Guerra do Irã em 2026
Este artigo ou se(c)ção trata de um conflito armado recente ou em curso. |
| Guerra do Irã em 2026 | ||||
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Locais atingidos por:[1][2][3] | ||||
| Data | 28 de fevereiro de 2026 – presente (há 7 semanas e 2 dias) | |||
| Local | Oriente Médio (principalmente a região do Golfo Pérsico) e Oceano Índico | |||
| Situação | Cessar-fogo temporário desde 8 de abril de 2026
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| Envolvimento dos Estados Unidos em mudanças de regime |
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Em 28 de fevereiro de 2026, Israel e os Estados Unidos lançaram um ataque conjunto coordenado contra vários locais no Irã, desencadeando um grande conflito. Codinome Operação Leão Rugidor por Israel[57][58] e Operação Fúria Épica pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos,[59][60] teve como alvo importantes autoridades iranianas, comandantes militares e instalações, e visava a mudança de regime.[61]
O ataque foi precedido por negociações nucleares indiretas mediadas por Omã, que terminaram sem acordo.[62] Os EUA então iniciaram seu maior aumento de presença militar no Oriente Médio desde a invasão do Iraque em 2003.[63] Começou com ataques conjuntos dos EUA e de Israel nas cidades de Teerã, Isfahan, Cume, Caraje e Quermanxá. O ataque incluiu o assassinato do líder supremo Ali Khamenei, cujo complexo foi destruído, bem como de Ali Shamkhani, ex-chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, e de vários outros funcionários iranianos.[64]
Em retaliação, o Irã lançou dezenas de drones e mísseis balísticos por todo o Golfo Pérsico, além de atacar Israel,[65] bem como bases militares americanas[65] na Jordânia, Cuaite,[66] Barém,[66] Catar,[66] Iraque,[67] Arábia Saudita[68] e Emirados Árabes Unidos.[69] Codinome Operação Promessa Verdadeira 4.[70] Relatos indicam que o Irã lançou ataques contra instalações de aviação civil, incluindo aeroportos internacionais, no Cuaite e nos Emirados Árabes Unidos.[71][72][73] Os houthis, baseados no Iêmen, anunciaram que retomariam seus ataques no Mar Vermelho.[74][75] O fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã interrompeu o transporte global de petróleo e gás.[76]
Trump declarou que o objetivo da operação era destruir as capacidades militares e de mísseis do Irã, impedir que o Irã obtivesse armas nucleares e, em última instância, derrubar o regime.[77] Em 1.º de março, Trump afirmou que a operação levaria um mês ou menos para que esses objetivos fossem concluídos.[78] Analistas questionaram se esses objetivos, eles próprios sujeitos a alterações, poderiam ser concluídos nesse prazo.[79][80][81]
As Nações Unidas e vários países não envolvidos condenaram os ataques iniciais por minarem a estabilidade do Oriente Médio; outros condenaram os ataques retaliatórios do Irã contra aliados dos EUA na região.[82] Os críticos da operação também a descreveram como ilegal segundo a legislação dos EUA e uma violação da soberania do Irã[83] sob a lei internacional.[84] Funcionários do governo Trump informaram que, em uma atualização ao Congresso, os assessores do Pentágono contradisseram uma afirmação da Casa Branca e disseram que não havia informações de que o Irã estivesse planejando um ataque preventivo contra os EUA.[85][86] Tanto comemorações quanto protestos contra os ataques foram realizados em todo o mundo, com vários tiroteios ocorrendo também em resposta aos ataques.[87]
O impacto económico da guerra, descrito como a maior perturbação no fornecimento mundial desde a crise energética dos anos 70, incluiu aumentos dos preços do petróleo e do gás, perturbações generalizadas na aviação e no turismo e maior volatilidade nos mercados financeiros. Entre os factores que contribuíram para tal, contam-se o encerramento do Estreito de Ormuz pelo Irã, considerado por alguns como uma violação do direito do mar, e os ataques de Israel e do Irã a instalações energéticas, ambos interrompendo os envios globais de petróleo e gás.[88][89]
A 23 de março de 2026, o presidente Donald Trump anuncia a suspenção de ataques às infraestruturas energéticas iranianas por cinco dias, e conversações produtivas com o Irã.[90][91] No dia seguinte, Os Estados Unidos enviaram um plano de paz de 15 pontos ao Irã. A informação foi avançada por vários meios de comunicação e agências, incluindo a Reuters e o New York Times.[92]
Contexto
[editar | editar código]No final de dezembro de 2025, grandes protestos anti-regime em todo o país eclodiram no Irã, impulsionados principalmente pela crise econômica, o colapso do rial e o aumento dos preços. Os protestos, que incluíam pedidos de mudança de regime, tornaram-se os maiores desde a revolução de 1979,[93] espalhando-se por mais de 100 cidades em todo o país.[94] O regime iraniano respondeu com repressão violenta, incluindo massacres de manifestantes, com os incidentes mais letais ocorrendo em 8 e 10 de janeiro de 2026.[95] O número de mortos é agora estimado em dezenas de milhares, com os números mais recentes variando entre 30 000 e 43 000.[96][97] A AP News relatou que o uso esmagador da violência pelo governo causou desespero entre o público iraniano e gerou esperanças de um ataque americano.[98] Vários estudiosos argumentaram que o regime iraniano agora enfrenta um estado frágil que poderia levar à sua queda.[99]
Em 13 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou apoio aos manifestantes anti-governo iranianos,[100] e, mais tarde, em 23 de janeiro, Trump anunciou que uma "armada" dos EUA estava se dirigindo para o Oriente Médio, incluindo o porta-aviões USS Abraham Lincoln e vários destroieres de mísseis guiados.[101] Autoridades dos EUA e europeias afirmaram que Washington apresentou ao Irã três exigências principais: um fim permanente de todo enriquecimento de urânio, limites rigorosos ao programa de mísseis balísticos do Irã e uma interrupção completa do apoio a grupos regionais por procuração, como Hamas, Hezbollah e os Hutis.[102]
Em 6 de fevereiro de 2026, o Irã e os Estados Unidos realizaram negociações nucleares indiretas na capital de Omã, Mascate. O Irã enfatizou que o progresso depende de consultas nas capitais.[103] Uma segunda rodada de negociações nucleares está programada para Genebra.[103] No início de fevereiro de 2026, os EUA também enviaram um segundo porta-aviões, o USS Gerald R. Ford, ao Oriente Médio para aumentar a pressão sobre o Irã.[104] Em 11 de fevereiro de 2026, o 47º aniversário da Revolução de 1979 foi marcado por comícios pró-governo e forte retórica antiamericana.[105] Em 13 de fevereiro de 2026, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a mudança de regime no Irã seria "a melhor coisa que poderia acontecer".[106] No dia seguinte, em 14 de fevereiro, autoridades dos EUA informaram à Reuters que o exército americano está se preparando para operações sustentadas por várias semanas contra o Irã, e não apenas um ataque limitado; isso indica uma campanha ampla que poderia atingir infraestrutura estatal e de segurança iraniana, não apenas instalações nucleares.[107] Em 24 de fevereiro de 2026, durante o discurso do Estado da União, Trump acusou o Irã de retomar esforços para construir armas nucleares, condenando essas supostas ambições como "sinistras" e afirmando que o Irã também havia desenvolvido capacidades de mísseis cada vez mais avançadas, que poderiam ameaçar os EUA, a Europa e bases americanas no exterior. Ele advertiu que os EUA estavam preparados para agir se necessário.[108]
Ataques
[editar | editar código]Ataques iniciais israelenses e americanos
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Os ataques aéreos ao Irã começaram durante a luz do dia na manhã de sábado, 28 de fevereiro; o sábado é o primeiro dia da semana no Irã e um dia normal de trabalho.[109] Explosões foram relatadas depois que o Ministro da Defesa Israel Katz confirmou[quando?]um ataque israelense.[110][111][112] O The Times of Israel relatou que Katz classificou os ataques como um "ataque preventivo" destinado a "remover ameaças ao Estado de Israel".[113] Entre os alvos estava um distrito em Teerã onde o líder supremo iraniano Ali Khamenei normalmente reside; o local também abriga o palácio presidencial e o Conselho Supremo de Segurança Nacional.[114] Sete mísseis foram confirmados atingindo esta área.[115] Posteriormente, o The New York Times relatou que um "oficial dos EUA disse que ataques militares americanos no Irã estão em andamento".[116] Autoridades americanas também confirmaram que os bombardeios foram coordenados com os EUA.[117] A Força Aérea Israelense (IAF) afirmou ter atingido 500 alvos militares no oeste e no centro do Irã, incluindo defesas aéreas e lançadores de mísseis, utilizando aproximadamente 200 caças, na maior surtida de combate da sua história.[118] Os ataques iniciais receberam de Israel o codinome "Operação Gênesis" (em hebraico: מטס בראשית).[119][120]
Israel, em seguida, declarou estado de emergência, citando a expectativa de um ataque iraniano.[113] Sirenes soaram em Israel enquanto o governo alertava os seus cidadãos para permanecerem em áreas protegidas.[121] O embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee, encorajou os cidadãos americanos a tomarem medidas imediatas ao ouvirem as sirenes,[122] e o presidente dos EUA, Donald Trump, alertou que vidas americanas poderiam ser perdidas.[123] O Ministério da Saúde israelense transferiu as instalações de seus hospitais para o subsolo.[124] Segundo a Iran International, o porta-voz militar israelense em língua persa, tenente-coronel Kamal Penhasi, emitiu um alerta urgente para os civis iranianos que residem nas proximidades de indústrias e infraestruturas militares, ordenando que evacuassem imediatamente e afirmando: "A sua presença nestas áreas coloca a sua vida em risco."[125]
Autoridades dos EUA confirmaram que os Estados Unidos estão realizando ataques ao Irã, descrevendo-os como "não sendo um ataque pequeno".[126] De acordo com um oficial dos EUA, dezenas de ataques americanos estão sendo executados por aviões de ataque estacionados em bases pelo Oriente Médio, provenientes de um ou mais porta-aviões.[127] A Reuters relatou que os ataques seriam realizados pelo ar e pelo mar.[128] Oficiais militares de Israel disseram que meses de planejamento antecederam seus bombardeios, permitindo identificar alvos precisos, obter "surpresa tática" e garantir o apoio dos Estados Unidos.[129]
A Agência de Notícias Fars e a CNN relataram mais explosões em outras cidades do Irã, incluindo Cume, Quermanxá, Isfahã e Caraje.[130][131] Em Teerã, relatos informaram que ataques com mísseis atingiram a Rua da Universidade, na área da Rua Jomhouri, e na área de Seyed Khandan, na parte norte da cidade.[132] Serviços de comunicação por toda a Teerã foram prejudicados após os ataques,[133] e um apagão de internet quase total foi reportado pelo NetBlocks.[134][135][136] Segundo a BBC, o escritório do Líder Supremo Ali Khamenei e o gabinete presidencial de Masoud Pezeshkian em Teerã foram atingidos durante os bombardeios.[134] O Canal 12, citando fontes israelenses não identificadas, relatou que Israel avalia haver "indicações crescentes" de que Khamenei provavelmente tenha sido morto no ataque, ou que ele ficou "no mínimo ferido".[137]
Um porta-voz das Forças de Mobilização Popular iraquianas informou que dois de seus combatentes foram mortos e outros três ficaram feridos durante ataques em Jurf al-Sakhar, ao sul de Bagdá.[138] De acordo com a Iran International, citando a Agência de Notícias dos Estudantes Iranianos (ISNA), milhares de membros do IRGC, incluindo vários altos comandantes,[139] morreram ou ficaram feridos devido aos bombardeios a diversas bases militares.[125] Foi noticiado também que a cidade portuária de Buxer sofreu ataques; porém, não ficou claro se o reator nuclear local sofreu algum dano.[125] A CNN mencionou que o momento escolhido para as ofensivas possui um peso simbólico no judaísmo, visto que ocorreu às vésperas do feriado judaico de Purim, em 2 de março.[140]
Declarações dos líderes dos EUA e de Israel sobre o propósito dos ataques
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Duas horas após o início dos ataques, o presidente dos EUA, Donald Trump, divulgou uma declaração em vídeo de 8 minutos, dizendo que o objetivo dos bombardeios americanos no Irã era efetivamente a mudança de regime. Trump afirmou que as "atividades ameaçadoras" do Irã colocaram os EUA e seus aliados em perigo. Ele citou a crise dos reféns no Irã, o apoio a organizações parceiras (proxies) como o Hamas e o Hezbollah, os assassinatos de manifestantes e a sua suposta busca por armas nucleares. Ele declarou que no conflito, "As vidas de corajosos heróis americanos podem ser perdidas e podemos ter baixas. Isso acontece com frequência na guerra".[142] Ele intimou o Exército dos Guardiães da Revolução Islâmica (IRGC) a "depor as armas e ter imunidade total, ou como alternativa, enfrentar a morte certa". Dirigindo-se ao público, ele declarou: "Quando terminarmos, assumam o governo de vocês. Ele será de vocês para tomar. Esta será provavelmente a única chance de vocês em gerações." Ele acrescentou: "Por muitos anos, vocês pediram a ajuda da América, mas nunca a obtiveram… Então, vamos ver como vocês respondem. A América está apoiando vocês com uma força esmagadora e devastadora", concluindo: "Agora é a hora de assumir o controle do seu destino… Este é o momento para a ação. Não deixem passar."[143]
Pouco depois, Benjamin Netanyahu lançou uma declaração em vídeo dizendo que Israel e os Estados Unidos iniciaram ataques contra o Irã "para remover a ameaça existencial" representada pelo que ele chamou de "regime de terror no Irã". Netanyahu acusou a liderança do Irã de décadas de hostilidade, afirmando que "durante 47 anos, o regime dos aiatolás bradou 'Morte a Israel' e 'Morte à América'", e o descreveu como um "regime de terror assassino" que "não deve ser autorizado a se armar com armas nucleares". Ele declarou que a ação conjunta EUA-Israel "criaria as condições para o bravo povo iraniano tomar seu destino em suas próprias mãos", e conclamou o povo do Irã a "livrar-se do jugo da tirania".[144]
Resposta iraniana e ataques com mísseis no teatro de operações do Golfo Pérsico
[editar | editar código]O Irã atacou múltiplas bases militares dos Estados Unidos em toda a região do golfo Pérsico. O Barém ativou as sirenes de ataque aéreo alertando sobre uma ofensiva iraniana nas bases dos Estados Unidos em seu território, com a mídia árabe noticiando explosões e fumaça vistas na capital, Manama.[145][146] Mais tarde, o Barém confirmou os ataques e afirmou que o quartel-general da Quinta Frota dos EUA havia sido alvo.[147] Explosões também foram reportadas no Aeroporto Internacional do Cuaite e em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.[148][149] Segundo a CNN, o IRGC alegou que o Irã atingiu quatro bases americanas no Oriente Médio: a Base Aérea de Al Udeid no Catar, a Base Aérea de Ali Al Salem no Cuaite, a Base Aérea de Al Dhafra nos Emirados Árabes Unidos e o quartel-general da Quinta Frota da Marinha dos Estados Unidos no Barém; e um vídeo foi postado no qual fumaça pôde ser vista subindo na direção da base do Barém.[150] A Arábia Saudita confirmou que ocorreram ataques iranianos em Riade e em sua Província Oriental.[151] O país alegou ter interceptado os ataques iranianos com sucesso nessas áreas e declarou que o Reino "tomará todas as medidas necessárias" para se defender, "incluindo a opção de responder à agressão".[152] Relatórios adicionais atestam que, após interceptar com sucesso vários mísseis do Irã, os Emirados Árabes Unidos afirmaram que um civil de nacionalidade asiática foi morto por escombros de interceptação que caíram sobre uma área residencial.[134][153] O Catar afirmou que interceptou pelo menos duas ondas de ataques de mísseis, garantindo que nenhuma vítima ou danos a propriedades foram relatados.[154]
Um prédio de 9 andares foi atingido por mísseis no norte de Israel, ferindo uma pessoa.[138] Bombardeios também foram confirmados em Haifa e Telavive.[155] Informes garantem que mísseis vindos do Irã chegaram aos territórios da Jordânia e à capital Amã.[156][157] A Jordânia informou que suas Forças Armadas derrubaram dois mísseis balísticos iranianos apontados contra seu território[158] e que lidou com 54 chamados sobre destroços que causaram danos materiais, mas sem óbitos.[159] Na Síria, destroços de um míssil balístico iraniano caíram sobre um edifício residencial na cidade de Sueida, matando ao menos quatro civis.[160][161][162] Zonas residenciais de Dubai, nas proximidades da Dubai Marina e da Dubai Palm, sofreram ataques, originando um incêndio no hotel Fairmont The Palm, deixando quatro pessoas feridas, bem como num edifício residencial nos arredores de Doha.[163][164][154][165] Drones Shahed-136 visaram os arredores do Burj Khalifa, provocando uma ordem de evacuação e a ativação do protocolo de emergência do prédio.[166] Os Emirados Árabes Unidos disseram que haviam interceptado uma "nova onda" de mísseis iranianos e que "fragmentos das interceptações" caíram em Abu Dhabi e Dubai.[167] Ataques ao Aeroporto Internacional do Cuaite causaram ferimentos sem gravidade definida.[163] No Barém, à noite, reportou-se que uma torre situada numa área habitacional foi atacada por um drone do Irã.
Mais tarde no mesmo dia, Israel afirmou ter iniciado uma nova leva de ataques aéreos focados na defesa antiaérea e nos lançadores de mísseis da área central do Irã.[168]
1 de março
[editar | editar código]Ataques dos EUA e de Israel
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Em 1 de março, Israel executou outra onda de ataques contra alvos iranianos, como parte de sua campanha em andamento,[169] visando o centro da capital. Veículos de imprensa iranianos relataram fortes explosões.[170] Trump disse em uma publicação na Truth Social: “O Irã acaba de declarar que vai atacar com muita força hoje, mais forte do que jamais foi atacado antes. É melhor que não façam isso, pois se o fizerem, nós os atacaremos com uma força nunca antes vista!”[169] A USAF empregou bombardeiros B-2 para atacar instalações endurecidas de mísseis balísticos com bombas de 2 000 libras. Caças F/A-18 e F-35 da USN, com apoio de mísseis Tomahawk, também foram utilizados, juntamente com drones Lucas.[171][172] O CENTCOM declarou que foi instruído a “desmantelar o aparato de segurança do regime iraniano”.[173] As IDF disseram que bombardearam um F-4 e um caça F-5 que se preparavam para decolar de uma pista.[174] O sistema HQ-9B ao redor de Teerã também foi desativado.[175]
O principal oficial de segurança do Irã, Ali Larijani, anunciou um conselho de liderança temporário e acusou os EUA e Israel de tentarem desmantelar o Irã. Ele advertiu “grupos separatistas” sobre severas consequências caso tomassem alguma ação.[169] O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, ameaçou Trump e Netanyahu, afirmando que eles haviam cruzado uma linha vermelha e “pagariam por isso”.[169] O Tribunal Revolucionário de Teerã foi bombardeado e seu edifício foi destruído.[176] As vítimas do ataque aéreo à escola de Minab em 2026 subiram para 148 mortos, segundo a mídia estatal iraniana.[177] Explosões foram relatadas perto do Estádio Azadi, da Praça Azadi e da Torre Milad.[177] A Sociedade do Crescente Vermelho Iraniano relatou explosões perto de hospitais em Teerã, bem como perto de seu Edifício da Paz.[177] As IDF também declararam ter arrasado o “Estado-Maior das forças de segurança interna”, juntamente com o Quartel-General Thar-Allah.[178] Segundo a mídia iraniana, ataques EUA–Israel também atingiram a sede do rádio e da televisão estatais.[179]
Entre os oficiais mortos nos ataques estavam Mohammad Baseri, um funcionário do Ministério da Inteligência, e Gholamreza Rezaeian, chefe do departamento de inteligência da polícia FARAJA.[177] Trump informou à NBC News que “uma grande parte da liderança” do Irã havia sido morta.[180]
Retaliação iraniana
[editar | editar código]Na manhã de 1 de março, relatos confirmaram que o Irã lançou mísseis e drones contra Israel, Arábia Saudita, Barém, Catar, Cuaite, Emirados Árabes Unidos e Jordânia.[181][182][183] Relatos posteriores observaram mísseis do Irã disparados contra o quartel-general da Fifth Fleet no Barém.[184][182][183] Testemunhas viram fumaça de interceptações de mísseis sobre Dubai e colunas escuras subindo do Porto de Jebel Ali, nos Emirados Árabes Unidos.[169] Ocorreu uma explosão perto do Aeroporto de Arbil após um ataque por drones de milícias iraquianas.[177] O secretário de Defesa do Reino Unido, John Healey, afirmou que o Irã havia disparado dois mísseis na direção de bases britânicas no Chipre, mas acrescentou que não acreditava que elas estivessem sob ataque.[185][186] No entanto, o ministro da Defesa do Chipre, Vasilis Palmas, negou posteriormente que mísseis tenham sido lançados contra o país, e o primeiro-ministro Keir Starmer confirmou isso.[187]
Durante operações com drones no estreito de Ormuz, o porto de Ducme teria sido atingido por dois drones, ferindo um trabalhador expatriado,[188] e o Centro de Segurança Marítima de Omã confirmou que um petroleiro de bandeira de Palau, chamado Skylight, foi alvo a 5 milha náuticas (9,3 km) ao norte do porto de Caçapo, causando quatro feridos entre a tripulação indo-iraniana a bordo.[189] Outra embarcação, o petroleiro MKD VYOM de bandeira das Ilhas Marshall, foi danificada após ser atingida ao largo da costa de Omã, matando um tripulante.[190] Como resultado do fechamento do Estreito de Ormuz, 150 navios de carga, incluindo muitos petroleiros, ficaram retidos atrás do estreito.[191]
Assim como no dia anterior, Riade também foi atingida por ataques diretos.[192] Um míssil iraniano conseguiu romper as defesas israelenses e atingiu uma sinagoga em Bete-Semes, matando 9 pessoas, deixando 11 desaparecidas e ferindo outras 51.[193] Um drone iraniano atingiu o hotel Crowne Plaza em Manama, Barém, causando um incêndio e a intervenção das equipes de defesa civil do Barém para proteger turistas e funcionários no local.[194][195] Em Abu Dhabi, um drone foi interceptado nas proximidades do complexo Etihad Towers, perto da embaixada israelense, e, após a interceptação, seus destroços danificaram as torres e causaram ferimentos leves a uma mulher e a seu filho.[196] Ataques iranianos mataram uma pessoa e feriram 32 no Cuaite.[197]
O IRGC afirmou ter atingido o USS Abraham Lincoln com quatro mísseis,[198] o que foi posteriormente negado por um oficial dos EUA. A base naval francesa Camp de la Paix em Abu Dhabi também teria sido atingida por um míssil ou drone iraniano.[199] Dois drones iranianos tiveram como alvo um armazém na Base Naval de Al-Salam, em Abu Dhabi, causando um incêndio em dois contêineres que armazenavam materiais gerais.[200]
Por volta de 04:30 PST (12:30 GMT), segundo a Amazon, um centro de dados da Amazon Web Services nos EAU foi “atingido por objetos que o acertaram”, resultando em “faíscas e fogo”. A Reuters informou que isso resultou em um corte total de energia e no desligamento do centro, com a atuação de equipes locais do corpo de bombeiros, levando a uma interrupção temporária de conectividade na zona de disponibilidade afetada.[201]
Por volta de 15:30 GMT, a Arábia Saudita declarou que conseguiu interceptar vários mísseis que tentavam atingir a Prince Sultan Airbase e o Aeroporto Internacional Rei Khalid.[202] Uma refinaria saudita foi fechada após ter sido alvo de drones iranianos. Um analista afirmou que isso “marca uma escalada significativa”.[203] Oficiais militares do Reino Unido disseram que um Typhoon da RAF abateu um drone iraniano que seguia em direção ao espaço aéreo do Catar.[204] Mísseis e drones iranianos também atingiram uma base militar dos EUA perto de Arbil e um acampamento de campo da Bundeswehr no leste da Jordânia, ferindo um soldado americano.[205]
Perto do fim do dia, um ataque de míssil balístico conseguiu atingir uma área de Jerusalém Ocidental, causando danos materiais na via ao redor, danificando um veículo civil e ferindo seis pessoas.[206] Destroços de um míssil iraniano caíram em Ain Tarma, Síria.[207]
Desenvolvimentos diplomáticos
[editar | editar código]Resposta saudita
[editar | editar código]A CNN informou que o príncipe herdeiro Salman, com apoio dos EUA, prometeu empregar força militar contra novas incursões iranianas, chamando os ataques iranianos de “covardes”, já que o espaço aéreo saudita estava fechado para atacantes dos EUA e de Israel.[208]
Resposta do E3
[editar | editar código]Para evitar novos ataques iranianos, o E3 (Reino Unido, França e Alemanha) decidiu apoiar, se necessário, “medidas defensivas militares proporcionais” contra drones e mísseis balísticos, sinalizando potencial envolvimento direto.[209] O primeiro-ministro britânico Keir Starmer disse que os EUA podem usar bases britânicas para ataques “defensivos” contra o Irã.[210]
Negociações
[editar | editar código]Em 1 de março, Trump anunciou que o Irã estaria pronto para conversar, e que os EUA haviam concordado.[211] Mais tarde, Trump disse que, por ora, os combates continuavam, delineando um cronograma de quatro semanas para a guerra em entrevista ao Daily Mail.[212] Ali Larijani anunciou em seguida que o Irã não negociaria com os EUA.[213][214]
2 de março
[editar | editar código]Ataques dos EUA e de Israel
[editar | editar código]Os ataques concentraram-se em alvos em Teerã e Sanandaj, além de atingir locais militares e estratégicos, incluindo centros de comando e posições de mísseis.[215] Mais tarde naquele dia, o Irã afirmou que o complexo nuclear de Natanz foi atingido por ataques aéreos EUA–Israel.[216]
Mais tarde naquela manhã, os hospitais Khatam-al-Anbia e Gandi, em Teerã, foram atingidos por ataques, conforme relatado pelo Irã e verificado pela BBC Verify.[217] O primeiro hospital é associado ao governo.
Como resposta à agressão no norte por militantes no Líbano, as IDF prosseguiram com uma série de bombardeios estratégicos em Beirute e no Vale do Beca.[218] Ataques também atingiram o sul do Líbano.[219] Pouco depois, a força aérea israelense iniciou operações em Teerã.[220] A USAF atingiu aeronaves militares e lançadores de drones, incluindo múltiplos F-14 Tomcat em bases aéreas por todo o Irã.[221]
No contexto das hostilidades contra o Hezbollah, as forças armadas israelenses atacaram três cidades do sul do Líbano, incluindo Haris, Nabatieh al-Fawqa e Mayfadoun, e depois emitiram uma ordem de evacuação em cinquenta comunidades adjacentes.[222][223] A mídia saudita Al Hadath relatou que o líder político do Hezbollah e membro do Parlamento do Líbano Mohammad Raad foi morto em um ataque aéreo.[224] Israel advertiu libaneses que fugiram de suas casas a não retornarem, e várias pessoas disseram não saber como acessariam comida ou água após o anoitecer.[225]
Retaliação iraniana e ofensiva do Hezbollah
[editar | editar código]Por volta da meia-noite no horário local, a estação da Royal Air Force em Acrotíri, Chipre, foi alvo de um suposto ataque por drone, acionando sirenes de ataque aéreo em Acrotíri e Deceleia.[226] Cinco drones teriam sido interceptados, embora um tenha conseguido atingir o aeródromo, causando danos menores.[227][228] O sistema automatizado de alerta das forças britânicas declarou que havia uma “ameaça de segurança em curso”,[229] e o Ministério da Defesa afirmou que “a base respondeu” ao ataque. Isso foi posteriormente confirmado por autoridades cipriotas.[230] Isso ocorreu, segundo relatos, horas depois de o Reino Unido permitir que os EUA usassem suas bases militares para operações contra o Irã.[231] O Irã também afirmou ter abatido um drone MQ-9 Reaper dos EUA.
Fontes israelenses relataram projéteis lançados de dentro do Líbano contra o território do país nas primeiras horas de 2 de março, acionando sirenes em Haifa e na Galileia Superior.[232][233] As IDF disseram ter interceptado um foguete, enquanto outros atingiram áreas abertas.[234] A inteligência israelense acredita que o ataque foi resultado de uma ordem de Teerã, e o porta-voz das IDF emitiu uma declaração de emergência, dizendo que o ataque deve ser considerado “uma declaração oficial de guerra pelo Hezbollah”, prometendo “neutralizar” a ameaça.[218]
O Hezbollah confirmou a responsabilidade, alegando ter atacado uma base das IDF em Haifa em resposta à morte de Khamenei.[235] Dois drones tiveram como alvo o complexo Victory dos EUA perto do Aeroporto Internacional de Bagdá, e um deles teria atingido a base.[222] Houve relatos de explosões em Arbil, no Iraque.[236] Um grupo pró-Irã chamado “Guardians of the Blood Brigade” afirmou estar por trás desses dois ataques e alegou que foram em retaliação ao assassinato de Khamenei.[237] Um ataque iraniano teve como alvo o porto de Mina Salman no Barém, causando um incêndio.[238] A queda de destroços de um míssil interceptado sobre um “navio estrangeiro” na zona industrial de Salman resultou na morte de um trabalhador e em ferimentos graves em outros dois.[239] Uma instalação de refino foi danificada em Aramco em Ras Tanura, na Arábia Saudita, causando um incêndio contido. Inicialmente acreditou-se que teria sido causado por um ataque de drone, mas autoridades sauditas disseram que se tratava de destroços de um míssil iraniano interceptado.[240][241] O Ministério da Defesa do Cuaite disse que “vários” jatos dos Estados Unidos caíram no país.[242]
A CNN relatou explosões em grandes cidades do Golfo. Explosões foram relatadas em Dubai, Abu Dhabi e Doha. Segundo a agência estatal Kuwait News Agency, uma refinaria de petróleo foi atingida por estilhaços. Na Arábia Saudita, drones tiveram como alvo a refinaria de Ras Tanura. No Barém, o Ministério do Interior disse que sirenes soaram em todo o país.[243] No Chipre, o Aeroporto Internacional de Pafos foi evacuado após a detecção de um objeto estrangeiro não identificado no céu,[244] e, ao mesmo tempo, sirenes soaram novamente na base de Acrotíri após a detecção de uma possível ameaça.[245]
3 de março
[editar | editar código]Ataques dos EUA e de Israel
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Israel continuou a realizar bombardeios e operações no Líbano e no Irã nas primeiras horas do dia.[246] Israel afirmou ter matado um dos comandantes da IRGC,[247] e deteve uma dúzia de membros do Hezbollah após um ataque de foguetes contra Israel. As FDI anunciaram que haviam destruído a sede do Conselho Supremo de Segurança Nacional (SNSC), juntamente com a infraestrutura de comando e controle e o gabinete do presidente, observando que o alvo era "o quartel-general mais central e significativo do regime".[248] Além disso, o Ministro da Defesa de Israel autorizou uma invasão terrestre do Líbano para tomar posições estratégicas.[249][250] Segundo fontes dos EUA, eles danificaram severamente as capacidades navais do Irã, principalmente no Golfo de Omã, onde vários navios de guerra iranianos teriam sido destruídos e bases importantes atingidas.[251][252] O Palácio do Golestão, um Patrimônio Mundial da UNESCO, foi atingido por destroços de um ataque aéreo israelense-americano, causando danos[253] inclusive no Salão Brilhante e no Trono de Mármore. O Ministério do Patrimônio Cultural, Turismo e Artesanato pediu oficialmente à UNESCO para avaliar a situação, e a UNESCO emitiu uma declaração observando que danificar a propriedade viola as leis internacionais.[254] As FDI disseram ter matado Daoud Alizadeh, o comandante da filial do Líbano da Força Quds, em Teerã.[255] Ataques aéreos dos EUA-Israel também arrasaram o prédio do Conselho de Discernimento de Conveniência em Teerã.[256] De acordo com autoridades israelenses, os ataques podem se tornar mais intensos e envolver uma invasão terrestre mais profunda.[257] As FDI afirmaram ter atingido uma instalação secreta de desenvolvimento de armas nucleares em Teerã, identificada como Min Zadai, e ter destruído 300 lançadores de mísseis iranianos desde o início da guerra.[258]
No sul do Irã, o Aeroporto Internacional de Bushehr foi alvo de um ataque de precisão que resultou na destruição total de um Airbus A319 da Iran Air (EP-IEP) estacionado na pista. A Agência de Notícias Mehr relatou danos estruturais significativos no terminal do aeroporto.[259][260] A proximidade dos ataques à Usina Nuclear de Bushehr (aprox. 12 km de distância) levou a agência russa Rosatom a suspender a construção de novas unidades e evacuar funcionários não essenciais devido a uma perda de comunicação com autoridades iranianas.[261]
O presidente dos EUA, Trump, disse que os EUA mantinham um "suprimento virtualmente ilimitado" de armamento pesado, mas que buscavam mais suprimentos de outros estados. Trump acrescentou estar confiante em uma "GRANDE" vitória dos EUA.[262]
O Diretor-Geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, declarou que três paramédicos foram mortos e seis ficaram feridos enquanto trabalhavam para ajudar as pessoas afetadas no sul do Líbano.[263]
Preparações para ofensivas terrestres e revoltas
[editar | editar código]Enquanto os EUA expressavam relutância em enviar suas próprias tropas terrestres ao Irã, reportagens do The Wall Street Journal afirmaram que o presidente Trump estava aberto a apoiar milícias armadas, particularmente os curdos no Irã que estão em conflito com Teerã há décadas.[264] Os curdos têm sido historicamente aliados regionais dos Estados Unidos.[265] Os relatos coincidiram com a intensificação dos ataques nas áreas de maioria curda do oeste do Irã (Curdistão Iraniano), visando delegacias de polícia, postos de fronteira ao longo da fronteira Irã-Iraque e outras instalações de segurança, o que, segundo algumas fontes, pode ter "aberto o caminho para um avanço curdo"[264][266][267][268] e também sugeriu uma estratégia construída em torno dos curdos.[269] A organização de direitos humanos Hengaw afirmou que os ataques já resultaram nas mortes de centenas de agentes de segurança iranianos nas regiões curdas, o que, segundo ela, pode ter sido "subnotificado".[270] Poucos dias após o início dos ataques, Trump também conversou por telefone com líderes curdos dos dois principais partidos da Região do Curdistão do Iraque, Masoud Barzani e Bafel Talabani, discutindo o que foram descritos como tópicos "sensíveis".[271] A Região do Curdistão hospeda vários grupos armados de oposição curdos iranianos, que declararam sua prontidão para ajudar a derrubar o regime iraniano sob a égide da Coalizão de Forças Políticas do Curdistão Iraniano (CPFIK).[272][273] Esses grupos já haviam se tornado alvos de ataques iranianos durante o conflito, com drones e mísseis iranianos atingindo suas bases e acampamentos na Região do Curdistão, e alguns também alegaram ter realizado operações de combate dentro do Irã.[274] De acordo com a ITV News, desde o início do ano passado, armas têm sido contrabandeadas para o oeste do Irã para armar milhares de voluntários curdos, e fontes curdas disseram ao canal que as forças dos EUA e de Israel foram solicitadas a fornecer cobertura aérea quando qualquer operação terrestre desse tipo começar.[275] Esses relatórios foram corroborados pela CNN, que afirmou que a CIA estava trabalhando para armar as forças curdas a fim de provocar uma revolta no Irã, e que o presidente Trump teve um telefonema com Mustafa Hijri, o líder do Partido Democrático do Curdistão Iraniano.[265]
No início do conflito, o presidente Trump incentivou os iranianos a "assumirem o controle do seu governo" e disse que "a América está apoiando vocês com uma força esmagadora e devastadora", enquadrando a ação militar dos EUA como uma oportunidade para uma revolta mais ampla. Trump também compartilhou artigos de opinião argumentando que "não há necessidade de uma força de invasão dos EUA […] o povo iraniano é a tropa no terreno", sinalizando apoio à resistência interna.[276] No entanto, no dia anterior, o Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que não descartaria o envio de tropas terrestres americanas para o Irã.[277]
Retaliação iraniana e ataques do Hezbollah
[editar | editar código]Às 1h40 da manhã no horário local (22h00 GMT), uma série de fortes explosões foi registrada em Doha,[278] e continuaram a ser ouvidas horas depois.[279] Os EAU detectaram vários mísseis vindos do Irã em direção aos EAU por volta das 3h30 da manhã, horário local (23h30 GMT).[280] A embaixada dos EUA em Riade foi atingida por dois drones iranianos, causando um incêndio e forçando seu fechamento.[281][282][283] A Polícia de Israel informou que uma pessoa ficou ferida após a queda de estilhaços iranianos em Tel Aviv.[284] Também nas primeiras horas do dia, sirenes começaram a ser ativadas em todo o Barém, enquanto o governo pedia aos moradores que se protegessem.[281] Houve relatos de explosões em Arbil, com a Resistência Islâmica no Iraque reivindicando a responsabilidade pelo ataque, afirmando que tinham como alvo um hotel que abrigava tropas dos EUA.[285] O Hezbollah também lançou drones e mísseis contra um trio de bases israelenses.[286][287] Os serviços da Amazon Web Services (AWS) foram atacados em todos os estados do Golfo, causando danos significativos em suas instalações localizadas nos EAU e no Barém.[288] Houve um ataque ao Aeroporto Internacional de Hamad que foi contido pelas forças catarianas.[289] Um ataque iraniano à Zona da Indústria de Petróleo de Fujairah, nos EAU, fez com que destroços caíssem e iniciassem um incêndio.[290]
As cidades de Bnei Brak e Rosh HaAyin viram ataques iranianos que causaram um total de sete civis feridos.[291] O Hezbollah relatou ter abatido um drone israelense em Nabatieh.[292]
Um general iraniano da IRGC declarou que, se os ataques conjuntos dos EUA e de Israel continuarem contra o Irã, atingirá todos os centros econômicos do Oriente Médio.[293][294] O Ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, ameaçou que qualquer tipo de envolvimento militar, incluindo ações puramente defensivas na guerra por nações europeias, será considerado "um ato de guerra", após a mobilização europeia em Chipre (depois de ameaças iranianas à ilha) e o envolvimento europeu no esforço de guerra geral.[295][296] Foi relatado que a sede da CIA em Riade foi atingida por um drone e, mais tarde à noite, o reino abateu nove drones assim que entraram no espaço aéreo saudita.[297][298] O Consulado dos EUA em Al Seef, Dubai, foi atingido por múltiplos drones, resultando num incêndio.[299]
Ataques do Catar
[editar | editar código]Diplomatas ocidentais disseram ao The Jerusalem Post que o Catar atacou o Irã em seguida às tentativas iranianas de atingir diretamente o aeroporto de Doha;[264] o Canal 12 também relatou ataques do Catar.[300] O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Majed al-Ansari, negou que o Catar tivesse se juntado à "campanha contra o Irã".
4 de março
[editar | editar código]Estados Unidos e Israel
[editar | editar código]O ataque conjunto teve como alvo a praça Azadi, em Teerã, bem como instalações militares e a estação de metrô.[301] De acordo com a CNN, as Forças Armadas dos EUA destruíram 17 navios iranianos e quase 2.000 alvos.[302][303] Após a declaração do Irã sobre atirar em navios que passassem pelo Estreito de Ormuz, Trump disse que os EUA forneceriam escolta militar se necessário.[304]
As FDI anunciaram que um F-35I "Adir" abateu um jato caça Yak-130 iraniano de fabricação russa sobre Teerã, marcando a primeira vez na história que um caça furtivo derrubou um caça tripulado em combate.[305][306][307] Rubio anunciou que os ataques conjuntos entre EUA e Israel contra o Irã iriam aumentar de intensidade. Os ataques israelenses atingiram o quartel-general da Basij, além de plataformas de lançamento de mísseis, sistemas de defesa e a diretoria de suprimentos e logística afiliada às forças terrestres do regime.[308] Segundo fontes iranianas, Mojtaba Khamenei sobreviveu a um ataque aéreo.[309]
Retaliação iraniana e ataques do Hezbollah
[editar | editar código]O Catar prendeu dez indivíduos por operarem como uma célula da IRGC em território catari, coletando dados sobre infraestrutura militar, com alguns treinados para utilizar drones.[310] Um drone foi derrubado nas proximidades do Aeroporto Internacional de Bagdá, enquanto outra onda de drones e mísseis foi interceptada em Erbil.[311] Uma menina cuaitiana de 11 anos morreu em consequência de ferimentos após um incidente relacionado a estilhaços iranianos.[312] A Base Aérea de Al Udeid, descrita como "a maior base americana no Oriente Médio", foi atingida sem causar vítimas, informou o Ministério da Defesa do Catar.[313] A instalação de refino de petróleo Ras Tanura, da Aramco, foi atingida por um projétil.[314]
O Aeroporto Internacional de Larnaca foi temporariamente fechado devido ao avistamento de um objeto não identificado. Mais tarde, foi identificado como um drone do Líbano que tentava entrar no espaço aéreo cipriota; no entanto, foi abatido por F-16 gregos mobilizados para a região após as ameaças iranianas.[315][316] Relatos sugeriram um fechamento do espaço aéreo cipriota, mas isso foi posteriormente descartado como falso pelo governo cipriota, que também confirmou a existência do objeto não identificado vindo do Líbano no mesmo comunicado.[317] Um míssil balístico foi interceptado pela Turquia no distrito de Dortyol da província de Hatay, com um comunicado após a interceptação declarando que a Turquia reservava o direito de defender seu território e que a munição havia caído em seu território;[318][319] nenhuma vítima foi relatada pelo comunicado.
O grupo pró-Irã Saraya Awliya al-Dam reivindicou ter atacado um "ativo vital dos EUA" na Jordânia.[320]
Desenvolvimentos políticos e de segurança em Chipre
[editar | editar código]Trabalhadores americanos não essenciais em Chipre foram aconselhados a evacuar o país devido aos riscos de uma possível incursão iraniana no futuro.[321] Em uma reunião de emergência em Roma, Giorgia Meloni e outras autoridades italianas consideraram enviar reforços a Chipre em conjunto com o desdobramento militar de outras nações europeias (Grécia, França, Alemanha e Reino Unido), especificamente avaliando a possibilidade de enviar o contratorpedeiro Caio Duilio (com capacidade de até 350 quilômetros).[322]
Afundamento do IRIS Dena e esforços de resgate do Sri Lanka
[editar | editar código]Em 4 de março de 2026, a fragata da Marinha Iraniana IRIS Dena foi afundada no Oceano Índico por submarinos da Marinha dos Estados Unidos, a aproximadamente 40 milha náuticas (74 km; 46 mi) ao sul de Galle, no Sri Lanka. A embarcação estava retornando ao Irã após a sua participação na Revisão Internacional da Frota de 2026 e no exercício multilateral Exercício MILAN em Visakhapatnam, na Índia.[323][324][325]
Relatórios preliminares e fontes militares sugerem que a fragata foi alvo de um submarino da Marinha dos Estados Unidos operando na região como parte da escalada mais ampla de hostilidades entre a coalizão EUA-Israel e o Irã.[326][327] O navio emitiu um sinal de socorro ao amanhecer, provocando uma operação imediata de busca e resgate pela Marinha do Sri Lanka e pela Força Aérea do Sri Lanka.
De acordo com o Ministério da Defesa do Sri Lanka, o navio afundou no início da manhã, antes que as forças de resgate chegassem à área.[51] Trinta e dois membros da tripulação foram resgatados e transportados para o Hospital de Ensino Karapitiya em Galle para tratamento de ferimentos relacionados à explosão e exaustão.[328] No entanto, mais de 100 militares continuam desaparecidos, com pelo menos 78 feridos relatados durante o ataque inicial.
Após algumas horas, o Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, confirmou que a Marinha dos EUA havia lançado um ataque ao IRIS Dena.[329][330]
Rebelião curda
[editar | editar código]De acordo com um funcionário da Coalizão das Forças Políticas do Curdistão Iraniano, grupos armados curdos baseados no Iraque, consistindo em milhares de tropas do PJAK, haviam iniciado uma ofensiva militar em território iraniano, com as operações começando já em 2 de março.[331]
5 de março
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Azerbaijão
[editar | editar código]O governo do Azerbaijão afirmou, em 5 de março, que dois drones vindos do Irã atingiram o exclave de Naquichevão.[332] Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, um drone atingiu o edifício do terminal do Aeroporto Internacional de Naquichevão, enquanto outro caiu perto de uma escola na aldeia de Şəkərabad, danificando o aeroporto e ferindo dois civis.[333] O Azerbaijão convocou o embaixador iraniano,[334] retirou seus diplomatas do Irã[335] e prometeu uma resposta militar.[336] O ministro das relações exteriores do Irã, Abbas Araghchi, sugeriu tratar-se de um ataque de bandeira falsa israelense,[337] mas o portal Azer News relatou que um canal do Telegram afiliado ao Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica reivindicou a responsabilidade pelo ataque em Naquichevão.[338]

Chipre
[editar | editar código]Alarmes soaram nas bases militares do Reino Unido em Chipre duas vezes durante a visita do ministro da defesa britânico, John Healey, causando pânico generalizado e evacuações espontâneas na população local; no entanto, as bases confirmaram em ambas as instâncias que os mísseis não eram direcionados a Chipre.[339] Keir Starmer confirmou que as bases britânicas em Chipre seriam usadas para defender o espaço aéreo da Jordânia contra drones iranianos,[340][341] enquanto Itália, Países Baixos e Espanha confirmaram o envio de navios de guerra para defender a ilha,[342] incluindo a fragata Cristóbal Colón.[343] A Irlanda afirmou estar disposta a proteger Chipre e juntar-se à coalizão de defesa europeia mobilizada em torno da ilha, caso solicitado.[344]
6 de março
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A Marinha do Sri Lanka, operando na costa do país, internou o petroleiro iraniano IRIS Bushehr e sua tripulação de 208 pessoas. Este é o primeiro caso de um navio de guerra sendo internado em um país neutro desde a Segunda Guerra Mundial.[345] Donald Trump afirmou que "não há limites de tempo" para a duração da guerra,[346] e o secretário de defesa Pete Hegseth declarou que a guerra "apenas começou".[347]
Ataques aéreos dos EUA e de Israel atingiram um local de inteligência da Guarda Revolucionária em Lorestan.[348] Três mantenedores da paz ganenses alocados na UNIFIL foram feridos por um míssil no sul do Líbano.[349]
Iraque
[editar | editar código]Ataques no Iraque atingiram um hotel cinco estrelas da rede Rotana Hotels em Erbil.[350][351]
Azerbaijão
[editar | editar código]No Azerbaijão, um suposto complô terrorista ligado ao Irã contra o Oleoduto Bacu–Tiblíssi–Ceyhan, a embaixada de Israel e sinagogas em Bacu foi impedido pelas forças de segurança locais.[352][353] O julgamento dos supostos terroristas começou no mesmo dia, identificando-os como parte de uma célula do Estado Islâmico conhecida como "Vilayati-Khorasan" e da Guarda Revolucionária.[354][355]
7 de março
[editar | editar código]Forças dos EUA e de Israel executaram ataques contra diversos alvos em Teerã e Isfahan.[356] Os alvos foram descritos como infraestruturas do “regime terrorista”.[357] Simultaneamente, os EUA aprovaram uma venda de armas de US$ 151 milhões para Israel.[358] Além disso, os EUA enviaram um terceiro porta-aviões para o Oriente Médio, o USS George H. W. Bush.[359][360][361]
As instalações e refinarias de petróleo da empresa americana Halliburton localizadas em Baçorá foram atingidas por ataques iranianos.[362] O Aeroporto Internacional de Mehrabad, em Teerã, foi bombardeado nas primeiras horas da manhã.[363] A NDTV informou que, após uma semana de hostilidades, o Irã poderia ter apenas cerca de mil mísseis balísticos restantes.[364]
A Guarda Revolucionária afirmou que atacou o navio petroleiro Prima, de bandeira de Malta, com um drone após este "ignorar repetidos avisos da Marinha do CGRI sobre a proibição de tráfego e a natureza insegura do Estreito de Ormuz".[365]
Pezeshkian declarou a repórteres que o Irã pararia de atacar vizinhos a partir de 7 de março, a menos que fosse atacado por estes.[366] Apesar disso, o Aeroporto Internacional de Dubai foi posteriormente atacado por drones iranianos, suspendendo temporariamente as operações.[367] No mesmo dia, mísseis balísticos foram disparados do Bahrein em direção ao Irã, provavelmente por forças americanas.[368]
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, conversou com o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, e prometeu apoio militar britânico, incluindo caças, helicópteros e um destróier, para defender a Arábia Saudita, se necessário.[31]
Um drone atingiu o hotel Erbil Arjaan By Rotana após um alerta da embaixada dos EUA de que grupos alinhados ao Irã poderiam atacar hotéis frequentados por estrangeiros.[31]

8 de março
[editar | editar código]Na madrugada do dia 8, a mídia local iraniana registrou imagens de um incêndio de grandes proporções no depósito de petróleo de Shahran, nos arredores de Teerã. Os militares israelenses reivindicaram a responsabilidade pelos ataques aos depósitos de combustível e instalações relacionadas, que alegam ser ligadas às forças armadas iranianas.[369]
Neste dia, o segundo filho de Ali Khamenei, Mojtaba, foi designado como o novo líder supremo do Irã.[370]
Os militares iranianos confirmaram que o Estreito de Ormuz permanece aberto, mas declararam explicitamente que atacariam qualquer navio americano ou israelense que tentasse passar por ali.[369]
Um ataque com drones iranianos causou danos materiais a uma usina de dessalinização de água no Bahrein, informou o Ministério do Interior do país. A declaração surge um dia depois de o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, ter afirmado que os EUA atacaram uma usina de dessalinização de água doce na ilha de Qeshm, no sul do Irã, estabelecendo um “precedente”.[369][371] O Kuwait informou que dois agentes de segurança de fronteira foram mortos em serviço e que ataques ao escritório da previdência social também causaram incêndios.[371] Um míssil iraniano atingiu a cidade de Al-Kharj, no centro da Arábia Saudita, matando um indiano e um bengali.[372][373]
9 de março
[editar | editar código]O exército iraniano afirmou no dia 8 que pelo menos 104 pessoas foram mortas e 32 ficaram feridas em um ataque dos EUA contra o navio de guerra IRIS Dena, na costa do Sri Lanka.[374] Houve um ataque em larga escala na zona leste de Teerã, onde se localizam prédios residenciais. As autoridades afirmam que pelo menos 40 pessoas morreram no ataque em massa.[375] Ataques aéreos israelenses atingiram algumas instalações de armazenamento de petróleo do Irã, matando quatro pessoas.[376] Ataques a depósitos de combustível perto de Teerã fizeram com que um "rio de fogo" se espalhasse pelas ruas da área circundante, e a cidade foi engolfada por uma densa nuvem de fumaça preta, causando chuva negra ácida e tóxica na área circundante.[377]
Os Emirados Árabes Unidos informaram que seu consulado-geral na região curda do Iraque foi alvo de um ataque com drones, que causou danos, mas não deixou vítimas.[378]
A IRGC afirmou ter atacado a base aérea de Al-Adiri, no Kuwait. Alegou ter destruído tanques de combustível e gás da base, as rampas de helicópteros americanas e as instalações de logística e apoio.[379] Um ataque com drones iranianos no Bahrein feriu 32 pessoas, incluindo crianças, na área de Sitra, perto da capital Manama. Quatro vítimas ficaram em estado grave.[380]
O Comando Central dos EUA anunciou a morte de um sétimo militar americano em um ataque iraniano.[381]
Consequências
[editar | editar código]Israel declarou estado de emergência nacional. Israel Katz emitiu uma declaração dizendo: "Sob minha autoridade, nos termos da Seção 9C(b)(1) da Lei de Defesa Civil, 5711-1951, e após estar convencido de que há alta probabilidade de um ataque à população civil, declaro, por meio desta, um estado especial na linha de frente doméstica em todo o território do país."[382] Israel fechou seu espaço aéreo após o ataque.[383] O New York Times informou que escolas, locais de trabalho e eventos públicos também seriam fechados.[384]
Em meio ao renovado apagão de internet no Irã, a NetBlocks reportou que a conectividade caiu para 4% dos níveis normais.[385] Explosões também foram relatadas em Abu Dhabi.[386]
Baixas
[editar | editar código]Militares e autoridades
[editar | editar código]A Reuters noticiou que vários comandantes da Guarda Revolucionária Islâmica podem ter sido mortos, mas não conseguiu confirmar esta informação. Posteriormente, a agência noticiou, citando fontes militares e regionais israelitas, que o ministro da Defesa Aziz Nasirzadeh e o comandante da Guarda Revolucionária Islâmica Mohammad Pakpour foram provavelmente mortos por ataques aéreos israelitas.[387] O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, reconheceu as perdas, mas desvalorizou-as, considerando-as "um problema não tão grande". A Iran International noticiou que o chefe do Conselho de Defesa, Ali Shamkhani, tinha sido morto,[388] juntamente com quatro altos funcionários do Ministério dos Serviços de Informações.[389] As Forças de Defesa de Israel (IDF) declararam posteriormente ter confirmado as mortes de sete líderes de segurança iranianos, incluindo Shamkhani, Nasirzadeh e Pakpour. Outros altos funcionários alegadamente mortos incluem Salah Asadi, chefe dos serviços de informação do comando de emergência do Irã, Mohammad Shirazi, chefe do gabinete militar de Ali Khamenei, Hossein Jabal Amelian, chefe da Organização de Inovação e Investigação Defensiva (SPND), e o ex-chefe da SPND, Reza Mozaffari-Nia. A 1 de março, os meios de comunicação estatais iranianos confirmaram que o chefe do Estado-Maior, Abdolrahim Mousavi, e o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad também foram mortos em ataques.[390][391] Dias depois, surgem fontes que dizem que o antigo presidente terá sobrevivido.[392]
O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) declarou inicialmente que não tinha sofrido baixas, referindo que danos ligeiros nas suas instalações não tinham interrompido as suas operações e que tinha neutralizado várias centenas de ataques de drones e mísseis iranianos. Às 9h30 (hora do leste dos EUA) do dia 1 de março, o CENTCOM confirmou que três militares norte-americanos foram mortos e outros cinco ficaram gravemente feridos durante a operação. A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), no entanto, alegou que 560 soldados norte-americanos foram mortos ou feridos depois de dois mísseis balísticos terem alegadamente atingido a base da Atividade de Apoio Naval do Barém.[393]

A CBS News noticiou que "uma fonte dos serviços de informação e uma fonte militar disseram à CBS News na noite de sábado [28 de fevereiro de 2026]" que 40 autoridades iranianas tinham sido mortas nos ataques, mas que não tinham "a certeza se essas autoridades estavam num ou em vários locais".[394][395]
Assassinato do aiatolá Khamenei
[editar | editar código]Pouco antes da meia-noite no Irã, no dia 28 de fevereiro, uma autoridade israelense não identificada alegou que Khamenei havia sido morto nos ataques aéreos e que seu corpo havia sido recuperado e identificado por fontes de inteligência.[396] Além disso, Netanyahu declarou que há indícios de que Khamenei possa ter sido morto,[397] embora o ministério das Relações Exteriores do Irã tenha contestado sua alegação.[398] A Iran International confirmou posteriormente que Khamenei havia sido morto nos bombardeios.[399] Segundo autoridades israelenses, o corpo de Khamenei foi encontrado sob os escombros.[400] Várias horas antes, o Ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que Khamenei e o presidente Masoud Pezeshkian estavam vivos, "até onde eu sei".[401] Fontes iranianas sugeriram mais tarde que ele estava "comandando as operações em campo".[402] Vários veículos de comunicação ocidentais e iranianos, citando fontes do governo israelense, relataram que Khamenei havia falecido.[403][404][405][406] O presidente Trump e o primeiro-ministro Netanyahu indicaram acreditar que ele estava morto, embora nenhum comentário oficial tenha sido feito pelo Irã.[402]
Ataque aéreo à escola de Minab
[editar | editar código]Segundo fontes do governo iraniano, uma escola primária feminina foi atingida nos ataques israelenses e americanos a Minab.[407] Relatos afirmaram que 148 estudantes morreram e 95 ficaram feridas no ataque.[408] Diversas fontes relataram que não havia confirmação independente do número de mortos,[409][410] embora o The Washington Post e o The New York Times tenham verificado imagens registradas imediatamente após o ataque.[411][412] Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã chamou o ataque de um crime.[413]
Civis iranianos
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Por volta das 17h30 CETdo primeiro dia de ataques, o Crescente Vermelho relatou que 201 civis haviam sido mortos e 747 feridos no Irã.[414] Dois estudantes foram mortos em um ataque em Teerã.[415] Outros 20 civis foram mortos na Praça Niloofar de Teerã em 2 de março.[416] Em 3 de março, o Crescente Vermelho declarou que mais de 600 civis haviam sido mortos,[417] enquanto a organização Ativistas de Direitos Humanos no Irã estimou que 742 civis haviam sido mortos nos ataques.
De acordo com a mídia estatal iraniana, uma escola primária para meninas foi atingida nos ataques israelenses e americanos a Minab.[418] Relatórios afirmaram que 148 alunas foram mortas e 95 ficaram feridas no ataque.[419] Várias fontes relataram que não havia confirmação independente do número de mortos,[420][421] embora o The Washington Post e o The New York Times tenham verificado imagens gravadas imediatamente após o ataque.[422][423] Um porta-voz do ministério das Relações Exteriores iraniano chamou o ataque de "crime de guerra" por parte de Israel, embora Israel tenha negado o ataque e o CENTCOM tenha confirmado que estava investigando o caso internamente.[424] Milhares de pessoas compareceram ao sepultamento das vítimas.
Instituições iranianas
[editar | editar código]O ataque inicial em 28 de fevereiro teve como alvo o complexo da Casa da Liderança. Em 2 de março de 2026, imagens de vídeo divulgadas pela Iran International mostraram o edifício Malek-Ashtar da IRGC em Teerã completamente destruído após um ataque conjunto de mísseis dos EUA e de Israel contra a capital.[425] Nas primeiras horas de 3 de março de 2026, o complexo da Radiodifusão da República Islâmica do Irã (IRIB), a sede da emissora estatal em Teerã, foi atingido em uma operação aérea israelense separada.[426][427] Autoridades iranianas relataram que partes das instalações da emissora foram atingidas, mas nenhuma vítima foi relatada.[428][429] A mídia ligada ao estado iraniano indicou que o prédio do parlamento do Irã também foi alvo de ataques aéreos.[430] Trump disse a repórteres que "praticamente tudo foi nocauteado" e que o Irã não tinha marinha, força aérea, detecção aérea ou radar após os ataques.[431]
Israel bombardeou a Assembleia dos Especialistas do Irã enquanto eles estavam em uma reunião para eleger o próximo líder supremo.[432]
De acordo com o Comandante do CENTCOM, Almirante Brad Cooper, até 3 de março, os Estados Unidos "destruíram 17 navios iranianos, incluindo o submarino iraniano mais operacional que agora tem um buraco em sua lateral."[433]
Outros países e regiões
[editar | editar código]Acrotíri e Deceleia
[editar | editar código]Em 2 de março, um drone iraniano atingiu a base da Força Aérea Real britânica em Acrotíri, no Território Ultramarino Britânico de Acrotíri e Deceleia, no Chipre.[434]
Anteriormente, dois mísseis iranianos haviam sido disparados na direção geral do Chipre, mas fontes do governo no Reino Unido e no Chipre disseram na época que não parecia que o Chipre fosse um alvo.[435]
Arábia Saudita
[editar | editar código]Um drone iraniano atacou a embaixada dos EUA em Riade e o Presidente Trump prometeu retaliar.[436]
De acordo com duas fontes anônimas citadas pela Reuters, uma explosão foi ouvida no Quarteirão Diplomático de Riade na manhã de 3 de março, e um incêndio começou na embaixada dos EUA.[437] Um porta-voz do Ministério da Defesa saudita declarou que o local havia sido atingido por dois drones.[438][439] Pouco tempo depois, mais dois drones atingiram o Quarteirão Diplomático.[440]
Barém
[editar | editar código]Em 1º de março, um drone iraniano atingiu o Aeroporto Internacional do Barém, causando pequenos danos.[441][442] Em 2 de março, a queda de destroços de um míssil iraniano interceptado sobre um "navio estrangeiro" na zona industrial de Salman resultou na morte de um trabalhador asiático e em ferimentos graves em outros dois.[443]
Catar
[editar | editar código]Em 2 de março, o Catar abateu dois jatos Sukhoi Su-24 iranianos que se aproximaram do espaço aéreo do Catar.[444][445][446]
Cuaite
[editar | editar código]Um drone iraniano atingiu o Aeroporto Internacional do Cuaite.[447]
Em 2 de março, um F/A-18 do Cuaite abateu três F-15E americanos em um incidente de fogo amigo. Os seis membros da tripulação sobreviveram. A embaixada dos Estados Unidos no Cuaite provavelmente foi atingida por um ataque de míssil iraniano.[448]
Emirados Árabes Unidos
[editar | editar código]Até 1º de março, os Emirados Árabes Unidos relataram que três estrangeiros foram mortos e outras 58 pessoas ficaram feridas por ataques iranianos.[449][450] Dois navios-tanque foram alvos perto dos EAU, incluindo um que foi atingido por um projétil 17 milhas náuticas a noroeste de Mina Saqr, causando um incêndio que foi apagado. O outro não sofreu danos.[451][452]
Em 4 de março, explosões foram vistas no Consulado dos EUA em Dubai.[453]
No dia 10 de março um helicóptero do EAU, um AH-64 Apache foi abatido por um drone iraniano suicida. Ambos os tripulantes do helicóptero morreram no incidente.[454]
Estados Unidos
[editar | editar código]No primeiro dia do conflito, o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) afirmou inicialmente que não havia sofrido baixas, observando que danos leves em suas instalações não haviam interrompido suas operações e que havia neutralizado várias centenas de ataques de drones e mísseis iranianos.[455] Às 9h30 ET de 1º de março, o CENTCOM confirmou que três militares dos EUA foram mortos e outros cinco ficaram gravemente feridos durante a operação.[1] Em 2 de março, foi anunciado que as fatalidades dos EUA haviam subido para seis, com outros quatro gravemente feridos.[456] Quatro das vítimas foram identificadas, as quais são, segundo o CENTCOM, todos membros do 103º Comando de Sustentação (Expedicionário), sediado em Des Moines, Iowa.[457]
Iraque
[editar | editar código]No Iraque, dois membros das Forças de Mobilização Popular foram mortos e três ficaram feridos em um ataque israelense.[458] Um relatório posterior do The New York Times alegou três mortos.[459]
Região do Curdistão
[editar | editar código]A Região do Curdistão tornou-se um alvo principal dos ataques de mísseis iranianos, visto que a presença dos EUA no resto do Iraque federal havia sido significativamente reduzida desde 2020, mas cada vez mais remanejada para a região autônoma, que também abriga partidos de oposição armada de curdos iranianos.[460]
Subsequentemente, o presidente dos EUA, Donald Trump, conversou com os líderes das duas principais facções da Região do Curdistão, Masoud Barzani e Bafel Talabani, um dia após o início da campanha de bombardeios, discutindo o que foram descritos como tópicos "sensíveis".[461]
Israel
[editar | editar código]O primeiro ataque aéreo iraniano conectado teve como alvo um prédio em Israel, deixando um civil israelense ferido.[462] A Magen David Adom relatou que os ataques iniciais do Irã deixaram 89 feridos, com três diretamente feridos e o restante indiretamente.[463] Em 28 de fevereiro, um acerto direto em Tel Aviv matou uma mulher e feriu outras 22 pessoas, uma gravemente.[464] Em 1º de março, um ataque iraniano atingiu uma sinagoga e edifícios residenciais em Beit Shemesh, matando nove pessoas e ferindo outras 49.[465]
Líbano
[editar | editar código]Até 2 de março, Israel havia feito uma incursão terrestre no Sul do Líbano com forças da 91ª Divisão com o objetivo de estabelecer uma "camada de segurança" para os residentes israelenses dos assentamentos do norte contra a ameaça do Hezbollah, proxy do Irã (esperando destruir sua infraestrutura na fronteira entre Israel e Líbano). O governo libanês relatou que esse ataque preventivo israelense alcançou Kfarkela e Qouzah, provocando o exército libanês a fazer um remanejamento de postos de fronteira recém estabelecidos em meio à escalada da atividade israelense em violação ao acordo de cessar-fogo entre Israel e Líbano de 2024.[466]
Pelo menos 31 pessoas foram mortas[467] e 149 ficaram feridas por ataques israelenses no Líbano, além de três paramédicos adicionais.[468] Youssef Ragi, o ministro das Relações Exteriores libanês, anunciou que o Conselho de Ministros do Líbano decidiu proibir o braço militar e de segurança do Hezbollah, e pediu que eles entregassem suas armas.[469] Israel exigiu que o Líbano tomasse medidas além de meras declarações.[470] Uma análise de notícias da NBC descreveu o Hezbollah como "significativamente enfraquecido".[471]
Omã
[editar | editar código]Dois drones iranianos atingiram o Porto de Duqm, um grande porto comercial na Província de Al Wusta no Mar Arábico. O ataque feriu um trabalhador estrangeiro.[472][473]
Vítimas por país
[editar | editar código]| País | Mortos | Feridos | Desaparecidos | Ref. |
|---|---|---|---|---|
| 4 000+[d] | 747 | Desconhecido | [474][475][476] | |
| 18 | 2 557 | 0 | ||
| 13 | 200 | 0 | [477][478][21] | |
| 2 | 6 | 0 | [443][carece de fontes] | |
| 0 | 16 | 0 | ||
| 1 | 32 | 0 | [479] | |
| 3 | 58 | 0 | [480] | |
| 4[e] | 3[f] | 0 | [481][482] | |
| 0 | 5 | 0 | [483] | |
| 52 | 153 | 0 | [484][485] | |
| 1 | 3 | 0 | [486] |
Impacto
[editar | editar código]Estado de emergência em Israel
[editar | editar código]Israel declarou um estado de emergência nacional, afirmando que os ataques ao Irã foram os maiores que já havia lançado.[487] Israel Katz emitiu uma declaração afirmando: “Sob minha autoridade, conforme a Seção 9C(b)(1) da Lei de Defesa Civil, 5711–1951, e após me convencer de que há uma alta probabilidade de um ataque contra a população civil, declaro por meio desta um estado especial na retaguarda em todo o território do país.”[488] Escolas e locais de trabalho israelenses foram fechados e ajuntamentos públicos foram cancelados.[489]
Devido aos ataques, o Coordenador das Atividades Governamentais nos Territórios fechou várias passagens de ajuda humanitária na Faixa de Gaza.[490]
Novo apagão da internet e repressão de civis no Irã
[editar | editar código]Em meio ao renovado apagão de internet “quase total” no Irã, a organização NetBlocks informou que a conectividade caiu para 4% dos níveis normais. À medida que notícias da morte de Khamenei se espalharam, iranianos começaram a sair às ruas em celebração, embora forças de segurança tenham sido mobilizadas para impedir uma insurreição, com imagens mostrando disparos contra celebrantes nas ruas.
Fechamento do espaço aéreo
[editar | editar código]O espaço aéreo do Irã ficou em grande parte sem aeronaves civis após os ataques, enquanto Estados da região fecharam seus espaços aéreos.[491][492] Barém, Catar, Cuaite, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Israel e Síria fecharam seus respectivos espaços aéreos após os ataques, com múltiplos aviões comerciais sendo redirecionados para outros destinos.[493][494][495] Companhias aéreas internacionais como Air India, Biman Bangladesh Airlines, British Airways, Cathay Pacific Airways, IndiGo, Lufthansa, Virgin Atlantic e Wizz Air suspenderam serviços para o Oriente Médio devido ao conflito, assim como empresas da região, incluindo Kuwait Airways e Qatar Airways.[496][497][498][499]
Segundo uma análise da revista Wirtschaftswoche, um prolongamento do conflito significaria uma “catástrofe” para Estados do Golfo como Catar e Emirados Árabes Unidos.[500]
Alegado fechamento do Estreito de Ormuz
[editar | editar código]Um relatório da Reuters citou um funcionário da Operação Aspides afirmando que o IRGC teria fechado o Estreito de Ormuz para navegação, segundo anúncios via rádio marítimo VHF. Um funcionário da União Europeia relatou que embarcações estavam recebendo mensagens afirmando que “nenhum navio tem permissão para atravessar o Estreito de Ormuz”.[501][502] No final de 28 de fevereiro, o tráfego de saída era intenso, enquanto o de entrada era reduzido.[503] Muitas embarcações permaneceram fora da área, mas algumas continuaram a atravessar. Três navios foram atingidos por projéteis, sofrendo danos parciais.[504]
Análise
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Legalidade
[editar | editar código]Legislação dos Estados Unidos
[editar | editar código]Muitos especialistas jurídicos e militares disseram que as ações dos EUA no Irã são o tipo de ação militar que requer autorização do Congresso. Eles também observaram o uso frequente da palavra "guerra" na comunicação da administração Trump sobre os ataques, adicionando ainda mais credibilidade à alegação de que a administração Trump contornou os poderes de guerra do Congresso. Rubio disse que a administração Trump seguiu a Resolução de Poderes de Guerra (War Powers Resolution), mas questionou se ela era legalmente vinculativa, apontando para presidentes anteriores que tomaram ações militares sem autorização do Congresso.[505] O Congresso não declara guerra desde a Segunda Guerra Mundial. Múltiplos presidentes e administrações americanas lançaram guerras ou operações militares sem aprovação do Congresso. Tais guerras incluem a Guerra da Coreia, a guerra no Vietnã e várias operações realizadas desde a década de 1980.[506]
Direito internacional
[editar | editar código]Os ataques dos EUA e de Israel ao Irã em 2026 são amplamente considerados ilegais sob o direito internacional, pois violam a proibição da Carta da ONU sobre o uso da força, porque os ataques não atendem aos critérios de legítima defesa e carecem de autorização do Conselho de Segurança das Nações Unidas sob o Capítulo VII.[507] Não há base legal reconhecida para guerra preventiva ou mudança de regime forçada.[508] Os ataques foram, portanto, considerados uma guerra de agressão, que é o crime de guerra supremo.[509][510][511][512][513]
Ben Saul, relator especial das Nações Unidas sobre Direitos Humanos e Contraterrorismo, afirmou que o Irã não havia enriquecido urânio a ponto de construir um dispositivo nuclear, que os especialistas concordavam que o Irã não possuía uma arma nuclear e que o caso não estava nem perto de ser uma legítima defesa contra um ataque iminente.[507] Don Rothwell, professor de direito internacional na Universidade Nacional Australiana, afirmou que o conselho de segurança da ONU não aprovou uma resolução para atacar o Irã e não havia base legal para justificar o uso da força.[507] O Law Society Journal observou que atacar o Irã durante negociações ativas era contra os princípios de boa-fé delineados no Artigo 2(2) da Carta da ONU.[514]
De acordo com o The Guardian, sob o direito internacional, o Irã tem o direito de atacar alvos militares dos EUA e de Israel após seus ataques ao Irã, mas ataques iranianos contra civis e contra países que não são parte do conflito são ilegais.
O bloqueio do estreito de Ormuz pelo Irã foi descrito como uma violação da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), uma vez que viola o direito de trânsito em um "estreito usado para navegação internacional".[515][516] A colocação de minas navais no estreito pelo Irã é vista pela Justsecurity como uma violação do direito do mar, violando a convenção de Haia VIII.
Implicações geopolíticas
[editar | editar código]Vários críticos e analistas identificaram o ataque dos EUA e de Israel com uma adoção mais aberta do imperialismo pela administração Trump.[517][518] O ataque dos EUA e de Israel é amplamente considerado uma "guerra de escolha" e tem sido comparado à Invasão do Iraque em 2003.[519]
Vários oficiais dos EUA e de Israel, incluindo Hegseth,[520] apresentaram justificativas religiosas para a guerra.[521][522]
A BBC informou que o fechamento do Estreito de Ormuz e a guerra no Irã podem enfraquecer os interesses chineses em países que dependem do petróleo dos países do Golfo. Philip Shetler-Jones, do Royal United Services Institute, disse que a China não se assemelha aos EUA em poder, apesar de suas capacidades econômicas, e não pode proteger o Irã ou outros países alinhados.[523] Segundo alguns analistas, a guerra tem sido um revés para a influência russa na região. No entanto, os analistas também observaram que isso pode distrair os Estados Unidos da guerra na Ucrânia.[524]
O professor Steve Tsang, do SOAS China Institute, disse que a China argumentará que a guerra foi outro exemplo de "hipocrisia ocidental e da retórica ocidental sobre a ordem internacional liberal".[523] Gilbert Achcar disse que os EUA estavam praticando uma versão modernizada da diplomacia das canhoneiras.[525]
Gokay e Hamourtziadou conectaram o ataque ao Irã com um padrão de longa data de intervenções dos EUA na região, dizendo que a guerra é "em grande parte não relacionada às idiossincrasias de Donald Trump, que está simplesmente implementando um projeto de longa data destinado a estabelecer o domínio completo dos EUA sobre as regiões ricas em energia do Oriente Médio". Eles também conectaram o ataque ao Irã no meio de negociações à história de quebra de tratados dos Estados Unidos durante a expansão para o oeste.[526]
Saeed Shah escreveu que muitos no Sul Global não veem a guerra como tendo o propósito moral que os EUA e muitos de seus aliados afirmaram, e que eles veem a guerra como um fracasso da diplomacia e um ato de agressão contra uma nação mais fraca. Especialistas em relações internacionais disseram que a erosão do direito internacional estava fazendo com que as nações do Sul Global se sentissem inseguras e mais propensas a apoiar uma coalizão contra os interesses dos EUA.[527]
A Der Spiegel descreveu uma guerra conjunta com os Estados Unidos para atacar o Irã como "um sonho para Benjamin Netanyahu que se tornou realidade", mas alertou que ela pode ter consequências desastrosas para Israel.[528]
Uma análise no The Wall Street Journal afirma que Israel conseguiu assassinar vários funcionários do governo iraniano, causando um sentimento de caos entre os líderes do governo, com autoridades do Basij se sentindo ameaçadas. Israel acredita que o povo iraniano aproveitará a oportunidade para derrubar o governo, mas isso exigirá muito mais ação por parte do povo iraniano.[529]
Reações internacionais
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ONU: o alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos condenou os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã e respetiva retaliação, lembrando que, como em qualquer conflito armado, serão os civis que pagarão o preço mais elevado.[530]
União Europeia: numa declaração conjunta, a Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o Presidente do Conselho Europeu, António Costa, apelidaram os acontecimentos de "muito preocupantes", e reafirmam "compromisso firme da UE em salvaguardar a segurança e a estabilidade regional". A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, adotou um tom um pouco mais comedido, caracterizando a situação como "perigosa". A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, alertou contra "uma espiral que pode ameaçar o Médio Oriente, a Europa e não só".[531]
Argentina o presidente Javier Milei junto ao chanceler, Pablo Quirno, expressaram o apoio da Argentina aos Estados Unidos e a Israel, afirmando que os ataques visam "neutralizar ameaças" e alcançar "estabilidade e segurança internacional duradouras na região", acrescentando que a Argentina reforçou a segurança em todo o país, especialmente nas embaixadas dos Estados Unidos e de Israel, bem como nos centros da comunidade judaica.[532]
Austrália: o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, escreveu um texto onde afirmou que seu país está do lado do “povo corajoso do Irã em sua luta contra a opressão”. Ele escreveu que o regime iraniano “tem sido uma força desestabilizadora por meio de seus programas de mísseis balísticos e nucleares, apoio a grupos armados e atos brutais de violência e intimidação”. Albanese declarou ainda que a Austrália “apoia os Estados Unidos em ações para impedir que o Irã obtenha uma arma nuclear e para impedir que o Irã continue a ameaçar a paz e a segurança internacional”.[533]
Brasil: o governo do Brasil avaliou que o ataque dos Estados Unidos e Israel contra o Irã "acaba com qualquer resquício de legitimidade do Conselho de Paz criado pelo presidente americano Donald Trump". O Brasil foi convidado a participar do Conselho, mas declinou o convite.[534]
China: em comunicado divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores, Pequim destacou que "a soberania, a segurança e a integridade territorial do Irã devem ser respeitadas" e exigiu a "interrupção imediata das ações militares, o fim da escalada da tensão, a retomada do diálogo e das negociações e os esforços para manter a paz e a estabilidade no Oriente Médio".[535]
França: o presidente francês, Emmanuel Macron, apelou a uma reunião urgente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, afirmando que os acontecimentos terão “consequências graves” para a paz e segurança internacionais. Segundo o seu gabinete, Macron falou separadamente com líderes da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar e Jordânia.[536]
Líbano: o primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, publicou numa rede social sua manifestação diante do ataque ao Irã. “Diante dos graves desenvolvimentos que a região está vivenciando, volto a apelar a todos os libaneses para que se revestam de sabedoria e patriotismo, colocando o interesse do Líbano e dos libaneses acima de qualquer cálculo. E reitero que não aceitaremos que alguém arraste o país para aventuras que ameacem sua segurança e sua unidade.”[537]
Portugal: o governo português ativou um acompanhamento “ao minuto” da escalada bélica entre Israel, Estados Unidos e Irão, priorizando a segurança e eventual assistência aos cidadãos nacionais residentes ou em trânsito na região.[538]
Rússia: o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov condenou o que o ministério descreveu como um "ataque armado não provocado" dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã e pediu a suspensão imediata dos ataques.[539]
Ver também
[editar | editar código]Notas e referências
Notas
- ↑ Da esquerda para a direita: Trump; o Secretário de Estado, Marco Rubio; e a Chefe de Gabinete, Susie Wiles. A sala de supervisão de Mar-a-Lago também contou com a presença do Chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine. A Sala de Crise da Casa Branca, presidida pelo Vice-presidente JD Vance e em contato com Mar-a-Lago por meio de uma chamada em conferência, tinha presentes a Diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard; o Secretário do Tesouro, Scott Bessent; e o Secretário de Energia, Chris Wright.
- ↑
- Presidente dos EUA Donald Trump e membros de seu gabinete supervisionam os ataques ao Irã a partir do resort de Trump em Mar-a-Lago, em Palm Beach, Flórida.[a] (acima, esquerda)
- O grupo de ataque de porta-aviões 3 navegando em formação no Mar Arábico durante o aumento da presença militar dos Estados Unidos no Oriente Médio em 2026 (acima, direita)
- Um F-35C Lightning II preparando-se para decolar rumo ao Irã a partir da pista do porta-aviões USS Abraham Lincoln (no meio, esquerda)
- Quarto dia de guerra, em Teerão (no meio, direita)
- Ataque à escola em Minab (em baixo, esquerda)
- Míssil Tomahawk, lançado pelo USS Delbert D Black (DDG 119) (em baixo, direita)
- ↑ Incluindo pelo menos 180 civis no ataque aéreo à escola de Minab,[419][415]
- ↑
- Segundo Israel e EUA:
- 4 000 a 5 000 militares mortos[44]
- 48 líderes mortos
- Segundo o Crescente Vermelho Iraniano:[417]
- 555 mortos[c]
- ↑ 4 combatentes das Forças de Mobilização Popular mortos[49]
- ↑ 3 combatentes das Forças de Mobilização Popular feridos[49]
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One could say that the United States has shifted under Trump, in his second term, to a modernized version of the nineteenth-century 'gunboat diplomacy', when major powers forced their will over weaker states by threatening to bomb them, or by actually bombing them if recalcitrant. There was then no concern about the nature of governments — only the naked will to crudely impose imperialist interests on weaker countries.
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The current US diplomacy with Iran can be characterised as an extension of an imperial modus operandi, reflecting a pattern in which agreements serve as leverage points, contingent upon full compliance and discarded when paramount interests necessitate escalation. Critics contend that the approach adopted by the Trump administration, integrating military operations with a binary choice between capitulation and conflict, exemplifies historical imperial patterns of dominance.
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Siphamandla Zondi, professor of politics at the University of Johannesburg, said that in the west, wars were viewed as having moral purpose, while in the global south, conflict was seen as evil and a failure to behave as adults. He said that the US and Israel had cajoled some countries through the Abraham Accords for diplomatic recognition of Israel, and used force against others. 'This is a war of domination and subordination, therefore it has imperialist undertones and motives,' said Zondi. 'It makes the world unsafe for all of us.'
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