Henrique Monteiro

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Henrique Monteiro
Nascimento 1 de setembro de 1956 (61 anos)
Lisboa
Nacionalidade Portugal portuguesa
Ocupação Jornalista

Henrique Manuel Baptista da Costa Monteiro (Lisboa a 1 de Setembro de 1956) é um jornalista português. Tem origens familiares no concelho de Vila Nova de Paiva, distrito de Viseu.

É casado e tem duas filhas, de casamentos anteriores.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Henrique Monteiro é jornalista profissional desde 1979, tendo iniciado a sua carreira no jornal Voz do Povo, já depois deste semanário se ter desligado da UDP, um partido de extrema-esquerda que hoje integra o Bloco de Esquerda. Aí trabalhou com José Manuel Fernandes, João Carlos Espada, Nuno Crato, João Mesquita, Nuno Pacheco e Mário Robalo, entre outros. Entre 1981 e 1985 trabalhou no vespertino do Porto Notícias da Tarde e no Jornal de Notícias, de onde transitou para O Jornal. Em 1989 entrou nos quadros do Expresso, onde foi editor da Revista, da secção Sociedade e, a partir de 1995, subdirector. Em Janeiro de 2006 foi nomeado director daquele semanário. Em 2008 foi nomeado pela Impresa Publishing, detentora do jornal Expresso e de outras publicações, Publisher do Expresso, que acumula com o cargo de Director, da revista económica Exame e da revista Courrier Internacional. Em 2010 foi ainda nomeado Publisher e Director da revista trimestral Intelligente Life, resultado de um acordo entre o Expresso e a revista britânica The Economist. A partir de Janeiro de 2011 deixou a direcção do Expresso, que passou a ser exercida por Ricardo Costa, até então director-adjunto, passando a Director Editorial para as Novas Plataformas do grupo Impresa Publishing e administrador da empresa que detém os títulos Expresso, Visão, Caras, Blitz, Exame e Activa, entre outros. Em 2015 passou a Diretor-Gera Editorial Adjunto da Impresa (na dependência do Diretor-Geral e simultaneamente diretor da SIC, Ricardo Costa; em janeiro de 2018, depois da venda das revistas do grupo acordou a sua saída da Impresa, mantendo a colaboração com o Expresso.

Foi ainda da direcção do Sindicato dos Jornalistas, durante a presidência de José Pedro Castanheira e membro do Conselho Geral daquele Sindicato.

Juntou-se a João Carlos Espada, José Manuel Fernandes, José Pacheco Pereira e Manuel Villaverde Cabral, entre outros, para fundar o Clube da Esquerda Liberal, em 1984, e mais tarde o Clube Alexis de Tocqueville, fazendo parte dos Conselhos Editoriais das revistas Risco e Nova Cidadania.

Publica semanalmente, desde 1990, com o pseudónimo 'Comendador Marques de Correia' as crónicas de humor 'Cartas Abertas', tendo estas sido compiladas em livro e publicadas pela Bertrand, em 2000. Em 2002 publicou o romance 'Papel Pardo'. Em 2010 voltou a publicar um romance, desta vez na editora D. Quixote, intitulado Toda uma Vida. O seu terceiro romance, "O Repórter do Kiribati" foi publicado pela editora Gradiva em 2013. Em 2017 na editora Guerra e Paz foi responsável pela apresentação e organização do livro "Grandes Discursos da História".

Publica uma crónica semanal no Expresso, e colabora regularmente na SIC Notícias e na Rádio Renascença como comentador político.

Funções maçónicas[editar | editar código-fonte]

Integra como membro o Grande Oriente Lusitano - Maçonaria Portuguesa, através da Loja Convergência.[1][2][3]

Referências

  1. «Investigação especial - Espiões na Maçonariajuri». Revista Sábado. 24 de fevereiro de 2009. Consultado em 4 de janeiro de 2012 
  2. Espiões (SIS, SIED, SIRP) na Maçonaria, Portugal Esotérico.org, 12 de Setembro de 2010, pela revista Sábado em 24 de Fevereiro de 2009.
  3. Monteiro, Henrique (2014). «Maçonaria: um segredo bem guardado». Expresso - Atual (em por). Consultado em 15 de fevereiro de 2018