Telefônica Brasil

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Telefônica Brasil
Razão social Telefônica Brasil S.A.
Empresa de capital aberto
Cotação
Indústria Telecomunicações
Gênero Sociedade anônima
Fundação 1998 (20 anos)[1]
Sede Av. Eng. Luís Carlos Berrini, nº 1376 – São Paulo, SP, Brasil
Proprietário(s) Telefónica
Presidente Eduardo Navarro
Empregados 34.000
Produtos
Marcas Vivo GVT
Subsidiárias Terra
Acionistas SP Telecomunicações Participações
Antecessora(s) Telesp
Website oficial telefonica.com.br

Telefônica Brasil é uma empresa do Grupo Telefónica, um dos principais conglomerados de comunicação do mundo. Foi originalmente formada a partir da Telesp (subsidiária da Telebrás), companhia estatal de telecomunicações que atuava no estado de São Paulo e que em 1998 foi privatizada pelo governo federal e vendida para o Grupo Telefónica, formando a Telefônica Brasil.

Em 2007, a empresa iniciou uma parceria estratégica com a TVA, da editora Abril, adquirindo 49% das ações ordinárias e 100% das preferenciais de MMDS. A incorporação total da TVA pela Telefônica ocorreu em 2012, após ser sancionada a “Lei da TV a Cabo” (Lei 12.485).

A Telefónica adquiriu as ações da Vivo[2] que pertenciam à Portugal Telecom em 2010 e transferiu o controle da empresa para a Telefônica Brasil, subsidiária do grupo no país. No ano seguinte, a Telefônica Brasil incorporou todas as ações da Vivo. Em 2012, os serviços da Telefônica Brasil passaram a ser comercializados com a marca Vivo em todo o Brasil, oferecendo telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura.

Em 2015, a Telefónica adquiriu a GVT, reforçando sua oferta de rede fixa fora do Estado de São Paulo. Já em 2017, a Telefónica adquiriu o Terra Brasil à Telefônica Data, subsidiária integral da Telefônica Brasil.

Atualmente, o Grupo Telefónica tem presença em 21 países com mais de 125 mil colaboradores. No Brasil, a Telefônica Brasil totaliza cerca de 34 mil colaboradores e está presente em mais de 4.000 cidades, somando mais de 97,1 milhões de clientes. Sua marca comercial Vivo oferece cobertura 4G em mais de 2.667 cidades brasileiras.

Vivo[editar | editar código-fonte]

Vivo
Marca
Slogan Viva tudo
Indústria Telecomunicações
Fundação 13 de abril de 2003 (2003-04-13)
Fundador(es)
Destino Incorporado na Telefônica Brasil
Sede Av. Eng. Luís Carlos Berrini, nº 1376 – São Paulo, SP
Área(s) servida(s)  Brasil
Locais 5236 municípios (2015)
Proprietário(s) Telefônica Brasil
Presidente Eduardo Navarro
Empregados 34 mil (2016)
Produtos
Serviços
Empresa-mãe Telefónica
Valor de mercado Aumento US$ 10,2 bilhões (2011)
Lucro Aumento R$ 4,452 bilhões (2012)[3]
Faturamento Aumento R$ 33,931 bilhões (2012)[3]
Antecessora(s)
Website oficial vivo.com.br

A Vivo é a marca comercial do Grupo Telefónica no Brasil. É uma concessionária de telefonia móvel, fixa, internet banda larga e TV por assinatura do Brasil. Formada pela fusão de companhias de celular ex-estatais existentes no Brasil, foi fundada como uma parceria entre Portugal Telecom e a espanhola Telefónica, sendo comandada por esta última após ter comprado a posição da primeira em julho de 2010.[4][5]

A empresa foi acusada de formação de cartel, juntamente com Oi, Claro e Tim. O grupo teria poder o suficiente para fazer a Agência Nacional de Telecomunicações impedir que novos competidores entrem na concorrência. O empresário Roberto Mello declarou ao Ministério Público: “a Anatel está sendo pressionada por um cartel formado pelas quatro grandes operadoras, impedindo a entrada no mercado de um quinto competidor”.[6]

Utiliza as tecnologias GSM/EDGE, WCDMA/HSPA, HSPA+, LTE e LTE-Advanced nos celulares. Até o ano de 2007 utilizou a rede AMPS concomitantemente com suas redes TDMA e CDMA, até ser desativada para liberar espectro magnético no objetivo de implantar a rede GSM. A rede CDMA foi desligada no ano de 2012.[7] É a operadora de telefonia móvel com maior quota de mercado.[8]

Em 2015 a Vivo ficou em 2º lugar em número de clientes apenas atrás da TIM, com 79,9 milhões de clientes.[9] Desde abril de 2012 todas as companhias da Telefónica no Brasil se tornam apenas Vivo, sendo a única marca comercial da empresa no país tanto em telefonia móvel quanto em telefonia fixa, banda larga e TV por assinatura.

História[editar | editar código-fonte]

Formação[editar | editar código-fonte]

O prédio da Vivo na Av. Ayrton Senna, RJ
O prédio da Vivo na Av. Chucri Zaidan, SP

A Vivo atuou como empresa no mercado brasileiro de 13 de abril de 2003 a abril de 2012, quando passou a ser uma marca comercial da Telefônica Brasil. Teve origem na junção das operadoras de celular das empresas Celular CRT Participações S/A (que operava como Telefônica Celular), Tele Leste Celular Participações S/A (que, na Bahia e em Sergipe, operavam respectivamente como TeleBahia e Telergipe Celular), Tele Centro-Oeste Celular Participações S/A (que também detinha o controle da Norte Brasil Telecom S/A, que operavam, respectivamente como TCO e NBT), Tele Sudeste Celular Participações S/A, Telesp Celular Participações S/A e Global Telecom S/A com investimentos da Telefonica da Espanha e da Portugal Telecom, de Portugal até 28 de julho de 2010. A partir da conclusão do processo de venda de 30% da Portugal Telecom para a Telefonica por cerca de R$ 17,2 bilhões, esta última se torna a controladora da empresa com 60%. A empresa comprou o restante de ações por meio da antiga Telesp que tinha Capital aberto na Bovespa.[10]

Compra da Telemig Participações[editar | editar código-fonte]

Em 3 de agosto de 2007, a Vivo anunciou a compra da Telemig Celular que também pertencente a ela a Amazônia Celular por R$ 1,213 bilhão de reais, incorporando 4,8 milhões de clientes.[11] Dois meses após, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou a compra.[12] Posteriormente, a Vivo vendeu a Amazônia Celular para a Oi por R$ 120 milhões. Com isso, em 15 de abril de 2008, a Telemig Participações e Telemig Celular deixou de existir e passou a se chamar Vivo.[13]

Unificação da Telefônica[editar | editar código-fonte]

Todos os serviços prestados pela Telefónica no Brasil foram mudados para a marca Vivo no dia 15 de abril de 2012.[14] Com isto a empresa espanhola investiu na unificação R$ 120 milhões.[15] Serão trocados 200 mil orelhões em locais estratégicos na região aonde a marca Telefônica era atuante.[16] Tornando a Vivo só uma marca da Telefónica Brasil.

Cobertura (Fixo)[editar | editar código-fonte]

Cobertura (Celular)[editar | editar código-fonte]

A Vivo está presente em todos os estados brasileiros com as tecnologias GSM, 3G, 3G plus e 4G. Em 2013, a Vivo iniciou a implementação da rede 4G. Segundo estimativa da Anatel, a Vivo é responsável por mais de 30% do mercado de celulares no país. Somada a área de cobertura da operadora, 95% do território brasileiro é atendido pela Vivo. Em janeiro de 2012, a operadora chega a 3.702 cidades do país, incluindo capitais.[17] A Vivo tem a maior comunidade em número de clientes, conforme relatório de participação de mercado da ANATEL de 2012. Com a ampliação, a cobertura da Vivo atinge 94 municípios e detém 39 por cento do mercado de 4G no país, ou 973 mil clientes, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgados pela companhia.[18]

A cobertura 4G da Vivo já se estende por 2.622 cidades, onde vivem 84,7% da população urbana brasileira (Fonte: Teleco). A operadora atingiu a marca no dia 27/10/2017, quando também conseguiu cobrir 100% da área urbana do Espírito Santo, primeiro estado a ter 4G na totalidade de seus municípios. A operadora mantém-se na liderança do segmento de internet móvel com o 4G, acumulando 33,9% de market share (dados de agosto da Anatel).

Slogans[editar | editar código-fonte]

  • 2003-2006: Vivo é você em primeiro lugar.
  • 2007-2009: Sinal de qualidade.
  • 2009-2012: Conexão como nenhuma outra.
  • 2012-2016: Conectados vivemos melhor.
  • 2016-presente: Viva tudo

Tecnologia[editar | editar código-fonte]

Antes da unificação, algumas operadoras usavam a tecnologia CDMA e em 2007 adotou a tecnologia GSM que já foi implantada em todos os estados mais o DF e se tornando, assim, a única operadora que opera CDMA, TDMA e GSM no Brasil.[19] Por ter um custo de manutenção mais caro, a tecnologia CDMA fica em segundo lugar na preferência dos clientes devido ao crescimento do GSM no Brasil, que gradualmente vem se tornando a tecnologia mais utilizada pelos brasileiros. Algumas áreas já contam com cobertura CDMA2000 (1xRTT), duas vezes mais veloz que a tecnologia GPRS dos celulares GSM.

A Vivo iniciou em Julho de 2005 a comercializar aparelhos 3G, utilizando a tecnologia CDMA 1x EV-DO. Esta é primeira implementação da terceira geração no Brasil. A cobertura EVDO está presente nos seguintes estados: Bahia (Salvador, Camaçari e Una), Distrito Federal (Brasília), Espírito Santo (Vitória), Paraná (Curitiba, São José dos Pinhais e Araucária), Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, Niterói, Campos dos Goytacazes, Macaé, Rio das Ostras e Armação dos Búzios), Rio Grande do Sul (Porto Alegre), Santa Catarina (Florianópolis), São Paulo (São Paulo, Campinas, São Bernardo do Campo, Osasco, São José dos Campos, Barueri, São Caetano do Sul, Campos do Jordão, Sertãozinho, Ribeirão Preto e Franca). A expansão foi descontinuada junto da rede 1x RTT.

A adoção da tecnologia CDMA também causou a impossibilidade de roaming digital para os clientes CDMA da Vivo em Minas Gerais (cobertura CDMA disponível apenas na região coberta pela Algar Telecom) e nos estados do Nordeste (exceto Bahia, Maranhão e Sergipe). Outro grande problema são os altos índices de clonagem, uma vez que a Vivo opera conjuntamente a tecnologia analógica AMPS e CDMA, o que não acontece na tecnologia GSM. Porém, a tecnologia AMPS está em processo de desligamento, por determinação da ANATEL (Agencia nacional de Telecomunicações), no qual ela deverá ser totalmente desativada em todas as operadoras no futuro. A previsão da Vivo é de que pare de operar com CDMA em 30 de junho de 2012.[20] O espectro remanescente do AMPS, será utilizada como extensão de frequência na tecnologia WCDMA/HSPA, e utilizada para expandir a capacidade da sua rede 2,5G baseada em GSM/CDMA.

Nokia 3300 (GSM) utilizando o Vivo Chip no Distrito Federal.

GSM[editar | editar código-fonte]

Nokia 3300 (GSM) utilizando o Vivo Chip no Distrito Federal.

A cobertura GSM da Vivo, no padrão EDGE,[21] já está disponível em todo o seu mercado de atuação, em 4.001 cidades brasileiras.[22] e já ocorre a venda normal de celulares pré-pagos e pós-pagos. A frequência utilizada pela operadora é 850/1900 MHz, com exceção de Minas Gerais, onde a frequência utilizada, é de 900/1800 MHz.[23] torna os aparelhos mais simples da Vivo – que são Dual-band– incompatíveis com as concorrentes, que operam a 900/1800 MHz.[24]

A campanha publicitária não foi dividida entre GSM e CDMA, pois a empresa acredita que o consumidor busque funcionalidade e não tipo de tecnologia.[25] A empresa investiu US$ 1,08 bilhão na implantação da rede, que inclui a instalação de 6.992 estações rádio-base. O equipamento foi fornecido pela Ericsson e Huawei.[25] A Vivo também expressou interesse em oferecer o Vivo Play 3G para rede GSM, mas com velocidade inferior, devido às limitações da rede EDGE.[21]

Samsung G600

3G HSPA/WCDMA[editar | editar código-fonte]

No dia 11 de setembro de 2008 a Vivo lançou oficialmente sua rede 3G HSPA, que está presente em 2876 cidades, operando em 2,1Ghz, além de Belo Horizonte que também possui a rede 3G operando em 850/2100Mhz. Estão sendo disponibilizados os serviços de TV móvel, banda larga móvel e Vídeo Chamada. A lista de cidades atendidas está disponível no site oficial da empresa. A terceira geração de celulares (3G) é a mais recente tecnologia utilizada por algumas operadoras com o objetivo de evolução da rede GSM/EDGE. A taxa de transferência de dados pode chegar até 14,4 Mbps, mas inicialmente na Vivo essa taxa pode chegar a 1 Mbps.

A rede 3G da Vivo é baseada na tecnologia HSUPA (High Speed Uplink Packet Access), que permite altas taxas de transferência tanto no upload quanto no download de arquivos.[26]

CDMA[editar | editar código-fonte]

CDMA (Code Division Multiple Access, ou Acesso Múltiplo por Divisão de Código) é um método de acesso a canais em sistemas de comunicação. No Brasil, a tecnologia CDMA começou a ser usada no início de 1998 pela Telebahia celular. Atualmente as únicas empresas que atuam neste padrão tecnológico são a Vivo e a Embratel, sendo que a segunda utiliza a rede CDMA especialmente para serviços de telefonia fixa, por ter absorvido a tecnologia da Vesper. Algumas das operadoras que se juntaram para criar a Vivo já operavam em tecnologia CDMA, o que foi decisivo para a escolha desta tecnologia para o restante das operadoras, que operavam usando TDMA. Apesar do CDMA ser teoricamente mais avançado do que o GSM, permitindo velocidades de transmissão de dados mais altas, o custo dos aparelhos, a assimetria da área de concessão e o alto custo de manutenção das linhas fez com que a maioria dos consumidores optassem pelo GSM, sendo que a Vivo só veio a entrar neste mercado ao final de 2006.

Hoje a Tecnologia CDMA, ficou legada ao uso de acesso a internet banda larga, utilizando os serviços Vivo ZAP, e Vivo Flash, além de uso em tecnologias WLL. Com esta tecnologia, a operadora foi a primeira do país a oferecer planos e pacotes de dados, na época que internet ainda era novidade no país, na época que a sua sucursal paulista, ainda era a TELESP, que seriam: Pacote de 2mb por 19,90 / 50mb por 85 R$ / 150mb por 150 R$ / 600mb por 300 R$ / E o ilimitado por 400 R$, no qual, estes pacotes já não são mais comercializados.[27]

Em julho de 2009, conforme dados da ANATEL apenas 5,88% dos acessos eram na rede CDMA, contra quase 12% no mesmo período no ano de 2008. Havia expectativa de desativar a rede CDMA da Vivo em 30 de junho de 2012.[28] Entretanto, a desativação foi adiada e ocorreu em etapas entre os meses de outubro e novembro do mesmo ano.

CDMA 1XEVDO (3G)[editar | editar código-fonte]

A Vivo foi a primeira operadora de telefonia móvel a implementar o 3G no Brasil, com a tecnologia CDMA 1xEVDO (Evolution-Data Optimized - "Evolução de Dados Optimizados"). É uma tecnologia de terceira geração (3G), desenvolvida pela Qualcomm, a partir da evolução da tecnologia CDMA1xRTT de "segunda geração e meia" (2,5G), possibilitando transmissão de dados a até 2,4 Mbps. Esta tecnologia faz apenas a transmissão de dados, sendo que a voz continua sendo transportada pelo CDMA1xRTT, com isso além de liberar a tecnologia precedente para transportar livremente voz, ela permite transmitir uma alta capacidade de dados.

Hoje a Tecnologia CDMA para acesso à internet está em fase de desativação (phaseout), sendo utilizada por usuários que ainda não migraram para a tecnologia 3G HSPA e também no novo "Vivo Residencial", serviço de telefonia fixa que proporciona ao cliente levar consigo seu telefone fixo por toda a área de cobertura CDMA, tal qual um celular. Conforme notificação da Vivo a seus clientes,100% da rede CDMA EV-DO foi desativada em 13 de novembro de 2009 para liberação do espectro para o HSPA, no qual os clientes terão condições especiais para aquisição de equipamentos para a substituição.

Resultados[editar | editar código-fonte]

Ano Receita Líquida (R$ bilhões) Lucro Líquido (R$ bilhões) Ebitda (R$ bilhões) ARPU (R$)
2012[29] 33,931 4,452 12,705 22,6
2011[30] 33,171 5,072 12,035 24,6

Índices de Qualidades[editar | editar código-fonte]

Em 2009 a Vivo foi considerada pelo IDA (Índice de Desempenho no Atendimento) da Anatel como a melhor operadora móvel em qualidade e atendimento aos clientes.[31]

No ranking oficial de índice de reclamações da Anatel em 2008, considerando apenas operadoras de telefonia móvel, a Vivo ficou com desempenho melhor que TIM, Brasil Telecom, Oi, Claro, Telemig Celular (que foi comprada pela Vivo em 2008) e Algar Telecom (respeitando a ordem da pior para a melhor). E tendo desempenho pior que Amazônia Celular e Sercomtel.[32] Esses dados de 2008 ainda consideram a Telemig Celular como empresa existente no mercado, mas já foi incorporada pela Vivo (Telemig Celular). E a Amazônia celular foi incorporada pela Oi.

Em 2011 a Vivo foi considerada pela revista Você S.A. como a melhor empresa para se iniciar a carreira[33]. Em 2016, a Vivo foi eleita a melhor e maior empresa do Brasil no ranking Melhores e Maiores Empresas da revista Exame.

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

A política da Vivo de bloquear os celulares para que efetuassem downloads apenas pelos serviços deles, restringindo troca de dados por Bluetooth, cabo USB ou WAP fez com que a Vivo fosse criticada por alguns usuários avançados à época em que a tecnologia CDMA era a única utilizada pela operadora. Tais usuários preferiam a liberdade do GSM..[34] Recursos como tempo de gravação em vídeo também eram configurados pela operadora, muitas vezes abaixo da capacidade.

Posteriormente a Vivo passou a vender alguns aparelhos CDMA desbloqueados, como o Moto Q, o Motorola K1 e o Palm Treo 700wx.[35] A Vivo, assim como outras operadoras de telefonia fixa e móvel, suscitaram polêmica ao lançar o seu serviço de internet banda larga móvel (no caso da Vivo trata-se do serviço Vivo-ZAP) com um termo de adesão que proíbe o uso de voz sobre IP (VoIP), contrariando entendimento da Anatel sobre o tema,[36] que é o de que a prestadora do serviço de internet não pode proibir os usuários de utilizar qualquer tecnologia existente sobre a conexão.

Hoje a Vivo é alvo de ínumeras críticas e processos em relação a venda de planos por telemarketing, ao oferecer um plano diferente do negociado, resultando frequentemente em tarifas de proporções incabíveis, e negando em seguida o ressarcimento. A justiça entendeu como ato de má fé a prática, resultando em pagamento de inúmeras indenizações, por parte da ré.[37]

Em dezembro de 2015, a associação Proteste entrou com ação civil pública na Justiça Federal contra Claro, NET, Vivo, GVT, Oi e TIM devido ao serviço de má qualidade oferecido por essas empresas na internet banda larga. A associação também pedia por transparência e descontos nas faturas dos clientes lesados. Em nota, a Proteste completou dizendo que "as empresas não cumprem nem 60% das metas fixadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) quanto à velocidade contratada e a efetivamente oferecida (...) Milhões de consumidores vêm sendo lesados há anos, ao pagar por um serviço em desacordo com as regras e que não oferece a qualidade esperado". Também chamou o serviço de banda larga no Brasil de "ineficiente" e "incapaz de garantir o desenvolvimento dos níveis de qualidade de prestação do serviço".

Global Village Telecom (GVT)[editar | editar código-fonte]

GVT
Razão social Global Village Telecom Holding S.A.
Subsidiária
Slogan Você no futuro, hoje.
Indústria Telecomunicações
Fundação 2000 (2000)
Fundador(es) Shaul Shani e Amos Genish
Destino Fusão com a Vivo
Encerramento 15 de abril de 2016 (2016-04-15)
Sede Curitiba, Paraná
Área(s) servida(s)  Brasil
* Comercialização apenas em algumas cidades dos estados do AC, BA, CE, DF, ES, GO, MG, MS, MT, PB, PE, PR, RJ, RN, RS, SC, SE, SP e TO[38][39]
Proprietário(s) Telefónica
Presidente Amos Genish
Empregados 17.000
Produtos
Empresa-mãe Telefônica Brasil
Subsidiárias
Lucro Baixa R$ 172,4 milhões (2011)[40]
LAJIR Aumento R$ 363 milhões (2011)[40]
Renda líquida Aumento R$ 3,35 bilhões (2011)[40]
Significado da sigla
  • Global
  • Village
  • Telecom
Sucessora(s) Vivo
Website oficial gvt.com.br

Global Village Telecom, conhecida mais pela sigla GVT, foi uma operadora de telecomunicações brasileira encerrada no dia 15 de Abril de 2016 [41] .Surgiu em 2000 como resultado de um consórcio formado pela holandesa Global Village Telecom (78%) e as norte-americanas ComTech Communications Technologies (20%) e RSL (2%). Em 30 de setembro de 1999, obteve licença junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Amos Genish é um executivo israelense que veio para o Brasil criar a GVT com o apoio de fundos de investimentos internacionais, e que em 2009 vendeu a GVT para a francesa Vivendi.[42]

Em 25 de março de 2015 foi aprovada a compra da empresa pela espanhola Telefónica por US$ 9,3 bi.

História[editar | editar código-fonte]

A GVT esteve presente no mercado desde 2000, ofereceu telefonia fixa local e de longa distância nas modalidades residencial e empresarial e Banda Larga, foi a primeira operadora de telecomunicações a ingressar no Novo Mercado da Bovespa.

Em 2009, 85% das ações da empresa foram compradas pelo grupo de mídia francês Vivendi SA. Os 15% restantes eram controlados por pequenos investidores, sendo que no começo de 2010 a Vivendi adquiriu tal fatia, detendo 100% das ações em uma OPA na Bovespa.

Foi eleita pelo Great Place to Work Institute (GPTW) como uma das cem melhores empresas para se trabalhar no Brasil.[43]

Em 30 de agosto de 2014, a Vivendi anuncia a venda da GVT para Telefónica. [44] Em troca a Vivendi consegue 5,7% da italiana Telecom Italia, da qual a Telefónica é principal acionista.[45] Comprada pela Vivo no ano de 2015 a marca GVT deixou de existir em abril do ano seguinte. Em uma entrevista para a revista Exame, o fundador da empresa Amos Genish confirmou a informação. "Desde que cheguei, deixei claro que não sou mais da GVT. Houve até uma discussão sobre marcas nesse novo plano — algumas pessoas queriam contratar consultorias para avaliar se valia a pena manter algo da GVT. Eu falei que não precisa, não existe mais GVT, vamos usar só Vivo", declarou Genish.

O executivo contou que o plano inicial seria deixar a marca existir por três anos até que ela fosse absorvida pela Vivo. Porém, essa iniciativa tinha o risco de manter a ideia de duas empresas, como disse Genish. "Como eu construí esse nome, também tenho o direito de matar a marca", afirmou.Genish montou uma "operação de guerra" com a participação de mais de 1 000 funcionários nos últimos dois meses para a criação de um novo modelo de negócios. O objetivo? Aumentar a margem de lucro em 6% no curto prazo, passando de 29% para 35%.  "A GVT já tem rentabilidade maior, de 40%, então só o fato de juntar as duas operações já eleva a média para 31%", contou.

Além do lado dos negócios, Genish tem planos ambiciosos para melhorar a qualidade da internet no Brasil. "Tenho falado aqui na Vivo que precisamos buscar referências internacionais de qualidade. (...) Queremos que os brasileiros tenham o mesmo que os clientes alemães, ingleses ou coreanos. É possível fazer isso em três anos", declarou o fundador da GVT."

Para enfrentar a queda na popularidade das chamadas telefônicas convencionais, a Vivo vai investir em aplicativos, que, hoje, geram receita de 1,6 bilhão de reais. "O WhatsApp, comprado pelo Facebook, está invadindo nosso território, oferecendo voz, e precisamos entrar no território deles. Temos o acesso direto aos clientes, e isso é uma vantagem fantástica. Esse é o futuro."

Produtos e serviços[editar | editar código-fonte]

A GVT prestou de serviço de telefonia fixa local e de longa distância nas modalidades residencial e empresarial. Sua área de atuação esteve concentrada nos estados das regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste, porém atuou também nos estados do Acre, Rondônia e Tocantins.

Ofereceu também conexão à internet por meio das tecnologias ADSL, ADSL2+, VDSL2 e Fibra Óptica, ou por linha analógica adicional dedicada, bem como, por meio de subsidiárias, é provedora de conteúdo e serviços básicos na Internet (POP) e telefonia VoIP (Vono). Em 2010, em pronunciamento oficial, o presidente da GVT anunciou a inclusão do serviço de TV por assinatura nos pacotes GVT, o que ocorreu no 2º semestre de 2011.

As últimas velocidades da GVT foram comercializadas nas versões de 10 ou 15 Mbps (ambos com 1 Mbps de upload), 25 Mbps (2 Mbps de upload), 35 Mbps (3 Mbps de upload), 50 Mbps (5 Mbps de upload) e 150 Mbps (15 Mbps de upload), em todos os municípios cobertos pela operadora, exceto nas seguintes localidades: Erechim e Montenegro (Rio Grande do Sul); Paranaguá e Piraquara (Paraná); Porto Velho (Rondônia); Palmas, Taguatinga (Tocantins) e Rio Branco (Acre), que ainda utilizam 1 Mbps (500 Kbps de upload), 3 Mbps (750 Kbps de upload), 5 ou 10 ou 20 Mbps (todos com 1 Mbps de upload).

Em Outubro de 2010, a GVT anunciou a ampliação da sua rede de fibra óptica para ser capaz de oferecer planos de 200 Mbps para clientes residenciais.[46].

GVT TV[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: GVT TV

Esteve presente em 146 cidades de 19 estados e no Distrito Federal, a GVT lançou seus serviços de TV por assinatura via satélite (conhecida pela sigla DTH, de direct to home) e via Internet (IPTV) nas principais capitais e em outras grandes cidades ainda em 2011. O plano havia sido esboçado ainda em 2010. Em maio de 2010, a empresa divulgou que sua meta, muito ambiciosa, é superar a NET em número de assinantes em dois anos.

O cronograma de lançamento estaria planejado em duas etapas. No quarto trimestre de 2011, seriam atendidas Curitiba, Canoas, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Campinas, Brasília, Porto Alegre, Fortaleza, Salvador, Goiânia, Vitória, Maringá (PR), Florianópolis, Guarulhos (SP) e a região do ABC paulista. Em 2012, numa segunda etapa, o serviço seria estendido às demais cidades onde a operadora já está presente. Essas informações, não oficiais, foram fornecidas por uma fonte que conheceria os planos da operadora, e divulgada na mídia. Oficialmente, a GVT alegou que ainda estudava a lista dos municípios que receberiam os serviços de TV.[47]

A GVT informou que destinaria 12% dos investimentos previstos para 2011 para as operações de TV por assinatura. Ou seja, R$ 220 milhões, de um aporte total estimado de R$ 1,8 bilhão, iriam para esse negócio.

Cobertura[editar | editar código-fonte]

A empresa encerrou as atividades estando em presente 20 estados, entre eles Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pernambuco, Paraíba, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Tocantins, São Paulo, Sergipe e Rio de Janeiro, além do Distrito Federal. Seguindo um plano de expansão constante e planejado desde fevereiro de 2007 quando abriu capital na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBovespa), apresenta o maior crescimento anual médio do setor de telecomunicações em receitas, margens e novos clientes.

Ingressou em Belo Horizonte em 2007 e atuou também em Contagem e Betim (Minas Gerais), Salvador (Bahia) em 2008 e Vitória, Vila Velha e Serra (Espírito Santo) em 2009. A partir de novembro de 2009 passou Recife e Jaboatão dos Guararapes, em abril de 2010 começou a operar em Fortaleza, João Pessoa e Campina Grande, em fevereiro de 2012 começou a operar em Santa Rita e junho de 2012 começou a operar Maceió em agosto de 2012 iniciou suas operações em Rondonópolis e Arujá. Totalizou 134 cidades atendidas.

Fim da marca GVT e fusão com a Vivo[editar | editar código-fonte]

Em 2015, com a compra da GVT, a Telefónica anunciou que a marca GVT deixaria de existir a partir de 15 de abril de 2016, passando a usar a marca Vivo, tornando-se assim uma única empresa.[48]

Lista de cidades atendidas[editar | editar código-fonte]

Processo por má qualidade[editar | editar código-fonte]

Em dezembro de 2015, a associação Proteste entrou com ação civil pública na Justiça Federal contra Claro a NET, Vivo, GVT, Oi e TIM devido ao serviço de má qualidade oferecido por essas empresas na internet banda larga. A associação também pedia por transparência e descontos nas faturas dos clientes lesados. Em nota, a Proteste completou dizendo que "as empresas não cumprem nem 60% das metas fixadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) quanto à velocidade contratada e a efetivamente oferecida (...) Milhões de consumidores vêm sendo lesados há anos, ao pagar por um serviço em desacordo com as regras e que não oferece a qualidade esperado". Também chamou o serviço de banda larga no Brasil de "ineficiente" e "incapaz de garantir o desenvolvimento dos níveis de qualidade de prestação do serviço".[49]

Sede[editar | editar código-fonte]

Em abril de 2013, a empresa inaugurou sua nova sede, no Edifício Eco Berrini, localizado na Av. Eng. Luís Carlos Berrini, zona sul da cidade de São Paulo. O prédio tem capacidade para mais de 5 mil funcionários e a inauguração contou com a presença do então CEO e presidente do Grupo Telefónica, César Alierta.[50] Atualmente, o presidente do Grupo é José María Álvarez-Pallete.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Telefónica. «Quem Somos». Telefónica.com.br. Consultado em 24 de março de 2016. 
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