Grande Prêmio da Itália de 1980

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Grande Prêmio da Itália
de Fórmula 1 de 1980
Imola 1980.jpg
Único GP da Itália realizado em Imola
Detalhes da corrida
Categoria Fórmula 1
Data 14 de setembro de 1980
Nome oficial LI Gran Premio d'Italia[1][nota 1]
Local Autódromo Enzo e Dino Ferrari, Ímola, Emília-Romanha, Itália
Percurso 5.000 km
Total 60 voltas / 300.000 km
Condições do tempo Ensolarado, ameno, seco
Pole
Piloto
França René Arnoux Renault
Tempo 1:33.988
Volta mais rápida
Piloto
Austrália Alan Jones Williams-Ford
Tempo 1:36.089 (na volta 47)
Pódio
Primeiro
Brasil Nelson Piquet Brabham-Ford
Segundo
Austrália Alan Jones Williams-Ford
Terceiro
Argentina Carlos Reutemann Williams-Ford

Resultados do Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1 realizado em Imola em 14 de setembro de 1980.[2][3] Décima segunda etapa da temporada, teve como vencedor o brasileiro Nelson Piquet, da Brabham-Ford. Ao seu lado no pódio estavam Alan Jones e Carlos Reutemann, os quais garantiram o primeiro título mundial de construtores para a Williams-Ford.[4][nota 2]

Resumo[editar | editar código-fonte]

Ímola estreia na Fórmula 1[editar | editar código-fonte]

Construído em 1953 sob o nome "Autódromo Enzo e Dino Ferrari", o circuito de Ímola foi palco de duas corridas extraoficiais na história da Fórmula 1, a primeira vencida por Jim Clark com sua Lotus em 21 de abril de 1963 e a mais recente em 16 de setembro de 1979. Neste último caso, a vitória de Niki Lauda com a Brabham foi um evento homologatório para a pista italiana receber a categoria a partir de 1980,[5] mas tirar de Monza o Grande Prêmio da Itália é algo indiretamente vinculado ao grave acidente de 1978 que resultou na morte de Ronnie Peterson[6] e com a necessidade de novas obras visando o aumento da segurança nas dependências do vetusto circuito italiano,[7] embora a ideia de duas etapas no país não seja inédita, afinal em 1957 o "país da bota" realizou sua prova ao lado do Grande Prêmio de Pescara.[8]

Ímola chega aos anos 1980 com uma pista de 5 km de extensão talhada para corridas em alta velocidade especialmente nos trechos de reaceleração insertos na Variante Baixa, Tamburello e na freada para a Tosa, tendo a Piratella como curva de média velocidade e três chicanes (Acque Minerale, Variante Alta e Variante Baixa), além de dois bons pontos de ultrapassagemː (de novo) na freada para a Tosa e na chegada para a Rivazza.[9]

Sexta-feira agitada na Itália[editar | editar código-fonte]

Dentre os pilotos em atividade, apenas Emerson Fittipaldi, Mario Andretti e Jody Scheckter venceram o Grande Prêmio da Itália, país onde os mesmos sagraram-se os campeões mundiais na década de 1970, mas para os tifosi, o ocaso da Ferrari em 1980 trouxe Bruno Giacomelli à ribalta dado o jejum de vitórias nativas desde Ludovico Scarfiotti em 1966, a sexta vitória da Casa de Maranello em Monza.[10][11] O desempenho de Giacomelli, terceiro colocado no Grande Prêmio dos Países Baixos até errar e cair de posição voltas antes de abandonar por causa de um acidente, elevou as expectativas sobre o italiano da Alfa Romeo.[12]

No treino de sexta-feira a Renault capturou as melhores posições com Jean-Pierre Jabouille e René Arnoux, mas o destaque do dia foi Bruno Giacomelli em terceiro lugar com a Alfa Romeo, à frente de Alan Jones e Nelson Piquet. Nesta mesma sessão um fato burlesco chamou a atenção do público quando a Arrows de Manfred Winkelhock saiu da pista na Variante Alta e ao voltar ao asfalto chocou-se com a Lotus de Nigel Mansell, vítima de uma escapada similar naquele mesmo local há alguns instantes.[13] Tamanha "barbeiragem" os impediu de disputar os treinos classificatórios e eles sequer participaram da corrida,[7] assim como Jan Lammers e Geoff Lees, pilotos da Ensign, embora neste último caso por insuficiência de desempenho.

Examinando os bastidores do treino descobriu-se que os bólidos da Renault foram os únicos a superar os 300 km/h na reta de Ímola, mas se na equipe francesa imperava a tranquilidade, na Williams as diatribes de Alan Jones sobre o excesso de chicanes instaladas na pista com o fito de reduzir a velocidade dos carros originaram o conceito de "sinuosidade fantasmagórica". Na Brabham a tensão de Nelson Piquet foi extravasada quando ele trocou sopapos com um fiscal que gesticulava excessivamente para que o brasileiro voltasse à pista ao escapar na Acqua Minerale durante os treinos. Apoplético, o fiscal chutou os pneus do BT49 e aí o caldo entornou, mas nenhuma queixa foi apresentada à direção de prova e o caso entrou para o folclore da categoria.[14] Enquanto isso, a "rádio paddock" estava buliçosa com o anúncio feito pela RAI (Radio Audizioni Italiane) sobre a contratação de Didier Pironi pela Ferrari em lugar de Jody Scheckter para 1981, algo não confirmado por Marco Piccinini, diretor da escuderia italiana. Outro rumor não comprovado envolvia o nome de Mario Andretti como piloto da Alfa Romeo no lugar de Vittorio Brambilla, substituto interino de Patrick Depailler.[14][15]

A única nota aziaga do fim de semana foi o acidente com um helicóptero que levou mecânicos da Alfa Romeo para Ímola feriando ao todo cinco pessoas, três das quais atingidas em solo pela cauda do aparelho que após levantar voo subiu 45 metros antes de cair.[13]

Mais uma vez a Renault[editar | editar código-fonte]

René Arnoux inverteu posições com Jean-Pierre Jabouille e conseguiu a pole position no sábado confirmando o aprumo da Renault enquanto Carlos Reutemann exigiu o máximo de sua Williams para ficar em terceiro dividindo fila com Bruno Giacomelli, da Alfa Romeo, para a satisfação do público italiano. Na terceira fila estavam Nelson Piquet, da Brabham, e Alan Jones com a outra Williams.[16] Aliás, graças ao desempenho opaco da Ligier, Frank Williams está às portas de conquistar seu primeiro título de construtores graças aos 25 pontos de vantagem sobre o time de Guy Ligier. Menção honrosa para o oitavo lugar de Gilles Villeneuve com a Ferrari 312T5 numa estreia alvissareira do modelo turbo da escuderia italiana embora o desmotivado Jody Scheckter tenha ficado em décimo sexto.[17] Em relação aos candidatos ao título, duas situações distintas no fim de semanaː Alan Jones rodopiou durante uma volta lançada no treino e Nelson Piquet sagrou-se campeão da Procar em 1980[18] recebendo, além de um prêmio dinheiro pela vitória, outro pelo título e uma BMW M1, modelo esportivo da fábrica alemã.[19]

Vitória de Nelson Piquet[editar | editar código-fonte]

No instante da largada, René Arnoux e Jean-Pierre Jaboille saíram à frente enquanto uma falha de embreagem fez Carlos Reutemann estancar propiciando a ascensão de Nelson Piquet ao terceiro lugar com Bruno Giacomelli, Gilles Villeneuve e Hector Rebaque vindo a seguir numa formação desfeita no terceiro giro quando Arnoux e Jabouille mediram forças pela liderança e Piquet, ciente do impasse, superou Arnoux na Acque Minerale e na quarta volta suplantou Jabouille na Rivazza e assumiu a dianteira para não mais perdê-la[20] e quase ao mesmo tempo Vittorio Brambilla encerrou sua carreira na Fórmula 1 graças a um furo de pneu que o lançou para fora da pista, mais o pior ainda estava por virː após cinco voltas, o canadense Gilles Villeneuve bateu violentamente contra a parede de concreto entre as curvas Tamburello e Tosa destroçando sua Ferrari, a qual ricocheteou para o meio da pista. Receoso, o público viu que "o carro ficou destroçado, com as quatro suspensões e rodas arrancadas, sem aerofólio e sem as saias",[20] mas o piloto ergueu-se ileso dos destroços e nada sofreu. Ignorando a causa do acidente (um estouro do pneu traseiro direito surge como hipótese mais forte), o ferrarista acabou homenageado quando batizaram a desditosa curva como "Villeneuve".[17] Bruno Giacomelli estava em quinto lugar com a Alfa Romeo e desviou para a grama, mas abandonou ao passar sobre os destroços da Ferrari.

Sem a impetuosidade de Villeneuve e com as duas Alfa Romeo fora de combate numa prova dominada por Nelson Piquet, os tifosi assistiram ao renascimento de Alan Jones, afinal este tomou o terceiro lugar de Arnoux na décima segunda volta e nesse interregno cabe citar Hector Rebaque, que andou treze voltas em quinto lugar até a quebra da suspensão de sua Brabham na décima oitava passagem. Onze voltas mais tarde, Alan Jones estava em segundo lugar ao ultrapassar Jabouille na Variante Baixa,[3] embora estivesse a treze segundos da liderança.[20] Bem adaptado ao circuito, Piquet aumentava sua vantagem contornando bem os trechos sinuosos de Imola, poupando os freios e aproveitando o bom arranque de sua Brabham, cruzando a linha de chegada quase trinta segundos adiante de Jones, este aborrecido com o resultado finalː "A fraqueza dos meus freios impediu-me de sair atrás de Nelson como deveria fazer para lutar pela vitória", explicou o australiano da Williams.[21] Em sentido inverso, Carlos Reutemann fez valer seu talento na volta quarenta e um ao alcançar a sexta posição. O argentino caiu para último após sua Williams "engasgar" na largada e subiu para terceiro ao deixar para trás Jean-Pierre Jarier, da Tyrrell, e as claudicantes Renault de René Arnoux e Jean-Pierre Jabouille, que ficaram pelo caminho nos momentos seguintes ou por falha mecânica, ou por não atingir a zona de pontuação.[7]

Decorridos quase uma hora e quarenta minutos de prova, Nelson Piquet confirmou a vitória para a alegria de Bernie Ecclestone que, embora pragmático, estava feliz com o triunfo da Brabham e não poderia ser diferente. A seguir vieram Alan Jones e Carlos Reutemann ratificando a Williams como a melhor equipe de 1980 (algo evidente desde meados do ano anterior) com a Lotus de Elio de Angelis em quarto, Keke Rosberg em quinto a bordo de uma Fittipaldi e Didier Pironi em sexto com a Ligier.[3][7]

Williams, campeã de 1980[editar | editar código-fonte]

Apenas quem subiu ao pódio terminou a corrida na mesma volta e durante a cerimônia de premiação, cada um dos contemplados entrou para a históriaː Nelson Piquet tornou-se o primeiro piloto a vencer o Grande Prêmio da Itália fora do Autódromo Nacional de Monza desde 1948 quando o francês Jean-Pierre Wimille triunfou na pista de Turim com uma Alfa Romeo. Já Alan Jones e Carlos Reutemann, embora tenham vivido situações opostas durante o domingo, confirmaram a maior glória do time de Frank Williams desde a chegada do mesmo à Fórmula 1 no Grande Prêmio da Espanha de 1969 comandando a Frank Williams Racing Cars, representada na pista por uma Brabham alugada. Oito anos mais tarde o dirigente rompeu a sociedade com a Walter Wolf Racing e criou a atual Williams Grand Prix Engineering, que estreou no Grande Prêmio da Espanha de 1977 e desde então disputou 51 provas até o Grande Prêmio da Itália de 1980 conseguindo seis pole positions e nove vitórias,[22][23] conquistando o primeiro título mundial de construtores de sua história ao somar 90 pontos no Grande Prêmio da Itália de 1980, com uma diferença de 34 pontos em relação à vice-líder do certame, a Ligier.[24][nota 3]

Instado a comentar o título da Williams, Bernie Ecclestone soou magnânimoː "Desse modo se faz um ato de justiça, porque os Williams fizeram sempre parte do grupo dos melhores carros do ano".[25] Quanto ao título de pilotos, o chefão da Brabham foi realista ao dizer que "ainda não está dita a última palavra sobre essa disputa"[25] embora nela Nelson Piquet tivesse 54 pontos, um a mais em relação a Alan Jones.[4]

Classificação[editar | editar código-fonte]

Treinos[editar | editar código-fonte]

Pos. Piloto Construtor Tempo Dif.
1 16 França René Arnoux Renault 1:33.988 -
2 15 França Jean-Pierre Jabouille Renault 1:34.339 + 0.351
3 28 Argentina Carlos Reutemann Williams-Ford 1:34.686 + 0.698
4 23 Itália Bruno Giacomelli Alfa Romeo 1:34.912 + 0.924
5 5 Brasil Nelson Piquet Brabham-Ford 1:34.960 + 0.972
6 27 Austrália Alan Jones Williams-Ford 1:35.109 + 1.121
7 29 Itália Riccardo Patrese Arrows-Ford 1:35.618 + 1.630
8 2 Canadá Gilles Villeneuve Ferrari 1:35.751 + 1.763
9 6 México Hector Rebaque Brabham-Ford 1:35.872 + 1.884
10 11 Estados Unidos Mario Andretti Lotus-Ford 1:36.084 + 2.096
11 21 Finlândia Keke Rosberg Fittipaldi-Ford 1:36.091 + 2.103
12 3 França Jean-Pierre Jarier Tyrrell-Ford 1:36.181 + 2.193
13 25 França Didier Pironi Ligier-Ford 1:36.422 + 2.434
14 7 Reino Unido John Watson McLaren-Ford 1:36.450 + 2.462
15 20 Brasil Emerson Fittipaldi Fittipaldi-Ford 1:36.758 + 2.770
16 1 África do Sul Jody Scheckter Ferrari 1:36.827 + 2.839
17 31 Estados Unidos Eddie Cheever Osella-Ford 1:36.884 + 2.896
18 12 Itália Elio de Angelis Lotus-Ford 1:36.919 + 2.931
19 22 Itália Vittorio Brambilla Alfa Romeo 1:36.929 + 2.941
20 26 França Jacques Laffite Ligier-Ford 1:36.972 + 2.984
21 50 Reino Unido Rupert Keegan Williams-Ford 1:37.169 + 3.181
22 4 República da Irlanda Derek Daly Tyrrell-Ford 1:37.215 + 3.227
23 9 Suíça Marc Surer ATS-Ford 1:37.270 + 3.282
24 8 França Alain Prost McLaren-Ford 1:37.284 + 3.296
25 43 Reino Unido Nigel Mansell Lotus-Ford 1:37.661 + 3.673
26 30 Alemanha Manfred Winkelhock Arrows-Ford 1:38.212 + 4.224
27 14 Países Baixos Jan Lammers Ensign-Ford 1:38.215 + 4.227
28 41 Reino Unido Geoff Lees Ensign-Ford 1:38.451 + 4.463
Fonte:[26]

Corrida[editar | editar código-fonte]

Pos. Piloto Construtor Voltas Tempo/Diferença Grid Pontos
1 5 Brasil Nelson Piquet Brabham-Ford 60 1:38:07.52 5 9
2 27 Austrália Alan Jones Williams-Ford 60 + 28.93 6 6
3 28 Argentina Carlos Reutemann Williams-Ford 60 + 1:13.67 3 4
4 12 Itália Elio de Angelis Lotus-Ford 59 + 1 volta 18 3
5 21 Finlândia Keke Rosberg Fittipaldi-Ford 59 + 1 volta 11 2
6 25 França Didier Pironi Ligier-Ford 59 + 1 volta 13 1
7 8 França Alain Prost McLaren-Ford 59 + 1 volta 24
8 1 África do Sul Jody Scheckter Ferrari 59 + 1 volta 16
9 26 França Jacques Laffite Ligier-Ford 59 + 1 volta 20
10 16 França René Arnoux Renault 58 + 2 voltas 1
11 50 Reino Unido Rupert Keegan Williams-Ford 58 + 2 voltas 21
12 31 Estados Unidos Eddie Cheever Osella-Ford 57 + 3 voltas 17
13 3 França Jean-Pierre Jarier Tyrrell-Ford 54 Freios 12
Ret 15 França Jean-Pierre Jabouille Renault 53 Câmbio 2
Ret 9 Suíça Marc Surer ATS-Ford 45 Motor 23
Ret 11 Estados Unidos Mario Andretti Lotus-Ford 40 Motor 10
Ret 29 Itália Riccardo Patrese Arrows-Ford 38 Motor 7
Ret 4 República da Irlanda Derek Daly Tyrrell-Ford 33 Acidente 22
Ret 7 Reino Unido John Watson McLaren-Ford 20 Rolamento de roda 14
Ret 6 México Hector Rebaque Brabham-Ford 18 Suspensão 9
Ret 20 Brasil Emerson Fittipaldi Fittipaldi-Ford 17 Acidente 15
Ret 2 Canadá Gilles Villeneuve Ferrari 5 Acidente 8
Ret 23 Itália Bruno Giacomelli Alfa Romeo 5 Punção 4
Ret 22 Itália Vittorio Brambilla Alfa Romeo 4 Rodou 19
DNQ 43 Reino Unido Nigel Mansell Lotus-Ford
DNQ 30 Alemanha Ocidental Manfred Winkelhock Arrows-Ford
DNQ 14 Países Baixos Jan Lammers Ensign-Ford
DNQ 41 Reino Unido Geoff Lees Ensign-Ford
Fonte:[2]

Tabela do campeonato após a corrida[editar | editar código-fonte]

  • Nota: Somente as primeiras cinco posições estão listadas e a campeã mundial de construtores surge grafada em negrito. As quatorze etapas de 1980 foram divididas em dois blocos de sete e neles cada piloto podia computar cinco resultados válidos não havendo descartes no mundial de construtores.

Notas

  1. Em 1950 seria realizado o vigésimo "Grande Prêmio da Itália", mas o mesmo foi erroneamente creditado como o vigésimo primeiro e por esta razão a numeração oficial do evento contém uma prova a mais que as efetivamente realizadas.
  2. Voltas na liderança: René Arnoux 2 voltas (1-2); Jean-Pierre Jabouille 1 volta (3); Nelson Piquet 57 voltas (4-60).
  3. Esta contagem de 51 corridas até o Grande Prêmio da Itália de 1980 incluem apenas os números da "Williams Grand Prix Engineering". Nas oito primeiras de provas de sua existência a "nova Williams" correu com bólidos da March e construiu seus próprios chassis a partir em 1978.

Referências

  1. a b c «1980 Italian GP – championships (em inglês) no Chicane F1». Consultado em 18 de setembro de 2021 
  2. a b «1980 Italian Grand Prix - race result». Consultado em 1º de outubro de 2018 
  3. a b c Fred Sabino (14 de setembro de 2020). «No único GP da Itália em Imola, há 40 anos, Nelson Piquet venceu com show de pilotagem». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 14 de setembro de 2020 
  4. a b Janos Lengyel (15 de setembro de 1980). «Piquet vence bem e recupera liderança, agora com 1 ponto na frente de Jones. Matutina – Esportes, p. 06». acervo.oglobo.globo.com. O Globo. Consultado em 1º de outubro de 2018 
  5. Fred Sabino (1 de novembro de 2020). «Em 1979, Imola se credenciou a receber GP após evento-teste com choque entre Lauda e Villeneuve». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 19 de março de 2021 
  6. Fred Sabino (10 de setembro de 2018). «Ronnie Peterson, o carismático, arrojado e talentoso sueco que morreu há 40 anos». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 19 de março de 2021 
  7. a b c d «Italian GP, 1980 (em inglês) no grandprix.com». Consultado em 19 de março de 2021 
  8. Fred Sabino (18 de agosto de 2018). «Circuito nas ruas de Pescara ainda é o mais extenso de todos os tempos na F1». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 19 de março de 2021 
  9. Fred Sabino (28 de abril de 2019). «Famoso pela morte de Ayrton Senna, autódromo de Imola era dos mais rápidos e desafiadores». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 28 de abril de 2019 
  10. Redação (12 de setembro de 1980). «Itália torce por Giacomelli em Imola. Primeiro Caderno – Esporte, p. 20». bndigital.bn.gov.br. Jornal do Brasil. Consultado em 19 de março de 2021 
  11. Fred Sabino (4 de setembro de 2019). «Ferrari já conquistou 18 vitórias em Monza mas não ganha desde 2010, com Fernando Alonso». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 19 de março de 2021 
  12. Fred Sabino (31 de agosto de 2018). «Em Zandvoort, Nelson Piquet venceu com show de ultrapassagens em 1980». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 19 de março de 2021 
  13. a b Redação (13 de setembro de 1980). «Piquet sob tensão faz quinto tempo em Imola. Primeiro Caderno – Esporte, p. 22». bndigital.bn.gov.br. Jornal do Brasil. Consultado em 19 de março de 2021 
  14. a b Janos Lengyel (13 de setembro de 1980). «Nos treinos, Piquet fica atrás do líder Alan Jones. Matutina – Esportes, p. 23». acervo.oglobo.globo.com. O Globo. Consultado em 19 de março de 2021 
  15. Fred Sabino (26 de maio de 2018). «Folclórico, Vittorio Brambilla ganhou o singelo apelido de "Gorila de Monza"». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 19 de março de 2021 
  16. Janos Lengyel (14 de setembro de 1980). «Piquet e Alan Jones largam lado a lado em Imola. Matutina – Esportes, p. 37». acervo.oglobo.globo.com. O Globo. Consultado em 19 de março de 2021 
  17. a b Fred Sabino (14 de setembro de 2019). «Pneu furado, acidente violento e batismo de uma curva: em 1980, Villeneuve assustou ferraristas». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 14 de setembro de 2019 
  18. Redação (30 de agosto de 1980). «Já com um título, Piquet larga ao lado de Jones. Geral, p. 53». acervo.estadao.com.br. O Estado de S. Paulo. Consultado em 19 de março de 2021 
  19. Redação (14 de setembro de 1980). «Piquet é campeão de Procar. Venceu Jones. Matutina – Esportes, p. 37». acervo.oglobo.globo.com. O Globo. Consultado em 19 de março de 2021 
  20. a b c Redação (15 de setembro de 1980). «Piquet ganha na Itália em ritmo de campeão. Esportes, p. 15». acervo.folha.com.br. Folha de S.Paulo. Consultado em 19 de março de 2021 
  21. Redação (15 de setembro de 1980). «Habilidade e inteligência dentro do carro número 5. Esportes, p. 15». acervo.folha.com.br. Folha de S.Paulo. Consultado em 19 de março de 2021 
  22. Fred Sabino (16 de abril de 2019). «Frank Williams, um dos mais importantes construtores da história da Fórmula 1». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 19 de março de 2021 
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  25. a b Redação (15 de setembro de 1980). «A incomum alegria do dono da Brabham. Esportes, p. 15». acervo.folha.com.br. Folha de S.Paulo. Consultado em 19 de março de 2021 
  26. «1980 Italian Grand Prix – starting grid». Consultado em 19 de março de 2021 

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