Hadrosaurus
Hadrosaurus | |
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Classificação científica ![]() | |
Domínio: | Eukaryota |
Reino: | Animalia |
Filo: | Chordata |
Clado: | Dinosauria |
Clado: | †Ornithischia |
Clado: | †Ornithopoda |
Família: | †Hadrosauridae |
Subfamília: | †Hadrosaurinae |
Gênero: | †Hadrosaurus Leidy, 1858 |
Espécie-tipo | |
†Hadrosaurus foulkii Leidy, 1858
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Sinónimos | |
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Hadrosaurus (do latim "lagarto bico de pato") foi um dinossauro herbívoro e semi-bípede que viveu no fim do período Cretáceo. Habitou a América do Norte, tinha de 8 a 10 metros de comprimento, 4,6 metros de altura e pesava cerca de 3,2 toneladas.
O primeiro esqueleto parcial de Hadrosaurus foi encontrado em 1858 por William Parker Foulke em escavações de um depósito de calcário em Haddonfield, Nova Jersey, Estados Unidos.
Descobertas[editar | editar código-fonte]
Em 2007 cientistas associados à National Geographic anunciaram a descoberta de um dinossauro mumificado, cujos restos incluem ossos, pele e músculos parcialmente conservados. A descoberta do Hadrosaurus, de quase oito metros e com 67 milhões de anos, é "um dos achados mais importantes dos últimos tempos", informou a instituição em comunicado. Os cientistas encontraram o dinossauro no estado de Dakota do Norte, em 2000, e deram a ele o nome de Dakota. Os restos foram submetidos a um estudo meticuloso. E os resultados da pesquisa permitirão saber com mais certeza como era a pele dos animais e em que velocidade eles se deslocavam, explicou a entidade. Embora os especialistas comparem Dakota a uma múmia, seus restos foram achados fossilizados em pedra, inclusive os seus ligamentos, tendões e, possivelmente, até órgãos internos.[2]

Possível sobrevivente[editar | editar código-fonte]
Em 2011, uma equipe da Universidade de Alberta (Canadá) usando um novo método de datação à base de urânio (U-Pb, sigla em inglês de “uranium lead”) em um fóssil de Hadrosaurus encontrado no Novo México afirmaram que alguns animais sobreviveram mais de 700 mil anos após o impacto que extinguiu os dinossauros ocorrido há 65 milhões de anos. Segundo o grupo, os dinossauros não foram extintos por conta do asteróide. Larry Heaman, do Departamento de Ciências Terrestres e Atmosféricas da Universidade, diz que os pesquisadores consideram várias razões que explicariam por que o Hadrosaurus sobreviveu ao evento que ocorreu no período Cretáceo. Ele supõe que a vegetação não tenha sumido em algumas áreas, o que possibilitaria a sobrevivência desses dinossauros, que se alimentavam de plantas.[3]
Ver também[editar | editar código-fonte]
Referências
- ↑ Brownstein, Chase (2018). «The biogeography and ecology of the Cretaceous non-avian dinosaurs of Appalachia». Palaeontologia Electronica. 21 (1): 1–56. doi:10.26879/801
- ↑ http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u351008.shtml
- ↑ http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/867419-hadrossauro-sobreviveu-a-extincao-de-dinossauros-diz-estudo.shtml