GiveWell

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
GiveWell
Tipo Avaliadora de Instituições de Caridade
Estados Unidos IRS status de isenção: 501(c)(3) sob o nome "The Clear Fund." EIN/Tax ID: 20-8625442[1]
Fundação 2007[2]
Propósito Certificação de filantropia
Sede 182 Howard Street #208, San Francisco, CA 94105, Telefone: 646-233-2035 (contactar: Natalie Crispin)[3]
Fundadores
[2]
Organização
  • Holden Karnofsky
  • Elie Hassenfeld
[4]
Empregados 37 empregados a tempo inteiro (desde Julho de 2016); isso inclui quem trabalha no Open Philanthropy Project[4][5]
Organização de origem São Francisco, California, Estados Unidos da América
Sítio oficial givewell.org

A GiveWell é uma organização americana sem fins lucrativos avaliadora de instituições de caridade e centrada no altruísmo eficaz.[6][7] Ao contrário das outras avaliadoras de instituições de caridade, a GiveWell centra-se principalmente na relação custo-eficácia das organizações que avalia, em vez das métricas tradicionais, como a percentagem do orçamento da organização que é gasto em despesas gerais.[7][8] A GiveWell recomenda várias instituições de caridade por ano. Em 2015, as suas recomendações principais foram a Against Malaria Foundation, a GiveDirectly, a Schistosomiasis Control Initiative e a Deworm the World Initiative.

Princípios para a selecção de instituições de caridade[editar | editar código-fonte]

Centrar-se em instituições de caridade do mundo em desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Embora a GiveWell não se centre explicitamente na recomendação de instituições de caridade internacionais, a maioria das suas recomendações principais têm sido organizações que trabalham no mundo em desenvolvimento. A GiveWell argumenta que as melhores instituições de caridade que trabalham no mundo em desenvolvimento são muito mais custo-eficazes do que as melhores instituições de caridade no mundo desenvolvido.[9] No entanto, anteriormente, a GiveWell recomendou algumas instituições de caridade dos EUA, incluindo a KIPP (a delegação de Houston)[10] e a Nurse-Family Partnership.[11]

Espaço para mais financiamento[editar | editar código-fonte]

Uma das maneiras principais da GiveWell procurar distinguir-se de outras avaliadoras de instituições de caridade é centrando-se na escalabilidade, a que chama de "espaço para mais financiamento" — quanto mais financiamento adicional pode a instituição usar, as actividades em que o financiamento adicional será usado e até que ponto o efeito do financiamento actual pode ser extrapolado para financiamento adicional. A GiveWell publicou um guia sobre espaço para mais financiamento[12] e tem uma série de publicações no seu blogue sobre o tema.[13]

Heurística para identificar instituições de caridade excepcionais[editar | editar código-fonte]

Ao contrário de outras avaliadoras de instituições de caridade, como a Charity Navigator, a GuideStar, a Philanthropedia e a Great Nonprofits, a GiveWell não se centra na avaliação de um grande número de instituições.[6] Em vez disso, a GiveWell centra-se na identificação de instituições de caridade excepcionais que provam ser custo-eficazes, escaláveis e transparentes. Executa análises detalhadas apenas às instituições de caridade que, com base nas suas investigações preliminares, prometem claramente serem excepcionais.[6] A sua análise ao processo de ajuda internacional de 2011 explica: "O nosso objectivo é encontrar instituições de caridade excepcionais em vez de concluir uma investigação aprofundada para cada organização que consideramos. Por esse motivo, contamos com a heurística, ou com atalhos significativos, para a distinção entre as organizações e identificação daquelas que achamos que acabarão por se qualificar para as nossas recomendações."[14]

Evidência de impacto[editar | editar código-fonte]

A GiveWell acredita que o ónus da prova para se estabelecer o sucesso deverá recair sobre a instituição de caridade. Por esta razão, quando as instituições de caridade não revelam claramente a informação ou não apresentam provas de que os seus programas estão a ter o impacto positivo desejado, a GiveWell não assume que a instituição é eficaz. As instituições de caridade que não fornecem os dados que indiquem impacto positivo, raramente recebem uma análise completa por parte da GiveWell.[15]

Gastos em despesas gerais[editar | editar código-fonte]

Embora algumas avaliadoras de instituições de caridade atribuam classificações negativas a instituições que gastam uma grande fracção dos seus orçamentos em despesas administrativas e de captação de recursos,[16] a GiveWell não considera esta uma boa métrica para a avaliação, porque argumenta que as despesas gerais podem tornar uma organização mais eficaz no cumprimento dos seus objectivos.[17]

Processo de avaliação[editar | editar código-fonte]

Identificar instituições de caridade candidatas[editar | editar código-fonte]

A GiveWell usa inúmeras fontes para identificar instituições de caridade candidatas a uma investigação mais aprofundada e classificação.[14] Aceita candidatos para avaliação vindos de instituições de caridade, de doadores e de outros. Além disso, a GiveWell considera organizações que recebem doações de fundações centradas no impacto e organismos que concedem financiamento, como a Fundação Bill e Melinda Gates, a Children's Investment Fund Foundation, a Mulago Foundation, a Skoll Foundation, a Jasmine Social Investments e a Peery Foundation. Na avaliação dos seus programas, considera as instituições de caridade que são participantes, conjuntamente com o Abdul Latif Jameel Poverty Action Lab e a Innovations for Poverty Action . A GiveWell também considera as listas específicas do domínio da caridade, os vencedores de vários prémios e as listas de instituições de caridade destacadas por outras avaliadoras de instituições e grupos de doadores.[14]

Para ser elegível para uma avaliação da GiveWell, as instituições de caridade devem executar um programa que a GiveWell acredite que tem fortes evidências de sucesso (como a iodização do sal), ou devem realizar avaliações rigorosas do seu impacto.[18]

Investigar e classificar instituições de caridade[editar | editar código-fonte]

A GiveWell procura de várias maneiras as evidências de custo-eficácia e de impacto positivo das instituições de caridade. A GiveWell tem conversas com membros das equipas das instituições e especialistas em áreas relevantes. As notas dessas conversas são publicadas no seu site.[19]

Desde 2011, a equipa da GiveWell tem realizado visitas aos locais[20] para todas as instituições de caridade potencialmente melhor classificadas e publicam, sempre que possível, áudio e fotografias das suas visitas.

A GiveWell também usa fontes externas para avaliar intervenções filantrópicas (por exemplo, de micro-finanças). Estas incluem:

  • The Cochrane Collaboration
  • Innovations for Poverty Action
  • Abdul Latif Jameel Poverty Action Lab
  • Millions Saved: Proven Successes in Global Health
  • The Disease Control Priorities Project
  • Copenhagen Consensus

A GiveWell publica regularmente actualizações sobre as actividades de todas as instituições de caridade melhor classificadas, as actuais e as anteriores.[21]

Recomendações[editar | editar código-fonte]

Instituições de caridade melhor classificadas[editar | editar código-fonte]

A GiveWell fornece avaliações detalhadas de cada uma das suas instituições de caridade com a melhor classificação, bem como outras instituições que se destacam. Também enumera razões para rejeitar outras instituições de caridade.[22] As melhores instituições de caridade recomendadas pela GiveWell no final do ano são apresentadas na tabela abaixo. A lista oficial é normalmente disponibilizada na última semana de Novembro.

Ano As melhores instituições de caridades recomendadas no final do ano
2015[23][24] (lista oficial disponibilizada a 20 de Novembro de 2015) As melhores instituições de caridade: Against Malaria Foundation, Schistosomiasis Control Initiative, Deworm the World Initiative e GiveDirectly.
As Instituições de caridade que se destacam: Development Media International, Programa Universal de Iodização de Sal da Global Alliance for Improved Nutrition, Iodine Global Network (anteriormente International Council for the Control of Iodine Deficiency Disorders), Living Goods.
A GiveWell recomendou que a Good Ventures fizesse doações de final de ano à AMF (22,8 milhões de dólares), à DtWI (10,8 milhões de dólares), à GiveDirectly (9,8 milhões de dólares; à parte do donativo de três anos de 25 milhões de dólares feito em Agosto) e à SCI (1 milhão de dólares), e ainda 250 mil dólares a cada uma das instituições de caridade que se destacam. A sua recomendação aos doadores era darem dinheiro na margem actual à AMF, mas forneceram uma comparação mais detalhada para responder aos doadores que tinham outros objectivos.
2014[25][26] (lista oficial disponibilizada a 1 Dezembro de 2014) As melhores instituições de caridade: Against Malaria Foundation, Deworm the World Initiative, GiveDirectly, Schistosomiasis Control Initiative.
As Instituições de caridade que se destacam: Development Media International, Programa Universal de Iodização do Sal da Global Alliance for Improved Nutrition, International Council for the Control of Iodine Deficiency Disorders, Living Goods.
A Good Ventures fez doações de 5 milhões de dólares à GiveDirectly e à AMF, 3 milhões para a SCI, e 250.000 para a Deworm the World Initiative e para cada uma das instituições de caridade de destaque.
Tendo em conta o dinheiro já alocado pela Good Ventures, a recomendação da GiveWell de alocação ideal de donativos foi: 5 dólares à AMF (67%), 1 dólar à SCI (13%), 1 dólar à GiveDirectly (13%) e 0,50 dólares à DtWI (7% ) por cada 7,5 dólares doados.
2013[27][28] (lista oficial disponibilizada a 1 de Dezembro de 2013) As melhores instituições de caridade: GiveDirectly (objectivo 2,5 milhões de dólares), Schistosomiasis Control Initiative (objectivo 1 milhão de dólares), Deworm the World Initiative (objectivo 2 milhões de dólares). A GiveWell não forneceu classificações numéricas em 2013. Em vez disso, estabeleceu objectivos mínimos dos montantes que gostaria de ver cada instituição angariar, e recomendou que os doadores financiassem cada instituição de caridade até ao objectivo mínimo antes de doarem para além desses objectivos.[27] A 20 de Dezembro de 2013, a GiveWell fez outra publicação no seu blogue afirmando que, para os doadores que "têm um alto grau de confiança/identificação" com a GiveWell, recomendavam doar à própria GiveWell, até que a GiveWell fosse capaz de angariar 850 000 dólares em receita adicional.[29]
2012[30][31] (lista oficial disponibilizada a 26 de Novembro de 2012) A Against Malaria Foundation (1.ª), a GiveDirectly (2.ª), a Schistosomiasis Control Initiative (3.ª). A GiveWell recomendou um rácio de doação de 7:2:1 para estas três instituições de caridade. A GiveWell também fez publicações adicionais no blogue a explicar como classificou as suas melhores instituições de caridade.[32][33] A Against Malaria Foundation foi removida da lista de instituições de caridade com a melhor classificação a 26 de Novembro de 2013, devido a questões relacionadas com o espaço para mais financiamento.[34]
2011[35][36][37] (lista oficial disponibilizada a 29 de Novembro de 2011) As melhores instituições de caridade: Against Malaria Foundation (1.ª) e a Schistosomiasis Control Initiative (2.ª). A GiveWell também identificou seis organizações que se destacaram: a GiveDirectly, a Innovations for Poverty Action, a KIPP (a delegação de Houston), a Nyaya Health, a Pratham e a Small Enterprise Foundation. No ano seguinte (2012), a GiveWell deixou de identificar as organizações que se destacavam.
2010[38] A VillageReach foi a melhor instituição de caridade recomendada, e uma das duas únicas a receber a classificação de Ouro. As outras instituições de caridade globais consideradas melhores foram Stop TB Partnership (2.ª), Against Malaria Foundation (3.ª), Small Enterprise Foundation (4.ª), Village Enterprise (5.ª) e Chamroeun (6.ª) -- a todas estas foi dada a classificação de Prata. As instituições de caridade dos Estados Unidos recomendadas como melhores foram a KIPP e a Nurse-Family Partnership, ambas recebendo classificações de Ouro. No final de Novembro de 2011 (no ano seguinte), a GiveWell indicou que acreditava que tanto a VillageReach como a Nurse-Family Partnership ainda eram extraordinárias, mas tinham um espaço limitado para mais financiamento; por isso não aconselharam os doadores a doar-lhes.
2009[39] A VillageReach foi considerada a melhor instituição de caridade. As outras instituições de caridade melhores foram a Stop TB Partnership (2.ª), a Nurse-Family Partnership (3.ª), a KIPP (4.ª), a Against Malaria Foundation (5.ª), a Population Services International (6.ª), a Partners in Health (7.ª), a Global Fund (8.ª), a Teach for America (9.ª), e a Pratham (10.ª).
2008[40] As melhores instituições de caridade na "ajuda internacional" foram a Population Services International e a Partners in Health. As melhores instituições de caridade nos EUA incluíram a KIPP, a Nurse-Family Partnership, e o programa HOPE para a assistência de emprego em Nova York.

As necessidades de financiamento das melhores instituições de caridade de 2015[editar | editar código-fonte]

Na publicação no seu blogue anunciando as suas melhores instituições de caridade de 2015, a GiveWell calculou as necessidades de financiamento para cada uma das suas melhores instituições de caridade. [24] Estas necessidades de financiamento (em milhões de dólares norte-americanos) estão abaixo. As necessidades de financiamento já têm em conta os fundos recomendados para as doações da Good Ventures. As necessidades de financiamento até um nível de execução posterior são cumulativas, ou seja, incluem as necessidades de financiamento de níveis de execução anteriores.

Organização Financiamento pela Good Ventures Necessidade de Financiamento até ao Nível de Execução 1 Necessidade de Financiamento até ao Nível de Execução 2 Necessidade de Financiamento até ao Nível de Execução 3
Against Malaria Foundation 22,8 27,5 51,4 75,4
GiveDirectly 9,8 24,8 45,7 74,3
Schistosomiasis Control Initiative 1,0 4,9 16,5 25,3
Deworm the World Initiative 10,8 0 3,2 8,2
Total 44,4 57,2 116,8 183,2

Directrizes para doações[editar | editar código-fonte]

A GiveWell fornece recomendações sobre doações de caridade [41] e sugestões para indivíduos sobre como fazer pesquisa e que perguntas fazer ao avaliar instituições de caridade.[42]

As críticas às instituições de caridade[editar | editar código-fonte]

A GiveWell geralmente não se centra em fornecer opiniões negativas às instituições de caridade. No entanto, a GiveWell tem por vezes criticado instituições de caridade populares, incluindo a Kiva, a Grameen Foundation, a Heifer International, a Smile Train, a UNICEF, a Acumen Fund, a Robin Hood Foundation, o Projecto Aldeias do Milénio, o Worldwide Fistula Fund e o Carter Center.[43]

A GiveWell não listou nenhuma instituição de caridade de ajuda a emergências nas suas melhores recomendações e em geral tem argumentado contra doar para a ajuda a emergências.[44] No entanto, a GiveWell publica análises de esforços de ajuda e recomendações dentro da categoria de ajuda a emergências após grandes catástrofes, incluindo o Sismo do Haiti de 2010,[45] o Sismo e tsunami de Tohoku de 2011,[46] e a Crise alimentar de 2011 no Corno de África.[47] Além disso, a GiveWell tem uma categoria no seu blogue dedicada à ajuda de emergência.[48] Entre as instituições de caridade que a GiveWell recomendou no contexto da ajuda a emergências estão os Médicos sem Fronteiras, a Partners in Health e a Direct Relief.

O Open Philanthropy Project [Projecto Aberto de Filantropia][editar | editar código-fonte]

Resumos pouco profundos[editar | editar código-fonte]

Como parte do seu trabalho relacionado com o Open Philanthropy Project (anteriormente GiveWell Labs), a GiveWell publica resumos pouco profundos de causas gerais.[49] Estes são diferentes das recomendações de instituições de caridade e das avaliações. O primeiro resumo pouco profundo parece ter sido publicado em Abril de 2013.[50] mas a GiveWell parece ter anunciado pela primeira vez oficialmente resumos pouco profundos numa publicação do seu blogue em Maio de 2013.[51] Em Setembro de 2013, foram realizados resumos pouco profundos nas áreas de mudança antropogénica do clima, da detecção de asteróides próximos da Terra, da migração (dentro do próprio país e internacional), dos vulcões, da geoengenharia, da segurança da energia nuclear, do ambiente empresarial e infra-estruturas na África subsariana, e do tratamento de animais na pecuária industrial.[49] O Co-director executivo da GiveWell, Holden Karnofsky, falou mais sobre o propósito dos resumos pouco aprofundados numa conversa com representantes da Giving What We Can e outros altruístas eficazes. [52]

Doações feitas como parte da GiveWell Labs (o Open Philanthropy Project)[editar | editar código-fonte]

Algumas das doações da Good Ventures foram feitas como resultado do trabalho realizado na GiveWell Labs.

Data do anúncio Beneficiário Quantia Detalhes
27 Setembro de 2012 US Cochrane Center, parte da Colaboração Cochrane 100 000 dólares A GiveWell anunciou a sua primeira "Doação Rápida" recomendada: recomendou que a organização parceira Good Ventures fizesse uma doação de 100 000 dólares ao U.S. Cochrane Center, parte da Colaboração Cochrane. A ideia por trás das "Doações Rápidas" foi que a GiveWell poderia recomendar a grandes doadores específicos concederem rapidamente uma soma de dinheiro a uma organização que estivesse com necessidade urgente de fundos, embora a GiveWell não tivesse tido tempo para investigar a organização de forma exaustiva o suficiente para colocá-la na lista de instituições de caridade recomendadas pela GiveWell.[53] [54]
Maio de 2013 Center for Global Development para a Millions Saved 50 000 dólares Recomendado pela GiveWell. [55]
3 de Julho de 2013 Center for Global Development 300 000 dólares 100 000 dólares cada um por três anos para apoiar as despesas operacionais.[56]
Março de 2014 Center for Global Development para apoiar a pesquisa de Michael Clemens 1 184 000 dólares A doação seria paga ao longo de 3 anos ao Center for Global Development para apoio à investigação liderada pelo Investigador Principal Michael Clemens, por recomendação da GiveWell.[57] [58]
Julho de 2014 ImmigrationWorks Foundation, a organização irmã 501(c)3 da ImmigrationWorks EUA 285 000 dólares O destinatário é um grupo que defende um movimento mais livre de trabalhadores com baixas qualificações para o emprego nos Estados Unidos.[59] A doação foi recomendado pela avaliadora de instituições de caridade a GiveWell. [60]

Recepção e impacto[editar | editar código-fonte]

Dinheiro movimentado[editar | editar código-fonte]

Por volta de Fevereiro de cada ano, a GiveWell divulga uma auto-avaliação completa numa série de publicações no seu blogue. Além disso, a GiveWell divulga relatórios trimestrais (na forma de publicações de blogue) sobre o seu tráfego na web e dinheiro movimentado.[61] Também fornecem um resumo actualizado das estatísticas do dinheiro que movimentaram na sua página de Impacto. [62]

Ano Dinheiro movimentado em dólares a preços correntes (não ajustados pela inflação) Notas Adicionais
2007 a 2009 total de 1,2 milhões
2010 1,6 milhões
2011 5,3 milhões[63] Excluindo o financiamento da Good Ventures e o dinheiro comprometido com o Open Philanthropy Project, o dinheiro movimentado foi de 3,3 milhões de dólares.
2012 9,5 milhões[64] Excluindo o financiamento da Good Ventures, o dinheiro movimentado foi de 5,8 milhões de dólares.
2013 17,36 milhões[65] Excluindo a Good Ventures, o financiamento total foi de 8,1 milhões de dólares.
2014 28 milhões[66] Excluindo a Good Ventures, o financiamento total foi de 12,7 milhões de dólares.
2015 98 milhões (estimativa preliminar parcial)[67] Excluindo a Good Ventures, a estimativa preliminar de dinheiro movimentado foi de 28 milhões de dólares, com cerca de metade vindo de doadores que doaram cada um 1 milhão de dólares ou mais.

Dinheiro movimentado para as melhores instituições de caridade pela Good Ventures[editar | editar código-fonte]

Abaixo estão os detalhes do dinheiro movimentado para as melhores instituições de caridade da GiveWell, principalmente pela recomendação da GiveWell (com excepção de 5 milhões dólares dos 7 milhões concedidos à GiveDirectly em 2013).

Organização 23 de Dezembro de 2011 (as melhores instituições de caridade)[68] 6 de Agosto de 2012 (as que se destacam)[69] 28 de Dezembro de 2012 (as melhores instituições de caridade)[70] 03 de Dezembro de 2013 (fim de ano)[71][72][73][74] 01 de Dezembro de 2014 (fim de ano)[26] 03 de Agosto de 2015 (casos únicos)[75][76][77][78] 20 de Novembro de 2015 (fim de ano)[24] Total
Against Malaria Foundation 500 000 -- 1 250 000 -- 5 000 000 -- 22 800 000 29 550 000
GiveDirectly -- 100 000 500 000 7 000 000 5 000 000 25 000 000 9 800 000 47 400 000
Schistosomiasis Control Initiative 250 000 -- 250 000 750 000 3 000 000 -- 1 000 000 5 250 000
Deworm the World Initiative -- -- -- 1 500 000 250 000 -- 10 800 000 12 550 000
Nyaya Health -- 50 000 -- -- -- -- -- 50 000
KIPP (filial de Houston) -- 50 000 -- -- -- -- -- 50 000
Small Enterprise Foundation -- 50 000 -- -- -- -- -- 50 000
Innovations for Poverty Action -- 50 000 -- -- -- -- -- 50 000
Pratham -- 50 000 -- -- -- -- -- 50 000
Universal Salt Iodization Program da Global Alliance for Improved Nutrition -- -- -- -- 250 000 -- 250 000 500 000
Development Media International -- -- -- -- 250 000 -- 250 000 500 000
Iodine Global Network (anteriormente International Council for the Control of Iodine Deficiency Disorders) -- -- -- -- 250 000 -- 250 000 500 000
Living Goods -- -- -- -- 250 000 -- 250 000 500 000
750 000 350 000 2 000 000 9 250 000 14 250 000 25 000 000 45 400 000 97 000 000

Dinheiro movimentado para as melhores instituições de caridade por doadores excluindo a Good Ventures[editar | editar código-fonte]

Os números são estimativas com base em suposições uma vez que nem todas as doações influenciados por recomendações da GiveWell foram correctamente atribuídas à GiveWell. A tabela que se segue restringe-se às quatro organizações que são actualmente as melhores recomendações da GiveWell, visto que recebem a maior parte do dinheiro doado; mais detalhes sobre as outras instituições de caridade estão nos links mencionados.

Organização Dinheiro movimentado em 2011[63] Dinheiro movimentado em 2012[64] Dinheiro movimentado em 2013[65] Dinheiro movimentado em 2014[66] Total
Against Malaria Foundation 1 810 237 4 579 514 2 490 588 4 434 478 13 314 817
GiveDirectly 86 146 729 359 3 482 865 4 061 487 8 359 857
Schistosomiasis Control Initiative 510 480 861 548 1 440 184 3 340 403 6 152 615
Deworm the World Initiative -- -- 642 836 878 044 1 521 280

Parcerias com Orgs. filantrópicas e uso por outras Orgs. que recomendam instituições de caridade[editar | editar código-fonte]

Em Junho de 2012, a GiveWell anunciou uma estreita parceria com a Good Ventures, uma organização filantrópica com objectivos semelhantes, que foi co-fundada por Cari Tuna e o co-fundador do Facebook, Dustin Moskovitz.[79]

Em Março de 2010, a GiveWell anunciou[80] uma parceria com a GuideStar através da participação da GiveWell, juntamente com a Great Nonprofits e a Philanthropedia, no programa TakeAction@GuideStar. Este programa permite que aos doadores vejam informação detalhada da GiveWell, da Great Nonprofits, ou da Philanthropedia, quando disponível, ao procurar uma instituição de caridade na GuideStar.

A GiveWell não tem uma relação formal com a avaliadora de instituições de caridade Giving What We Can, mas a Giving What We Can usa como referência (e, ocasionalmente, crítica) as análises da GiveWell sobre as instituições de caridade que recomenda.

O site The Life You Can Save, baseado no livro homónimo de Peter Singer, baseia as suas recomendações das melhores instituições de caridade nas recomendações fornecidas pela GiveWell e pela Giving What We Can.

Recepção das recomendações da GiveWell de 2013[editar | editar código-fonte]

Em 3 de Dezembro de 2013, a Good Ventures (uma organização filantrópica eficaz que trabalha em estreita colaboração com a GiveWell) anunciou uma doação de 2 milhões de dólares à GiveDirectly, de modo que apenas 500 000 dólares da meta mínima especificada pela GiveWell para a GiveDirectly ainda não tinha sido angariada. A Good Ventures também anunciou que iria igualar até 5 milhões de dólares os fundos doados à GiveDirectly até 31 de Janeiro de 2014 (com um limite de correspondência de 100 000 dólares por doador individual), sugerindo que a quantidade real necessária de doadores individuais para atingir o objectivo mínimo da GiveWell seria 250 000 dólares (não assumindo doadores muitos grandes).[71] A GiveWell publicou no blogue a ​​resposta ao anúncio da Good Ventures, afirmando que tinham recomendado a doação, mas não o igualar de doações.[73]

O grupo de defesa de doações eficazes e avaliadora de instituições de caridade, a Giving What We Can fez uma publicação no seu blogue em 12 de Dezembro de 2013, afirmando que continuavam a recomendar a Against Malaria Foundation como a sua melhor instituição de caridade, apesar de esta já não ser recomendada pela GiveWell.[81]

Recepção das recomendações da GiveWell de 2012[editar | editar código-fonte]

A avaliadora de instituições de caridade e grupo de defesa de doações eficazes, a Giving What We Can, apresentou vários publicações no seu blogue com a análise crítica das recomendações da GiveWell de 2012.[82] [83] As recomendações da GiveWell também foram criticadas no site da 80 000 Hours[84] e em outros lugares.[85] O Wonkblog, um blogue do Washington Post, também publicou um artigo sobre as recomendações da GiveWell.[86]

Cobertura dos media[editar | editar código-fonte]

A GiveWell foi referida por várias organizações de notícias, incluindo a NPR, [87] a CNBC,[88] a CBS MoneyWatch,[89] a Business Week ,[90] e a Forbes .[91] A USA Today [92] e o Wall Street Journal [93] mencionaram a GiveWell como uma organização que pode ajudar os doadores a pesquisar e a escolher instituições de caridade. Em Dezembro de 2012, o Wonkblog do The Washington Post fez uma publicação detalhada com a revisão das recomendações de fim de ano de instituições de caridade da GiveWell.[86] Dylan Matthews discutiu o trabalho da GiveWell e da Good Ventures no Open Philanthropy Project, no contexto mais amplo do movimento de altruísmo eficaz, num artigo para o Vox .[6] O Huffington Post publicou um artigo sobre o trabalho da GiveWell discutindo a sua relação com as idéias de altruísmo eficaz popularizado por Peter Singer, e também incluindo uma entrevista com o co-fundador da GiveWell, Elie Hassenfeld.[7]

História[editar | editar código-fonte]

A GiveWell foi fundada em 2007 por dois ex-analistas de investimentos da Bridgewater Associates, Holden Karnofsky e Elie Hassenfeld.[94][95][96] Em 2008, o financiamento inicial da GiveWell foi fornecido pela Nonprofit Marketplace Initiative da William and Flora Hewlett Foundation, cujo objectivo era assegurar que "até 2015, dez por cento das doações filantrópicas individuais nos EUA (ou 20 mil milhões de dólares), seriam influenciados por informações significativas de alta qualidade sobre o desempenho das organizações sem fins lucrativos".[97][98] A Fundação Hewlett continuou a ser um importante financiador da GiveWell por vários anos. Em Março de 2014, a Fundação Hewlett anunciou que encerrava a Nonprofit Marketplace Initiative.[98] Uma publicação no blogue da GiveWell, em Agosto 2014, apresentava as considerações da GiveWell sobre o final da iniciativa.[99]

Em Junho de 2012, a GiveWell anunciou uma estreita parceria com a Good Ventures, e a Good Ventures tem sido um dos principais financiadores da GiveWell desde então.[79]

Em Setembro de 2011, a GiveWell anunciou a criação da GiveWell Labs, que foi criado a fim de pesquisar e financiar causas filantrópicas mais diversificadas.[100][101] Em Agosto de 2014, a GiveWell Labs foi rebaptizada como Open Philanthropy Project, para melhor reflectir a sua missão, bem como pelo facto de que não era apenas um projecto da GiveWell mas sim uma parceria entre a GiveWell e a Good Ventures.[102]

O incidente Astroturfing[editar | editar código-fonte]

No final de 2007, os fundadores da GiveWell promoveram a organização em vários blogues e fóruns de Internet, incluindo o MetaFilter, usando astroturfing.[103]

O conselho de administração da GiveWell investigou e descobriu que uma "promoção inadequada"[104] tinha ocorrido envolvendo os fundadores Karnofsky e Hassenfeld; como resultado, ambos foram multados em 5 000 dólares, e Karnofsky foi destituído do seu papel de director executivo.[103][105] A GiveWell emitiu um pedido de desculpas público[106] e, como parte da sua política de transparência,[107] incluiu o incidente no seu site numa página chamada "Falhanços" com o propósito declarado: "Esta página regista erros que cometemos, estratégias que deveríamos ter planeado e executado de forma diferente e as lições que aprendemos."[108] Karnofsky foi mais tarde reintegrado como Secretário do Conselho e co-Director Executivo.[4]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Tópicos relacionadas com o altruísmo eficaz[editar | editar código-fonte]

Outras organizações[editar | editar código-fonte]

  • American Institute of Philanthropy
  • Charity Navigator
  • Giving What We Can
  • Raising for Effective Giving

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. «Official Records (section:IRS-related materials)». GiveWell 
  2. a b «Our Story». GiveWell. Consultado em 16 de agosto de 2012 
  3. «Contact Us». GiveWell. Consultado em 30 de novembro de 2012 
  4. a b c «Our people (list of employees and board members)» 
  5. Rice, Issa (23 de julho de 2016). «GiveWell staff growth». Consultado em 24 de julho de 2016 
  6. a b c d Matthews, Dylan (24 de abril de 2015). «You have $8 billion. You want to do as much good as possible. What do you do?». Vox. Consultado em 27 de abril de 2015 
  7. a b c Pitney, Nico (26 de março de 2015). «That Time A Hedge Funder Quit His Job And Then Raised $60 Million For Charity». Huffington Post. Consultado em 27 de abril de 2015 
  8. «About GiveWell». GiveWell. Consultado em 18 de dezembro de 2014 
  9. «Your dollar goes further overseas». GiveWell 
  10. «Knowledge is Power Program». GiveWell. Março de 2012 [July 2011]. Consultado em 6 de setembro de 2014 
  11. «Nurse-Family Partnership». GiveWell. 2010. Consultado em 6 de setembro de 2014 
  12. «Guide to "room for more funding" analysis». GiveWell. Consultado em 9 de dezembro de 2012 
  13. «Blog category room for more funding». GiveWell. Consultado em 9 de dezembro de 2012 
  14. a b c «2011 international aid process review». GiveWell. Consultado em 14 de agosto de 2012 
  15. «Accomplishing Nothing, Giving 101 section of GiveWell website». Givewell.org. Consultado em 11 de junho de 2014 
  16. «How Do We Rate Charities' Financial Health?». Charity Navigator. Consultado em 19 de dezembro de 2014 
  17. Karnofsky, Holden (1 de dezembro de 2009). «The worst way to pick a charity». GiveWell. Consultado em 21 de setembro de 2013 
  18. «Process for identifying top charities». GiveWell. Consultado em 19 de dezembro de 2014 
  19. «Conversations with charity representatives, funders, and subject matter experts». GiveWell. Consultado em 19 de dezembro de 2014 
  20. «Site visits page on GiveWell website». Givewell.org. Consultado em 11 de junho de 2014 
  21. «Following up». GiveWell. Consultado em 19 de dezembro de 2014 
  22. «Charities». GiveWell. Consultado em 27 de novembro de 2012 
  23. «Top Charities». GiveWell. Consultado em 20 de novembro de 2015 
  24. a b c «Our updated top charities for giving season 2015». 20 de novembro de 2015. Consultado em 20 de novembro de 2015 
  25. «Top charities - November 2014 archived version». GiveWell. Consultado em 20 de novembro de 2015 
  26. a b Hassenfeld, Elie (1 de dezembro de 2014). «Our updated top charities». GiveWell. Consultado em 1 de dezembro de 2014 
  27. a b Karnofsky, Holden (1 de dezembro de 2013). «GiveWell's Top Charities for Giving Season 2013». GiveWell. Consultado em 1 de dezembro de 2013 
  28. Flandez, Raymund (13 de dezembro de 2013). «GiveWell Recommends 3 Charities for Year-End Donations». Chronicle of Philanthropy. Consultado em 6 de setembro de 2014 
  29. Karnofsky, Holden (20 de dezembro de 2013). «Update on GiveWell's Funding Needs». GiveWell. Consultado em 21 de dezembro de 2013 
  30. Karnofsky, Holden (26 de novembro de 2012). «Our Top Charities for the 2012 Giving Season». GiveWell. Consultado em 26 de novembro de 2012 
  31. «Top charities -- November 2012». GiveWell. Consultado em 1 de dezembro de 2013 
  32. Karnofsky, Holden (19 de dezembro de 2012). «Cost-effectiveness of nets vs. deworming vs. cash transfers». GiveWell. Consultado em 24 de dezembro de 2012 
  33. Karnofsky, Holden (20 de dezembro de 2012). «More on the ranking of our top charities». GiveWell. Consultado em 24 de dezembro de 2012 
  34. Karnofsky, Holden (26 de novembro de 2013). «Change in Against Malaria Foundation recommendation status (room-for-more-funding-related)». GiveWell. Consultado em 27 de novembro de 2013 
  35. «Top charities -- November 2011». GiveWell. Consultado em 30 de novembro de 2012 
  36. Karnofsky, Holden (29 de novembro de 2011). «Top charities for holiday season 2011: Against Malaria Foundation and Schistosomiasis Control Initiative». Consultado em 26 de novembro de 2012 
  37. Karnofsky, Holden (8 de dezembro de 2011). «Deciding between two outstanding charities». GiveWell. Consultado em 26 de novembro de 2012 
  38. «Top-rated charities -- 2010». GiveWell. Consultado em 30 de novembro de 2012 
  39. «Top-rated charities -- 2009». GiveWell. Consultado em 30 de novembro de 2012 
  40. «Top-rated charities -- 2008». GiveWell. Consultado em 30 de novembro de 2012 
  41. «Giving 101». GiveWell website 
  42. «Researching charities on your own». GiveWell. Consultado em 27 de novembro de 2012 
  43. «Celebrated charities we don't recommend, GiveWell blog». Blog.givewell.org. 28 de dezembro de 2009. Consultado em 11 de junho de 2014 
  44. Karnofsky, Holden (29 de agosto de 2008). «The case against disaster relief». GiveWell 
  45. «Ratings of disaster relief charities one year after the Haiti earthquake». GiveWell 
  46. «Japan disaster relief». GiveWell 
  47. «Donating to Somalia». GiveWell 
  48. «Blog category disaster relief». GiveWell 
  49. a b «Shallow investigations of new causes». GiveWell (as part of the Open Philanthropy Project). Consultado em 21 de setembro de 2013 
  50. «Seasonal migration within low-income countries». GiveWell. Abril de 2013. Consultado em 21 de setembro de 2013 
  51. Karnofsky, Holden (30 de maio de 2013). «Refining the Goals of GiveWell Labs». GiveWell. Consultado em 21 de setembro de 2013 
  52. Kaufman, Jeff (31 de agosto de 2013). «Flow Through Effects Conversation». Consultado em 21 de setembro de 2013 
  53. «Quick Grant to the US Cochrane Center». Good Ventures. 27 de setembro de 2012. Consultado em 27 de setembro de 2012 
  54. «US Cochrane Center (USCC) gets our first "quick grant" recommendation». GiveWell. 27 de setembro de 2012. Consultado em 28 de setembro de 2012 
  55. «Millions Saved». GiveWell. Junho de 2013. Consultado em 4 de julho de 2013 
  56. Karnofsky, Holden (3 de julho de 2013). «Grant to Center for Global Development (CGD)». GiveWell. Consultado em 4 de julho de 2013 
  57. «Center for Global Development — Labor Mobility Research». Good Ventures. Março de 2014. Consultado em 25 de junho de 2014 
  58. «Grant to the Center for Global Development». GiveWell. Março de 2014. Consultado em 25 de junho de 2014 
  59. «ImmigrationWorks Foundation — General Support». Good Ventures. Consultado em 1 de agosto de 2014 
  60. «ImmigrationWorks grant». GiveWell. Consultado em 1 de agosto de 2014 
  61. «GiveWell blog category self-evaluation». GiveWell. Consultado em 12 de março de 2013 
  62. «Impact». GiveWell 
  63. a b «GiveWell blog post on money moved and web traffic for 2011». GiveWell. 9 de fevereiro de 2012. Consultado em 12 de março de 2013 
  64. a b Stone Crispin, Natalie (12 de março de 2013). «GiveWell annual review for 2012: details on GiveWell's money moved and web traffic». GiveWell. Consultado em 12 de março de 2013 
  65. a b «GiveWell annual review for 2013: details on GiveWell's money moved and web traffic». GiveWell. 19 de março de 2014. Consultado em 21 de março de 2014 
  66. a b Karnofsky, Holden (3 de março de 2015). «GiveWell's Progress in 2014 and Plans for 2015: summary». GiveWell. Consultado em 4 de março de 2015 
  67. Heishman, Tyler (8 de janeiro de 2016). «Update on GiveWell's web traffic / money moved». GiveWell. Consultado em 16 de janeiro de 2016 
  68. Tuna, Cari (23 de dezembro de 2011). «Guest post from Cari Tuna». GiveWell (blog) 
  69. «Grants to "standout" charities». Good Ventures. 6 de agosto de 2012. Consultado em 12 de março de 2013 
  70. Tuna, Cari (28 de dezembro de 2012). «Year-End Grants to GiveWell's Top Charities». Good Ventures. Consultado em 12 de março de 2013 
  71. a b Tuna, Cari (3 de dezembro de 2013). «Our Giving Season Plans». Good Ventures. Consultado em 3 de dezembro de 2013 
  72. Moskovitz, Dustin. «Breakthrough Philanthropy: Just Give Them the Money. Good Ventures will match every dollar up to $5M to GiveDirectly through Jan 31, 2014». Medium. Consultado em 25 de março de 2014 
  73. a b Karnofsky, Holden (3 de dezembro de 2013). «Good Ventures Matching Gift to GiveDirectly and Grants to Top Charities». GiveWell. Consultado em 3 de dezembro de 2013 
  74. Joy (1 de fevereiro de 2014). «Good Ventures matching challenge: $5 million raised and matched!». GiveDirectly. Consultado em 25 de março de 2014 
  75. Tuna, Cari (3 de agosto de 2015). «Announcing a $25 Million Grant to GiveDirectly». Good Ventures. Consultado em 4 de agosto de 2015 
  76. Dolan, Kerry (3 de agosto de 2015). «Facebook Billionaire's Good Ventures Donates $25 Million To GiveDirectly, Which Gives Cash To The Very Poor». Forbes. Consultado em 4 de agosto de 2015 
  77. Pitney, Nico (3 de agosto de 2015). «Facebook Co-Founder Giving Millions Directly To The Poor, No Strings Attached». Consultado em 4 de agosto de 2015 
  78. Rosenberg, Josh (3 de agosto de 2015). «Good Ventures' $25 million grant to GiveDirectly». GiveWell. Consultado em 4 de agosto de 2015 
  79. a b Holden (28 de junho de 2012). «GiveWell and Good Ventures» 
  80. «GiveWell announcement on participation in TakeAction@GuideStar». Blog.givewell.org. 29 de março de 2010. Consultado em 11 de junho de 2014 
  81. Mogensen, Andreas (12 de dezembro de 2013). «Why we continue to recommend the Against Malaria Foundation». Giving What We Can. Consultado em 21 de dezembro de 2013 
  82. Crouch, Will (30 de novembro de 2012). «GiveWell's Recommendation of GiveDirectly». Giving What We Can. Consultado em 27 de dezembro de 2012 
  83. Crouch, Will (24 de dezembro de 2012). «Some General Concerns About GiveWell». Giving What We Can. Consultado em 27 de dezembro de 2012 
  84. Barry, David (29 de novembro de 2012). «Splitting donations between GiveWell recommendations». 80000 Hours (discussion forum). Consultado em 27 de dezembro de 2012 
  85. Wise, Julia (2 de dezembro de 2012). «Updates». Consultado em 27 de dezembro de 2012 
  86. a b Matthews, Dylan (22 de dezembro de 2012). «The Wonkblog guide to holiday giving». The Washington Post. Consultado em 27 de dezembro de 2012 
  87. «Young Duo to 'Clear' the Way for Charitable Giving». National Public Radio. Consultado em 13 de setembro de 2011 
  88. «Shaking up Philanthropy». CNBC. Consultado em 13 de setembro de 2011 
  89. Kristof, Kathy (14 de dezembro de 2009). «Charities Fake Their Numbers to Look Good». CBS Moneywatch. Consultado em 13 de setembro de 2011 
  90. Feldman, Amy (13 de janeiro de 2010). «Rethinking Ways to Give Wisely». Business Week. Consultado em 13 de setembro de 2011 
  91. Brill, Betsy (22 de janeiro de 2010). «Nonprofit CEOs Are Worth Every Dime». Forbes. Consultado em 13 de setembro de 2011 
  92. Block, Sandra (30 de novembro de 2010). «USA Today, "How to research a charity before donating your money"». Usatoday.com. Consultado em 13 de setembro de 2011 
  93. Banjo, Shelly (8 de novembro de 2009). «Wall Street Journal Online, "Check Out Charities", by Shelly Banjo». Online.wsj.com. Consultado em 13 de setembro de 2011 
  94. «About». GiveWell. Consultado em 13 de setembro de 2011 
  95. [198] ^ Patricia Illingworth, Thomas Pogge, Leif Wenar. Giving Well: The Ethics of Philanthropy, Oxford University Press EUA, 2011. P. 124
  96. [199] ^ Peter Singer. The Life You Can Save: Acting Now To End World Poverty , Random House, 2009. Cap. 6, P.81-104
  97. «GiveWell Story». GiveWell. Consultado em 6 de setembro de 2014 
  98. a b Louie, Lindsay; Twersky, Fay (11 de março de 2014). «Strengthening Our Sector». William and Flora Hewlett Foundation. Consultado em 6 de setembro de 2014. Arquivado do original em 18 de setembro de 2016 
  99. Karnofsky, Holden (5 de agosto de 2014). «Thoughts on the End of Hewlett's Nonprofit Marketplace Initiative». GiveWell. Consultado em 6 de setembro de 2014 
  100. Karnofsky, Holden (8 de setembro de 2011). «Announcing GiveWell Labs». GiveWell. Consultado em 6 de setembro de 2014 
  101. «GiveWell Labs». GiveWell 
  102. Karnofsky, Holden (20 de agosto de 2014). «Open Philanthropy Project (formerly GiveWell Labs)». GiveWell. Consultado em 6 de setembro de 2014 
  103. a b Stephanie Strom (8 de janeiro de 2008). «Founder of a Nonprofit Is Punished by Its Board for Engaging in an Internet Ruse». The New York Times. Consultado em 13 de setembro de 2011 
  104. [218] ^ [1], o site GiveWell
  105. Stephanie Strom (15 de janeiro de 2008). «Nonprofit Punishes a 2nd Founder for Ruse». The New York Times. Consultado em 13 de setembro de 2011 
  106. [222] ^ Declaração do Conselho de Administração da GiveWell, Blogue da GiveWell.
  107. [223] ^ Política de Transparência, site da GiveWell.
  108. [224] ^ Falhanços da GiveWell, site da GiveWell

Links externos[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre GiveWell