Este é um artigo bom. Clique aqui para mais informações.

Gol Linhas Aéreas Inteligentes

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Gol Linhas Aéreas Inteligentes
IATA G3
ICAO GLO
Indicativo de chamada GOL
Fundada em 15 de janeiro de 2001 (15 anos)
Principais centros
de operações
Outros centros
de operações
Programa de milhagem Smiles
Frota 139[1]
Destinos 72[2]
Companhia
administradora
VRG Linhas Aéreas S/A
Lounge Class Comfort
Sede São Paulo São Paulo
Pessoas importantes Paulo Kakinoff (CEO)
Sítio oficial www.voegol.com.br

A Gol Linhas Aéreas Inteligentes é uma companhia aérea brasileira fundada e homologada em 2001.[3] É a segunda maior companhia aérea do Brasil em número de passageiros e em número de destinos oferecidos, operando em 60 aeroportos no território brasileiro e em 23 destinos internacionais, além de ser a terceira maior em frota de aeronaves. Em 2014, a Gol fechou o ano com uma participação de mercado de 32% do total de assentos oferecidos em voos domésticos e é a companhia com mais participação no mercado doméstico.[4]

Seus principais centros de operações são os aeroportos de Guarulhos, em Guarulhos, Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, aeroporto de Congonhas, em São Paulo, aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, e aeroporto de Punta Cana, em Punta Cana. A sede administrativa da companhia fica no aeroporto de Congonhas em São Paulo. A Gol opera apenas aeronaves Boeing 737 Next Generation nas versões 737-700 e -800, com pedidos para a nova aeronave Boeing 737 MAX 8.[5]

Para salvar a empresa da falência, foi editada uma medida provisória no dia 1 de março de 2016 e publicada no dia seguinte; com isso fica permitido à Delta Air Lines capitalizar a empresa brasileira após comprar quase metade de suas ações.[6]

História[editar | editar código-fonte]

Fundação e início das atividades[editar | editar código-fonte]

Marca antiga da companhia.
Boeing 737-700 que operou o segundo voo comercial da Gol.

A Gol foi fundada no dia 1 de agosto de 2000, com a razão social "GOL Transportes Aéreos Ltda". Foi a primeira companhia aérea fundada no Brasil no século XXI e também foi a primeira companhia brasileira a adquirir o conceito de baixo custo,[7] o que oferece preços acessíveis nas passagens. A escolha do nome seguiu os seguintes critérios: ser monossilábico, fácil de memorizar e brasileiro. O nome "Gol" significa sucesso, conquista, alegria, vitória e possui a mesma pronúncia em qualquer lugar do país e do mundo.[8] A nova companhia recebeu autorização jurídica do Departamento de Aviação Civil, que regulava o setor de aviação comercial no país, em 8 de dezembro de 2000.[9]

A estreia da companhia aconteceu no dia 5 de janeiro de 2001, com evento realizado no hotel Hilton, em São Paulo. A cerimônia foi transmitida para as sete cidades onde a Gol iniciou suas atividades. Participaram o presidente da companhia, Constantino de Oliveira Júnior, e os principais executivos.[3]

A Gol iniciou suas atividades comerciais em 15 de janeiro de 2001, quando um Boeing 737-700, prefixo PR-GOE, decolou do aeroporto Internacional de Brasília para o Aeroporto de Congonhas, com clientes e convidados a bordo.[10] Quase no mesmo horário, outro Boeing 737-700, prefixo PR-GOL, decolou do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão para o aeroporto de Congonhas. Em 17 de março, a Gol iniciou suas operações na ponte aérea Rio-São Paulo, a rota mais concorrida do Brasil.[3]

Voos internacionais[editar | editar código-fonte]

Ao final de 2005, a empresa iniciou seus voos internacionais entre São Paulo e Buenos Aires, posteriormente também começado a operar em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.[11]. Em 2006, a companhia começou a operar rotas diárias para Santiago, no Chile.[12] Em 2007, foi inaugurada uma rota diária para Lima, no Peru.[13]

Em 2015, a Gol testou novos voos charter para Miami, com escalas em Manaus (na ida) e Caracas (na volta).[14] Após este formato ser aprovado, iniciaram-se também voos para Orlando e Nova York, com escalas em Aeroporto Internacional de Las Américas, em Santo Domingo. Inicialmente estes voos foram apenas para clientes Smiles, sendo posteriormente expandido para todos os clientes.[15]

Apagão aéreo[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Apagão aéreo de 2006

No dia 29 de setembro de 2006, um Boeing 737 da Gol colidiu no ar com um Embraer Legacy 600. Investigações posteriores determinaram que o acidente foi causado por erros dos pilotos do Legacy e pela ineficiências dos controladores de tráfego aéreo brasileiros.[16] Neste acidente, 154 pessoas morreram, todas no Boeing 737 da Gol.[17] Este acidente, combinado com baixos salários e más condições de trabalho, foram as causas de uma greve no setor aéreo brasileiro, com atrasos e cancelamentos na maioria dos voos. Este movimento foi projetado principalmente pelos controladores, que decidiram reduzir ou paralisar sua jornada de trabalho.[18][19] O ano de 2007 foi o único em que a companhia fechou com déficit, causado principalmente pela crise e pelo acidente, ambos ocorridos no ano anterior.[20]

Compra da Varig[editar | editar código-fonte]

Boeing 737-800 com pintura da Nova Varig.

A Viação Aérea Rio-Grandense foi a primeira companhia aérea do Brasil, sendo também a maior companhia do país até 2000, quando sua marca começou a perder valor e suas dívidas foram se acumulando.[21][22] A companhia era a única brasileira até então a operar aeronaves de grande porte como Boeing 777, 767 e McDonnell Douglas MD-11, que foram vendidas para quitar parte de suas dívidas.[23] Mas em 2006, a companhia não conseguiu quitar suas dívidas e foi declarada falência e sua marca foi posta a venda.[24][25] Em 28 de março de 2007, a Gol comprou a marca da Varig, pagando o equivalente a 275 milhões de dólares.[26][27] Neste momento, a Gol mudou sua razão social para "VRG Linhas Aéreas S/A", continuou com o programa de fidelidade Smiles, que era utilizado pela Varig, adquiriu um Boeing 767 remanescente da companhia e pintou algumas aeronaves com a marca da Nova Varig.[28]

Nova logomarca e pinturas[editar | editar código-fonte]

Em 2015, após cerimônia realizada no centro de manutenção da companhia para comemorar o centésimo Boeing 737-800 recebido, a companhia anunciou a troca da logomarca e a nova pintura de suas aeronaves.[29] A nova logomarca apresenta dois elos entrelaçados, representando a vocação da companhia em unir pessoas e lugares.[30] Além das mudanças na logomarca e pintura, foi anunciada a instalação em toda a frota de um novo sistema de entretenimento de bordo, que contará com Wi-Fi, TV ao vivo e vídeos.[31] As poltronas das aeronaves serão fabricadas utilizando couro reciclável e a companhia apresentou oficialmente o snack Tribos, que será distribuído gratuitamente em todos os voos da companhia.[32][33]

Frota[editar | editar código-fonte]

Boeing 737-700
Boeing 737-800

Em janeiro de 2016, a Gol possuia uma frota de 139 aeronaves.[1]

Frota da Gol
Aeronaves Quantidade Pedidos Passageiros Notas
Boeing 737-700 34 144 Rotas domésticas de baixa ocupação
Boeing 737-800 8 189 Rotas domésticas
Boeing 737-800 Short Field Performance 97 4 189 Rotas domésticas e internacionais
Boeing 737-8 MAX 60 TBA Entregas a partir de 2017.
Total 139 64

Frota histórica[editar | editar código-fonte]

Frota histórica da Gol
Aeronave Quantidade Anos de operação Notas
Boeing 737-300 28 2004–2010
Boeing 767-200 1 2007–2011 Remanescente da Varig.
Boeing 767-300 8 2007–2011 Remanescentes da Varig.

Destinos[editar | editar código-fonte]

Acordos[editar | editar código-fonte]

Estabilizador vertical e winglet de um 737-800 da Gol.

Interline[editar | editar código-fonte]

A Gol mantém acordos interline com algumas companhias.[34]

Codeshare[editar | editar código-fonte]

A Gol mantém acordos codeshare com algumas companhias.[34]

Acidentes[editar | editar código-fonte]

Voo 1907[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Voo Gol 1907
Imagem computadorizada da colisão. O winglet esquerdo do Legacy cortou mais da metade da asa do Boeing 737.[16][17]

Em 29 de setembro de 2006, um Boeing 737-8EH da Gol ia de Manaus ao Rio de Janeiro, com escala em Brasília, cumprindo o voo 1907. Um Embraer Legacy 600 da companhia estadunidense ExcelAire ia de São José dos Campos à Miami, com escala em Manaus, cumprindo o voo de entrega da aeronave. Pouco antes das 17:00, o Boeing 737 e o Legacy colidiram a uma altitude de 37 000 pés (cerca de 11 000 metros), perto da cidade de Matupá, a 750 quilômetros (470 milhas) a sudeste de Manaus.[35][36] O winglet esquerdo do Legacy cortou cerca de metade da asa esquerda do avião da Gol. Isso fez com que o Boeing 737 perdesse sustentação, o que rapidamente levou o avião a cair e colidir com uma área de densa floresta tropical, a 200 quilômetros (120 milhas) a leste do município de Peixoto de Azevedo.[37] Todos os 154 passageiros e tripulantes a bordo morreram e o avião foi destruído, com os destroços espalhados ao redor do local do acidente.[16]

O Legacy, apesar de sofrer sérios danos ao estabilizador horizontal e ao winglet esquerdo, continuou voando, embora o seu piloto automático tenha sido desligado e tenha exigido uma quantidade incomum de força no manche para manter o nível de voo.[16][38] Com a ajuda de retransmissão de rádio de um Boeing 747 da Polar Air Cargo que sobrevoava a área no momento, a tripulação do Legacy pousou o jato na Base Aérea do Cachimbo, parte do Campo de Provas Brigadeiro Velloso, um grande complexo militar da Força Aérea Brasileira, localizado a cerca de 160 quilômetros (100 milhas) de distância do ponto onde ocorreu a colisão.[16][38] O passageiro e jornalista Joe Sharkey descreveu sua experiência a bordo do Legacy em um artigo para o The New York Times, intitulado "Colliding With Death at 37,000 Feet, and Living", apresentado em 01 de outubro de 2006.[39]

Mapa mostrando a rota dos dois aviões.[40]                      Percurso do Boeing 737                      Percurso do Legacy 600

A Força Aérea Brasileira enviou cinco aeronaves e três helicópteros para a região, iniciando uma extensa operação de busca e salvamento. Cerca de 200 funcionários foram convocados para atuarem na operação, entre eles um grupo de nativos familiarizadas com a floresta.[41] O local do acidente foi encontrado em 30 de setembro pela FAB a 200 quilômetros a leste de Peixoto de Azevedo, próximo a uma fazenda de gado.[42][43][44] Foi relatado que o resgate teve dificuldade para chegar ao local do acidente devido à densa floresta.[45] A Infraero indicou a possibilidade de haver cinco sobreviventes, mas uma declaração posterior da Força Aérea Brasileira, com base em dados coletados pelo pelotão da FAB no local do acidente, confirmaram que não havia sobreviventes.[46] O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva declarou três dias de luto nacional.[47]

O acidente foi investigado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos e pelo National Transportation Safety Board. O NTSB, em conformidade com as disposições do regulamento da ICAO, participou no inquérito representando o país de registro, o país do operador do Legacy e o país onde foram fabricados os instrumentos da Honeywell em ambas as aeronaves.[48] O plano de voo do Legacy determinava que a aeronave deveria voar no nível de voo FL370 (aproximadamente 37 mil pés) até Brasília, na aerovia UW2, onde faria uma descida prevista para o nível de voo FL360 (aproximadamente 36 mil pés) e ingressaria na aerovia UZ6 no sentido nordeste em Teres, um waypoint localizado a 282 milhas náuticas (324 milhas, 522 quilômetros) a noroeste de Brasília, onde uma subida ao nível de voo FL380 (aproximadamente 38 mil pés) era prevista. De acordo com o plano de voo apresentado, o Legacy foi programado para estar no nível FL380, seguindo em direção a Manaus, ao passar o eventual ponto de colisão, que foi de cerca de 307 quilômetros (191 milhas) a noroeste de Teres.[16] A tripulação do Legacy afirmou em seus depoimentos e entrevistas subsequentes que foram autorizados pelo controle de tráfego aéreo a voar no nível de voo FL370 até Manaus.[16]

Em 10 de dezembro de 2008, mais de dois anos após o acidente, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos emitiu o seu relatório final, que descreve a investigação, resultados, conclusões e recomendações.[16] O relatório do CENIPA inclui uma seção denominada "Conclusões", que resume os fatos conhecidos e lista uma variedade de fatores relacionados com os controladores de tráfego aéreo e a tripulação do Legacy.[49][50] De acordo com o CENIPA, os controladores de tráfego aéreo contribuíram para o acidente por conduzir o Legacy a uma altitude incorreta e não alertar ou corrigir o erro durante a transferência de centros. O CENIPA também encontrou erros na forma de como os controladores lidaram com a perda de contato com o Legacy.[16][50] O CENIPA concluiu que os pilotos do Legacy também contribuíram para o acidente com a sua incapacidade de reconhecer que seu transponder foi inadvertidamente desligado, desativando assim o sistema anticolisão, bem como a sua formação insuficiente e preparação naquela aeronave.[16][50][51]

Incidentes[editar | editar código-fonte]

  • No dia 20 de dezembro de 2003, o voo G3-1756 operado por um Boeing 737-700, de matricula PR-GOO, cumprindo a rota São Paulo-SP a Porto Alegre-RS via Navegantes-SC, derrapou no momento do pouso no Aeroporto de Navegantes devido a aquaplanagem. Com a derrapagem a aeronave saiu da pista por cerca de 120 metros e colidiu contra o muro do aeroporto, resultando em grandes avarias no nariz, motor esquerdo e na asa esquerda do avião. Porém, apesar do forte impacto, não houve feridos dentre as 149 pessoas a bordo.[52]
  • No dia 16 de outubro de 2011, o voo G3-1536 realizado por um Boeing 737-800, de matrícula PR-GUL, ia do aeroporto de Congonhas ao aeroporto Santos Dumont com 95 passageiros quando perdeu parte dos instrumentos de navegação minutos após a decolagem. O comandante percebeu o problema no momento em que o piloto automático foi acionado e isso inesperadamente fez reduzir a velocidade e elevar o nariz do avião, mudando sua posição no ar e causando a perda de sustentação. Contudo, o piloto recuperou os comandos de imediato e desligou o piloto automático quando o voo já estava a quase 600 metros do solo. Em seguida o comandante declarou emergência e solicitou orientações ao controlador de tráfego aéreo para a navegação do voo até o aeroporto mais próximo. Após algum tempo a aeronave fez um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Viracopos. Segundo a companhia, o problema foi ocasionado por um pequeno cabo que deveria estar conectado ao computador de bordo.[53][54]
  • Em 25 de setembro de 2015, o voo G3-1668, realizado por um Boeing 737-800, de matrícula PR-GXP, se preparava para decolar do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao aeroporto Internacional de Confins, na região de Belo Horizonte-MG, quando derrapou na pista de taxiamento. Após uma mudança na direção dos ventos, o controlador de tráfego aéreo do aeroporto orientou o comandante do voo a mudar de pista. Porém, ao fazer a manobra a aeronave derrapou e saiu da pista, atolando o trem de pouso no gramado do aeródromo após a cabeceira da pista. Não houve feridos no incidente.[55][56]
  • Em 14 de fevereiro de 2016, o voo G3-1415, operado por um Boeing 737-800, matrícula PR-GXA, cumprindo a rota Brasília-DF a São Paulo-SP, levando 145 passageiros, teve seu motor direito incendiado. Houve intensas labaredas oriundas da parte de trás do motor que danificaram a fuselagem e os vidros das janelas próximas ao motor incendiado. O incidente ocorreu pouco antes da decolagem do aeroporto da capital federal no momento em que seguia para a pista de taxiamento. Não houve feridos e a aeronave foi levada para manutenção.[57]
  • Em 8 de março de 2016, o voo G3-1231 operado por um Boeing 737-8BK, prefixo PR-GOP, realizando a rota Maringá-PR a São Paulo-SP, levando 162 passageiros, foi obrigado a retornar ao Aeroporto de Maringá 15 minutos após a decolagem devido a problemas mecânicos no motor esquerdo que desestabilizou o voo. Os passageiros relataram terem ouvido um forte estouro e, em seguida, visto chamas saindo do motor esquerdo. Não houve feridos e a referida aeronave foi encaminhada para manutenção para a substituição do motor avariado.[58][59]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre Gol Linhas Aéreas Inteligentes
Portal A Wikipédia possui o
Portal da Aviação

Referências

  1. a b «Frota». Gol. Consultado em 4 de janeiro de 2016. 
  2. «Mapa de Rotas». Gol. Consultado em 4 de janeiro de 2016. 
  3. a b c «Memória». Gol. Consultado em 15 de janeiro de 2016. 
  4. Agência Nacional de Aviação Civil (2014). «Anuário Estatístico do Transporte Aéreo - 2014» (ZIP). Consultado em 8 de janeiro de 2016.  |ultimo= e |autor= redundantes (Ajuda)
  5. «Nossa frota». Gol. Consultado em 15 de janeiro de 2016. 
  6. http://www.aviacaopaulista.com/news/2016/marco/020316_1.htm
  7. «Gol foi a primeira a operar no conceito baixo custo-baixa tarifa». O Globo. Consultado em 16 de janeiro de 2016. 
  8. «Após 14 anos, Gol muda de logotipo». Exame. Consultado em 16 de janeiro de 2016. 
  9. «Voe Gol! Conheça a história da Gol Linhas Aéreas». 99passagens. Consultado em 16 de janeiro de 2016. 
  10. «Conheça Gol Linhas Aereas.». Zupper. Consultado em 16 de janeiro de 2016. 
  11. «Lucro da Gol sobe 181% em 2004 para R$ 317,480». Estadão. 8 de março de 2005. 
  12. «Gol inaugura voos diretos entre São Paulo e Santiago do Chile». O Globo. Consultado em 16 de janeiro de 2016. 
  13. «GOL terá voos diários para o Peru». Melhores Destinos. Consultado em 16 de janeiro de 2016. 
  14. «Nova rota da Gol permite combinar Miami, Orlando e Punta Cana na mesma viagem». Viaje na Viagem. Consultado em 16 de janeiro de 2016. 
  15. «Gol voará para Nova York com milhas». Estadão. Consultado em 16 de janeiro de 2016. 
  16. a b c d e f g h i j «Final Report» (PDF). CENIPA. 8 de dezembro de 2008. Arquivado desde o original (PDF) em 4 de junho de 2011. Consultado em 11 de junho de 2009. 
  17. a b MELO FILHO, S. (2 de outubro de 2006). «Gol 737-800 x Legacy 600 Hypothetical Collision Configuration». Associação dos Engenheiros do ITA – WikITA. Consultado em 18 de agosto de 2013. 
  18. «Aeronáutica nega reunião entre controladores de tráfego aéreo». Folha Online. 27 de outubro de 2006. Consultado em 31 de março de 2007. 
  19. Matais, Andreza e Marra, Lívia (27 de outubro de 2006). «Controladores de tráfego aéreo se organizam e ameaçam greve branca». Folha Online. Consultado em 31 de março de 2007. 
  20. «Lucro da Gol cai 60% em 2007». G1. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  21. «Dívida da Varig cresceu 157% durante a recuperação judicial». O Globo. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  22. «Massa falida da Varig deve arcar com dívida na Espanha, decide STJ». Jota. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  23. «Conheça mais sobre a história da Varig». G1. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  24. «Decretada a falência da antiga Varig». JusBrasil. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  25. «Veja a cronologia da crise da Varig». Folha. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  26. «Gol compra Varig por US$ 320 milhões». G1. Consultado em 4 de fevereiro de 2015. 
  27. «Gol compra Varig por US$ 275 milhões». Exame. Consultado em 4 de fevereiro de 2015. 
  28. «Gol compra controle da nova Varig por US$ 275 milhões». Folha. Consultado em 4 de fevereiro de 2015. 
  29. «Gol apresenta nova pintura». Aero Magazine. Consultado em 5 de fevereiro de 2016. 
  30. «GOL anuncia nova marca para celebrar atual momento da companhia». Gol. Consultado em 5 de fevereiro de 2016. 
  31. «Gol apresenta nova pintura». Gol. Consultado em 5 de fevereiro de 2016. 
  32. «GOL lança nova imagem e quer ser a companhia mais confortável do Brasil». Melhores Destinos. Consultado em 5 de fevereiro de 2016. 
  33. «Gol muda logomarca e anuncia três novos destinos na América Latina». Veja. Consultado em 5 de fevereiro de 2016. 
  34. a b «Alianças da Gol». Gol. Consultado em 5 de fevereiro de 2016. 
  35. «Avião da Gol Desaparece na Região de Matupá, em Mato Grosso». O Globo [S.l.: s.n.] 29 de setembro de 2006. 
  36. «Embraer divulga nota sobre acidente que envolveu uma da suas aeronaves». O Globo [S.l.: s.n.] 30 de setembro de 2006. 
  37. «NTSB Preliminary Synopsis». NTSB. Consultado em 27 de setembro de 2014. 
  38. a b «Embraer's CVR Audio». Vanity Fair. Arquivado desde o original em 14 de junho de 2011. Consultado em 11 de junho de 2009. 
  39. Sharkey, Joe (1 de outubro de 2006). «Colliding With Death at 37,000 Feet, and Living». The New York Times [S.l.: s.n.] Consultado em 31 de março de 2010. 
  40. «Quadro mostra as hipóteses sobre a colisão dos aviões» [Diagram showing collision hypothesis]. Brasil em Folhas [S.l.: s.n.] 3 de outubro de 2006. 
  41. «Índios ajudam a resgatar vítimas de acidente com avião, o pior ocorrido no Brasil». Brasil em Folhas [S.l.: s.n.] 1 de outubro de 2006. 
  42. «Não há sobreviventes em acidente com o avião da Gol, diz Aeronáutica». Brasil em Folhas [S.l.: s.n.] 30 de setembro de 2006. 
  43. Langewiesche, William (janeiro de 2009). «The Devil at 37,000 Feet». Vanity Fair [S.l.: s.n.] Consultado em 17 de dezembro de 2008. 
  44. «Destroços de avião da Gol indicam queda vertical». Brasil em Folhas [S.l.: s.n.] 30 de setembro de 2006. 
  45. "Phantom Strike," Mayday
  46. «FAB diz que não há sobreviventes». O Globo [S.l.: s.n.] 30 setembro de 2006. 
  47. «Lula declara luto nacional». O Globo [S.l.: s.n.] 30 de setembro de 2006. 
  48. «NTSB interim and final report links». NTSB. Arquivado desde o original em 4 de junho de 2011. Consultado em 11 de junho de 2009. 
  49. «Falhas de pilotos e controladores de vôo resultaram em acidente da Gol». Agência Brasil. 10 de dezembro de 2008. Consultado em 11 de junho de 2009. 
  50. a b c «Pilots and controllers blamed for Brazil crash». AP on Fox News [S.l.: s.n.] 10 de dezembro de 2008. 
  51. «Cenipa apresenta relatório final do acidente aéreo da Gol; leia o relatório». Brasil em Folhas [S.l.: s.n.] 10 de dezembro de 2008. 
  52. «ASN Aircraft accident Boeing 737-76N PR-GOO Navegantes Airport, SC (NVT)». www.aviation-safety.net. Consultado em 2016-03-04. 
  53. «Controlador de voo evita tragédia com Boeing em pane no ar». Estadão. Consultado em 5 de fevereiro de 2016. 
  54. «Falha em instrumentos de Boeing foi causada por mecânico, diz FAB». São Paulo. Consultado em 2016-03-12. 
  55. «Avião da Gol derrapa na pista e Santos Dumont é fechado». G1. Consultado em 25 de setembro de 2015. 
  56. «Avião derrapa na pista e aeroporto Santos Dumont fecha para pousos e decolagens». R7. Consultado em 25 de setembro de 2015. 
  57. «Boeing Da GOL Sofre Princípio De Incêndio Ao Levantar Voo Em Brasília». Paiva Aviation. Consultado em 2016-03-12. 
  58. «Problema na turbina faz avião da Gol retornar para aeroporto de Maringá». maringa.odiario.com. Consultado em 2016-03-10. 
  59. «Carreta que trazia turbina para Maringá tomba e reparo de avião atrasa». maringa.odiario.com. Consultado em 2016-03-10.