Gracias a la vida

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"Gracias a la Vida"
Canção de Violeta Parra
do álbum Las Últimas Composiciones
Publicação Em 1966 no Chile (RCA Víctor CML-2456)
Lançamento Em 1966
Gravação Em Santiago, em 1966
Gênero(s) Música folclórica, nueva canción
Duração 4:34
Gravadora(s) ARCI Music/RCA Records
Letrista(s) Violeta Parra
Composição Violeta Parra
Faixas de Las Últimas Composiciones
El Abertío
(2)

"Gracias a la vida" (em português: Obrigado à vida) é uma popular canção de música folclórica composta e originalmente interpretada pela cantora chilena Violeta Parra, uma das artistas que serviu de base para o movimento conhecido como nueva canción.

Informação[editar | editar código-fonte]

A canção foi gravada em 1966 em Santiago. Os filhos da cantora, Ángel e Isabel, a acompanharam no violão durante a sessão de gravação. "Gracias a la vida" foi lançada naquele mesmo ano no álbum Las Últimas Composiciones, o último lançado por Violeta antes de cometer suicídio no ano seguinte como resultado de uma depressão desenvolvida após o término de seu relacionamento com Gilbert Favre. Na letra da canção, a cantora basicamente agradece a tudo de bom que a vida lhe deu, principalmente o dom da música. A canção foi dedicada a Favre.

Versões[editar | editar código-fonte]

A canção é uma das mais conhecidas de Parra, tendo sido interpretada por artistas de todo o mundo. Ainda hoje, é uma das canções latino-americanas mais regravadas de toda a história.

Em 1971, a intérprete argentina Mercedes Sosa tornou-se a primeira artista a regravar a canção, que foi lançada em seu álbum Homenaje a Violeta Parra, um tributo à obra de Parra. A versão de Sosa ajudou a popularizar a canção no país vizinho.

A compositora estadunidense Joan Baez gravou a canção no álbum Gracias a la Vida, lançado originalmente em 1974. A intenção de Baez, ao gravar um álbum homenageando a música folclórica latino-americano e hispânica, era denunciar os horrores da ditadura do general Augusto Pinochet no Chile, que contava com o apoio logístico do governo de seu país.

Em 1975, a cantora de MPB Elis Regina levou a canção ao público brasileiro ao incluí-la em seu show Falso Brilhante. Um ano mais tarde, o repertório do show foi gravado em estúdio. A interpretação de Elis, ao contrário da original, teve como característica marcante as notas altas, O disco Falso Brilhante acabou sendo censurado na Argentina em 1976 por conter a canção[1]

Em 1992, Richard Clayderman gravou a canção no álbum América Latina... Mon Amour.

Em 2010, a cantora baiana Margareth Menezes gravou uma versão para o seu álbum Naturalmente Acústico.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  1. «E S P E C I A L - E L I S R E G I N A». www2.uol.com.br. Consultado em 17 de abril de 2017