Geraldo Ribeiro de Sousa Resende

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Barão Geraldo de Rezende
Nome completo Geraldo Ribeiro de Souza Rezende
Nascimento 19 de abril de 1846
Rio de Janeiro
Morte 1 de outubro de 1907 (61 anos)
Campinas
Nacionalidade  Brasil

Geraldo Ribeiro de Souza Rezende[1], primeiro e único barão Geraldo de Rezende[2] e de Iporanga, (Rio de Janeiro, 19 de abril de 1846Campinas, 1 de outubro de 1907) foi um nobre brasileiro e proprietário rural.

Introdução[editar | editar código-fonte]

Geraldo Ribeiro de Souza de Rezende nasceu dia 19 de abril de 1846 na cidade do Rio de Janeiro. Era filho de Estevão Ribeiro de Resende, o Marquês de Valença e de Ilídia Mafalda de Sousa Queirós; neto paterno do Coronel Severino Ribeiro (de família lisboeta) e de Josefa Maria de Resende; por esta, bisneto de João de Resende Costa e de Helena Maria de Jesus, a “Terceira Ilhoa”. Casou-se, em 1876, com sua prima materna Maria Amélia Barbosa de Oliveira, filha do Conselheiro Albino José Barbosa de Oliveira - presidente do Supremo Tribunal de Justiça. Ele teve seis filhos, dos quais apenas três filhas conseguiram crescer, sendo elas: Amélia, Elisa e Marietta de Rezende, sendo Amélia de Rezende Martins a mais notável dentre as três, autora de “Um Idealizador Realizador”, uma espécie de biografia de Geraldo.[3]

Primeiros anos e formação[editar | editar código-fonte]

Geraldo provinha de uma família muito rica, que por parte de seus avôs, possuía diversos imóveis dentro e fora do Rio de Janeiro, sua cidade natal.[3] Ele perdeu o pai quando tinha 9 anos, e desde então, fora criado pela mãe e seus irmãos mais velhos: Severino, Etienne e Pedro.[3] Geraldo iniciou seus estudos no Collegio Köpke, no Rio de Janeiro. Fora muito inteligente e ativo, embora não fosse estudioso, sendo conhecido por suas travessuras quando criança.[3]

Sua primeira comunhão fora realizada em Paris, na igreja de la Madeleine em 25 de abril de 1861.[3] É na Europa também que ele continua seus estudos, frequentando diferentes colégios e professores particulares, sendo de conhecimento que ele já estudou em Bruxelas, Londres e Coimbra; retornando ao Brasil novamente apenas em dezembro de 1864.[3] Geraldo tinha grande habilidade ao falar, além do português, francês e inglês.[3]

Entre 1865 e 1867, Geraldo se muda para uma casa própria em São Paulo a fim de se preparar para ingressar na Academia de São Paulo do Convento de São Francisco, estudando no Collegio dos Jesuitas.[3] Entretanto, Geraldo não se forma e tampouco ingressa na Academia - sua avó, percebendo seu talento para a lavoura, lhe dá a direção de uma fazenda em São Paulo, sendo esta a fazenda de Santa Genebra, se estabelecendo nela definitivamente em 1870.[3]

Fazenda Santa Genebra[editar | editar código-fonte]

A Fazenda Santa Genebra possuía 1.250 alqueires de terra e fora herdada por Geraldo Rezende como herança de sua avó materna em 1870, onde se tornaria a maior fazenda produtora de café do estado de São Paulo.[4]

As terras da fazenda estão entre a depressão periférica e o Planalto Atlântico paulista.[5] Zona de terra roxa, ideal para a cafeicultura, a região do distrito foi primeiramente com fazendas de cana de açúcar desenvolvidas nas antigas sesmarias e passou a ter uma intensificação agrícola com a chegada das plantações de café na 2ª metade do século XIX.[6] A fazenda também possuía uma grande variedade de tipos de café, aliados à sua excelente qualidade.[3]

Santa Genebra destacou-se por seu pioneirismo em grandes e constantes inovações no campo da agricultura, participando de diversas exposições agrícolas.[3] Associando-se aos agrônomos e técnicos do Instituto Agronômico de Campinas, o Barão fez da fazenda uma espécie de propriedade modelo no campo da cafeicultura, possuindo os mais modernos processos agrícolas que existiam no século XIX. A fazenda era considerada como “internacional” devido à sua maquinaria avançada e a utilização de métodos agrícolas dos Estados Unidos, como por exemplo, as máquinas de tração animal, que apenas chegaram de fato ao Brasil no final da década de 40.Erro de citação: Elemento <ref> inválido; nomes inválidos (por exemplo, são demasiados) Geraldo também era conhecido por financiar os banquetes das festas dos escravos na fazenda, que consistiam em danças e músicas típicas dos escravos[7] após o jantar.[3] Muito antes da lei de abolição, na fazenda já havia sido implementada a libertação gradual, tendo permanecido em Santa Genebra apenas os escravos antigos, agora homens livres, que tinham sua casa própria dentro da fazenda, possuindo os mesmos direitos dos trabalhadores imigrantes.[3] Entretanto, certos relatos orais de outras partes da cidade - e desconhecidas na região da Fazenda - faladas por frequentadores do Cemitério de Campinas ,falam que Geraldo tinha fama de carrasco[8], mas até o momento não existiu qualquer comprovação disso . Pelo contrario, as únicas comprovações que se tem são do livro de Amélia Rezende Martins que narra o apoio e carinho de seu pai com os escravos . Ao contrario de uma relação tensa e com brigas com familias de italianos.

Geraldo Rezende e sua família em frente à casa da Fazenda de Santa Genebra

Com o movimento abolicionista, foram instalados nas antigas senzalas os imigrantes italianos, portugueses e espanhóis que cuidavam dos cafezais com o trabalho familiar. Em Santa Genebra, os primeiros trabalhadores europeus provinham de uma colônia alemã.[3] Com a substituição da mão-de-obra escrava para os europeus, as festividades da fazenda tomam outro caráter, e já não são mais organizadas ou financiadas por Geraldo, que deixa com que os trabalhadores celebrem suas festividades e crenças entre eles.[3] Com a chegada dos europeus, sendo muitos deles analfabetos, Geraldo abre uma pequena escola na fazenda, tendo aulas no período da manhã para crianças e no período noturno para adultos, sendo sua esposa Maria Amélia a professora.[3]

A casa da família na fazenda era "de pau a pique, tinha muitos quartos e salas, porém simples”[3]. Ainda que a casa fosse julgada pela autora como simples, ela confirma a existência de móveis e objetos de decoração requintados em seu interior[9], passados de geração à geração ou adquiridos em viagens realizadas ao exterior por seus familiares.[10] A sala de jantar era ligada a copa, que dava acesso ao quarto das criadas e ao jardim.[3] Dentre outros cômodos, se destacam o escritório de Geraldo, a “sala de administração” e uma adega.[3] A transformação inicial do sobrado sede de Santa Genebra se dá quando Geraldo fica noivo e, a fim de receber sua esposa, se inicia a construção de um lar confortável em substituição da casa antiga da fazenda.[3]

Barão Geraldo Rezende e vida política[editar | editar código-fonte]

Geraldo ingressa na política em 1882, período de grande tensão da campanha republicana, com objetivo único do engrandecimento do município pelo desenvolvimento da lavoura.[3] Em 1884, ele é eleito presidente do Diretório do Partido Conservador, posto que ele ocupou até o fim da monarquia.[3] Em 1885, ele se candidata para representar o 7º Distrito de São Paulo no Parlamento, porém ele desiste da vaga por motivos incertos.[3] Em 1886, ele entra para a Câmara dos Deputados, constando primeiramente como Comendador Geraldo Ribeiro de Souza Rezende.[3]

Em 19 de janeiro de 1889, Geraldo recebe o título de Barão de Iporanga, assinado por D. Pedro II, e depois, modificado para Barão Geraldo de Rezende a seu pedido. Geraldo tinha uma grande proximidade com D. Pedro II, sendo considerado “devotadíssimo” ao Imperador, tendo em sua residência um[10] “grande retrato a óleo de D. Pedro II”[3]. No mesmo ano, Geraldo se desliga da União Conservadora e passa a agir como um “conservador independente”, tomando chefia da causa monárquica.[3] Com a Proclamação da República em novembro, Geraldo retoma aos cuidados da fazenda exclusivamente.[3] Amélia Martins também retrata o dia da Proclamação da República como uma “tragédia” e a reação de Geraldo ao receber a notícia lhe causou “[...] exclamações de dor e de espanto lhe escaparam os lábios”[3] e “[...] Acabando de ouvir as sensacionais notícias, deixou o telefone, cahiram-lhe os braços num gesto de desalento e voltando-se para minha mãe proferiu duas palavras apenas: ‘a Republica!’”[3].

Em 1898, com a baixa do café, ele propõe ao Governo um projeto de valorização, cujos pontos consistiam principalmente na redução de impostos e na acessibilidade da exportação, que não foi aceito.[3] Seu último ato político se dá em 1905, quando ele é nomeado membro de uma comissão de agricultura.[3]

Seu relacionamento no meio político é visto como tranquilo, visto que não possuía nenhuma inimizade ou participação em brigas, e suas conexões não se limitavam à visão ideológica escolhida por ele, tendo então diversos amigos que apoiavam a República, muito bem recebidos em visitas à Santa Genebra.[3] Eram também raras as situações em que seu nome se encontrava envolvido em registros políticos, em exceção para homenagear seu trabalho como agricultor.[3]

Estrada de Ferro Funilense[editar | editar código-fonte]

Ao final do século XIX, a região do Funil, que era propriedade da Companhia Sulbrasileira, cujo diretor era o Barão Geraldo; passa a ser uma das área que vai compreender a criação de uma estrada de ferro ligando aquelas terras à Campinas, visando o impulsionar o desenvolvimento, além de fornecer um transporte que facilitasse a vida dos colonos que trabalhavam nas fazendas.[4] O café correspondia a 13,91% da produção nacional de café em 1854, e a 29%, em 1886.[11] Visando tal projeto, em 1890, é criada a Companhia Carril Agrícola Funilense.[4]

As primeiras obras se iniciam em 1891, porém, devido a diversos fatores externos como a epidemia de febre amarela em Campinas, a dificuldades financeiras devido ao alto custo do projeto e as primeiras variações do mercado cafeeiro, o projeto é interrompido.[11]

O empreendimento só começa a obter sucesso quando Campos Sales, grande amigo de Rezende e o mais alto representante da lavoura paulista[3], assume a presidência da Província de São Paulo. O capital proveniente da consolidação do complexo cafeeiro permitiu que a elite pudesse reivindicar melhorias na vida urbana.[12] Com o objetivo de criar burgos agrícolas, Sales dá continuidade ao projeto, criando também na região o primeiro núcleo colonial, sendo chamado de Núcleo Colonial Campos Sales.[11] Com a fundação do Núcleo Colonial, a Companhia Carril recebe uma quantia de duzentos e cinquenta mil réis para investir na estrada ferroviária.[4]

A chamada Estrada de Ferro Funilense percorria 43 km, partindo da Fazenda Funil até o Centro de Campinas.[3] Suas principais estações eram: Guanabara, Santa Genebra, Deserto, José Paulino, Engenho, João Aranha e Funil.[3] A estação Funil também era conhecida como Barão Geraldo[3], sendo um ponto terminal[12].

Com o fim da Companhia Carril Agrícola devido ao cancelamento de contrato em 1905[11], a Estrada de Ferro Funilense fora encampada pelo Estado em 1908[3] e desativada em 1960, tendo seus trilhos retirados[12].

Últimos anos[editar | editar código-fonte]

Retrato de Geraldo Ribeiro de Souza Rezende

Todas as realizações do Barão tiveram um alto custo. A manutenção de um alto padrão de vida aristocrático, o desenvolvimento excepcional de Santa Genebra até os investimentos na Companhia Carril, levaram Geraldo à falência.[4] O café já não mais sustenta os custos da fazenda, e para regulamentar sua situação, Geraldo realiza um grande empréstimo.[3] A fazenda passa a vender seus produtos de pequena lavoura, no entanto, a oscilação do mercado não permite uma rota segura de orientação.[3] Em 1902, um dos seus últimos investimentos recaem no plantio da aramina, que seria de grande valor para a indústria têxtil.[3] Porém, o cultivo da aramina fora um verdadeiro fracasso.[3] Os anos de 1901 e 1902 foram terminais para a economia do café, e os anos seguintes foram agravando cada vez mais essa prática.[3] A fim de quitar suas dívidas, ele se vê obrigado a vender sua fazenda à Lins de Vasconcelos.[4]

Geraldo teve sua saúde debilitada devido à tristeza dos fatos, e em 1 de outubro de 1907 ele vem a falecer na própria fazenda, suicidando-se ao ingerir veneno.[4]

Ele foi enterrado no Cemitério da Saudade de Campinas, na Avenida das Palmeiras, área principal do cemitério, dedicada ao sepulto de personalidades históricas de Campinas.[13] Seu túmulo é de uma composição triangular, extenso na base e reduzidas as dimensões em direção ao céu até chegar ao topo da cruz latina.[13] Junto à cruz, há uma escultura, estando a Alegoria da Saudade sentada sobre o caixão.[13] Todas as peças do mausoléu são feitas de mármore Carrara.[13]

Análise[editar | editar código-fonte]

A importância do Barão Geraldo se estende ao longo da história de Campinas, principalmente se tratando da Fazenda Santa Genebra. A história de Geraldo se entrelaça intimamente com a da fazenda, ao ponto em que sua filha descreve que “Santa Genebra e meu pae se confundem! Santa Genebra era meu pae, porque meu pae era a alma de Santa Genebra!”[3].

Os êxitos de Rezende estão ligados ao desenvolvimento agrícola do café por ele comandado e  proporcionado durante o período colonial, tendo grande importância econômica e histórica em Campinas. Seu nome é homenageado com vários pontos da cidade, sendo o mais relevante o distrito Barão Geraldo, onde está localizada a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).[4]

Outro motivo de importância associado a figura do barão é em sua figura como senhor de escravos. Fora dentro de sua fazenda que se incentivaram e cultivavam festas que fazem parte da cultura negra, cuja importância histórica se intensifica ao ser um fato que Campinas passa por um processo de embranquecimento e europeização do povo, como no resto do pais

Títulos nobiliárquicos[editar | editar código-fonte]

Armas do Barão Geraldo de Rezende

Brasão de Armas[editar | editar código-fonte]

Escudo ibérico esquartelado:

  • O primeiro e o quarto: de blau com um leopardo rampante de argente, armado de jalde, e chefe do mesmo carregado de três estrelas de goles alinhadas - Armas de Damião Dias da Ribeira[14];
  • O segundo também esquartelado, sendo o primeiro e o quarto de argente, com cinco escudetes de blau postos em cruz, cada escudete carregado de cinco besantes do primeiro esmalte, postos em sautor; o segundo e o terceiro de argente, e com um leão de púrpura – Armas dos Sousas do Prado[14];
  • O terceiro de jalde, com duas cabras de sable, gotadas do campo e passantes, uma sobre a outra - Armas dos Resendes. Coronel de barão[14].
  • Timbre: o leopardo das armas, com uma estrela de goles na espádua; e por diferença, uma brica de blau com um lírio de jalde. (Brasão passado em 27 de Junho de 1870. Reg. no Cartório da Nobreza, Liv. VI, fls. 108).[14]

Referências bibliográficas[editar | editar código-fonte]

  • MARTINS, Amélia de Rezende (1939). Um Idealista Realizador: Barão Geraldo de Rezende. Campinas: Laemmert. 762 páginas 
  • SMITH, Warney, (1996) Barão Geraldo, A luta pela autonomia , Campinas, Centro de Memória / IFCH - Unicamp Monografia I.C)

Referências

  1. Pela grafia arcaica, Geraldo Maria Ribeiro de Souza Rezende.
  2. Pela grafia arcaica, Barão Geraldo de Rezende.
  3. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z aa ab ac ad ae af ag ah ai aj ak al am an ao ap aq ar as MARTINS, Amélia de Rezende (1939). Um Idealista Realizador: Barão Geraldo de Rezende. Campinas: Editora Laemmert. 762 páginas 
  4. a b c d e f g h SMITH, Warney (1996). Barão Geraldo: A Luta pela Autonomia. Unicamp Campinas: s.ed. 360 páginas 
  5. AMOROSO, Maria Rita Silveira de Paula (2012). «ROTEIRO DO CAFÉ EM CAMPINAS (SP) A PARTIR DAS TERRAS QUE PERTENCERAM AO BRIGADEIRO LUIZ ANTONIO DE SOUZA QUEIROZ» (PDF). CATS – Congresso de Arquitetura, Turismo e Sustentabilidade. Consultado em 19 de novembro de 2017. Arquivado do original (PDF) em 1 de dezembro de 2017 
  6. SIMSON, Olga Rodrigues de Moraes von (2003). «Retrospectiva sócio histórica da formação do distrito de Barão Geraldo de Campinas» (PDF). Revista Saráo Memória e Vida Cultural de Campinas. 2 (1) 
  7. LEANDRO, Anabela (2003). «O Samba na fazenda do Barão Geraldo de Resende» (PDF). Saráo Memória e Vida Cultural de Campinas. 1 (6) 
  8. SILVA, Lucia Helena Oliveira (2011). «Diásporas de afrodescendentes: um estudo dentro e fora do Brasil» (PDF). 5º Encontro Escravidão e Liberdade Brasil Meridional 
  9. ABRAHÃO, Eliane Morelli (2011). «A casa da fazenda Santa Genebra: morar e viver em Campinas (1850-1900)» (PDF). Congresso Internacional Pequena Nobreza nos Impérios Ibéricos de Antigo Regime 
  10. a b Amanda, Haydn,; 32578314802; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8487181Z4 (20 de fevereiro de 2017). «Uma liderança feminina no laicato católico: a trajetória política e intelectual de Amélia Rezende Martins na Ação Social Brasileira (1918-1932)» 
  11. a b c d MARCONDES, Marli (2004). «Estrada de Ferro Funilense». Biblioteca do Centro de Memória – via Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP 
  12. a b c EVANGELISTA, Ana Laura; SCHICCHI, Maria Cristina da Silva (2017). «ESTRADA DE FERRO FUNILENSE (SP): TERRITÓRIO, HISTÓRIA E PATRIMÔNIO» (PDF). XXIX de História Nacional Simpósio 
  13. a b c d Lima, ELUSTA, Halima Alves de; http://lattes.cnpq.br/4989785745910581; CPF:28964394801 (4 de novembro de 2008). «Visita ao museu de pedra: o Cemitério da Saudade de Campinas - SP» 
  14. a b c d «Brasão | Portal Família Reszende». familiareszende.org.br. Consultado em 20 de outubro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]