Guerra Civil no Curdistão Iraquiano

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Guerra Civil Curda
Parte da(o) Conflito curdo-iraquiano e Zonas de exclusão aérea no Iraque
KDP and PUK controlled areas of Kurdistan.png
Em amarelo, áreas controladas pelo PDC. Em verde, áreas controladas pelo UPC.
Período Maio de 1994 - 24 de novembro de 1997
Local Curdistão iraquiano
Resultado Cessar fogo firmado; criação de dois governos regionais curdos, em Sulaymaniyah e em Erbil
Participantes do conflito
Former Flag of KDP.png PDC

Flag of Iraq (1991–2004).svg Iraque
 Turquia
PDCI
 Irão (até 1995)

Flag of PUK.png UPC

Flag of Kurdistan Workers' Party 1978.png PKK
CNI
KCP
ASII
 Irão (após 1995)

Líderes
Former Flag of KDP.png Massoud Barzani
Former Flag of KDP.png Rowsch Shaways
Flag of Iraq (1991–2004).svg Saddam Hussein
Turquia İsmail Hakkı Karadayı
Flag of Partiya Demokrat a Kurdistana Îranê.png Mustafa Hijri
Flag of PUK.png Jalal Talabani
Flag of PUK.png Nawshirwan Mustafa
Flag of PUK.png Kosrat Rasul Ali
Ahmad Chalabi
Flag of Kurdistan Workers' Party 1978.png Abdullah Öcalan
Forças
Former Flag of KDP.png PDC: 25 000
(30 000 na reserva)[1]

Flag of Iraq (1991–2004).svg Iraque: 30 000 (1996)[2]
 Turquia: 50 000 (1997)[3]
Flag of Partiya Demokrat a Kurdistana Îranê.png PDCI: 600 (1998)[4]

Flag of PUK.png UPC: 12 000
(6 000 na reserva)[1]
INC: 1 000 (1995)[5]

Flag of Kurdistan Workers' Party 1978.png PKK: 5 000-10 000 (1994)[6]
 Irão: 2 000 (1996)[7]
ASII: 5 000[8]

Baixas
Mais de 5 000 mortos[9]

A Guerra Civil Curda iraquiana (em Curdo: Birakujî [٣١ ئاب] ou "Fratricídio") foi um conflito militar que aconteceu entre diversas facções curdas na região noroeste do Iraque em meados da década de 1990. As duas principais partes em conflito uma com a outra era o Partido Democrático do Curdistão (PDC) e a União Patriótica Curda (UPC). Os principais motivos do conflito foram disputas por cidades petrolíferas, rivalidades internas e desconfiança na recém criada região autônoma do Curdistão iraquiano.[10]

Durante a guerra, militantes de outros grupos curdos, vindos do Irã e da Turquia, também se envolveram, atraindo o interesse não só do governo iraquiano (país onde aconteciam os combates) mas também das autoridades turcas e iranianas, ameaçando desestabilizar a região, o que também acabou atraindo a atenção dos Estados Unidos. Estima-se que de 3 000 a 5 000 pessoas, entre civis e combatentes, tenham morrido durante os três anos de conflito.[11]

Referências