Gucci

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Gucci
Subsidiária
Atividade Indústria da moda
Fundação 1921 (101 anos)
Fundador(es) Guccio Gucci
Sede Florença, Itália
Pessoas-chave Marco Bizzarri (CEO)
Alessandro Michele (diretor criativo)
Website oficial www.gucci.com

Gucci é uma casa de moda de luxo italiana com sede em Florença, Itália.[1] Suas linhas de produtos incluem bolsas, roupas, calçados e acessórios, maquiagem, fragrâncias e decoração de casa.

A Gucci foi fundada por Guccio Gucci (1881-1953) em 1921. Com a direção de Aldo Gucci (filho de Guccio), a Gucci tornou-se uma marca de grife mundialmente conhecida. No ano de 1999, foi adquirida pelo conglomerado francês Pinault Printemps Redoute, que mais tarde tornou-se a Kering. Durante a década de 2010, a marca tornou-se uma marca icônica "geek-chique". [2]

Em 2019, a Gucci operou 487 lojas para 17.157 funcionários e gerou €9,628 bilhões em vendas. Marco Bizzarri é o CEO da Gucci desde dezembro de 2014 e Alessandro Michele diretor criativo desde janeiro de 2015.

História[editar | editar código-fonte]

Como outras grandes marcas, a Casa Gucci começou com a fabricação de peças de couro feitas artesanalmente pela família.

Bolsa Gucci vendida entre 1960 e 1965

Nos anos 1990, a empresa foi à falência e a direção artística da marca italiana foi entregue a Tom Ford, que lhe atribuiu uma nova imagem, mais jovem e chic, popularizando a marca por todo o mundo. Provavelmente devido a conflitos internos, Tom Ford retirou-se da Gucci em 2005 e assumiu uma marca própria.

"Nos últimos anos, após uma reformulação inspirada pelo diretor criativo Alessandro Michele , a Gucci se tornou extremamente popular, principalmente em centros turísticos como Londres, Paris e Milão", escreveu a Forbes em fevereiro de 2021. (...) A influência de Michele colocou a Gucci em uma trajetória ascendente a partir de 2015 - e em 2019 a marca respondia por 60% da receita do grupo Kering".[2]

Morte do herdeiro[editar | editar código-fonte]

Em 27 de março de 1995, o então herdeiro do império, Maurizio Gucci, neto dos fundadores e então já afastado da administração, foi assassinado a mando de sua ex-esposa, Patrízia Reggiani.[3]

Faturamento e valor de mercado[editar | editar código-fonte]

Na lista da Forbes de "Marcas Mais Valiosas" de 2019 (World’s Most Valuable Brands), a Gucci aparecia na 31ª posição, valendo 22,6 bilhões de dólares, com uma receita de 10,8 bilhões ao ano, [4] atrás apenas da concorrente de luxo Louis Vuitton (9º).

Em 2020, devido à pandemia de covid-19, que afetou a ida de turistas a suas lojas, a empresa teve uma queda de 23% em suas vendas. [2] [5]

Filiais[editar | editar código-fonte]

América do Sul[editar | editar código-fonte]

O Brasil e o Chile são os únicos países da América do Sul que possuem lojas físicas da Gucci.

Brasil[editar | editar código-fonte]

No Brasil, são ao todo nove lojas:

Chile[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. «About Gucci». Gucci 
  2. a b c Rozario, Kevin. «Gucci's Reliance On Missing Tourists Exposed As Sales Tumble 23%». Forbes (em inglês). Consultado em 15 de março de 2021 
  3. «Condenada a 26 años de cárcel la ex mujer de Maurizio Gucci». HOLA (em espanhol). 20 de fevereiro de 2001. Consultado em 15 de março de 2021 
  4. «The 2020 World's Most Valuable Brands». Forbes (em inglês). Consultado em 15 de março de 2021 
  5. «Com turistas em casa, Gucci perde receita e fica para trás de seus rivais». ISTOÉ DINHEIRO. 17 de fevereiro de 2021. Consultado em 15 de março de 2021 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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