Herbalife

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde fevereiro de 2009).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.
Herbalife Nutrition
Razão social Herbalife Nutrition International Inc.
Empresa de capital aberto
Slogan Nutrição para uma vida melhor.
Cotação NYSE: HLF
Indústria Venda direta
Gênero Incorporation
Fundação 1980 (1980) em Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos
Fundador(es) Mark Hughes
Sede L.A. Live
Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos
Pessoas-chave Rich Goudis (Diretor executivo)
Empregados 7,800 (2014)
Produtos Gestão de peso, suplementos nutricionais, cuidados pessoais, nutrição esportiva.
Lucro Aumento US$ 308.7 milhões (2014)[1]
LAJIR Aumento US$ 661.447 milhões (2012)[2]
Faturamento Baixa US$ 3.825 bilhões (2014)[3]
Website oficial www.herbalife.com

A Herbalife é uma empresa multinacional de nutrição e controle de peso. Incorporada nas Ilhas Cayman[4] e com escritório sede nos Estados Unidos[5], a empresa distribui produtos em mais de 95 países, através de uma rede de 4 milhões de consultores independentes[4], onde parte destes tem ganhos na revenda dos produtos e também por ganhos na estrutura de marketing multinível (MLM).

História[editar | editar código-fonte]

Em fevereiro de 1980 Mark Hughes começou a vender os produtos com a marca Herbalife no porta-malas do seu carro. Hughes costumava dizer que o motivo de ter começado a Herbalife e a venda dos seus produtos surgiu com a preocupação com perda de peso da sua mãe Joanne. Segundo ele, o falecimento precoce da sua mãe foi causado por distúrbios alimentares e má condução na sua perda de peso. Hughes morreu em maio de 2000 aos 44 anos de idade.

Um de seus slogans é "Perca peso agora! Pergunte me Como"

Agora mudou o slogan que é " Tornando o mundo mais saudável e mais feliz"

A empresa chegou ao Brasil em 1995 e é atualmente dirigida por Jordan Rizetto.

O atual CEO é Richard P. Goudis.

A empresa pertence ao grupo da NYSE (Bolsa de Valores de Nova York) desde 2005.

O conselho médico científico da empresa é composto por um ganhador do Nobel, o Dr. Louis Ignarro, e também por um especialista de destaque no mundo em nutrição humana, Dr. David Heber. Além de dezenas de especialistas atuando nos mais de 90 países em que a empresa atua.

Preocupações com a saúde[editar | editar código-fonte]

Estudos científicos realizados em 2007 por médicos da Universidade Hospital de Berna e a Unidade de Fígado do Hadassah-Hebrew University Medical Center em Israel encontraram uma associação entre o consumo de produtos Herbalife e hepatite.[6][7] Em resposta o Ministro da Saúde da Espanha emitiu um alerta recomendando cautela no consumo de produtos Herbalife.[8]

Acusações de crime financeiro[editar | editar código-fonte]

Em 2004 um grupo de 8.700 distribuidores, atuais e antigos, moveu uma ação judicial acusando a Herbalife e outros distribuidores de executarem um esquema de pirâmide. A empresa pagou um total estimado de 6 milhões de dólares, mas não admitiu culpa.[9]

Em 2014 a Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos deu início a uma investigação multinacional sobre a prática de esquema de pirâmide pela Herbalife, após denúncias feitas por um investidor. As denúncias ganharam força após uma carta do senador Edward Markey enviada em janeiro à Comissão, recomendando a investigação. No mês seguinte, uma associação de comunidade hispânica também denunciou a empresa. A Herbalife informou que iria colaborar com as investigações.[10] Após a divulgação das ações contra a Herbalife, as ações da empresa caíram 1%.[11]

A HERBALIFE E A COMISSÃO FEDERAL DO COMÉRCIO DOS ESTADOS UNIDOS (FTC) CHEGAM A UM ACORDO

O acordo não modifica o modelo de negócios da Herbalife como empresa de vendas diretas

Los Angeles, EUA - 15 de julho de 2016 - A empresa global de nutrição Herbalife , uma das líderes no setor de vendas diretas, anunciou um acordo com a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC) – a respeito da investigação da companhia pelo FTC. Os termos do acordo não mudam o modelo de negócio da Herbalife como empresa de vendas diretas e definem novos padrões para o setor. Com o acordo anunciado hoje, a investigação da Herbalife pelo FTC está encerrada.

“O acordo é o reconhecimento de que o nosso modelo de negócio é sólido e reforça a confiança na nossa capacidade de avançar com sucesso. Caso contrário, não teríamos concordado com as condições”, afirmou Michael O. Johnson, CEO da Herbalife.

As condições do acordo aplicam-se apenas às operações da Companhia nos EUA, que representam cerca de 20% das vendas líquidas globais. Como parte do acordo, a empresa concordou em implementar ao longo dos próximos 10 meses novos procedimentos e ajustar algumas normas já existentes.

Os dois principais pontos do acordo com o FTC nos Estados Unidos são:

  1. Os atuais e futuros Consultores Independentes da Herbalife serão categorizados como Cliente Preferencial (os interessados em comprar produtos com desconto) ou como Distribuidor (os interessados em construir um negócio e vender produtos por meio de Vendas Diretas). Isso permitirá que a Herbalife controle melhor os dois grupos e proporcione uma experiência personalizada.
  2. Os Distribuidores serão compensados ​​com base nas vendas aos seus clientes e fornecerão recibos de suas transações.

A Companhia acredita que, embora algumas das condições adicionais não tenham impacto significativo para a Herbalife, essas disposições melhorarão as políticas em todo o setor da venda direta.

Além disso, como mencionado no comunicado de resultados financeiros da Companhia em 5 de maio de 2016, a Herbalife também concordou em fazer um pagamento de US$ 200 milhões ao FTC como parte do acordo, visando finalizar o processo.

O FTC é uma agencia norte americana que possui a missão de proteger os consumidores, promovendo a competição de mercado. Durante mais de dois anos, a Herbalife cooperou com a investigação do FTC e, embora a companhia entenda que muitas das alegações feitas pelo FTC sejam factualmente incorretas, a empresa acredita que um acordo está no seu melhor interesse. Caso contrario, o custo financeiro e a distração decorrentes de litígios prolongados teriam sido significativos. Assim, a Companhia decidiu seguir adiante com o acordo, concentrando todas as suas energias em continuar a construir o negócio e a desenvolver oportunidades estratégicas de negócios.

Dessa forma, a Companhia está confiante e vê um futuro promissor com o firme compromisso de seguir com a sua missão de mudar a vida das pessoas, incentivando a adoção de um estilo de vida saudável e ativo.

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]