Ginástica rítmica do Brasil

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A ginástica rítmica no Brasil começou a ser praticada na década de 1960.[1] Teve várias denominações, entre elas foi chamada de ginástica moderna e ginástica rítmica moderna e, sendo praticada essencialmente por mulheres, passou a ser chamada de ginástica feminina moderna. Depois, por decisão da Federação Internacional de Ginástica, passou à denominação de ginástica rítmica desportiva e, finalmente, ginástica rítmica.[2]

O Brasil participou da estréia olímpica da ginástica rítmica em 1984, nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, com a ginasta Rosana Favilla, que não se classificou para a final.[1][2]

Em 1992, nos Jogos Olímpicos de Barcelona, Marta Schonharst conseguiu a 41ª colocação entre as 43 ginastas que disputaram o evento. [1][2]

Atualmente, as atletas da seleção brasileira de ginástica rítmica treinam na Universidade do Norte do Paraná (UNOPAR), em Londrina, considerada o berço e maior centro de treinamento de ginástica rítmica no país.[1][2] A primeira grande conquista do Brasil na ginástica rítmica foi a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1999 em Winnipeg (Canadá), sendo que a equipe brasileira que conquistou a medalha era formada apenas por ginastas da UNOPAR.[1]

Em 2000, nos Jogos Olímpicos de Sydney, o conjunto brasileiro conseguiu o seu melhor resultado em uma Olimpíada, ficando em oitavo lugar.[1] Em 2004, nos Jogos Olímpicos de Atenas, o conjunto nacional se classificou à final e também terminou em oitavo lugar.[2]

O Pan-Americano de Santo Domingo, em 2003, representou a edição mais vitoriosa da modalidade para o Brasil, quando o país conseguiu três medalhas de ouro e uma medalha de bronze.[2]

Referências

  1. a b c d e f UOL Esporte - Olimpíadas 2004 - Histórico do Brasil Acessado em 1 de fevereiro de 2017
  2. a b c d e f UOL - Pan 2007 - Londrina é o berço da ginástica rítmica brasileira Acessado em 1 de fevereiro de 2017