Grande Prêmio do Canadá de 1988

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Grande Prêmio do Canadá
de Fórmula 1 de 1988
Gilles Villeneuve Circuit Montreal (88-93).svg
10º GP do Canadá em Montreal
Detalhes da corrida
Categoria Fórmula 1
Data 12 de junho de 1988
Nome oficial XXVI Grand Prix Molson du Canada[1]
Local Circuito Gilles Villeneuve, Montreal, Quebec, Canadá
Percurso 4.390 km
Total 69 voltas / 302.910 km
Condições do tempo Ensolarado
Pole
Piloto
Brasil Ayrton Senna McLaren-Honda
Tempo 1:21.681
Volta mais rápida
Piloto
Brasil Ayrton Senna McLaren-Honda
Tempo 1:24.973 (na volta 53)
Pódio
Primeiro
Brasil Ayrton Senna McLaren-Honda
Segundo
França Alain Prost McLaren-Honda
Terceiro
Bélgica Thierry Boutsen Benetton-Ford

Resultados do Grande Prêmio do Canadá de Fórmula 1 realizado em Montreal em 12 de junho de 1988.[2] Quinta etapa do campeonato, foi vencido pelo brasileiro Ayrton Senna, que subiu ao pódio junto a Alain Prost numa dobradinha da McLaren-Honda, com Thierry Boutsen em terceiro pela Benetton-Ford.[3]

Resumo[editar | editar código-fonte]

Canadá retorna ao calendário[editar | editar código-fonte]

Realizado por seis vezes (1961 a 1966) antes de integrar-se ao calendário da Fórmula 1 em 1967,[4] o Grande Prêmio do Canadá viu a Brabham sagrar-se bicampeã de construtores naquele ano, foi agraciado com a primeira vitória na carreira de Gilles Villeneuve em 1978[5] e viu Alan Jones tornar-se campeão mundial numa decisão contra Nelson Piquet em 1980.[6] Tantas credenciais não impediram o cancelamento da etapa canadense em 1975 por divergências quanto ao valor exigido pela FOCA para realizar a prova,[7] assim como a edição de 1987 não foi realizada por causa de uma disputa por patrocínio entre as cervejarias Labatt e Molson.[8][9] Neste último caso os esforços de Roger Doré, representante do Grande Prêmio do Canadá, malograram diante da negativa irredutível de Bernie Ecclestone em firmar um acordo.[10] Soube-se então que a "guerra do patrocínio" começou quando o Automóvel Clube do Canadá assinou com a Labatt enquanto a FOCA preferia a Molson, marca mais conhecida na província de Quebec,[11] e no fim o todo-poderoso Bernie Ecclestone fez valer sua vontade. Mesmo com data reservada no calendário, o retorno do Canadá foi confirmado apenas em 27 de janeiro de 1988 no lugar do Grande Prêmio da Áustria sob a alegação de insegurança no circuito de Österreichring, embora membros da FISA digam, reservadamente, que Jean-Marie Balestre inseriu outra pista de baixa velocidade no certame a fim de contrabalancear o poderio dos motores turbo.[9]

Surge o "muro dos campeões"[editar | editar código-fonte]

O retorno do Canadá foi precedido por uma elogiada reforma nos boxes, mas o mesmo cuidado não foi observado na hora de cuidar da pista. Neste último caso a opinião de Nelson Piquet foi certeiraː "O problema principal foi que construíram um muro ao lado de uma das curvas mais velozes, na entrada da reta, onde você passa a uns 280 quilômetros por hora. Ficou muito mais perigoso",[12] disse ele, vencedor em Montreal em 1982 e 1984.[13][14] "Além disso, a largada também ficou mais perigosa, pois o trecho para os carros se dispersarem antes da primeira curva ficou menor, e a nova entrada dos boxes também tem grandes chances de provocar um acidente", finalizou o tricampeão.[12] Corroborando as palavras de seu colega de profissão, Alain Prost disse que transitar pelo trecho exigirá atenção redobrada, pois será difícil saber se os carros reduzirão a marcha para entrar nos boxes ou para fazer a curva.

Efeito colateral das reformas no circuito, a poeira tornou a pista de Montreal escorregadia no treino de sexta-feira, interrompido por uma batida entre a Osella de Nicola Larini e a EuroBrun de Oscar Larrauri, forçando uma bandeira vermelha seis minutos antes de finda a sessão.[15] Reiniciado o treino, Ayrton Senna superou o melhor tempo de Alain Prost em sua última volta, apesar do tráfego intenso.[16] Mesmo garantindo a primeira fila, a McLaren foi surpreendida com a Ferrari a curta distância graças a uma série de três voltas rápidas de Gerhard Berger onde o austríaco ficou em terceiro lugar, deixou Michele Alboreto em quarto e ficou a dois décimos da equipe de Ron Dennis.[17] Mesmo gripado, Nelson Piquet colocou a Lotus em quinto adiante de Eddie Cheever, da Arrows,[18] com Nigel Mansell e Riccardo Patrese na quarta fila, firmando a Williams como a melhor equipe com propulsores aspirados.[19] No outro extremo da tabela, Adrián Campos deixou a Fórmula 1 sem conseguir classificar sua Minardi para a corrida.[20][21]

Quando o treino terminou, as conversas giravam em torno do consumo de combustível e o quanto isso influenciará o resultado da prova. Nelson Piquet chegou a apostar na vitória de um bólido com motor aspirado. No dia seguinte, contudo, Ayrton Senna e Alain Prost alternavam-se como o mais rápido da pista, com o brasileiro assegurando sua quinta pole position no campeonato com um décimo de vantagem sobre o seu "rival de equipe", tendo Gerhard Berger e Michele Alboreto na fila seguinte. Valendo-se do melhor equilíbrio de seu carro, Alessandro Nannini pôs sua Benetton em quinto superando a Lotus de Nelson Piquet. Mesmo largando em segundo, Prost não tinha motivos para lastimar, afinal sua McLaren partiria do lado mais limpo e emborrachado da pista, mas o sábado também foi de sustos, pois os vaticínios de Piquet e Prost tornaram-se reais quando Derek Warwick derrapou na entrada da reta ao subir numa zebra e sua Arrows bateu contra o muro deixando o carro retorcido e o britânico com dores pelo corpo, mas nada além disso.[3][22] Naquele momento não se sabia, mas este foi o primeiro acidente no local que seria conhecido no futuro como "muro dos campeões".[23][24]

Confronto direto pela vitória[editar | editar código-fonte]

Aproveitando que as características da pista favoreciam a sua posição, Alain Prost aproveitou uma curva à esquerda depois da largada e tomou a liderança deixando Ayrton Senna atrás de si com as Ferrari de Gerhard Berger e Michele Alboreto e as Benetton de Thierry Boutsen e Alessandro Nanini a segui-los, numa visão simétrica para o espectador. No entanto, a vantagem de Prost não era grande a ponto de garantir ao francês uma vitória tranquila; na nova volta, por exemplo, era inferior a um segundo em relação a Senna. Por outro lado, o domingo da Benetton parecia auspicioso, pois entre as voltas onze e quatorze Boutsen e Nanini estavam em terceiro e quarto deixando para trás os bólidos da Ferrari.[25][26] Na volta quinze, Nanini parou por falhas na ignição enquanto Senna reduzia a vantagem de Prost de maneira gradual e negociou melhor as ultrapassagens sobre os retardatários até alcançá-lo na curva que antecede a reta dos boxes e fazer a ultrapassagem na freada do hairpin, trecho mais lento da pista, na volta dezenove.[3][27] "Toda vez que aparecia um retardatário, eu tentava me aproximar o máximo dele para me aproveitar de qualquer problema. Naquele momento senti que dava para passar e felizmente tudo saiu bem", afirmou Senna.[28]

Mesmo em primeiro lugar, a vantagem de Senna em relação a Prost variava entre três e quatro segundos, patamar mínimo devido à necessidade de reduzir o consumo de combustível a fim de terminar a prova.[29] Essa variável, aliás, foi citada por Prost ao falar sobre a manobra de ultrapassagem feita por seu companheiro de equipeː "Ele veio com mais pressão e eu não quis fechar a porta, primeiro porque não é o meu estilo e depois porque tinha certeza de que a decisão só aconteceria perto do fim, quando o problema do consumo apertasse".[29] Entretanto, os cálculos do francês não resistiram ao imponderável, pois na vigésima nona passagem ele e Senna tiveram que ultrapassar três retardatários, a Ligier de René Arnoux e as Arrows de Derek Warwick e Eddie Cheever, situação da qual Senna desvencilhou-se mais rapidamente mantendo Alain Prost sob controle[30] com Thierry Boutsen firmado em terceiro, enquanto Gerhard Berger abandonou a disputa por pane elétrica quando era o quarto colocado, algo que deixou Michele Alboreto, Nigel Mansell e Nelson Piquet na zona de pontuação adiante de Philippe Streiff, da AGS. Mansell (volta 28) e Alboreto (volta 33) ficaram pelo caminho por quebra de motor e assim as posições remanescentes na zona dos seis foram ocupadas por Nelson Piquet, Philippe Streiff e pela Rial de Andrea de Cesaris.[26]

Num último esforço, Prost marcou a volta mais rápida da corrida obrigando Senna a cravar o novo recorde do circuito na volta cinquenta e três. A partir de então o brasileiro foi obrigado a defender sua posição elevando sua vantagem de cinco para onze segundos entre as voltas cinquenta e oito e sessenta e quatro, reduzindo o ritmo nos cinco giros finais vencendo a corrida com seis segundos sobre Alain Prost.[25] Tão logo cruzaram a linha de chegada, os pilotos da McLaren estacionaram seus carros e somente 51 segundos depois Thierry Boutsen confirmou o terceiro lugar com sua Benetton, o único carro a cruzar na mesma volta que o dueto de Woking.[3] Completaram a zona de pontuação a Lotus de Nelson Piquet, a March de Ivan Capelli e a Tyrrell de Jonathan Palmer,[8] este beneficiado pela falta de combustível na Rial de Andrea de Cesaris na penúltima volta.

Vencedor do primeiro duelo direto pelo título mundial, Ayrton Senna dirigiu-se ao pódio enquanto conversava com Alain Prost[3] e durante a premiação uma série de números vieram à tonaː 60 vitórias da McLaren e 70 pódios da Honda, além de 60 pódios na carreira de Alain Prost, efusivamente banhado em champanhe por Ayrton Senna, o vencedor do dia.[31] Também merece destaque o terceiro lugar de Thierry Boutsen cuja Benetton tornou-se o primeiro carro com motor aspirado a subir ao pódio desde o terceiro lugar da McLaren de John Watson no Grande Prêmio dos Países Baixos de 1983.[32] De volta ao presente temos Alain Prost liderando o mundial de pilotos com 39 pontos, enquanto Ayrton Senna soma 24 pontos, números que tornam a McLaren a primeira entre os construtores com 63 pontos.[33][1]

Classificação da prova[editar | editar código-fonte]

Pré-classificação[editar | editar código-fonte]

Pos. Piloto Construtor Tempo Dif.
1 33 Itália Stefano Modena EuroBrun-Ford 1:27.274
2 22 Itália Andrea de Cesaris Rial-Ford 1:27.426 + 0.152
3 32 Argentina Oscar Larrauri EuroBrun-Ford 1:27.912 + 0.638
4 31 Itália Gabriele Tarquini Coloni-Ford 1:28.709 + 1.435
DNPQ 36 Itália Alex Caffi Dallara-Ford 1:29.103 + 1.829

Treinos oficiais[editar | editar código-fonte]

Pos. Piloto Equipe Q1 Q2 Diferença
1 12 Brasil Ayrton Senna McLaren-Honda 1:22.392 1:21.681
2 11 França Alain Prost McLaren-Honda 1:22.499 1:21.863 + 0.182
3 28 Áustria Gerhard Berger Ferrari 1:22.719 1:22.785 + 1.038
4 27 Itália Michele Alboreto Ferrari 1:23.976 1:23.296 + 1.615
5 19 Itália Alessandro Nannini Benetton-Ford 1:25.561 1:23.968 + 2.287
6 1 Brasil Nelson Piquet Lotus-Honda 1:24.166 1:23.995 + 2.314
7 20 Bélgica Thierry Boutsen Benetton-Ford 1:25.173 1:24.115 + 2.434
8 18 Estados Unidos Eddie Cheever Arrows-Megatron 1:24.679 1:25.068 + 2.998
9 5 Reino Unido Nigel Mansell Williams-Judd 1:24.844 1:25.251 + 3.163
10 14 França Philippe Streiff AGS-Ford 1:25.878 1:24.968 + 3.287
11 6 Itália Riccardo Patrese Williams-Judd 1:24.971 1:25.471 + 3.290
12 22 Itália Andrea de Cesaris Rial-Ford 1:26.039 1:24.988 + 3.307
13 2 Japão Satoru Nakajima Lotus-Honda 1:25.373 1:26.650 + 3.692
14 16 Itália Ivan Capelli March-Judd 1:25.609 1:26.815 + 3.928
15 33 Itália Stefano Modena EuroBrun-Ford 1:26.652 1:25.713 + 4.032
16 17 Reino Unido Derek Warwick Arrows-Megatron 1:26.052 1:25.740 + 4.059
17 30 França Philippe Alliot Lola-Ford 1:27.543 1:25.765 + 4.084
18 15 Brasil Maurício Gugelmin March-Judd 1:25.910 1:25.982 + 4.229
19 3 Reino Unido Jonathan Palmer Tyrrell-Ford 1:27.230 1:26.092 + 4.411
20 25 França René Arnoux Ligier-Judd 1:26.716 1:26.327 + 4.646
21 24 Espanha Luis Pérez-Sala Minardi-Ford 1:26.822 1:26.437 + 4.756
22 9 Itália Piercarlo Ghinzani Zakspeed 1:28.400 1:26.786 + 5.105
23 4 Reino Unido Julian Bailey Tyrrell-Ford 1:28.737 1:27.139 + 5.458
24 32 Argentina Oscar Larrauri EuroBrun-Ford 1:27.676 1:27.321 + 5.640
25 26 Suécia Stefan Johansson Ligier-Judd 1:28.614 1:27.637 + 5.956
26 31 Itália Gabriele Tarquini Coloni-Ford s/ tempo 1:27.655 + 5.974
DNQ 23 Espanha Adrián Campos Minardi-Ford 1:27.885 1:27.979 + 6.204
DNQ 21 Itália Nicola Larini Osella 1:39.782 1:27.981 + 6.300
DNQ 29 França Yannick Dalmas Lola-Ford s/ tempo 1:28.012 + 6.331
DNQ 10 Alemanha Ocidental Bernd Schneider Zakspeed 1:29.110 1:28.215 + 6.534
Fonte:[2]

Corrida[editar | editar código-fonte]

Pos. Piloto Construtor Voltas Tempo/Diferença Grid Pontos
1 12 Brasil Ayrton Senna McLaren-Honda 69 1:39:46.618 1 9
2 11 França Alain Prost McLaren-Honda 69 + 5.934 2 6
3 20 Bélgica Thierry Boutsen Benetton-Ford 69 + 51.409 7 4
4 1 Brasil Nelson Piquet Lotus-Honda 68 + 1 volta 6 3
5 16 Itália Ivan Capelli March-Judd 68 + 1 volta 14 2
6 3 Reino Unido Jonathan Palmer Tyrrell-Ford 67 + 2 voltas 19 1
7 17 Reino Unido Derek Warwick Arrows-Megatron 67 + 2 voltas 16
8 31 Itália Gabriele Tarquini Coloni-Ford 67 + 2 voltas 26
9 22 Itália Andrea de Cesaris Rial-Ford 66 Pane seca 12
10 30 França Philippe Alliot Lola-Ford 66 Pane elétrica 17
11 2 Japão Satoru Nakajima Lotus-Honda 66 + 3 voltas 13
12 33 Itália Stefano Modena EuroBrun-Ford 66 + 3 voltas 15
13 24 Espanha Luis Pérez-Sala Minardi-Ford 64 + 5 voltas 21
14 9 Itália Piercarlo Ghinzani Zakspeed 63 Motor 22
Ret 15 Brasil Maurício Gugelmin March-Judd 54 Câmbio 18
Ret 14 França Philippe Streiff AGS-Ford 41 Suspensão 10
Ret 25 França Rene Arnoux Ligier-Judd 36 Transmissão 20
Ret 27 Itália Michele Alboreto Ferrari 33 Motor 4
Ret 6 Itália Riccardo Patrese Williams-Judd 32 Motor 11
Ret 18 Estados Unidos Eddie Cheever Arrows-Megatron 31 Regulador 8
Ret 5 Reino Unido Nigel Mansell Williams-Judd 28 Motor 9
Ret 26 Suécia Stefan Johansson Ligier-Judd 24 Motor 25
Ret 28 Áustria Gerhard Berger Ferrari 22 Pane elétrica 3
Ret 19 Itália Alessandro Nannini Benetton-Ford 15 Ignição 5
Ret 32 Argentina Oscar Larrauri EuroBrun-Ford 8 Chassis 24
Ret 4 Reino Unido Julian Bailey Tyrrell-Ford 0 Colisão 23
DNQ 23 Espanha Adrián Campos Minardi-Ford
DNQ 21 Itália Nicola Larini Osella
DNQ 29 França Yannick Dalmas Lola-Ford
DNQ 10 Alemanha Ocidental Bernd Schneider Zakspeed
DNPQ 36 Itália Alex Caffi Dallara-Ford
Fonte:[2][nota 1]

Tabela do campeonato após a corrida[editar | editar código-fonte]

  • Nota: Somente as primeiras cinco posições estão listadas. Entre 1981 e 1990 cada piloto podia computar onze resultados válidos por temporada não havendo descartes no mundial de construtores.

Notas

  1. Voltas na liderança: Alain Prost 18 voltas (1-18), Ayrton Senna 51 voltas (19-69).

Referências

  1. a b c d «1988 Canadian GP – championships (em inglês) no Chicane F1». Consultado em 18 de dezembro de 2021 
  2. a b c «1988 Canadian Grand Prix - race result». Consultado em 11 de setembro de 2018 
  3. a b c d e Fred Sabino (12 de junho de 2018). «Senna venceu primeiro duelo direto com Prost na McLaren há exatos 30 anos». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 20 de dezembro de 2021 
  4. Fred Sabino (29 de fevereiro de 2020). «Circuitos clássicos #10: Mosport Park teve 1º safety car, vitória de Emerson rumo ao bi e Hunt pistola». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 18 de dezembro de 2021 
  5. Fred Sabino (8 de outubro de 2018). «Há 40 anos, Gilles Villeneuve vencia pela primeira vez, e Nelson Piquet estreava na Brabham». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 18 de dezembro de 2021 
  6. Fred Sabino (28 de setembro de 2020). «Alan Jones jogou Nelson Piquet no muro e conquistou único título na F1 no Canadá, há 40 anos». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 18 de dezembro de 2021 
  7. Redação (16 de agosto de 1975). «Decisão sobre Canadá sai hoje. Primeiro Caderno, Esporte – p. 22». bndigital.bn.gov.br. Jornal do Brasil. Consultado em 18 de dezembro de 2021 
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  10. Redação (10 de abril de 1987). «Canadá fora. Primeiro Caderno, Esportes – p. 24». bndigital.bn.gov.br. Jornal do Brasil. Consultado em 18 de dezembro de 2021 
  11. Sérgio Rodrigues (12 de junho de 1988). «Todo o circo se encanta com Montreal. Primeiro Caderno, Automobilismo – p. 32». bndigital.bn.gov.br. Jornal do Brasil. Consultado em 20 de dezembro de 2021 
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  13. Fred Sabino (13 de junho de 2018). «Riccardo Paletti: do sonho de correr na F1 à tragédia na largada em Montreal». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 20 de dezembro de 2021 
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  24. Fred Sabino (13 de junho de 2019). «Muro dos Campeões foi batizado após acidentes de Hill, Villeneuve e Schumacher há 20 anos». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 20 de dezembro de 2021 
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  31. Sérgio Rodrigues (13 de junho de 1988). «Senna finalmente faz uma corrida perfeita. Esportes – p. 08». bndigital.bn.gov.br. Jornal do Brasil. Consultado em 11 de setembro de 2018 
  32. Fred Sabino (28 de agosto de 2018). «Batida de Prost em Piquet começou a virar o jogo em favor do brasileiro em 1983». globoesporte.com. Globo Esporte. Consultado em 22 de dezembro de 2021 
  33. «Canada 1988 – 457th Grand Prix (em inglês) no Stats F1». Consultado em 22 de dezembro de 2021 

Precedido por
Grande Prêmio do México de 1988
Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA
Ano de 1988
Sucedido por
Grande Prêmio de Detroit de 1988
Precedido por
Grande Prêmio do Canadá de 1986
Grande Prêmio do Canadá
26ª edição
Sucedido por
Grande Prêmio do Canadá de 1989