Hector Pieterson

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Hector Pieterson
Nome completo Hector Pieterson
Nascimento 1964
África do Sul
Morte 16 de junho de 1976 (12 anos)

Hector Pieterson (19 de agosto de 196316 de junho de 1976) tornou-se um símbolo do Levante de Soweto a partir de uma fotografia que circulou por todo o mundo.

História[editar | editar código-fonte]

Hector Pieterson foi um garoto sul-africano de 12 anos morto nos braços de uma colega que fugia da carga policial durante os confrontos ocorridos em Soweto, durante a época do Apartheid na África do Sul. Hector tornar-se-ia um símbolo do massacre, por conta de fotografia, realizada por Sam Nzima,[1] que viria a ser publicada por todo o mundo no dia seguinte à tragédia.[2]

Os mundialmente conhecidos levantes de Soweto custaram a vida de mais de 100 menores (segundo dados extra-oficiais, o número real seria de mais de 700 vítimas), entre eles Hector Pieterson (cuja foto, ensanguentado nos braços de um desconhecido que decidiu ajudar o pequeno, ao lado de sua irmã, deu a volta ao mundo e transformou-se num dos símbolos da luta contra o apartheid).

Hoje há na África do sul um memorial que leva seu nome. O Museu Hector Pieterson, que foi construído em 1976, fica em Soweto, na Praça Hector Pieterson , e é hoje um local obrigatório de passagem para todos os que visitam pela primeira vez o bairro do Soweto, onde vivem mais de dois milhões de pessoas.

Referências

  1. Spector, J. Brooks. «SAM NZIMA (1934-2018): A story of a memorable photograph, and why it matters». Daily Maverick (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2019 
  2. Portugal, Rádio e Televisão de. «Hector Pieterson - Grandes Africanos - Documentários - RTP». www.rtp.pt. Consultado em 6 de agosto de 2019