Golpe branco

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Disambig grey.svg Nota: Não confundir com Golpe bianco.

Golpe branco (golpe brando,[1] putsch frio,[2] golpe frio,[3] golpe suave,[4] golpe silencioso,[5] neogolpismo,[6]) é uma teoria da conspiração que argumenta que um líder político sofre um golpe de estado sem o uso de violência, empregando meios parciais ou integralmente legais.[7][8] É um termo atribuido ao cientista político estadounidense Gene Sharp[9] normalmente empregado por líderes populistas na América Latina para justificar um impeachment realizado pela oposição.[10][11] Vários golpes militares ocorreram na América do Sul durante o século XX, em particular durante a Guerra Fria. Há uma forte percepção popular desses golpes como eventos altamente negativos. A comparação é então usada como um apelo à emoção.[12][13][14]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Haddad chama impeachment de Dilma de golpe brando - Política - iG». Último Segundo. 15 de agosto de 2016 
  2. Mandel, Ernest. El poder y el dinero: contribución a la teoría de la posible extinción del estado. Siglo XXI, 1994, p. 245
  3. Revista alemã denuncia tentativa de "golpe frio" no Brasil: A crise institucional no Brasil: um golpe frio. Por Jens Glüsing. Fórum, 22 de março de 2016
  4. «Here's why some people think Brazil is in the middle of a 'soft coup'». Washington Post. Consultado em 6 de agosto de 2017 
  5. A Silent Coup d’État. Por Edward Greer. Monthly Review, 21 de fevereiro de 2001.
  6. «El auge del neogolpismo» 
  7. Roberto Scaruffi. «What coups d'État are» (PDF). The mechanics of the political destabilisation and Constitutional subversion in the 1990s’ Italy 
  8. Luciana Nunes Leal. «Ministros do STF dizem que impeachment não é golpe». Estadão. Consultado em 11 de maio de 2017 
  9. «Un politólogo de EE.UU. planteó el término de 'golpe de Estado blando'». El Universo. 12 de junho de 2014. Consultado em 20 de agosto de 2015 
  10. «When a "coup" is not a coup». The Economist. Consultado em 6 de agosto de 2017 
  11. «VIVIANA BONILLA: O que está por trás dos protestos no Equador». Folha de S.Paulo 
  12. «When a "coup" is not a coup». The Economist. Consultado em 6 de agosto de 2017 
  13. Kaiser, Axel (2016). El engaño populista. [S.l.]: Planeta Publishing. Este combate filosófico por las palabras es una parte del combate político. La filosofía marxista-leninista no puede realizar su trabajo teórico, abstracto, riguroso, sistemático, sino con la condición de luchar también por palabras muy sabias (concepto, teoría, dialéctica, alienación, etc.) y sobre palabras muy simples (hombres, masas, pueblo, lucha de clases). 
  14. «'Golpe é uma palavra um pouco dura', diz Haddad sobre impeachment - Política - Estadão». Estadão