Guerrilha urbana

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Esta página ou secção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde outubro de 2015). Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

Guerrilha urbana refere-se a uma forma de guerra assimétrica na qual grupos armados enfrentam forças regulares, em meio urbano. Embora, a princípio, a expressão designe uma tática militar com métodos e objetivos precisos, atualmente é aplicada a todo tipo de guerrilha que ocorra em cidades, tais como a guerrilha iraquiana e a afegã.[1]

Teoria e história da guerrilha urbana[editar | editar código-fonte]

A guerrilha urbana é um fenômeno característico dos grandes centros urbanos. Michael Collins, um dos comandantes das Irish Republican Army Exercito Republicano Irlandês] (IRA) é frequentemente considerado como o precursor da moderna guerra de guerrilha. Em abril de 1919, uma unidade de elite de assassinos, conhecidos como The Squad ou Twelve Apostles (Doze Apóstolos) foi organizada em Dublin, com o objetivo de neutralizar os serviços de inteligencia britânicos na cidade. O Squad pode ser considerado como a primeira unidade de combate de guerrilha urbana.

Historicamente a luta de guerrilha urbana foi um fenômeno rural até 1960. A tática foi muito efetiva na luta armada em Cuba, ao contrário de outros esforços na América Latina durante os anos 1960, que não surtiram os resultados desejados. O ápice dessa época foi a campanha liderada por Che Guevara, primeiramente em Cuba e depois na Bolívia, onde foi morto.

A dificuldade da politização (fator necessário para a insurgência rural) forçou os movimentos dessa época a encontrar novas formas de ação em países cujas populações passavam a se concentrar nas cidades.

Nem todo grupo armado pode ser rotulado como de guerrilha urbana. Os Panteras Negras (EUA), por exemplo, não são considerados como organização guerrilheira, embora a política da autodefesa tenha sido aplicada com a força das armas, numa espécie de "ocupação militar" de territórios. Similarmente, o movimento autonomista italiano e o alemão Autonomen se utilizavam da violência política urbana, mas não como uma guerrilha urbana.[carece de fontes?]

Exemplos históricos[editar | editar código-fonte]

Translation Latin Alphabet.svg
Este artigo ou seção está a ser traduzido. Ajude e colabore com a tradução.

Brasil[editar | editar código-fonte]

A estratégia da guerrilha urbana no Brasil consistia em atacar o governo, para que este revidasse, e privasse a liberdade a população, pretendendo assim a insurgência do povo contra o governo. Neste contexto destaca-se o mentor e líder da Ação Libertadora Nacional, Carlos Marighella. Antes de sua morte ele escreveu o Manual do Guerrilheiro Urbano que, foi rapidamente adotado por outros ao redor do mundo.

A Ação Libertadora Nacional(ALN)[editar | editar código-fonte]

Ação Libertadora Nacional (ALN) foi uma organização guerrilheira, revolucionária brasileira de tendência comunista que empreendeu luta contra a ditadura brasileira, liderados por Carlos Marighella.

O Movimento Popular de Libertação Nacional (Molipo)[editar | editar código-fonte]

Movimento de Libertação Popular (Molipo) foi uma ação guerrilheira no Brasil, que surgiu em 1971, a partir de uma dissidência da Ação Libertadora Nacional.

O Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8)[editar | editar código-fonte]

O Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR8) é uma organização brasileira de esquerda que participou do combate armado ao regime militar.

O VAR Palmares (VAR-Palmares)[editar | editar código-fonte]

A Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares) foi uma guerrilha política brasileira de extrema esquerda, que combateu o regime militar de 1964.

A Vanguarda Popular Revolucionária (VPR)[editar | editar código-fonte]

A Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) foi uma organização de luta armada brasileira de extrema esquerda que lutou contra o regime militar de 1964

Argentina[editar | editar código-fonte]

Bélgica[editar | editar código-fonte]

Grã-Bretanha[editar | editar código-fonte]

Canadá[editar | editar código-fonte]

Chile[editar | editar código-fonte]

Colômbia[editar | editar código-fonte]

França[editar | editar código-fonte]

Alemanha[editar | editar código-fonte]

Grécia[editar | editar código-fonte]

Iraque[editar | editar código-fonte]

Irlanda[editar | editar código-fonte]

Italia[editar | editar código-fonte]

Malasia[editar | editar código-fonte]

Líbano[editar | editar código-fonte]

Palestina[editar | editar código-fonte]

Filipinas[editar | editar código-fonte]

Espanha[editar | editar código-fonte]

Uruguai[editar | editar código-fonte]

USA[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. (em francês) Des roquettes contre les élections. Por Nicolas Bertrand. Radio France internationale, 10 de agosto de 2009.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre tópicos militares é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.