do Campeonato Brasileiro do mesmo ano.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Em sua passagem pelo Vasco da Gama, Geovani foi conhecido como O Pequeno Príncipe.
  • Quando em campo ao lado de Romário, eram muito semelhantes em suas estaturas.
  • Como jogador profissional, perdeu seu primeiro pênalti num jogo contra o Olaria, no Campeonato Carioca de 1989 depois de ter batido na carreira uma série de pênaltis e sua fama de nunca ter perdido um pênalti era amplamente divulgada pela mídia de então.
  • Na reportagem especial do Esporte Espetacular foi mostrada uma entrevista feita a Geovani nos anos 80, quando ainda era jogador. Nela Geovani revelou que antes de vir para o Rio de Janeiro e ser conquistado pelo Vasco, seu clube do coração era o Flamengo.

Referências