Guarani Futebol Clube

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Disambig grey.svg Nota: Para outros significados e agremiações esportivas, veja Guarani.
Guarani
Guarani Futebol Clube
Nome Guarani Futebol Clube
Alcunhas Bugre
Bugrão
Família Bugrina
Índio Guerreiro
Torcedor/Adepto Bugrino
Mascote Índio
Fundação 2 de abril de 1911 (105 anos)
Estádio Brinco de Ouro
Capacidade 29.130 pessoas
Localização Campinas, São Paulo SP,  Brasil
Presidente Brasil Horley Senna
Treinador Brasil Maurício Barbieri
Patrocinador Brasil
Material esportivo Brasil Topper
Competição São Paulo Campeonato Paulista
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Divisão São Paulo Série A2
Brasil Série B
São Paulo A2 2017
Brasil B 2017
A disputar
A disputar
São Paulo A2 2016
Brasil C 2016
9º Colocado
Vice-campeão Aumento
São Paulo A2 2015
Brasil C 2015
8º colocado
11º Colocado
Ranking nacional Baixa (9) 46º lugar, 2 649 pontos
Website Guarani Futebol Clube
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
editar

Guarani Futebol Clube (nascido como Guarany Foot-Ball Club) é uma agremiação esportiva brasileira, com sede na cidade de Campinas, no Estado de São Paulo. Tem, como modalidade principal, o futebol. Foi fundado em 2 de abril de 1911 por alguns jovens de ascendência italiana e um jovem de ascendência alemã. O nome do clube é uma homenagem à obra-prima do compositor Carlos Gomes, Il Guarany.

É conhecido popularmente como "Bugre" devido ao seu mascote, um índio. Suas cores são o verde e o branco. Manda suas partidas de futebol em seu estádio, o Brinco de Ouro, cuja capacidade é para 29 130 espectadores. Seu maior rival é a Ponte Preta: a partida entre as duas equipes é conhecida como Dérbi Campineiro. A rivalidade entre as duas equipes é tida como uma das maiores do futebol paulista[1].

Uma das mais tradicionais equipes do interior de São Paulo, o Guarani conquistou, ao todo, 12 títulos campineiros entre as décadas de 1910 e 1950. No entanto, o clube viveria seus maiores momentos de glória entre a segunda metade da década de 1970 e ao longo da década de 1980. Sua maior conquista no futebol é o Campeonato Brasileiro de 1978, a primeira conquista nacional de primeira divisão de um clube de futebol do interior do Brasil, exceto a cidade de Santos, litorânea.

O Bugre também conquistou o Campeonato Brasileiro Série B de 1981, foi por duas vezes finalista do Campeonato Brasileiro (em 1986 e 1987) e por outras duas do Campeonato Paulista (em 1988 e 2012). No plano internacional, a equipe campineira já participou por três vezes da Copa Libertadores da América, tendo feito sua melhor campanha na edição de 1979, quando alcançou a fase semifinal. Atualmente, o clube disputa o Série A2 do Campeonato Paulista e a Série C do Campeonato Brasileiro, quando na edição de 2016, alcançou as semifinais, conseguindo o acesso ao Campeonato Brasileiro Série B de 2017, chegando depois disso às finais contra o Boa Esporte, terminando como vice campeão.

História[editar | editar código-fonte]

Notabilizado por ser o primeiro e único campeão brasileiro do interior do País, o Guarani revelou jogadores de projeção mundial, como Careca, Amaral, Júlio César, Deco, Evair, Amoroso, Luisão, Mauro Silva, Neto, Edu Dracena, Elano, João Paulo e Jonas, além de ter tido em seu elenco jogadores nacionalmente destacados, como Zenon, Renato, Edilson, Ricardo Rocha, Jorge Mendonça, Djalminha e Neneca.

Carlos Gomes

Os 12 jovens, Vicente Matallo (18 anos, primeiro presidente) e Antonio de Lucca (16), os italianos Pompeo de Vito (15 anos), seu irmão Romeo Antonio de Vito (16), Angelo Panattoni (16), José Trani (16), Luiz Bertoni (19), José Giardini (18), Miguel Grecco (17), Julio Palmieri (16) e Hernani Felippo Matallo (16), além de Alfredo Seiffert Jaboby Junior (18), que era o único de família oriunda da Alemanha, se encontraram no dia 1 de abril de 1911, na Praça Carlos Gomes, quando escolheram o nome em homenagem à ópera Il Guarany (título original em língua italiana. A tradução para a língua portuguesa é "O Guarani"), obra mais conhecida do maestro e compositor clássico Carlos Gomes (baseada no romance homônimo de José de Alencar), um dos mais ilustres cidadãos nascidos na cidade de Campinas.

A data de fundação oficial, no entanto, foi transferida para o dia seguinte, para evitar piadas em relação ao Dia da Mentira.

O Guarani disputou a 1ª Divisão do Campeonato Paulista da APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos) de 1927 a 1931, com ótimas participações, passando depois a disputar os Campeonatos Amadores do Interior.

Depois da conquista de um vice-campeonato em 1943, o Guarani sagrou-se campeão do interior em 1944, sendo, em seguida, o primeiro clube do interior a ser campeão estadual amador, após superar os amadores da Sociedade Esportiva Palmeiras, campeões da capital.

Em 1946, foi, novamente, vice campeão do interior. Somente em 1947 tornou-se profissional, juntamente com outros clubes do interior que passaram a ter esse direito.

Em 1948, o XV de Piracicaba foi o primeiro campeão da divisão de acesso (2ª Divisão de Profissionais). O Guarani foi o segundo clube interiorano a chegar ao campeonato principal, ao vencer o campeonato da segunda divisão de 1949.

Em 1954, cedeu o primeiro jogador para uma Seleção Brasileira de Futebol, Fifi, que participou do Campeonato Sul Americano Juvenil na Venezuela. Em 1956, o goleiro Paulo Martorano foi o primeiro jogador do clube a ser convocado para a Seleção Brasileira Principal, sendo reserva de Gilmar nos 5 jogos do Campeonato Sul Americano (atual Copa América), disputado em Montevidéu, no Uruguai.

Em 1963, o Guarani teve novamente atletas convocados para a Seleção Brasileira principal: Tião Macalé, Oswaldo, Amauri Silva e Hilton Vaccari, que jogaram o Campeonato Sul Americano daquele ano, na Bolívia.

Os primeiros troféus da era profissional foram os do Torneio Início dos campeonatos paulistas de 1953, 1954 e 1956, a Taça dos Invictos da Gazeta Esportiva em 1970, o II Troféu Folha de S.Paulo, pelo tricampeonato do interior em 72-73-74, e a Taça Almirante Heleno Nunes (referente à conquista do primeiro turno do Campeonato Paulista) em 1976.

O auge dessa evolução seria marcado pelo inédito Campeonato Brasileiro, conquistado em 1978 com uma equipe na qual destacavam-se Careca, Zenon, Renato e o treinador Carlos Alberto Silva.

Até hoje, o Guarani é o único clube do interior do Brasil a ter conquistado o título da primeira divisão do Campeonato Brasileiro, tendo sido ainda vice-campeão do Torneio dos Campeões em 1982, quando perdeu a final deste torneio nacional patrocinado e organizado pela C.B.F. para o America no Maracanã por 2 a 1.

O time chegaria ainda a dois vice-campeonatos brasileiros, em 1986 (em uma final inesquecível contra o São Paulo, decidida após uma prorrogação e disputa de pênaltis) e em 1987 (contra o Sport). No ano seguinte (1988) foi vice campeão Paulista, sendo batido pelo Corinthians na prorrogação da 2ª partida.

O Bugre foi um dos 20 membros do Clube dos 13, que congregou até 2011 os principais clubes de futebol do Brasil.

O Guarani, depois de ter passado por uma crise financeira seríssima, em 2011 chegou a estar entre os últimos colocados na Série B e ficou sem pagar salários aos jogadores durante 5 meses. Mesmo assim, superou a crise, não caindo para a Série C. Recuperado da turbulência, montou um time forte e sagrou-se vice-campeão do Campeonato Paulista de 2012.

Porém, em 2013, amargou o nono rebaixamento em 12 anos, sendo a quarta o rebaixamento para o Campeonato Paulista - Série A2 de 2014. Desde 2001, o Bugre caiu quatro vezes na Série A1 do Paulista (2001, 2006, 2009 e 2013[2]), uma vez no Torneio Rio-São Paulo (2002), duas vezes na Série A (2004 e 2010) e duas vezes na Série B do Brasileiro (2006 e 2012).

O Guarani ainda disputa a Série A2 do Paulistão e disputou a Série C do Brasileiro de 2013 a 2016. Sem fazer grandes campanhas na terceira divisão nacional (sequer avançava à segunda fase) e brigar contra o descenso à Série D, o time montou um forte elenco em 2016 e contratou o técnico Marcelo Chamusca, com isso, o time liderou seu grupo (Grupo B), fazendo a melhor campanha da primeira fase e avançando às quartas de final, onde superou o ASA de Arapiraca e avançou às semifinais, garantindo o acesso á Série B. Nas semifinais da Série C 2016, o Guarani fez história contra o ABC de Natal. No jogo de ida no Frasqueirão (casa do adversário), o Guarani foi goleado por 4 a 0 e parecia que o sonho de chegar à final tinha ido em vão, mas, no jogo de volta, em casa, o Bugre reverteu o que parecia impossível e goleou o ABC por 6 a 0, classificando-se para a final, quando ficou com o vice campeonato.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Estádio Brinco de Ouro
Brinco de Ouro da Princesa, em jogo noturno.

Seu estádio é o Brinco de Ouro da Princesa, inaugurado em 31 de maio de 1953, com capacidade atual para 32 453 pessoas.

O Guarani utilizou por cerca de dois anos o Ground da Villa Industrial, um campo de terra cedido pelo poder público. No ano de 1913, começou a alugar junto ao S.C. Commercial um campo de futebol situado no bairro Guanabara, popularmente conhecido como "Ground do Guanabara".

Pouco tempo depois, o Commercial encerrou suas atividades e o Guarani obteve uma permissão de uso gratuito com a família proprietária do terreno. Lá, treinou até o ano de 1920, quando após infrutíferas negociações do presidente Carmine Alberti com a prefeitura na tentativa de receber em doação um espaço de terra onde pudesse construir um estádio, decidiu reunir esforços para a compra daquela área do bairro Guanabara.

O associado Egídio de Sousa Aranha teve papel importantíssimo na história do Guarani, pois conseguiu convencer a proprietária, sua tia Isolethe Augusta de Souza Aranha, a vender o terreno, de cerca de 20 000 metros quadrados, a um preço irrisório de 900 réis o metro.

Logo foi nomeada uma "Comissão Pró Estádio", presidida por João Pereira Ribeiro, e que desenvolveu todos os tipos de promoções para a arrecadação de fundos. Finalmente, em 15 de julho de 1923, foi inaugurado o primeiro estádio de futebol de Campinas, chamado de: "Estádio do Guarany".

Para a inauguração, o Bugre convidou o principal clube do futebol paulista na fase amadora , o Club Athletico Paulistano, com Friedenreich e muito mais. O Guarani venceu a partida inaugural por 1 a 0, gol de Zequinha. A escalação do Guarani na histórica partida: Pacheco, Joca e Tavares; Deputado, Juca e Joaquim; Miguel, Zéquinha, Barbanera, Nerino e Pilla.

O Estádio da Rua Barão Geraldo de Resende passou por várias reformas e ampliações, servindo ao clube até 1953. Nele, o Guarani recepcionou alguns dos maiores times do país, tendo, ali, mandado seus jogos pelos Campeonatos Paulistas de 1927; 1928; 1929; 1930; 1931; 1950; 1951 e 1952.

Com a chegada do profissionalismo ao interior, em 1947, o Guarani passou a ter um sério problema. O Estádio da Rua Barão Geraldo de Resende, no Guanabara, já não comportava o Clube, e a Federação Paulista de Futebol prometia criar a "Divisão de Acesso", dando chances aos principais clubes do interior a ingressar em seu Campeonato Paulista, sendo que todos tinham certeza de que o Bugre logo aproveitaria essa oportunidade. Neste caso, criaram uma Comissão liderada por Antônio Carlos Bastos para estudar as alternativas possíveis. Depois de polêmica, foram descartadas as possibilidades de nova reforma ou ampliação do antigo estádio. O Guarani precisava partir para uma área maior, ainda que não tão próxima ao Centro da cidade.

Surgiu, então, a Sociedade de Imóveis e de Administração Ltda., que propôs a troca do terreno do bairro Guanabara por uma área de 50 400 metros quadrados na chamada Baixada do Proença, pagando, ainda, ao Clube, em parcelas, dois milhões de cruzeiros. Faria também a sondagem e a terraplenagem do novo terreno. O negócio foi, então, concretizado.

Enquanto a equipe de futebol disputava a Divisão de Acesso de 1948, a Comissão Pró Estádio e os arquitetos Ícaro de Castro Melo e Oswaldo Correa Gonçalves desenvolviam seus estudos. O clube conseguiu junto à Imobiliária Paraíso a doação de uma área de 19 405 metros quadrados, anexa à negociada, e Arlindo de Sousa Lemos doou mais 2 920 metros quadrados. Definiu-se no projeto original que o estádio teria capacidade para 29 000 pessoas e seria construído em etapas.

Após uma ampla campanha de arrecadação de fundos feita entre seus torcedores, o Guarani construiu o estádio Brinco de Ouro da Princesa, inaugurado em 31 de maio de 1953 com uma partida com o Palmeiras, que acabou sendo derrotado pelo time de Campinas pelo placar de 3 a 1. Alguns anos depois passou a ser construído em torno do estádio um vasto clube social. Graças à estrutura criada, a equipe passou a se destacar nos campeonatos profissionais.

Mesmo antes da construção do "tobogã", em 1979/80, o Brinco de Ouro chegou a receber 34 513 torcedores presentes no jogo contra o Fluminense, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro de 1975, no dia 26 de novembro.

O recorde, com o "tobogã", foi de 52 002 pagantes, na semifinal do Brasileiro de 1982, contra o Flamengo, em 15 de fevereiro de 1982.

Em 5 de maio de 1990, jogaram, no Brinco de Ouro, as seleções de Brasil e Bulgária, com público de 51 720 torcedores.

Hoje, o estádio tem capacidade para 29 130 espectadores, de acordo com as novas regras de acomodação, baseadas no Estatuto do Torcedor e nas normas da FIFA.

Títulos[editar | editar código-fonte]

NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Cbf brazilian championship trophy.svg Campeonato Brasileiro 1 1978
Troféu Campeonato Brasileiro - Serie B.png Campeonato Brasileiro - Série B 1 1981
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista Amador 1 1944
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista - Série A2 1 1949
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista do Interior 5 1944, 1972, 1973, 1974, 1975
Paulista Championship Trophy.png Torneio Início Paulista 3 1953, 1954 e 1956
MUNICIPAIS
Competição Títulos Temporadas
Brasão da Cidade de Campinas.png Campeonato Campineiro 12 1916, 1919, 1920, 1938, 1939, 1941, 1942, 1943, 1945, 1946, 1953 e 1957

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Guarani Futebol Clube
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (1979)
Brasil Campeonato Brasileiro 1 (1978) 2 (1986, 1987) 2 (1982, 1994) 0 (não possui)
Brasil Torneio dos Campeões 0 (não possui) 1 (1982) 0 (não possui) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série B 1 (1981) 2 (1991, 2009) 1 (1990) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série C 0 (não possui) 2 (2008), (2016) 0 (não possui) 0 (não possui)
São Paulo Campeonato Paulista 0 (não possui) 2 (1988, 2012) 4 (1976, 1978, 1981, 1985) 4 (1927, 1928, 1973, 1979)
São Paulo Campeonato Paulista – Série A2 1 (1949) 1 (2011) 0 (não possui) 1 (2007)

Cronologia[editar | editar código-fonte]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Estatísticas do Guarani
Ver artigo principal: Recordes do Guarani Futebol Clube
Ver artigo principal: Temporadas do Guarani
Participações
Participações em 2017
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última A Aumento R Baixa
São Paulo Campeonato Paulista 65 Vice-campeão (1988 e 2012) 1927 2013 3
Série A2 10 Campeão (1949) 1947 2017 3
São PauloRio de Janeiro Torneio Rio-São Paulo 1 12º colocado (2002) 2002 2002
Brasil Campeonato Brasileiro 29 Campeão (1978) 1973 2010 3
Série B 11 Campeão (1981) 1981 2017 4 2
Série C 6 Vice-campeão (2008, 2016) 2007 2016 2
Copa do Brasil 17 Oitavas de final (5 vezes) 1989 2014
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 3 Semifinal (1979) 1979 1988
Últimas dez temporadas
Brasil Brasil São Paulo São Paulo
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Campeonato Paulista
Div. Pos. Pts J V E D GP GC Fase Máxima Div. Pos.
2008 C 53 32 15 8 9 47 34 1F A1 16º
2009 B 69 38 21 6 11 55 51 2F A1 19º
2010 A 18º 37 38 8 13 17 33 53 R16 A2 14º
2011 B 12º 52 38 15 7 16 51 48 2F A2
2012 B 18º 41 38 10 11 17 36 47 2F A1
2013 C 14° 24 18 5 9 4 15 13 1F A1 20º
2014 C 13º 24 18 5 9 4 14 15 1F A2 13º
2015 C 11º 29 18 7 8 3 23 17 A2
2016 C 45 24 13 6 5 37 22 A2
2017 B A disputar A2 Ad


Legenda:
     Campeão.
     Vice-campeão.
     Eliminado na semifinal.
     Classificado à Copa Libertadores da América pela campanha no Campeonato Brasileiro.
     Classificado à Copa Libertadores da América pelo título da Copa do Brasil ou Copa Libertadores.
     Classificado à Copa Sul-Americana ou Copa Conmebol.
     Rebaixado à divisão inferior.
     Promovido à divisão superior.

Hino[editar | editar código-fonte]

O hino oficial do Guarani Futebol Clube é de autoria do compositor campineiro Oswaldo Guilherme, que compôs a letra e a música. Há gravadas versões equivocadas do hino, que dizem "em todo o campo que eu vou" e "construímos com devoção". O correto:

“Eu levo sempre comigo, Em todo campo que eu for, A bandeira do verde e branco, Símbolo do torcedor.

Brinco de Ouro, a nossa taba, Construído com devoção, Nossa Família Bugrina, Tem raça e tradição.

Refrão Avante, avante meu bugre! Com fibra e destemor! A cada nova jornada, Guarani é mais amor.

Avante, avante meu bugre! Que nós vibramos por ti! Na vitória ou na derrota, Hoje e sempre, Guarani.”

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Elenco atual[editar código-fonte]

Soccerball current event.svg Última atualização: 17 de janeiro de 2017.[3]

Legenda
  • Capitão: Capitão.
  • Emprestado.: Jogador emprestado.
  • Voltaram de Empréstimo.: Retorno de empréstimo
  • Lesionado: Jogador com lesão média ou grave
  • +: Jogador em fase final de recuperação
  • +: Jogador que volta de lesão/contusão
  • Suspenso: Jogador suspenso


Goleiros
Jogador
- Brasil Evair Matos Prata da casa
1 Brasil Leandro Santos
25 Brasil Passarelli Prata da casa
- Brasil Vitor Kuhn Prata da casa
12 Brasil Luis Henrique
Defensores
Jogador Pos.
' Brasil Gabriel Alves Prata da casa Z
' Brasil João Victor Prata da casa Z
15 Brasil Léo Rigo Prata da casa Z
14 Brasil Philipe Maia Z
4 Brasil Diego Jussani Z
5 Brasil Auremir LD
2 Brasil Lenon LD
' Brasil Mailon Prata da casa LD
16 Brasil Ernani LE
6 Brasil Gilton LE
' Brasil Salomão Prata da casa LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
' Brasil Caio Mazo Prata da casa V
' Brasil Chiclete Prata da casa V
' Brasil Gabriel Alves Prata da casa V
' Brasil Gabriel Godoy Prata da casa V
' Brasil Leonardo Prata da casa V
' Brasil Maycon Prata da casa V
' Brasil Alyson Prata da casa M
' Brasil Evandro M
10 Brasil Fumagalli Capitão M
' Brasil Leozinho Prata da casa M
' Brasil Marcinho Prata da casa M
' Brasil Marcolino Prata da casa M
Atacantes
Jogador
' Brasil Anderson Prata da casa
' Brasil Arthur Prata da casa
19 Paraguai Braian Samúdio
' Brasil Eliandro
' Brasil Luiz Marcelo Prata da casa
' Brasil Robson Prata da casa
' Brasil Uederson
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Ney da Matta T

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Jogadores[editar | editar código-fonte]

  • 1º - Camisa verde, calção branco e meias verdes.
  • 2º - Camisa branca, calção verde e meias brancas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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Primeiro.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo.

Goleiros[editar | editar código-fonte]

  • Azul com detalhes brancos;
  • Grená com detalhes brancos.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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'

Temporadas anteriores[editar | editar código-fonte]

2014

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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1º uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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3º uniforme

2013

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º uniforme

2012

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º uniforme

2011

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º uniforme

2010

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º uniforme

2009

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º uniforme

2008

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º uniforme

Presidentes do clube[editar | editar código-fonte]

A maior do interior[editar | editar código-fonte]

A torcida bugrina é considerada, em muitas pesquisas oficiais (Correio Popular, EPTV, RMC, entre outros meios de comunicação), a maior torcida do interior do Brasil, ou seja, retirando-se, dos dados, os clubes de capitais estaduais e o Santos Futebol Clube.[4][5] Apresenta a melhor média de público do interior do Brasil, mesmo estando em divisões de acesso, desde 2012.

O Guarani possui, hoje, duas torcidas organizadas em atividade: a Fúria Independente (desde 1995), considerada a maior torcida organizada do interior do Brasil, e também a torcida Guerreiros da Tribo (desde 1976), a torcida organizada mais antiga do clube ainda em atividade.

Fatos históricos[editar | editar código-fonte]

  • O Bugre possui o recorde de público de Campinas, com 52 002 pessoas, no jogo Guarani versus Flamengo, em 1982 (a capacidade divulgada naquela época era de 53 mil, diminuída para proporcionar maior conforto e segurança).
  • O Guarani também possui vantagem no chamado Derby Campineiro. São 185 partidas disputadas com 65 vitórias, 61 empates e 58 derrotas, além de um resultado desconhecido.
  • A revista Placar, que, ao final de cada Campeonato Brasileiro, concede o troféu Bola de Prata aos melhores jogadores em cada posição, já premiou atletas bugrinos em diversas ocasiões, a saber:
  • Artilheiros do Campeonato Brasileiro com a camisa do Guarani: Edmar (1985, 20 gols) e Amoroso (1994, 19 gols).
  • Artilheiros do Campeonato Paulista: Jorge Mendonça (1981, 38 gols), Evair (1988, 19 gols) e Rubem (1990, 12 gols).
  • Artilheiro da Taça Libertadores da América: Miltão (1979, 6 gols).
  • No Campeonato Brasileiro de 1982 o ataque formado por Lúcio, Jorge Mendonça, Ernani Banana e Careca fez 63 gols em 20 jogos, estabelecendo o recorde de média de gols em Brasileiros que se mantém - 3,15 gols por partida.
  • Também pertence, ao Guarani, o recorde de vitórias consecutivas em campeonatos brasileiros: doze, estabelecido em 1978.
  • O Bugre disputou a Taça Libertadores da América em três ocasiões. Em 1979, foi quarto colocado, em 1987 chegou à segunda fase e, em 1988, às oitavas de final. O Guarani também participou da extinta Taça Conmebol em 1995.
  • O Guarani mantém equipes de modalidades como taekwondo, ginástica olímpica, natação, tênis, basquete, vôlei e futebol feminino, que freqüentemente representam a cidade de Campinas nos Jogos Abertos do Interior.
  • Embora na prática o clube tenha sido criado em 1º de abril, os fundadores do Guarani resolveram que a agremiação só passaria a existir no dia seguinte, a fim de evitar gozações com o Dia da Mentira. Por esse motivo, ficou-se estabelecido que a data oficial de fundação do Bugre seria o dia 2 de abril de 1911 .
  • O Estádio Brinco de Ouro da Princesa ganhou esse nome graças a uma matéria feita por João Caetano Monteiro Filho para o jornal Correio Popular, quando seu projeto ainda estava na maquete. Ao visualizar as feições circulares do então futuro estádio, o jornalista achou que ele tinha o formato de um brinco. Como a cidade de Campinas é conhecida pelo apelido de "Princesa D'Oeste", João Caetano escreveu uma matéria com a manchete Brinco de Ouro para a Princesa. A alcunha se popularizou e acabaria por se tornar o nome oficial do estádio do Guarani.
  • O Guarani e o Botafogo (SP) foram os únicos clubes do interior que cederam os seus estádios para jogos da Seleção Brasileira. Em 1990, no jogo Brasil versus Bulgária, ocorreu o segundo maior público do Brinco (51 720 pagantes).
  • O Guarani é o único clube do interior que já foi campeão brasileiro: em 1978, ao vencer o Palmeiras nos 2 jogos finais.
  • O Bugre possui, hoje, a maior bandeira dos times do interior e a 6ª maior do Brasil, com 140 x 40 metros. Ela estreou no último jogo do time na série B do Campeonato Brasileiro, em 2009, retornando a elite do futebol brasileiro em 2010.
  • No dia 23 de outubro de 2016, o Guarani obteve uma vitória histórica de 6 a 0 contra o ABC de Natal no jogo de volta da semifinal do Série C após perder na casa do adversário por 4 a 0, conseguindo uma improvável reversão de resultado.
  • Muitos atletas que se consagraram no Bugre também se consagraram no Corinthians: Amaral (zagueiro), Zenon, Neto (meias), João Paulo, Luizão e Edmar (atacantes).

Artilheiros[editar | editar código-fonte]

Maiores artilheiros da história do Guarani Futebol Clube:

 
Goleadores
1. Zuza 149+
2. Careca 109
3. Nenê 100+

Outros atacantes de destaque revelados pelo Guarani[editar | editar código-fonte]

Márcio Amoroso dos Santos (Amoroso), Luiz Carlos Bombonato Goulart (Luizão), Evair Aparecido Paulino (Evair), Sérgio Luís Donizetti (João Paulo) e Jonas Gonçalves Oliveira (Jonas).

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

Ranking atualizado em 09 de dezembro 2015

  • Posição: 46º.
  • Pontuação: 2 649 pontos.[6]

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol para pontuar todos os clubes do Brasil.[7]

Commons
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Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Torneios extintos Copa Centro-Oeste  • Copa Sul-Minas  • Torneio Rio-São Paulo
Aumento Equipes promovidas de série em 2016 • Baixa Equipes rebaixadas de série em 2016