Gloria Steinem

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Gloria Steinem
Gloria Steinem, 2016
Nascimento Gloria Marie Steinem
25 de março de 1934
Toledo
Residência Estados Unidos
Cidadania Estados Unidos
Cônjuge David Bale
Irmão(s) Susanne Steinem Patch
Alma mater
Ocupação jornalista, escritora, repórter, ativista, ensaísta, editor, conferencista, feminista, actriz, ativista de direitos humanos
Prêmios
  • Medalha Presidencial da Liberdade (2013)
  • Humanista do Ano (2012)
  • National Women’s Hall of Fame (1993)
  • Lenda Viva da Biblioteca do Congresso (2000–)
  • Hall da Fama das Mulheres de Ohio
  • Women's Caucus for Art Lifetime Achievement Award (1980)
  • A Medalha do Smith College
  • Prêmio Princesa das Astúrias de Comunicações e Humanidades (2021)
Empregador Help!
Movimento estético feminismo
Página oficial
http://www.gloriasteinem.com

Gloria Steinem (Toledo, 25 de março de 1934) é uma jornalista estadunidense, célebre por seu engajamento com o feminismo e sua atuação como escritora e palestrante, principalmente durante a década de 1960.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Foi a única jornalista que conseguiu se infiltrar nos bares da Playboy, como garçonete (também conhecidas como "coelhinhas"), sem que descobrissem sua real profissão. O artigo contando a experiência revela a situação degradante das moças, que precisavam passar uma aura de sofisticação mas raramente recebiam o salário prometido na publicidade dos clubes, eram estimuladas a sair com clientes vip, além de precisar passar por situações que violavam os direitos trabalhistas, como exame ginecológico admissional (desnecessário para a profissão de garçonete) e não receberem o uniforme completo. Além disso, as roupas eram desconfortáveis, muito apertadas, com barbatanas de aço machucando as costelas, e elas trabalhavam muitas horas seguidas em pé, usando saltos extremamente altos.

Gloria Steinem criou e editou a revista feminista Ms.[2] Dentre seus inúmeros artigos, destacam-se "A verdadeira Linda Lovelace" e "Se os homens menstruassem".

No Brasil, foi publicado o livro Memórias da Transgressão, uma coletânea de artigos publicados ao longo de vinte anos de carreira. Também foi lançado em 1992, pela Editora Objetiva, o livro A Revolução Interior - Um Livro de Autoestima, uma das suas obras mais lida nos EUA.

Em 2021 foi distinguida com o Prémio Princesa das Astúrias para a Comunicação e Humanidades.[3]

Referências

  1. «Gloria Steinem biography» (em inglês). biography.com. Consultado em 15 de Maio de 2012 
  2. «The 25 Most Powerful Women of the Past Century» (em inglês). Time specials. 18 de Novembro de 2010. Consultado em 15 de Maio de 2012 
  3. «Feminista Gloria Steinem vence Prémio Princesa das Astúrias para Comunicação e Humanidades». Jornal Expresso. Consultado em 19 de maio de 2021 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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