Hacker de segurança

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Um hacker de segurança é alguém que procura violar defesas e explorar pontos fracos em um sistema de computador ou rede. Hackers podem ser motivados por uma infinidade de razões, tais como lucro, protesto, coleta de informações,[1] desafio, recreação,[2] ou para avaliar as fraquezas do sistema para auxiliar na formulação de defesas contra hackers em potencial. A subcultura que evoluiu em torno de hackers é muitas vezes referida como o subterrâneo do computador (computer underground).[3]

Há uma longa controvérsia sobre o verdadeiro significado do termo. Nesta controvérsia, o termo hacker é reivindicado por programadores de computador que argumentam que se refere simplesmente a alguém com um entendimento avançado de computadores e redes de computadores,[4] e que cracker é o termo mais apropriado para quem invade computadores, seja um criminoso de computador (chapéus pretos) ou especialista em segurança de computadores (chapéus brancos).[5][6] Um artigo de 2014 concluiu que "... o significado do chapéu preto ainda prevalece entre o público em geral".[7]Predefinição:Tone inline

Classificações[editar | editar código-fonte]

Vários subgrupos do submundo do computador com atitudes diferentes usam termos diferentes para se delimitarem uns dos outros, ou tentam excluir algum grupo específico com o qual não concordam.

Eric S. Raymond, autor do O Novo Dicionario do Hacker, defende que os membros do submundo do computador devem ser chamados de crackers. No entanto, essas pessoas se vêem como hackers e até tentam incluir as visões de Raymond no que elas vêem como uma cultura hacker mais ampla, uma visão que Raymond rejeitou duramente. Em vez de uma dicotomia hacker/cracker, eles enfatizam um espectro de categorias diferentes, como chapéu branco, chapéu cinza, chapéu preto e script kiddie. Em contraste com Raymond, eles geralmente reservam o termo cracker para atividades mais maliciosas.

De acordo com Ralph D. Clifford, um cracker ou cracking é "obter acesso não autorizado a um computador, a fim de cometer outro crime, como destruir informações contidas nesse sistema".[8] Esses subgrupos também podem ser definidos pelo status legal de suas atividades.[9]

Referências

  1. Winkler, Ira. Spies Among Us: How to Stop the Spies, Terrorists, Hackers, and Criminals You Don't Even Know You Encounter Every Day. John Wiley & Sons. 2005. pg. 92. ISBN 9780764589904.
  2. Sterling, Bruce (1993). «Part 2(d)». The Hacker Crackdown. McLean, Virginia: IndyPublish.com. p. 61. ISBN 1-4043-0641-2 
  3. Blomquist, Brian (29 de maio de 1999). «FBI's Web Site Socked as Hackers Target Feds». New York Post [ligação inativa] 
  4. «The Hacker's Dictionary». Consultado em 23 de maio de 2013 
  5. Political notes from 2012: September–December. stallman.org
  6. Raymond, Eric S. «Jargon File: Cracker». Coined ca. 1985 by hackers in defense against journalistic misuse of hacker 
  7. Yagoda, Ben (6 de março de 2014). «A Short History of "Hack"». The New Yorker. Consultado em 2 de novembro de 2016 
  8. Clifford, D. (2011). Cybercrime: The Investigation, Prosecution and Defense of a Computer-Related Crime. Durham, North Carolina: Carolina Academic Press. ISBN 1594608539 
  9. Wilhelm, Douglas (2010). «2». Professional Penetration Testing. [S.l.]: Syngress Press. p. 503. ISBN 978-1-59749-425-0