Golpe de Estado na França em 1851

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O Golpe de Estado na França em 2 de Dezembro de 1851, engendrado por Luís Napoleão Bonaparte (na época Presidente da Segunda República Francesa), terminou com a dissolução da Assembleia Nacional Francesa e o estabelecimento do Segundo Império Francês no ano seguinte. Luís Napoleão, sobrinho de Napoleão Bonaparte, tornou-se assim, da mesma forma que seu tio, imperador da França com o nome de Napoleão III. O episódio é analisado em O 18 de Brumário de Luís Bonaparte, de Karl Marx, que se refere ao golpe de Luís Napoleão como uma "parodia do império", em analogia com o golpe do 18 Brumário, protagonizado por seu tio. [1]

Como presidente, Luís Napoleão estabeleceu o sufrágio universal (anteriormente abolido pela Assembleia). Suas decisões e a extensão do seu mandato por 10 foram popularmente aprovados por referendo.

Luís Napoleão Bonaparte pretendia permanecer no poder apesar da rejeição da emenda constitucional. Assim, dissolveu a Assembleia Nacional e se tornou ditador, um ano antes da proclamação do Império - o qual que deixaria de existir durante a guerra franco-prussiana, quando Luís Napoleão (ou Napoleão III) acabou sendo capturado na Batalha de Sedan, em 1º de dezembro de 1870.

Referências

  1. Marx, K. O 18 brumário de Luís Bonaparte, capítulo VII.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]