Gravidade artificial

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Gravidade artificial é qualquer tipo de força gravitacional significante, capaz de simular os efeitos da gravidade natural. Se trata de uma tecnologia imprescindível para a permanência humana no espaço, através de estações espaciais ou habitações espaciais. Atualmente, a Astrofísica e Engenharia Aeroespacial desenvolvem e pesquisa métodos para a geração e manipulação destes campos gravitacionais.

Um método proposto para a geração de um campo gravitacional, através do uso da força centrífuga, é o modelo da habitação espacial Ilha Três.

Efeitos no corpo humano[editar | editar código-fonte]

Por vários anos, Malcolm Cohen, chefe do Departamento de Pesquisa de Informações Humanas, lidera um projeto científico onde pessoas são colocadas em uma roda, que gira ininterruptamente por 22 horas, com o intuito de descobrir os efeitos da gravidade artificial no corpo humano. Segundo ele, sob ação da estranha gravidade, o coração tem que mudar o modo como opera, bombeando mais rápido e trabalhando mais para mandar sangue até o cérebro. Isso pode causar tonturas e, em casos extremos, desmaios. Através destes testes, espera-se aprender se a resposta do coração pode ser condicionada. Talvez se os astronautas fossem expostos a doses controladas de hipergravidade antes do lançamento e da reentrada, ele pudessem ser capazes de tolerar altas forças G melhor dos que as outras pessoas.[1]

A NASA se interessa pelo projeto porque não é apenas a microgravidade que os astronautas experimentam no espaço. Eles ficam expostos a hipergravidade também: além de 3.2-G no lançamento e 1.4-G na reentrada.[1]

Utilizações[editar | editar código-fonte]

Viagens mais fáceis ao espaço não são o único potencial benefício. Aqui na Terra, hipergravidade pode ser usada para treinar atletas, simulando um ambiente em que os exercícios pudessem ser conduzidos para obter mais benefícios em tempo mais curto. Pessoas que sofrem de atrofia muscular poderiam exercitar seus músculos de maneira mais efetiva.[1]

Força centrífuga pode ser a chave também para longas viagens espaciais. Isso porque a microgravidade causa a deterioração do corpo de diversas formas: baixo condicionamento cardiovascular, perda de massa muscular, perda da densidade óssea e uma série de outros problemas. Gravidade artificial poderia prevenir tudo isso e centrifugação é uma maneira plausível de gerar gravidade artificial[1], do mesmo modo em que é demonstrado no filme 2001: Uma Odisséia no Espaço (1968), no filme Elysium(2013), no filme Interestelar(2014) e no filme Perdido em Marte(2015).

Referências

  1. a b c d Nasa estuda os efeitos da gravidade artificial - Notícias Terra, acessado em 13 de novembro de 2012.


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