Grupo de Ações Táticas Especiais (PMESP)
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| Grupo de Ações Táticas Especiais | |
|---|---|
| Criação | 4 de agosto de 1988 (38 anos) |
| País | Brasil |
| Estado | São Paulo |
| Corporação | Polícia Militar do Estado de São Paulo |
| Missão |
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| Subordinação | CPChq - Comando de Policiamento de Choque |
| Sede | São Paulo |
| Sigla | GATE |
| Lema | Esse non videtur |
| Página oficial | Página oficial |
O Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) é um grupamento policial de operações táticas especiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo, no Brasil. O GATE é representado pela 4.ª, 5.ª e 6.ª companhia do 4.º Batalhão de Polícia de Choque, que por sua vez está subordinado ao Comando de Policiamento de Choque.
Em nível de sub-unidade é comandado por um major e operacionalmente está dividido em unidade de intervenções táticas, equipe de snipers, equipe de negociação e um esquadrão anti-bombas.
História
[editar | editar código]O GATE foi fundado em 4 de agosto de 1988 com a finalidade de intervir em situações policiais de alto risco no estado de São Paulo, mais notadamente em ações com reféns, motins em presídios, contraterrorismo, e, a partir de 1989, ocorrências envolvendo bombas. O grupamento teve como seu fundador e primeiro comandante o então tenente Wanderley Mascarenhas, que se inspirou na SWAT, na Polícia de Israel e em outros setores da polícia paulistana e de outros estados do Brasil para fundar o grupamento.[1]
Ver também
[editar | editar código]Referências
- ↑ Caballé Marimón, Albert (22 de agosto de 2023). «Eficiência, honra e coragem: A fundação do GATE da PMESP». Velho General. Consultado em 12 de março de 2026. Cópia arquivada em 30 de novembro de 2023