Gessy Fonseca

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde março de 2017).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.
Gessy Fonseca
Nascimento 13 de março de 1924
São Paulo, SP
Nacionalidade brasileira
Morte 10 de novembro de 2018 (94 anos)
São Paulo, SP
Ocupação Atriz
Dubladora
Progenitores Mãe: Maria Zimbardi Fonseca
Pai: Antônio Fonseca
IMDb: (inglês)

Gessy Fonseca (São Paulo, 13 de março de 1924São Paulo, 10 de novembro de 2018) foi uma atriz e dubladora brasileira.[1][2] Em 2014, era a dubladora mais antiga do Brasil, com 90 anos, mas acabou perdendo depois para Orlando Drummond.[3][4]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Iniciou sua carreira em 1941 na Rádio Record em rádioteatro com Octávio Gabus Mendes e Manoel Durães. De 1947 a 1956 trabalhou na Rádio Bandeirantes.

Recebeu o Prêmio Roquete Pinto, em 1955.

Em 1956 trabalhou na Rádio Nacional do Rio de Janeiro fazendo radionovelas. Em 1958 foi para a Rádio e TV Record, e Rádio São Paulo, fazendo radionovelas e telenovelas. Foi a Dona Lola na primeira versão de Éramos Seis, em 1962, recebendo o prêmio de Melhor Atriz. Também participou como atriz coadjuvante no seriado infantil A Turma dos Sete por mais de um ano.

Iniciou-se em dublagem em 1961, e hoje, com 92 anos, ainda trabalha diariamente nessa área. Participou da dublagem de "Caiçara", o primeiro filme nacional dublado, sob direção do italiano Adolfo Celi. Dublou, entre outros, a Mulher Gato no seriado Batman e a Tia May do Homem-Aranha.

No seriado Chaves dublou a Dona Edwiges Fajardo, também conhecida como A Louca da Escadaria. Em Chapolin fez o papagaio Luís Manoel.

Participou de novelas na Globo ("Fogo sobre Terra", no papel de Celeste Gonzaga, suposta mãe da personagem de Regina Duarte)[5], SBT ("Meus filhos, minha vida"),[6] e Bandeirantes ("O Todo-Poderoso").[7]

Participou do filme Mulher Desejada, de 1978, no papel de uma das mulheres que agridem a protagonista, Luíza (Kate Hansen) na sessão de psicoterapia em grupo.[8]

Recentemente participou dos curtas-metragens Avós, de Michael Wahrmann, Duas Vidas para Antônio Espinosa, de Caio D'Andrea e Velharia, de Andreia Fischer.[carece de fontes?]

Uma placa em homenagem aos seus 60 anos de trabalhos ininterruptos está atualmente no saguão do Theatro São Pedro, em São Paulo.[carece de fontes?]

Em 1943, ela foi escolhida pelo escritor Monteiro Lobato (1882-1948) para ser a Dona Benta na radionovela O Sítio do Picapau Amarelo[9]. De 2012 a 2016 fez a voz original da Dona Benta no desenho animado Sítio do Picapau Amarelo.[10]

Morreu em 10 de novembro de 2018, aos 94 anos de idade. Até então, era dubladora mais antiga do Brasil ainda em atividade, sendo uma das vozes mais conhecidas entre os dubladores brasileiros.[11]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre uma pessoa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.