Guilherme de Melo

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Guilherme de Melo
Nascimento 20 de janeiro de 1931
Lourenço Marques, Moçambique
Morte 29 de junho de 2013 (82 anos)
Lisboa, Portugal
Género literário Romance, conto

Guilherme José de Melo (Lourenço Marques, 20 de Janeiro de 1931 - Lisboa, 29 de Junho de 2013) foi um jornalista, escritor e poeta português, autor de numerosas obras de ficção e não-ficção[1].

Iniciou a sua carreira de jornalista em Moçambique. Casou com uma mulher, mas pediu a anulação do casamento por sentir que não podia viver senão como homossexual, condição que assumiu corajosamente num meio preconceituoso. Em Outubro de 1974, na sequência de acontecimentos políticos que conduziriam à independência da até então província ultramarina portuguesa de Moçambique, mudou-se para Lisboa, indo trabalhar para o Diário de Notícias[1]. Algumas das suas obras tratam de temas da vivência homossexual, destacando-se A Sombra dos Dias (1981), com carácter autobiográfico[2].

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • A Menina Elisae outros contos (1960) * 1º volume da série Textos Moçambicanos, Ass. dos Naturais de Moçambique
  • A Estranha Aventura: contos (1961)[1]
  • Moçambique Norte - Guerra e Paz (1969)
  • Menino Candulo, Senhor Comandante (1974)[1]
  • A Sombra dos Dias (1981)
  • Ainda Havia Sol (1984)
  • Moçambique Dez Anos Depois: Reportagem (1985)
  • O que Houver de Morrer (1989)
  • Os Leões Não Dormem Esta Noite (1989)[1]
  • Raízes do Ódio (1990)
  • Como um Rio sem Pontes (1992)
  • As Vidas de Elisa Antunes (1997)
  • O Homem que Odiava a Chuva e outras estórias perversas (1999)
  • A Porta do Lado (2001)
  • Gayvota: um olhar (por dentro) da homossexualidade (2002)[1]
  • Crónicas de Bons Costumes (2004)[1]

Referências


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