Henriqueta Lisboa

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Henriqueta Lisboa
Estátua de Henriqueta Lisboa, na Praça da Savassi, em Belo Horizonte.
Nascimento 15 de julho de 1901
Lambari, Brasil
Morte 9 de outubro de 1985 (84 anos)
Belo Horizonte, Brasil
Nacionalidade Brasil Brasileira
Ocupação Poetisa
Prémios Prémio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (1976)

Prémio Machado de Assis (1984)

Magnum opus Azul profundo
Movimento estético Neo-simbolismo

Henriqueta Lisboa (Lambari, 15 de julho de 1901Belo Horizonte, 9 de outubro de 1985) foi uma poetisa brasileira.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Henriqueta Lisboa foi a segunda filha do farmacêutico e deputado federal João de Almeida Lisboa e de sua esposa Maria de Vilhena Lisboa. Foi a primeira mulher eleita membro da Academia Mineira de Letras.

Publicou vários ensaios e poesias. Seu primeiro livro, chamado Fogo fátuo, foi publicado quando ela tinha vinte e um anos. Foi só na meia-idade que publicou seu livro mais conhecido, Flor da morte -- escrito sob a influência da morte de Mário de Andrade seu grande amigo e mentor. Para as crianças, Henriqueta dedicou três obras: O menino poeta (1943), Lírica (1958) e a reedição de O menino poeta, em 1975. Este último livro foi lançado em disco, pelo Estúdio Eldorado.

Henriqueta Lisboa na cultura[editar | editar código-fonte]

Henriqueta Lisboa recebeu diversos prêmios, entre eles o Prêmio Machado de Assis, concedido pela Academia Brasileira de Letras. Ela também foi inspetora de alunos, professora de literatura e tradutora — ela traduziu os Cantos de Dante Alighieri e poemas de Gabriela Mistral, publicados no livro Poemas escolhidos de Gabriela Mistral [1]. Ocupou a 26 cadeira da Academia Mineira de Letras[2], tendo como patrono Evaristo da Veiga. Ao longo da vida, foi retratada diversas vezes por sua amiga Aurélia Rubião, tendo seu retrato [3]sido premiado pelo Terceiro Salão de Belas artes da cidade de Belo Horizonte .

Obras[editar | editar código-fonte]

  • Fogo-fátuo (1925);
  • Enternecimento (1929);
  • Velário (1936);
  • Prisioneira da noite (1941);
  • O menino poeta (1943);
  • A face lívida (1945), à memória de Mário de Andrade, falecido nesse ano;
  • Flor da morte (1949);
  • Madrinha Lua (1952);
  • Azul profundo (1955);
  • Lírica (1958);
  • Montanha viva (1959);
  • Além da imagem (1963);
  • Nova Lírica (1971);
  • Belo Horizonte bem querer (1972);
  • O alvo humano (1973), poesia;
  • Reverberações (1976);
  • Miradouro e outros poemas (1976);
  • Celebração dos elementos: água, ar, fogo, terra (1977);
  • Pousada do ser (1982);
  • Poesia Geral (1985);

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
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  1. [1]
  2. «Cadeiras | Academia Mineira de Letras». academiamineiradeletras.org.br. Consultado em 8 de dezembro de 2017 
  3. «Duas imagens de Henriqueta Lisboa» Verifique valor |url= (ajuda)