Hermenegildo Rodrigues de Barros

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Hermenegildo de Barros
Ministro do Supremo Tribunal Federal do  Brasil
Mandato: 26 de julho de 1919
a 16 de novembro de 1937
Nomeação por: Delfim Moreira
Antecessor(a): Canuto Saraiva
Sucessor(a): Cunha Melo
Nascimento: 31 de agosto de 1866
Januária, MG
Falecimento: 24 de setembro de 1955 (89 anos)
Rio de Janeiro, RJ

Hermenegildo Rodrigues de Barros (Januária[1], 31 de agosto de 1866Rio de Janeiro, 24 de setembro de 1955)[2] foi um jurista brasileiro.[3]

Para ocupar a vaga deixada por Canuto Saraiva (falecido), é nomeado, em 1919, ministro do Supremo Tribunal Federal —, cargo que exerceria até 1937, quando foi obrigado a se aposentar.

Hermenegildo de Barros nunca faltou as sessões do STF. Não compareceu ao casamento da filha porque foi marcado para a mesma hora da sessão do STF.

Em 1931 foi eleito (e reeleito em 1934) presidente do tribunal.

Em sua gestão foi instalado, sob sua presidência, o Tribunal Superior de Justiça Eleitoral, em 20 de maio de 1932, órgão que seria extinto pela Constituição de 1937 (do Estado Novo).

Presidiu também as sessões preparatórias da Assembleia Nacional Constituinte em 1933 e 1935. Foi indicado presidente efetivo da Constituinte de 1934.

Obras[editar | editar código-fonte]

  • Decisões Judiciárias
  • Tribunal Especial
  • Direito das Sucessões
  • Memórias do Juiz mais Antigo do Brasil (4 volumes)

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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